11 de abril de 2017

Semana Santa – Horários

Dia 9 – Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
Bênção dos Ramos nas Missas das 10h e 19h; e Procissão de Ramos na das 12h.
TRÍDUO PASCAL
Dia 13, Quinta-Feira Santa
De manhã a igreja estará fechada (Não há Missa das 12.15h). Convida-se os que o desejarem e possam a participar na Missa Crismal, presidida pelo Senhor Patriarca, na Sé de Lisboa, às 10h.
De tarde a igreja abre às 16h, com confissões até 20h, e fecha às 24h.
19h – Missa Vespertina da Ceia do Senhor. Adoração do Santíssimo Corpo do Senhor até às 24h.

Dia 14, Sexta-Feira Santa
10h: Adoração do Santíssimo Corpo do Senhor; Confissões até 12.30h, em que se fecha a igreja.

15.30h – Abertura da igreja.
16h – Celebração da Paixão do Senhor fechando-se a igreja logo depois.
Dia 15, Sábado Santo
16h – Abertura da igreja e confissões até às 18.30h, em que se fecha a igreja.
22h – Vigília Pascal.
Dia 16, Domingo de Páscoa
Missas: 12h e 19h.
Não há Missa às 10h.

Catequese de crianças

Depois das férias, recomeça no dia 18.
Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11h).
1º ano:
Festa do Pai-nosso: domingo, dia 30, às 10h

Cursos para adultos

Teologia para todos: para entender e contemplar o Credo.
Sessão 7. A vida eterna.
Dia 19 de abril, das 21h30 às 22h15.

Curso de preparação para o matrimónio

Começa sexta-feira, dia 28 de abril, às 21h e continua nos sábados 29 abril e 6 maio, das 10h às 19:30h.

Custo: 50 €, com almoço incluído.

Apresentação do livro: “Cria em mim um coração puro”

No dia 27, às 19h, no salão da paróquia, será apresentado o livro: “Cria em mim um coração puro. Uma resposta pastoral à pornografia”. O livro, da autoria da conferência dos Bispos católicos dos Estados Unidos, será apresentado pelo Pe. João Paulo Pimentel e pelo Dr. Pedro Afonso.

Ausências de sacerdotes

P. João Paulo Pimentel: 20 a 23 de Abril
P. N Romão: 21 a 27 de abril

Do Pároco

«Temos que pedir muito por Ele»

O coro da Missa das 19h. Tal como os outros coros, tem-nos ajudado
a participar na Eucaristia, e está aberto a novos colaboradores. 
A oração pelo Papa e a união à sua pessoa formam parte da mensagem de Fátima. Nas Memórias, a Irmã Lúcia narra uma visão da Jacinta: «Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre em uma casa muito grande, de joelhos, diante de uma mesa, com as mãos na cara, a chorar. Fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam muitas coisas feias. Coitadinho do Santo Padre! Temos que pedir muito por Ele» (Memórias, p. 109). A necessidade de rezar pelo Papa estava bem metida no seu coração. Mais tarde dirá à Lúcia: «Eu, no Céu, hei-de pedir muito por ti, por o Santo Padre, por Portugal…» (ib., p. 110).
Tanto S. João Paulo II como Bento XVI reconheceram, cada um a seu modo, o auxílio que Deus lhes quis dar através de Fátima.
S. João Paulo II, na sua peregrinação no ano 2000, agradeceu à Jacinta, no momento memorável em que anunciou a iminente revelação da terceira parte do segredo, na qual se refere o Homem de branco, atingido pelas armas: «desejo uma vez mais celebrar a bondade do Senhor para comigo, quando, duramente atingido naquele dia 13 de Maio de 1981, fui salvo da morte. Exprimo a minha gratidão também à beata Jacinta pelos sacrifícios e orações oferecidos pelo Santo Padre, que ela tinha visto em grande sofrimento».
Bento XVI, em 2010, dirigiu-se diretamente a Nossa Senhora: «Agradeço, Mãe querida, as orações e os sacrifícios que os Pastorinhos de Fátima faziam pelo Papa, levados pelos sentimentos que lhes infundistes nas aparições». 
No centenário da milagrosa intervenção de Nossa Senhora em Fátima, é bom sentirmo-nos pessoalmente envolvidos nos pedidos de orações pelo Sucessor de Pedro e experimentar idênticos sentimentos de união à sua pessoa.
Também de nós se espera uma cada vez mais intensa e afetuosa oração pelo Papa. A sua iminente vinda ao Santuário é um grande estímulo para isso. Queremos que, em Fátima, o Papa Francisco encontre, por dizê-lo de algum modo, as orações e a fé de quem realmente acredita que o Papa, seja quem for, é o Sucessor de Pedro. Neste escasso mês e meio que falta para o dia 13, todos podemos esforçar-nos em rezar um pouco mais pelo Papa. Nossa Senhora ficará bem contente.

Pe. João Paulo Pimentel

O Círio Pascal

A palavra círio vem do latim, cereus, de cera (produto das abelhas). Na Liturgia cristã, ao falar-se das «velas», alude-se ao uso humano e ao sentido simbólico que os círios produzem. O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal, como símbolo de Cristo-Luz, e que se coloca sobre uma coluna elegante ou candelabro adornado. 
O Círio Pascal é, desde os primeiros séculos, um dos símbolos mais expressivos da Vigília. No meio da escuridão, de uma fogueira previamente preparada acende-se o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ómega – a primeira e a última do alfabeto grego –, para indicar que a Páscoa de Cristo, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos atinge com força sempre nova, no ano concreto em que vivemos. Tem menor importância a pinha de incenso que também se pode incrustar na cera, simbolizando as cinco chagas de Cristo na cruz.
Este Círio, «pela verdade do sinal, deve ser de cera, novo cada ano, único, relativamente grande, nunca artificial, para poder evocar que Cristo é a luz do mundo» (Congregação para o Culto Divino, Carta sobre a preparação e celebração das Festas Pascais, 82).
Na procissão de entrada da Vigília, canta-se por três vezes a aclamação ao Círio: «A luz de Cristo. Graças a Deus», enquanto, progressivamente, se vão acendendo as velas dos presentes e as luzes da igreja. Depois, coloca-se o Círio na coluna ou candelabro, que vai ser o seu suporte, e proclama-se à sua volta, depois de o incensar, o solene Precónio Pascal.
Além do simbolismo da luz, tem também a de oferenda, como cera que se gasta em honra de Deus, espalhando a sua luz: «Aceitai, Pai santo, este sacrifício vespertino de louvor, que, na solene oblação deste círio, pelas mãos dos seus ministros Vos apresenta a santa Igreja. Agora conhecemos o sinal glorioso desta coluna de cera, que uma chama de fogo acende em honra de Deus […] Nós Vos pedimos, Senhor, que este círio, consagrado ao vosso nome, arda incessantemente para dissipar as trevas da noite.» 
O mesmo que vão anunciando as leituras, orações e cânticos, di-lo o Círio com a linguagem diáfana da sua chama viva. A Igreja, a esposa, sai ao encontro de Cristo, o Esposo, com a lâmpada acesa na mão, gozando com Ele na noite vitoriosa em que se anunciará – no momento culminante do Evangelho – a grande notícia da sua Ressurreição.
O Círio estará aceso em todas as celebrações, durante as sete semanas da Cinquentena, ao lado do ambão da Palavra, até à tarde do domingo de Pentecostes.
Durante a celebração do Batismo deve estar aceso, para tomar dele a luz das velas dos novos batizados. Também se acende o Círio Pascal, junto ao féretro, nas exéquias cristãs, para indicar que a morte do cristão é a sua própria Páscoa. Assim, utiliza-se o simbolismo deste Círio, no Batismo e nas exéquias, no princípio e na conclusão da vida: o cristão participa da luz de Cristo, ao longo de todo o seu caminho terreno, como garantia da sua definitiva incorporação na Luz da vida eterna.
(Excerto do “Dicionário Elementar de Liturgia”, de José Aldazábal, disponível em www.liturgia.pt)

Exposição com o Santíssimo Sacramento

Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!

Recolecção

Senhoras: dia 6 de abril (5ªf) – 19.10h
Homens: dia 4 de abril (3ªf)– 19.10h

Bênção anual das casas

No tempo pascal, a visita do pastor às famílias recorda as aparições de Cristo ressuscitado aos seus discípulos. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Devoção dos Cinco primeiros sábados

No dia 1 de abril: Missa às 10h30; meditação de 15 minutos centrada nos mistérios do terço às 17h15; terço às 17h45.

Tweets do Papa Francisco

É urgente semear o bem: cultivar a justiça, fazer crescer a concórdia, apoiar a integração, sem nunca se cansar. 
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Jejum não é só renunciar ao alimento, mas a todo apego mórbido, sobretudo ao pecado.
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O caminho do amor ao ódio é fácil. O do ódio ao amor é mais difícil, mas leva à paz.
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Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona: mesmo quando pecamos, espera com paciência que retornemos a Ele.
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Exorto vocês a não criarem muros, mas pontes, a vencerem o mal com o bem, a ofensa com o perdão, a viverem em paz com todos.

Batismos

1 de abril, às 12:30h: Francisco Afonso
25 de abril, às 16h: Maria Luísa Zuquete

Via-sacra na Vigararia

Caminhando com Jesus, pelas ruas de Lisboa. Dia 14 (6ªf). Às 21h, partida da igreja de S. João de Deus; até S. João de Brito.

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dias 1 e 2 – Atividades de Páscoa dos lobitos, exploradores e pioneiros.
Dia 23 - Participação das 4 secções do agrupamento na grande atividade da Região de Lisboa: o dia de S.Jorge, que se realiza em Monsanto.
28 a 30 - Acampamento de Agrupamento, com a celebração da Festa das Promessas