7 de junho de 2017

Do Pároco

Sob o manto de luz

É difícil, se não mesmo impossível, descrever em poucas palavras as jornadas de 12 e 13 de maio deste centenário das aparições em Fátima. Tudo correu bem, apesar das previsões pessimistas: o tempo, o fluxo de trânsito (neste caso, um agradecimento de justiça é devido à GNR e restantes forças de segurança), a estadia… Foi como se Nossa Senhora quisesse ter estado em todos os pormenores. Por isso, também é previsível que o que era realmente essencial, o tempo de oração que ali passámos, também tenha deixado marcas. Provavelmente será necessário refletirmos pausadamente sobre o que vimos e ouvimos.
Deixo apenas uns breves pensamentos. A mobilização de todo o Portugal para receber o Papa Francisco foi comovedora. Tanta gente disposta a sacrificar o sono, a alimentação ou a aceitar as incomodidades físicas para estar perto do Papa. Tantos milhares de pessoas que rezaram com devoção o terço, com o Papa. Se somos capazes de tudo isso para estar com o Vigário de Cristo, por maioria de razão deveríamos fazer o que quer que fosse para recebermos o próprio Cristo. Tomando estes dias como uma parábola da nossa própria vida, procuremos aplicá-la tal qual aos momentos em que podemos ir ao encontro de Jesus, na Missa dominical ou num momento de adoração. Quem se atreveu a chegar tarde ao recinto de Fátima? 
A canonização da Jacinta e do Francisco chegou quase cem anos depois do seu falecimento. Em qualquer caso, eles «já» eram santos desde a sua morte, já viviam em Deus. Muito antes das explicações do Concílio Vaticano II sobre o chamamento universal à santidade, e mesmo antes dessa mesma mensagem que S. Josemaria anunciou incansavelmente desde 1928, insistindo na sua raiz evangélica. O Espírito Santo trabalha «a seu ritmo» e distribui as graças como quer. No entanto, a insistência dos ensinamentos evangélicos sobre o chamamento universal à santidade tornou possível (ou pelo menos facilitou) reconhecer a santidade nos dois pequenos pastorinhos. E, por seu lado, a declaração solene da sua santidade incentiva a que tomemos ainda mais a sério a possibilidade de propor essa a meta a todos, sem exceção. Não afastemos as crianças dos ensinamentos de Jesus como estes se fossem «coisas para crescidos».
Por fim, releiamos uma e outra vez as palavras da homilia do dia 13: «No crer e sentir de muitos peregrinos, se não mesmo de todos, Fátima é sobretudo este manto de Luz que nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir, como ensina a Salve Rainha, «mostrai-nos Jesus». Todos tivemos que regressar a casa no dia 13. Mas suponho que todos queremos permanecer sob esse manto de Luz que tão vivamente experimentámos a 13 de maio de 2017. Como fazê-lo? Rezando o terço diariamente, com a cabeça na Capelinha.

Pe. João Paulo Pimentel

Catequese de crianças

Termina no domingo, dia 4 de junho, incluído.
Agradecemos que os pais confirmem se os filhos vão continuar na catequese para o ano (nesses casos não será preciso fazer uma nova ficha).
Aqueles que quiserem inscrever os filhos pela primeira vez, poderão fazê-lo já durante o mês de junho.
Tanto uns como os outros devem manifestar se preferem que os filhos frequentem a catequese à semana ou no fim-de-semana.
Todos os que terminam o 9º ano são convidados a participar no grupo de jovens da paróquia, que se reúne às 4as feiras, às 18h15.

Horário dos dias 13 e 15 de junho

No dia 13, Santo António, o horário é o normal dos dias de semana.
No dia 15, solenidade do Corpo de Deus, o horário de abertura da igreja e das Missas é o de domingo (haverá também Missa vespertina no dia 14).
A procissão do Corpo de Deus Anúncio da Procissão para o qual todos são convidados

Ausências de sacerdotes

P. Carlos Santamaría: 1 a 3 de junho.

Imposição do Escapulário do Carmo

No dia 18 de junho, às 11h, impor-se-á o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo a quem o desejar. Inscrições com o Pároco ou o Vigário paroquial. Recorda-se que a receção do Escapulário deve ser feita na graça de Deus, pelo que se convida a todo o candidato, no caso de ser necessário, a recorrer previamente ao sacramento da Reconciliação  

Do Tesouro da Igreja

A procissão do Corpo de Deus

A festa do Corpo e Sangue de Cristo celebra‐se normalmente numa quinta-feira para fazer referência à Quinta‐feira Santa, dia da instituição da Eucaristia.Foi no século XIII que se sentiu fortemente a necessidade de ressaltar esta festa, instituída pelo Papa Urbano IV em 1264. Aos poucos, a sua celebração foi tomando força e, hoje, realiza-se com grande solenidade em todo o mundo.
O Sacramento da Eucaristia é levado às ruas como um gesto e expressão de fé e, ao mesmo tempo, como convite à renovação da própria fé. São os cristãos que traduzem a sua adesão a Jesus Cristo, presente na forma permanente de pão e manifestam o seu reconhecimento a essa presença amorosa do Senhor no meio do Seu Povo, que permanece silenciosa e ininterrupta nos sacrários das nossas Igrejas.
Testemunha S. João Paulo II na Encíclica «A Igreja vive da Eucaristia»: “A devota participação dos fiéis na procissão eucarística da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo é uma graça do Senhor que anualmente enche de alegria quantos nela participam”. Assim tem sido, também, ao longo dos séculos na cidade de Lisboa tornando‐se a Procissão do Corpo de Deus a mais antiga e participada de todas as procissões.
Filipe I, numa carta às filhas que residiam em Espanha, compara a Procissão de Lisboa com as que se realizavam um pouco por todo o reino, reconhecendo ser esta muito mais concorrida e solene. Em tempos de D. João V, a Procissão ganhou uma dimensão notável.
A Procissão incorporava as irmandades (moleiros, hortelãos, boticários, alfaiates, etc) e também as delegações das diversas Ordens Religiosas de Lisboa (Agostinhos, Beneditinos, Franciscanos, Ordem de Cristo...). 
No final do cortejo vinha o pálio, ou baldaquino, a cujas varas pegavam os mais altos dignitários da Corte e da Câmara, sempre representada por toda a Vereação, sob o pálio o Bispo de Lisboa ostentando a custódia com o Santíssimo Sacramento ladeado pelo Rei e outros dignitários.
Nos meados do século XIX, a procissão foi simplificada. A legislação de 1910, proibindo os dias santos da Igreja, interrompeu o culto público, embora nas igrejas continuassem a ser celebradas Missas solenes e solenes pontificais nas Sés.
As Irmandades do Santíssimo, nas diversas Paróquias, mantiveram o culto vivo e, retomadas algumas liberdades religiosas, o dia de Corpo de Deus voltou a ser feriado havendo uma renovação do culto processional público. 
Muitos recordam, ainda, a alegria do povo de Deus, quando em 1973, depois de vários anos de interrupção, o senhor Cardeal António Ribeiro restaurou a Procissão do Corpo de Deus e onde todas as paróquias da cidade de Lisboa estiveram representadas.
A partir de então, é assim em cada ano. Desde 2003 a Procissão do Corpo de Deus voltou a percorrer as ruas da Baixa de Lisboa, onde outrora se realizava, de e até à Sé Patriarcal.
Como salienta o Papa Francisco na homilia da Solenidade do Corpo de Deus, em 2013: “Somos a multidão que Jesus alimenta hoje com o Seu Pão. Também nós procuramos segui‐l’O para O ouvir, entrar em comunhão com Ele e acompanhá‐l’O para que Ele também nos acompanhe”.
Fonte: Patriarcado de Lisboa

Informações

Exposição com o Santíssimo Sacramento
Quintas-feiras, das 15h às 18.15h (às 15.15h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
No dia 15 não haverá exposição: estão todos convidados a irem à Procissão do Corpo de Deus na Baixa.

Tempos de reflexão
Senhoras: dia 8 de junho (5ªf) – 19.10h
Homens: dia 6 de junho (3ªf)– 19.10h

Bênção anual das casas
A visita do pastor às famílias nas suas casas faz com que o próprio Cristo entre na nossa casa, para nos trazer a paz e a felicidade. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Batismos
Dia 4: Jacinta Pereira, na Missa das 10h.
Dia 18: Maria do Rosário Vilhena da Cunha, na Missa das 12h.
Dia 24: Leonor e Miguel Santos Guerra, às 11.

Horário da procissão do Corpo de Deus
17h: início da procissão, na Sé
Percurso: Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Poço do Borratem, Praça Martim Moniz, Rua da Palma, R. D. Duarte, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Largo da Madalena, Rua de Santo António da Sé.
18:30: final, com bênção do Santíssimo Sacramento, no Largo da Sé.

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dias 2 e 3 - Arraial Popular Solidário, em conjunto com a APCL - Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa. Mesmo em frente às instalações da APCL em Telheiras.
Dia 15 - Participação na Solene Procissão do Corpo de Deus.
Dia 17 - Actividade de Encerramento Oficial do Ano Escutista.

Tweets do Papa Francisco

Com Maria, amanhã em Fátima, peregrino na esperança e na paz. Olhemos para ela: tudo é dom de Deus, nossa força. 
***
Peço a todos para unirem-se a mim, como peregrino da esperança e da paz: que as vossas mãos em oração continuem a apoiar as minhas.
***
Aqui em Fátima louvo a Cristo, nossa paz, e para o mundo peço a concórdia entre todos os povos.
***
Sempre que olhamos para Maria, voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do carinho.
***
Fátima é sobretudo este manto de Luz que nos cobre quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir: mostrai-nos Jesus.

25 de maio de 2017

Do Pároco

Cem anos de gratidão

Iniciamos este mês de maio com o coração agradecidíssimo ao Céu pelas incontáveis bênçãos que Deus, pela intervenção de Nossa Senhora em Fátima, desde há cem anos, derrama sobre o nosso país e sobre o mundo inteiro.
Digamo-lo com clareza: quantas pessoas se terão salvo – não terão ido para o Inferno (é bom explicar isto de modo explícito!) – graças àquela bendita intervenção de Nossa Senhora! Quanta paz terá o mundo desfrutado. Quantos doentes consolados ou mesmo curados! Quantas feridas da alma saradas! 
E alegramo-nos ainda mais pelo anúncio da canonização dos Beatos Francisco e Jacinta. Nossa Senhora pediu-lhes que cumprissem uma missão e santificou-os no cumprimento da mesma. Ela, com poucas palavras e com gestos bem claros (pensemos no olhar triste com que falou dos pecados que ofendiam a Deus), orientou-os rapidamente para o heroísmo da santidade. Nossa Senhora ensina-nos assim como orientar para a santidade até mesmo crianças de pouca idade: a graça de Deus tudo pode. 
Nestes cem anos, a Nossa Senhora foi a grande evangelizadora do nosso país. Fátima conseguiu muito mais do que todos os nossos esforços humanos juntos, alguns, certamente, inspirados pela mensagem da Senhora. Mas, para sermos sinceros, reconheçamos, com humilde alegria, que a intervenção de Nossa Senhora na vida dos Pastorinhos contribuiu mais para a evangelização do que qualquer outra iniciativa. Somos, desse modo, convidados a confiar muito mais em Deus e na Sua Santíssima Mãe do que nos nossos planos, mesmo que muito úteis e necessários. 
Como recorda o recente documento da Conferência Episcopal, «na Virgem Maria, no seu coração materno, transparece a vontade misericordiosa de um Deus Trindade que não é indiferente à situação das suas criaturas, que não abandona o pecador na sua culpa, que não esquece os desgraçados no seu sofrimento, que sempre oferece o seu perdão e a sua consolação, que abre sempre a porta da esperança, quando os seres humanos se fecham no seu egoísmo ou na sua inconsciência» (n.º 10). Nossa Senhora, através dos Pastorinhos, convida-nos a regressar ao essencial do Evangelho. 
Peçamos à Senhora do Rosário que não permita que nos afastemos da sua luminosa mensagem, tão atual há cem anos como agora. Oxalá, na noite de dia 12, seja em Fátima seja onde for, em cada família portuguesa se reze o terço unindo-nos ao Santo Padre. Que haja milhões de pessoas a agradecer a Nossa Senhora a sua vinda.

Pe. João Paulo Pimentel

Catequese de crianças

Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11h).
4º Ano – Entrega do Credo: domingo 7 de maio (10h).
5º ano – Entrega do terço: domingo 14 de maio (10h).
6º Ano – Profissão de Fé: domingo 21 de maio (10h).
8º Ano – Ano da Vida: domingo 28 de maio (10h).
9º Ano – Receção do Crisma e festa do envio, com D. Joaquim Mendes: sábado 20 de maio (10h).

Curso de preparação para o matrimónio

Começa sexta-feira, dia 6 maio, das 10h às 19:30h.

Procissão de Nossa Senhora da Porta do Céu

Dia 26 de maio, às 21:30. Início na Igreja.
Agradecem-se voluntários para transportar o andor e pessoas que queiram colaborar na organização.

Ausências de sacerdotes

P. N Romão: 18 a 21 de maio

Devoção dos cinco primeiros sábados

No dia 6 de maio: Missa às 9h15; meditação de 15 minutos centrada nos mistérios do terço às 17h15; terço às 17h45.

Canonização de Francisco e Jacinta

A cerimónia de canonização de Francisco e Jacinta Marto vai decorrer no início da Missa das 10h00 de 13 de maio no Santuário de Fátima, presidida pelo Papa Francisco, logo após o cântico de entrada e a saudação inicial, proferida pelo Santo Padre.
Os relicários em forma de candeias contendo as relíquias dos dois novos santos da Igreja Católica, uma madeixa de cabelo de Jacinta e um fragmento de osso da costela de Francisco, integram o cortejo de entrada da Missa, sendo colocados junto ao Presbitério do Recinto. O transporte das relíquias é feito pela Irmã Ângela Coelho, Postuladora da Causa da Canonização de Francisco e Jacinta.
Segue-se a cerimónia de canonização dos dois Pastorinhos, a primeira realizada em Portugal, a qual, como as anteriores, obedece a um rito em latim, iniciado com o cântico Veni Creator.
O Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, faz então uma breve apresentação da biografia dos dois novos santos, antes da invocação da ladainha dos santos. Cânticos de júbilo assinalam a proclamação, dando por fim a cerimónia e retomando a celebração da Missa.
A paróquia de Telheiras estará bem representada nesta celebração: no dia 13, às 6h, partem 5 autocarros para Fátima. 

Do Tesouro da Igreja

A aparição de 13 de maio

Aproximava-se a hora do grande acontecimento: “do meio-dia para a uma hora”. Conta Lúcia: “Vimos um relâmpago para o lado do nascente, e, receando que viesse trovoada, embora estivesse bom tempo, eu disse ao Francisco que era melhor irmos para casa, recolher o gado.
Começámos a descer a encosta, tocando as ovelhas, em direção à estrada. Quando chegámos ao meio da fazenda, deu outro relâmpago, e, dois passos adiante, vimos em cima duma carrasqueira, que teria um metro de altura, aproximadamente, uma Senhora”.
– Não tenhais medo! Eu não vos faço mal!
– De onde é Vossemecê? – lhe perguntei.
– Sou do Céu.
– E que é que Vossemecê me quer?
– Vim para vos pedir que venhais aqui, seis meses seguidos, no dia 13 a esta mesma hora. Depois direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez.
– Vossemecê sabe-me dizer se a guerra ainda dura muito tempo ou se acaba breve?
– Não te posso dizer ainda enquanto não te disser também o que quero.
– E eu também vou para o Céu?
– Sim, vais.
– E a Jacinta?
– Também.
– E o Francisco?
– Também, mas tem que rezar muitos Terços.
– E a Maria das Neves já está no Céu?
– Sim, está.
– E a Amélia?
– Estará no purgatório até ao fim do mundo.
– Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?
– Sim, queremos!
– Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.
Foi ao pronunciar estas últimas palavras (a graça de Deus, etc.) que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que penetrando-nos no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos. Então por um impulso íntimo também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente:
– Ó Santíssima Trindade, eu vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.
Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou:
– Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra».

(Cfr. os estudos sobre as aparições, disponíveis em www.fatima.pt/pt/documentacao).

Informações

Exposição com o Santíssimo Sacramento
Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!

Recolecção
Senhoras: dia 11 de maio (5ªf) – 19.10h
Homens: dia 9 de maio (3ªf)– 19.10h

Bênção anual das casas
No tempo pascal, a visita do pastor às famílias recorda as aparições de Cristo ressuscitado aos seus discípulos. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Grupo jovens
4as feiras, 18:15h

Batismos
6 de maio, às 11:00h: Salvador e Santiago Tavares
7 de maio, às 15h30: Maria Luísa Barbosa
21 de maio, às 16h: Alice da Mata Almeida

Agrupamento de Escuteiros nº 683

5 e 6 - Os pioneiros participam na actividade do Núcleo Raid TT, em Vila Franca de Xira.
6 - Actividades do Núcleo Festa do Sol e Idade Verde. Lobitos: na Quinta das Conchas no Lumiar. Exploradores: na Mata do Vale Fundão (Chelas).
19 a 21 - Participação na 8ª edição do Festival de Telheiras.  O Jardim Caldeira Cabral (Praça Central) vai encher-se de vida e movimento num evento de aproximação entre pessoas e instituições, de reconhecimento mútuo e de celebração da identidade do bairro.
27 - Recolha de alimentos para o Banco Alimentar contra a fome, no Pingo Doce de Telheiras.

Tweets do Papa Francisco

Ele morreu, foi sepultado, ressuscitou e apareceu. Ou seja, Jesus está vivo! É este o cerne da mensagem cristã.
***
Se tivéssemos sempre a Palavra de Deus no coração, nenhuma tentação poderia nos separar de Deus.
***
Se Cristo ressuscitou, podemos olhar com olhos e corações novos para todos os eventos das nossas vidas, também os mais negativos.
***
Cruz de Cristo, ensina-nos que a aurora do sol é mais forte do que a escuridão da noite e que o amor eterno de Deus vence sempre.
***
Faz-nos bem sair dos nossos limites, pois é típico do Coração de Deus transbordar de misericórdia, espalhando a sua ternura.

11 de abril de 2017

Semana Santa – Horários

Dia 9 – Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
Bênção dos Ramos nas Missas das 10h e 19h; e Procissão de Ramos na das 12h.
TRÍDUO PASCAL
Dia 13, Quinta-Feira Santa
De manhã a igreja estará fechada (Não há Missa das 12.15h). Convida-se os que o desejarem e possam a participar na Missa Crismal, presidida pelo Senhor Patriarca, na Sé de Lisboa, às 10h.
De tarde a igreja abre às 16h, com confissões até 20h, e fecha às 24h.
19h – Missa Vespertina da Ceia do Senhor. Adoração do Santíssimo Corpo do Senhor até às 24h.

Dia 14, Sexta-Feira Santa
10h: Adoração do Santíssimo Corpo do Senhor; Confissões até 12.30h, em que se fecha a igreja.

15.30h – Abertura da igreja.
16h – Celebração da Paixão do Senhor fechando-se a igreja logo depois.
Dia 15, Sábado Santo
16h – Abertura da igreja e confissões até às 18.30h, em que se fecha a igreja.
22h – Vigília Pascal.
Dia 16, Domingo de Páscoa
Missas: 12h e 19h.
Não há Missa às 10h.

Catequese de crianças

Depois das férias, recomeça no dia 18.
Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11h).
1º ano:
Festa do Pai-nosso: domingo, dia 30, às 10h

Cursos para adultos

Teologia para todos: para entender e contemplar o Credo.
Sessão 7. A vida eterna.
Dia 19 de abril, das 21h30 às 22h15.

Curso de preparação para o matrimónio

Começa sexta-feira, dia 28 de abril, às 21h e continua nos sábados 29 abril e 6 maio, das 10h às 19:30h.

Custo: 50 €, com almoço incluído.

Apresentação do livro: “Cria em mim um coração puro”

No dia 27, às 19h, no salão da paróquia, será apresentado o livro: “Cria em mim um coração puro. Uma resposta pastoral à pornografia”. O livro, da autoria da conferência dos Bispos católicos dos Estados Unidos, será apresentado pelo Pe. João Paulo Pimentel e pelo Dr. Pedro Afonso.

Ausências de sacerdotes

P. João Paulo Pimentel: 20 a 23 de Abril
P. N Romão: 21 a 27 de abril

Do Pároco

«Temos que pedir muito por Ele»

O coro da Missa das 19h. Tal como os outros coros, tem-nos ajudado
a participar na Eucaristia, e está aberto a novos colaboradores. 
A oração pelo Papa e a união à sua pessoa formam parte da mensagem de Fátima. Nas Memórias, a Irmã Lúcia narra uma visão da Jacinta: «Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre em uma casa muito grande, de joelhos, diante de uma mesa, com as mãos na cara, a chorar. Fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam muitas coisas feias. Coitadinho do Santo Padre! Temos que pedir muito por Ele» (Memórias, p. 109). A necessidade de rezar pelo Papa estava bem metida no seu coração. Mais tarde dirá à Lúcia: «Eu, no Céu, hei-de pedir muito por ti, por o Santo Padre, por Portugal…» (ib., p. 110).
Tanto S. João Paulo II como Bento XVI reconheceram, cada um a seu modo, o auxílio que Deus lhes quis dar através de Fátima.
S. João Paulo II, na sua peregrinação no ano 2000, agradeceu à Jacinta, no momento memorável em que anunciou a iminente revelação da terceira parte do segredo, na qual se refere o Homem de branco, atingido pelas armas: «desejo uma vez mais celebrar a bondade do Senhor para comigo, quando, duramente atingido naquele dia 13 de Maio de 1981, fui salvo da morte. Exprimo a minha gratidão também à beata Jacinta pelos sacrifícios e orações oferecidos pelo Santo Padre, que ela tinha visto em grande sofrimento».
Bento XVI, em 2010, dirigiu-se diretamente a Nossa Senhora: «Agradeço, Mãe querida, as orações e os sacrifícios que os Pastorinhos de Fátima faziam pelo Papa, levados pelos sentimentos que lhes infundistes nas aparições». 
No centenário da milagrosa intervenção de Nossa Senhora em Fátima, é bom sentirmo-nos pessoalmente envolvidos nos pedidos de orações pelo Sucessor de Pedro e experimentar idênticos sentimentos de união à sua pessoa.
Também de nós se espera uma cada vez mais intensa e afetuosa oração pelo Papa. A sua iminente vinda ao Santuário é um grande estímulo para isso. Queremos que, em Fátima, o Papa Francisco encontre, por dizê-lo de algum modo, as orações e a fé de quem realmente acredita que o Papa, seja quem for, é o Sucessor de Pedro. Neste escasso mês e meio que falta para o dia 13, todos podemos esforçar-nos em rezar um pouco mais pelo Papa. Nossa Senhora ficará bem contente.

Pe. João Paulo Pimentel

O Círio Pascal

A palavra círio vem do latim, cereus, de cera (produto das abelhas). Na Liturgia cristã, ao falar-se das «velas», alude-se ao uso humano e ao sentido simbólico que os círios produzem. O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal, como símbolo de Cristo-Luz, e que se coloca sobre uma coluna elegante ou candelabro adornado. 
O Círio Pascal é, desde os primeiros séculos, um dos símbolos mais expressivos da Vigília. No meio da escuridão, de uma fogueira previamente preparada acende-se o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ómega – a primeira e a última do alfabeto grego –, para indicar que a Páscoa de Cristo, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos atinge com força sempre nova, no ano concreto em que vivemos. Tem menor importância a pinha de incenso que também se pode incrustar na cera, simbolizando as cinco chagas de Cristo na cruz.
Este Círio, «pela verdade do sinal, deve ser de cera, novo cada ano, único, relativamente grande, nunca artificial, para poder evocar que Cristo é a luz do mundo» (Congregação para o Culto Divino, Carta sobre a preparação e celebração das Festas Pascais, 82).
Na procissão de entrada da Vigília, canta-se por três vezes a aclamação ao Círio: «A luz de Cristo. Graças a Deus», enquanto, progressivamente, se vão acendendo as velas dos presentes e as luzes da igreja. Depois, coloca-se o Círio na coluna ou candelabro, que vai ser o seu suporte, e proclama-se à sua volta, depois de o incensar, o solene Precónio Pascal.
Além do simbolismo da luz, tem também a de oferenda, como cera que se gasta em honra de Deus, espalhando a sua luz: «Aceitai, Pai santo, este sacrifício vespertino de louvor, que, na solene oblação deste círio, pelas mãos dos seus ministros Vos apresenta a santa Igreja. Agora conhecemos o sinal glorioso desta coluna de cera, que uma chama de fogo acende em honra de Deus […] Nós Vos pedimos, Senhor, que este círio, consagrado ao vosso nome, arda incessantemente para dissipar as trevas da noite.» 
O mesmo que vão anunciando as leituras, orações e cânticos, di-lo o Círio com a linguagem diáfana da sua chama viva. A Igreja, a esposa, sai ao encontro de Cristo, o Esposo, com a lâmpada acesa na mão, gozando com Ele na noite vitoriosa em que se anunciará – no momento culminante do Evangelho – a grande notícia da sua Ressurreição.
O Círio estará aceso em todas as celebrações, durante as sete semanas da Cinquentena, ao lado do ambão da Palavra, até à tarde do domingo de Pentecostes.
Durante a celebração do Batismo deve estar aceso, para tomar dele a luz das velas dos novos batizados. Também se acende o Círio Pascal, junto ao féretro, nas exéquias cristãs, para indicar que a morte do cristão é a sua própria Páscoa. Assim, utiliza-se o simbolismo deste Círio, no Batismo e nas exéquias, no princípio e na conclusão da vida: o cristão participa da luz de Cristo, ao longo de todo o seu caminho terreno, como garantia da sua definitiva incorporação na Luz da vida eterna.
(Excerto do “Dicionário Elementar de Liturgia”, de José Aldazábal, disponível em www.liturgia.pt)

Exposição com o Santíssimo Sacramento

Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!

Recolecção

Senhoras: dia 6 de abril (5ªf) – 19.10h
Homens: dia 4 de abril (3ªf)– 19.10h

Bênção anual das casas

No tempo pascal, a visita do pastor às famílias recorda as aparições de Cristo ressuscitado aos seus discípulos. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Devoção dos Cinco primeiros sábados

No dia 1 de abril: Missa às 10h30; meditação de 15 minutos centrada nos mistérios do terço às 17h15; terço às 17h45.

Tweets do Papa Francisco

É urgente semear o bem: cultivar a justiça, fazer crescer a concórdia, apoiar a integração, sem nunca se cansar. 
***
Jejum não é só renunciar ao alimento, mas a todo apego mórbido, sobretudo ao pecado.
***
O caminho do amor ao ódio é fácil. O do ódio ao amor é mais difícil, mas leva à paz.
***
Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona: mesmo quando pecamos, espera com paciência que retornemos a Ele.
***
Exorto vocês a não criarem muros, mas pontes, a vencerem o mal com o bem, a ofensa com o perdão, a viverem em paz com todos.

Batismos

1 de abril, às 12:30h: Francisco Afonso
25 de abril, às 16h: Maria Luísa Zuquete

Via-sacra na Vigararia

Caminhando com Jesus, pelas ruas de Lisboa. Dia 14 (6ªf). Às 21h, partida da igreja de S. João de Deus; até S. João de Brito.

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dias 1 e 2 – Atividades de Páscoa dos lobitos, exploradores e pioneiros.
Dia 23 - Participação das 4 secções do agrupamento na grande atividade da Região de Lisboa: o dia de S.Jorge, que se realiza em Monsanto.
28 a 30 - Acampamento de Agrupamento, com a celebração da Festa das Promessas

23 de março de 2017

Quando se acredita - Testemunhos

Sexta-feira, dia 24 de Março, pelas 21h30, terá lugar na igreja uma sessão com dois testemunhos de como enfrentar o cancro com um sentido cristão, pela voz de Helena Mendonça e Margarida Pessoa Vaz.

Para mais informações, consultar o panfleto abaixo.



13 de março de 2017

Do pároco

Sacrificai-vos pelos pecadores

D. Joaquim Mendes felicita as crianças que fizeram 
a 1ª Comunhão e o Crisma em Telheiras
Conta a Irmã Lúcia nas suas memórias que, em certa ocasião, lhe perguntaram se Nossa Senhora tinha mandado rezar pelos pecadores. Ela, laconicamente, respondeu que não. Assim que a Jacinta se encontrou a sós com a prima, censurou-a por ter mentido: «Então Ela não nos mandou rezar pelos pecadores?». Mas a Lúcia respondeu-lhe: «Por os pecadores, não. Mandou-nos rezar por a paz, para acabar a guerra. Por os pecadores, mandou-nos fazer sacrifícios» (Memórias da Irmã Lúcia, p. 129).
Como é sabido, a penitência é um dos elementos essenciais da mensagem de Fátima. Os pastorinhos tomaram muito a sério o pedido da Senhora: «Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria» (Aparição de 13 de julho, ib., p. 163).
As crianças foram descobrindo maneiras de se sacrificarem. «A urgência das necessidades dos outros reclamava a penitência, o sacrifício e a reparação» (CEP, Fátima, sinal de Esperança para o nosso tempo, 8-12-2016, n.º 12): Jejuns rigorosos, abstenção de alimentos apetitosos já na sua posse, sede, aceitação de interrogatórios maçadores ou do irritante canto da cigarra quando a Jacinta padecia uma forte dor de cabeça, oferecimento da vida perante as ameaças de morte, uma corda à cintura, a perspetiva da terrível solidão no momento da morte. E muitos mais. Exageros? 
Bem, nas palavras de Nossa Senhora, o Céu não viu as coisas assim: «Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda; trazei-a só durante o dia» (Aparição de 13 de julho, ib., p. 170). 
É provável que uma boa parte da cultura contemporânea rasgue as vestes ao ler estas palavras. Já advertiu S. Paulo que, para muitos, a Cruz seria uma loucura ou uma estupidez. Contudo, Fátima apela inequivocamente a um esforço por voltar a compreender a eficácia de nos unirmos com todo o nosso ser à vida e morte de Jesus. 
Os Pastorinhos abriram uma escola de sacrifício cujos ensinamentos se transmitiram às gerações do nosso país. No início da Quaresma, talvez seja útil redescobrir a eficácia das pequenas renúncias no nosso dia-a-dia, oferecendo-as com gosto ao Senhor em benefício de outros. Também a cada um de nós é pedido este tipo de oração «corpórea».

Pe. João Paulo Pimentel

Catequese de crianças

Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11h).

2ª ano:
Festa da Alegria (Primeira Confissão): sábado 4 de março

Cursos para adultos

Teologia para todos: para entender e contemplar o Credo.
Sessão 6. Os mistérios da vida de Cristo.
Dia 8 de março. Das 21h30 às 22h15.

Curso sobre a família e o amor humano:
Baseado nas catequeses de S. João Paulo II sobre a teologia do corpo. 
A.  Para senhoras e raparigas mais velhas: quinta-feira, dias 2, 16 e 30, às 13.00h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.
B.  Para todos: sexta-feira, dia 3 e 17, às 21.15h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.

Tempo de reflexão da Quaresma

Senhoras: dia 9 de março (5ªf) – 19.10h
Homens: dia 14 de março (3ªf)– 19.10h

40 dias pela vida

A Plataforma 40 dias pela vida, propôs a cada paróquia que o deseja, aderir a um tempo de oração diante da clínica dos Arcos, para pedir para que ninguém sinta o impulso de abortar. A paróquia de Telheiras escolheu terça-feira, 14 de março, das 9h até às 20h. Cada pessoa pode inscrever-se numa hora: para fazê lo basta entrar em www.40diaspelavida.org ou poderá também inscrever-se por sms para o 934040409 ou por email (40diaspelavida.portugal@gmail.com).
Para ir rezar à casa das Mãos Erguidas, que tem capela com Santíssimo, pode usar o metro, sair nas Avenidas, e subir em direção à praça da Alegria (são 5 minutos a pé).

Ausências de sacerdotes

P. C Santamaría: 5 a 10 de Março

P. N Romão: 27 março a 2 de Abril

Do Tesouro da Igreja

As duas asas

Na 4ª feira de Cinzas, dia de jejum e 
abstinência, começa a Quaresma.
Está escrito num salmo: «Eu disse: Senhor, tem piedade de mim, cura a minha alma, porque pequei contra Ti» (Ps 4, 5). Esta súplica, irmãos, é segura; mas permanecei vigilantes para atuar bem.
Tocai o saltério, obedecendo aos preceitos; tocai a cítara, suportando os sofrimentos. «Reparte o teu pão com o faminto» (Is 58, 7) ouviste pela boca de Isaías; não penses que o jejum é suficiente. O jejum mortifica-te a ti, mas não remedeia o próximo.
As tuas privações serão frutuosas se as distribuis generosamente com o próximo. Olha como defraudaste a tua alma. A quem vais dar aquilo de que te privaste? Onde vais pôr o que a ti te negaste? A quantos pobres pode saciar a comida da qual hoje nos privamos! Jejua de modo que, alimentando um necessitado, tu te sintas saciado porque foram escutadas as tuas orações.
Diz também Isaías na mesma passagem: «Enquanto estiveres ainda a falar, eu te responderei: aqui estou; se partires de bom ânimo o pão com o faminto» (Is 58, 9-10). Porque com frequência se faz de mau humor, e resmungando, para escapar da insistência do mendigo, em vez de querer saciar o estômago daquele que tem fome.
Mas Deus «ama a quem dá com alegria» (2 Cor 9, 7). Se dás o pão de mau humor, perdeste o pão e o mérito. Fá-lo, pois, com bom ânimo; assim, aquele que vê o interior, dir-te-á enquanto ainda estás a falar: Aqui estou.
Com que rapidez são escutadas as orações dos que fazem o bem! Eis as boas obras dos homens nesta vida: o jejum, a esmola e a oração.
Queres que a tua oração chegue voando até Deus? Põe-lhe estas duas asas: o jejum e a esmola. Que nos encontre assim, que nos descubra assim tranquilos, a luz e a verdade de Deus, quando vier libertar-nos da morte Aquele que já sofreu a morte por nós. Amen.


Das “Exposições sobre os salmos”, de Santo Agostinho (En. in ps. 42, 7-8)

Informações


Exposição com o Santíssimo Sacramento
Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!
Bênção anual das casas
A visita do pastor às famílias nas suas casas faz com que o próprio Cristo entre na nossa casa, para nos trazer a paz e a felicidade. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.
Grupo jovens
4as feiras, 18:15h

Coros
Agradecem-se colaboradores para os coros das eucaristias dominicais (10h, 12h, 19h).

Devoção dos Cinco primeiros sábados
No dia 4 de março: Missa às 10h30; meditação de 15 minutos centrada nos mistérios do terço às 17h15; terço às 17h45.

Curso de preparação para o matrimónio
Começa sexta-feira, dia 28 de abril, às 21h e continua nos sábados 29 abril e 6 maio, das 10h às 19:30h. O máximo de participantes serão 18 casais.
Custo: 50 €, com almoço incluído.

Batismos
11 de março, às 11h: Júlia Maria Pires Correia

Mensagem do Papa para a Quaresma

A mensagem do Papa Francisco para esta quaresma é sobre o tema "A Palavra é um dom. O outro é um dom". Está disponível na página do Patriarcado: www.patriarcado-lisboa.pt

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dias 10 a 12 – Caminheiros: participação no Cenáculo de Núcleo, que é um fórum  informal onde são debatidas ideias e projectos  para os jovens adultos da IVª secção.
Dia 11 – Exploradores: visita ao Museu do CNE.
Dias 25 e 26 – Caminheiros: actividade em DRAVE, na base nacional da IVª secção.

Tweets do Papa Francisco

Jamais imponha condições a Deus! Confiar no Senhor significa entrar nos seus desígnios sem nada exigir. 
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Gostaria de encorajar todos a contemplar em Maria, Saúde dos Enfermos, a garante da ternura de Deus por cada ser humano.
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Estejamos perto de nossos irmãos e irmãs que vivem a experiência da doença e de suas famílias.
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Não nos esqueçamos nunca de rezar uns pelos outros. A oração é a nossa maior força.
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A vida consagrada é um grande dom de Deus: dom de Deus à Igreja, dom de Deus ao seu Povo.

1 de fevereiro de 2017

Do Pároco

Quereis?

Os escuteiros repartiram a Luz da Paz de Belém na Re-food de Telheiras.

«“Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-vos perdão para os que creem, não adoram, não esperam e não Vos amam”. A partir das primeiras palavras do Anjo, foram descobrindo que a sua vocação era uma missão e que o dom recebido levava consigo a entrega da própria vida em favor dos outros» (Conferência Episcopal Portuguesa, Fátima, sinal de Esperança para o nosso tempo, 8-12-2016, n.º 12).
 E assim, chegou o dia decisivo. Nossa Senhora apresentou-Se e propôs-lhes uma missão explícita:
«Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?»
Eles responderem que sim, que desejavam abraçar essa missão e Nossa Senhora acrescentou: «Ides, pois ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.»
Se pensarmos no diálogo em termos vocacionais não podemos deixar de nos surpreender.
Nossa Senhora apresenta-lhes o projeto de Deus para eles, sem ocultar as dificuldades que haveriam de padecer. Espera pela sua resposta livre. Eles não hesitam. A sua rápida e consequente resposta relembra a de Nossa Senhora ao Arcanjo.
Mais surpreendente ainda é que, com o decorrer do tempo e a sucessão de peripécias, nem lhes passará pela cabeça reconsiderar o convite do Céu: nem se amedrontam perante o sofrimento anunciado nem o recusam quando ele irrompe nas suas simples vidas. Não olham para trás.
Identificam-se, sem qualquer reserva, com o misericordioso desígnio de Deus e os pedidos de Nossa Senhora: querem, com todo o seu ser, desagravar Jesus e salvar os pecadores.
Depois do seu sim, Nossa Senhora enche-os da misteriosa e consoladora luz de Deus. 
Tantas lições! Proponho duas:
Reforcemos a profunda convicção da necessidade de rezar pelos outros, de nos sacrificarmos por eles, cada um de acordo com o seu específico chamamento. Repitamos, com maior frequência, a referida oração do Anjo.
Fátima recoloca a dimensão vocacional da vida cristã numa justa perspetiva: trata-se de relembrar que qualquer vocação exige uma resposta livre ao convite de Deus para entregar a vida em favor dos outros, confiando plenamente n’Ele.
E quando surgirem dificuldades não olhemos para trás: também, para cada um de nós, «a graça de Deus será o nosso conforto».

Pe. João Paulo Pimentel

Catequese de crianças

Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11h).

2ª ano:
Festa da Alegria (Primeira Confissão): sábado 4 de março

Cursos para adultos

Teologia para todos: para entender e contemplar o Credo.
Sessão 5. A Redenção: requalificando o Homem.
Dia 22 de fevereiro. Das 21h30 às 22h15.

Curso sobre a família e o amor humano:
Baseado nas catequeses de S. João Paulo II sobre a teologia do corpo. 
A.  Para senhoras e raparigas mais velhas: quinta-feira, dia 9, às 13.00h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.
B.  Para todos: sexta-feira, dia10, às 21.15h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.

Recoleções mensais (na igreja)

Senhoras: dia 9 (5ª) – 19.10h
Homens: dia 7 [ATENÇÃO] (3ª)– 19.10h

Devoção dos Cinco primeiros sábados

No dia 4: Missa às 10h30; meditação de 15 minutos centrada nos mistérios do terço às 17h15; terço às 17h45.

Ausências de sacerdotes

Pe. Pimentel: 15 a 21 de fevereiro
P. C Santamaría: 23 fevereiro a 1 de março

Do Tesouro da Igreja

Francisco e Jacinta, rogai por nós!

 Ao beato Francisco, o que mais o impressionava e absorvia era Deus naquela luz imensa que penetrara no íntimo dos três. Só a ele, porém, Deus Se dera a conhecer «tão triste», como ele dizia. Certa noite, seu pai ouviu-o soluçar e perguntou-lhe porque chorava; o filho respondeu: «Pensava em Jesus que está tão triste por causa dos pecados que se cometem contra Ele».
Vive movido pelo único desejo –tão expressivo do modo de pensar das crianças– de «consolar e dar alegria a Jesus».
Na sua vida, dá-se uma transformação que poderíamos chamar radical; uma transformação certamente não comum em crianças da sua idade. Entrega-se a uma vida espiritual intensa, que se traduz em oração assídua e fervorosa, chegando a uma verdadeira forma de união mística com o Senhor.
Isto mesmo leva-o a uma progressiva purificação do espírito, através da renúncia aos próprios gostos e até às brincadeiras inocentes de criança.
Suportou os grandes sofrimentos da doença que o levou à morte, sem nunca se lamentar. Tudo lhe parecia pouco para consolar Jesus; morreu com um sorriso nos lábios.
Grande era, no pequeno Francisco, o desejo de reparar as ofensas dos pecadores, esforçando-se por ser bom e oferecendo sacrifícios e oração. 
E Jacinta sua irmã, quase dois anos mais nova que ele, vivia animada pelos mesmos sentimentos.
Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem veio aqui, a Fátima, pedir aos homens para «não ofenderem mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido». É a dor de mãe que A faz falar; está em jogo a sorte de seus filhos. Por isso, dizia aos pastorinhos: «Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas».
A pequena Jacinta sentiu e viveu como própria esta aflição de Nossa Senhora, oferecendo-se heroicamente como vítima pelos pecadores. Um dia - já ela e Francisco tinham contraído a doença que os obrigava a estarem pela cama - a Virgem Maria veio visitá-los a casa, como conta a pequenita: «Nossa Senhora veio-nos ver e diz que vem buscar o Francisco muito breve para o Céu. E a mim perguntou-me se queria ainda converter mais pecadores. Disse-lhe que sim». E, ao aproximar-se o momento da partida do Francisco, Jacinta recomenda-lhe: «Dá muitas saudades minhas a Nosso Senhor e a Nossa Senhora e diz-lhes que sofro tudo quanto Eles quiserem para converter os pecadores». Jacinta ficara tão impressionada com a visão do inferno durante a aparição de 13 de Julho, que nenhuma mortificação e penitência era demais para salvar os pecadores.


S. João Paulo II, excertos da homilia na beatificação de Francisco e Jacinta, 13.V.2000

Mais informações

Exposição com o Santíssimo Sacramento
Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!

Bênção anual das casas
A visita do pastor às famílias nas suas casas faz com que o próprio Cristo entre na nossa casa, para nos trazer a paz e a felicidade. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Grupo jovens
4as feiras, 18:15h

Coros

Agradecem-se colaboradores para os coros das eucaristias dominicais (10h, 12h, 19h).

Curso de preparação para o matrimónio

Dias 29 abril e 6 maio (sábado), das 10h às 19:30h. Custo: 50 €, com almoço incluído.

Carta pastoral sobre o centenário

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou na sexta-feira, 17 de dezembro, a carta pastoral “Fátima, sinal de esperança para o nosso tempo”, que assinala o centenário das Aparições na Cova da Iria. A carta está disponível na internet; a edição impressa está à venda na paróquia.

Processo de canonização da irmã Lúcia

A fase diocesana do processo de canonização da irmã Lúcia de Jesus vai ser encerrada a 13 de fevereiro numa sessão solene de clausura no Carmelo de Santa Teresa de Coimbra. É um “dia significativo” porque assinala a data da morte da vidente de Fátima que faleceu em 2015. 

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dia 10 a 12 – Actividade dos caminheiros no exterior
Dia 18 - Actvidade comemorativa do dia de B.P.
Até ao dia 31 de Março – Missão Ambiente: entregue as embalagens vazias e os medicamentos fora de uso na sua farmácia; quando o fizer indique que se destinam ao agrupamento 683 Telheiras.
Uma forma de ajudar o ambiente e os escuteiros.

Tweets do Papa Francisco

Não pode existir paz verdadeira, se cada um reclama sempre e somente o próprio direito, sem se preocupar co
m o bem dos outros.
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A exploração sem escrúpulos faz muito mal às crianças tratadas como mercadorias e escravizadas. Deus abençoe todos os que as libertam.
***
Do íntimo da nossa fé em Jesus Cristo brote a exigência de estar unidos a Ele.
***
A unidade entre os cristãos é uma prioridade, porque reconhecemos que entre nós é muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa.
***
Que a Virgem Maria nos ajude a seguir Jesus no caminho da fé e da caridade, o caminho traçado pelo nosso Batismo.

23 de janeiro de 2017

Do Pároco

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo... 

Festa de entrega dos cabazes de Natal: com a colaboração de muitos paroquianos, do Colégio Planalto, da Escola EB nº 1 de Telheiras e da Escola Alemã, o Natal foi mais alegre para muitas pessoas.Apesar de não localizar a citação textual, penso que foi a Lúcia que manifestou que a escolha dos dias 13 para Nossa Senhora aparecer em Fátima teria que ver, muito provavelmente, com o Mistério de Deus, Uno e Trino: Três Pessoas divinas, um só Deus.

Suponho que a maioria dos cristãos portugueses, e não só, iniciamos o Ano Centenário das aparições com uma profunda alegria e um profundo agradecimento a Nossa Senhora. É lógico, por isso, que desejemos viver bem este ano.
Entre as muitas maneiras de percorrermos os próximos meses, sugiro, entre outras possibilidades, que procuremos reviver por dentro as experiências fundamentais dos Pastorinhos: fé nas palavras de Nossa Senhora, docilidade à missão recebida, esperança viva que os leva a rezar cada dia mais, sentido do desagravo, amor crescente ao Santo Padre, vontade de salvar as almas da condenação eterna, espírito de sacrifício pelos pecadores e com o desejo de consolar Jesus, adoração eucarística, desprendimento heroico das opiniões alheias contrárias à mensagem da Senhora mais brilhante que o sol, coragem para falar de Deus, e um longo etecetera.
Comecemos pelo início. Um Anjo preparou-os para o encontro de maio com a Rainha do Céu. Na «terceira» das aparições, o Anjo de Portugal ensina-lhes a oração de desagravo à Santíssima Trindade: «Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade…».
 Uma oração não propriamente «simples» mas que as crianças aprenderam rapidamente, e rapidamente a passaram a rezar. O Anjo não hesitou em falar-lhes de Deus Uno e Trino, dando por assente que eles eram conhecedores da existência e da terminologia básica do grande Mistério de Deus.
O Céu não pensa que, por ser um Mistério, não seja apropriado para d’Ele se falar às crianças; ou que o Mistério de Deus em Si mesmo seja uma «questão teórica», sem eco na vida diária. A «catequese» do Anjo começou pelo essencial: Quem é Deus, como deve ser tratado e amado, a urgência de Lhe rezarem mais. (talvez as nossas catequeses se devam inspirar um pouco mais nesta pedagogia de ensinar as verdades essenciais, sem subestimar a capacidade das crianças em sintonizar com o Deus e as verdades sobrenaturais).
Lúcia e os primos permaneceram nos dias seguintes imersos numa atmosfera sobrenatural, rezando como o Anjo os ensinara, com uma íntima paz e felicidade, concentrados em Deus.
E se começarmos o Ano Centenário assim?
Aprendendo, repetindo e ensinando aquela oração à Santíssima Trindade, procurando estar mais centrados em Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, meditando na Encarnação do Verbo, na Eucaristia, no desejo de afinar a nossa vida com o sapientíssimo querer de Deus?
Que tal se pedirmos a Deus que nos envolva nessa «atmosfera sobrenatural» que é o próprio Deus?


Pe. João Paulo Pimentel