12 de dezembro de 2016

Curso de Preparação para o Casamento



Terá lugar aos Sábados, 29 de Abril e 6 de Maio de 2017, das 10:00h às 19:30h, um Curso de Preparação para o Casamento na paróquia.

As sessões serão apresentadas pelos casais e pelo pároco, e será dado com base no Catecismo da Igreja Católica, na Teologia do Corpo de São João Paulo II e na Exortação Apostólica Amoris Laetitia do Papa Francisco.

Para mais informações, consultar o panfleto abaixo.

Inscrições até 23 de Abril de 2017

Telefone: 21 759 60 99; Email: paroquia.telheiras@gmail.com


30 de novembro de 2016

Do Pároco

E se no Natal «incluirmos» mesmo Deus na nossa casa?

 Na audiência jubilar de 12 de novembro, o Papa Francisco falou de «inclusão». Eis as suas palavras: «Um aspeto importante da misericórdia é a inclusão, que se manifesta nos nossos braços abertos para acolher, sem excluir nem classificar os outros segundo a sua condição social, língua, raça, cultura, religião. Diante de nós, há apenas uma pessoa concreta que devemos amar como Deus a ama. Deus quer todos incluídos; não exclui ninguém». 
Trata-se de todo um programa de vida que, com a graça de Deus, tem de ser cultivado no coração: não queiramos excluir ninguém do nosso amor. O tempo do Natal, ao recordar que Deus nasceu para todos, convida a prestar importância a esta dimensão da misericórdia. O nosso eu mais íntimo deve estar disposto a receber todas as pessoas, a contar com elas, a tê-las em conta, a não excluir ninguém. 
Ora, este programa de vida aplica-se em primeiríssimo lugar à nossa relação com Deus. Por vezes, corremos o risco de nos relacionarmos com Ele de modo bem semelhante a como, infelizmente, nos relacionamos às vezes com alguém socialmente marginalizado: está «ali», é verdade, mas tratamos de O olhar o menos possível, não nos detemos para O acompanhar, tranquilizamos a consciência com uma esmola do que nos sobra.
O Menino de Belém, com a sua candura e simplicidade, diz-nos suavemente: «Eis que estou à porta e bato» (Ap 3, 20). Pede-nos que O «incluamos» na nossa vida, na nossa casa, na nossa família. Que O tratemos como mais Um na família. Que, por isso mesmo, Lhe dediquemos tempo. E assim passamos a conviver com Deus em casa. 
No fundo, a vinda de Cristo à terra manifesta a sua vontade de estar connosco, de O incluirmos na nossa vida, em todos os seus momentos e atividades. Jesus não quer apenas que fiquemos com este ou aquele seu ensinamento. Quer entrar Ele próprio na esfera da nossa existência.
O Natal convida-nos novamente a incluir realmente Deus na vida. O Presépio, os beijos e a veneração às imagens do Menino, os cânticos natalícios… mas sobretudo a participação na Liturgia são modos concretos de manifestar que O queremos no nosso tempo, na nossa organização do dia, na nossa cabeça e no nosso coração. Esses momentos ajudarão a querer levá-Lo realmente connosco para o ambiente familiar, para o trabalho que procuraremos melhorar para servir com mais eficácia aqueles para quem e com quem trabalhamos, e farão que desejemos acolher todos os que passam pelas nossas vidas como se fossem Jesus.
Por isso, não deixemos passar o Natal, excessivamente entretidos com prendas e jantares, convertendo Jesus em mais um «sem-abrigo», como se não tivesse direito a estar nas nossas vidas, nas nossas casas, nas nossas decisões. O Natal é uma festa cristã! Cristo deve ser o centro de todas as atenções. 
Bom Natal…e boa «inclusão» do Menino-Deus na família.

Pe. João Paulo Pimentel

Curso de noivos: participantes, casais que orientaram as diversas sessões e seus filhos, e as baby-sitters que desempenharam um papel essencial.

Novo Vigário paroquial de Telheiras

O Pe. Carlos Santamaría foi nomeado vigário paroquial pelo Cardeal-Patriarca. Na ausência do Pároco, passará a ser ele quem o representa juridicamente.

Cabazes de Natal

Vamos procurar alegrar algumas famílias que mais precisam fornecendo-lhes géneros alimentares duráveis, roupas e também brinquedos para os seus filhos mais novos. Para concretizar esta iniciativa, para além da colaboração que teremos do Colégio Planalto, pedimos a contribuição generosa dos nossos paroquianos e de pessoas amigas.
As ofertas podem ser deixadas no fundo da Igreja, junto da porta que dá acesso ao Coro Alto, ou na secretaria.
O CABAZ DO NATAL será distribuído: ROUPAS: dia 15, 5ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h; GÉNEROS ALIMENTARES: dia 16, 6ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h. No dia 16 às 10.00h haverá uma festa para essas famílias.

Venda de Natal

Começou em novembro, nas dependências do antigo mosteiro, e prolongar-se-á até 15 de dezembro. Trata-se de um modo amável de todos poderem colaborar um pouco mais com a manutenção da igreja, seja trazendo algum objeto útil, seja comprando os que se encontram à venda.  

Cursos para adultos

Teologia para todos: para entender e contemplar o Credo.
Sessão 3: Deus ama e cuida o mundo que Ele criou.
Dia 14 de dezembro. Das 21h30 às 22h15.

Curso sobre a família e o amor humano:
Baseado nas catequeses de S. João Paulo II sobre a teologia do corpo. 
A.  Para senhoras e raparigas mais velhas: quinta-feira, dia 15, às 13.00h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.
B.  Para todos: sexta-feira, dia 16, às 21.15h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.

Recoleções mensais (na igreja)

Senhoras: dia 15 (5ª) – 19.10h
Homens: dia 13 (3ª) – 19.10h

Novena da Imaculada Conceição de Nossa Senhora

“Uma Senhora mais branca que o sol”


Temas de meditação: recordar as aparições de Fátima para preparar o Centenário

No final da Missa, entoaremos um Cântico Mariano

Dia 30 (4ª)
1916: «Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas»
A atmosfera do sobrenatural

Dia 1 (5ª)
13 de maio (1): «Sou do Céu»
Nossa Senhora faz com que queiramos ir para o Céu

Dia 2 (6ª)
13 de maio (2): «Rezem o terço todos os dias»
Convidados a ver Jesus com os olhos de Maria.

Dia 3 (Sáb)
13 de junho: «Eu nunca te deixarei» 
Regressar a Jesus por Maria. 

Dia 4 (Dom)
13 de julho (1): «Sacrificai-vos pelos pecadores»
Recuperar quanto antes o sentido do sacrifício.

Dia 5 (2ª)
13 de julho (2): «O meu Imaculado coração triunfará»
A esperança do reinado sem fim

Dia 6 (3ª)
19 de agosto: «Façam dois andores…»
Trabalhar por Deus: a entrega

Dia 7 (4ª)
13 de setembro: «Em outubro virá também Nosso Senhor»
Maria faz-nos amar mais Jesus na Eucaristia

Dia 8 (5ª)
13 de outubro: «Não ofendam mais a Nosso Senhor…»
Uma Senhora mais branca que o sol: iluminemos o mundo com a luz do Redentor

Do Tesouro da Igreja

O Deus-connosco

Na cristandade a festa do Natal assumiu uma forma definitiva no século IV, quando substituiu a festa romana do "Sol invictus", o sol invencível. Assim foi evidenciado que o nascimento de Cristo é a vitória da verdadeira luz sobre as trevas do mal e do pecado.
Contudo, a particular e intensa atmosfera espiritual que circunda o Natal desenvolveu-se na Idade Média, graças a São Francisco de Assis, que estava profundamente apaixonado pelo homem Jesus, pelo Deus-connosco.
O seu primeiro biógrafo, Tomás de Celano, na Vida segunda narra que São Francisco "acima de todas as outras solenidades celebrava com inefável solicitude o Natal do Menino Jesus, e chamava festa das festas ao dia no qual Deus, feito pequeno infante, se tinha amamentado num seio humano" (Fontes Franciscanas, n. 199, p. 492).
Desta particular devoção ao mistério da Encarnação teve origem a famosa celebração do Natal em Greccio. (...) O que animava o Pobrezinho de Assis era o desejo de experimentar de modo concreto, vivo e atual a humilde grandeza do acontecimento do nascimento do Menino Jesus e de comunicar a sua alegria a todos. 
Na sua primeira biografia fala-se da noite do presépio de Greccio de modo vivo e comovedor, oferecendo uma contribuição decisiva para a difusão da tradição natalícia mais bonita, a do presépio.
Essa noite voltou a dar à cristandade a intensidade e a beleza da festa do Natal, e educou o Povo de Deus para compreender a sua mensagem mais autêntica, o calor particular, e a amar e adorar a humanidade de Cristo.
Esta particular aproximação ao Natal ofereceu à fé cristã uma nova dimensão. A Páscoa tinha concentrado a atenção sobre o poder de Deus que vence a morte, inaugura a vida nova e ensina a esperar no mundo que há-de vir. Com São Francisco e com o seu presépio eram postos em evidência o amor inerme de Deus, a sua humildade e a sua benignidade, que na Encarnação do Verbo se manifesta aos homens para ensinar um novo modo de viver e de amar. 
Graças a São Francisco, o povo cristão pôde compreender que no Natal Deus se tornou deveras o "Emanuel", o Deus-connosco, do qual não nos separa barreira nem distância alguma. Naquele Menino, Deus tornou-se tão próximo de cada um de nós, tão próximo, que podemos chamá-lo por tu e manter com ele uma relação confidencial de afecto profundo, assim como fazemos com um recém-nascido. 
De facto, naquele Menino manifesta-se Deus-Amor:  Deus vem sem armas, sem a força, porque não pretende conquistar, por assim dizer, de fora, ao contrário, deseja ser acolhido pelo homem em liberdade; Deus faz-se Menino inerme para vencer a soberba, a violência e a ambição de posse do homem. Em Jesus, Deus assumiu esta condição pobre e desarmante para nos vencer com o amor e nos guiar à nossa verdadeira identidade. 

Bento XVI, Audiência geral 23.XII.2009

Catequese de crianças

Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11.00h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11.00h).

Exposição com o Santíssimo Sacramento

Quintas-feiras, das 16h às 18.15h (às 16h, terço da misericórdia; às 17h50, terço).
Venha rezar a Nosso Senhor exposto na Custódia!

Bênção anual das casas

Neste tempo do Advento, em que desejamos a vinda de Jesus, a visita do pastor às famílias nas suas casas faz com que o próprio Cristo entre na nossa casa, para nos trazer a paz e a felicidade. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Ausências de sacerdotes

O Pe. Pimentel estará fora entre os dias 26 e 31 de dezembro

Sínodo diocesano de Lisboa

De 30 de novembro a 4 de dezembro reúne-se a assembleia sinodal: é o momento de intensificar a nossa oração pelo Sínodo e pelos seus frutos, como o Cardeal-Patriarca nos tem pedido.

Horários de Missas durante o mês de Dezembro

Domingos e dia 8 de dezembro
10h, 12h e 19h
Dia 24 de dezembro
12.15h; 18.30h (Vigília) e 23.00h (Missa do Galo)
Dia 25 de dezembro e dia 1 de janeiro de 2017
10h, 12h e 19h
2ª a 6ª: 12.15h e 18.30h
Sábados: 18.30h

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dias 1 e 3 - Recolha de alimentos para o Banco Alimentar contra a Fome na loja do Pingo Doce de Telheiras
Dia 16, 21h, na Sé Patriarcal de Lisboa: acolhimento da Luz da Paz de Belém por D. José Traquina, seguindo-se a partilha por todos os “Missionários da Luz”.
Dias 17 e 18 – Acantonamento de lobitos e exploradores, e acampamento dos pioneiros.

Tweets do Papa Francisco

Como desejo que os próximos anos sejam cheios de misericórdia, de modo que cada pessoa encontre a bondade e a ternura de Deus!
* * *
Não é suficiente experimentar a misericórdia de Deus na própria vida, é preciso também tornar-se instrumento de misericórdia para os outros.
* * *
Não devemos procurar realizar nada de extraordinário: muitas vezes são as pessoas mais próximas de nós que precisam da nossa ajuda.
* * *
Se cada um de nós, todos os dias, faz uma obra de misericórdia, haverá uma revolução no mundo.
* * * 
Os santos descobriram o segredo da verdadeira felicidade, que mora no fundo da alma e tem a sua fonte no amor de Deus.

8 de novembro de 2016

Baptismos

Dia 26, sábado, 10h30 – David Luís Morgado Santos

Novena da Imaculada Conceição

Começa no dia 30 de novembro: as homilias serão dedicadas à preparação desta solenidade.

Bênção anual das casas

A visita do pastor às famílias nas suas casas tem  como finalidade principal fazer com que o próprio Cristo entre na nossa casa, para nos trazer a  paz e a  felicidade. Quem desejar receber esta bênção pode contactar o pároco.

Ausências de sacerdotes

O P. João Paulo Pimentel estará fora nos dias 12 e 13 de novembro.

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Dia 5 – Dia de núcleo, nos Olivais.
Dia 12 – Magusto de Telheiras, durante a tarde. Grande festa aberta a toda a população.
Dia 19 – actividades de secção. 

Tweets do Papa Francisco

O Terço é a oração que acompanha sempre a minha vida; é também a oração dos simples e dos santos... é a oração do meu coração.
* * *
“Não tenham medo! Abram, ou melhor, escancarem as portas a Cristo!” – São João Paulo II, 22 de outubro de 1978
* * *
Nós, cristãos, temos uma Mãe; a mesma de Jesus; temos um Pai, o mesmo de Jesus. Não somos órfãos!
* * *
Vivemos o Evangelho quando ajudamos os pequeninos e vulneráveis. #migrants

Do Pároco

Abraçar para sempre a misericórdia


Na próxima solenidade de Cristo Rei, terminará o Ano Jubilar dedicado à misericórdia.
Que ficou deste ano em cada um de nós? Que marca deixou nas nossas vidas? Mudou o nosso coração? Pode-se dizer que nos fez mais misericordiosos, como o Pai o é?
Suponho que nenhum de nós se sente particularmente satisfeito ao formular estas tão breves quanto inquietantes perguntas. O ano passou demasiado rápido, pensamos. Poderia ter tido mais iniciativas de serviço ao próximo, ter vivido melhor as obras de misericórdia, ter-me confessado mais e com mais contrição. 
É verdade. Podíamos ter feito mais. Por isso mesmo, ao aproximar-se o final deste ano de graça, encontramos um novo motivo para aproximar-nos confiadamente de Cristo misericordioso, de mãos (quase) vazias, apelando uma vez mais, ao seu perdão por não o termos valorizado convenientemente durante estes meses. E também por não termos usado de misericórdia para com o próximo tanto quanto deveríamos ter feito.
Terminaremos assim o ano da melhor forma possível: com a renovada consciência de que precisaremos sempre da misericórdia divina. Só assim nos será mais fácil agir para com os outros misericordiosamente.
Ao convocar o Ano da misericórdia, antevendo a sua conclusão, o Papa Francisco escreveu:
«O Ano Jubilar terminará na solenidade litúrgica de Jesus Cristo, Rei do Universo, 20 de Novembro de 2016. Naquele dia, ao fechar a Porta Santa, animar-nos-ão, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça. Confiaremos a vida da Igreja, a humanidade inteira e o universo imenso à Realeza de Cristo, para que derrame a sua misericórdia, como o orvalho da manhã, para a construção duma história fecunda com o compromisso de todos no futuro próximo. Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus!» (Bula Misericordiae vultus, n.º 5)
Sim, terminar o ano da misericórdia não significa «fechar» a misericórdia mas, pelo contrário, abraçá-la para sempre como critério e programa de vida. Essa é graça gigantesca que imploraremos de Cristo Rei.

Pe. João Paulo Pimentel

Catequese de crianças

Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11.00h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11.00h).
Reunião de pais do 7º ao 9º ano: dia 4 de novembro às 21.30h. Entrada pela rua Filipe Duarte.

Cursos para adultos

Teologia para todos:
Quem é Deus? No topo do mundo está o Amor, não uma força anónima ou energia. Quarta-feira, dia 16 de novembro. Das 21h30 às 22h15.

Curso de preparação para o matrimónio:
Sábado, 5 de novembro, das 10h às 19h. 

Curso sobre a família e o amor humano:
Baseado nas catequeses de S. João Paulo II sobre a teologia do corpo. 

A.  Para senhoras e raparigas mais velhas: quintas-feiras, dias 10 e 24 de novembro, às 13.00h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.
B.  Para todos: sextas-feiras, dias 11 e 25 de novembro, às 21.15h. Entrada pela Rua Filipe Duarte.

Recoleções mensais (na igreja)

Senhoras: dia 10 (5ª) – 19.10h
Homens: dia 8 (3ª) – 19.10h

Do Tesouro da Igreja

Dai-nos, Senhor, porque demos



Deve dar misericórdia neste mundo quem deseja recebê-la no Céu. Com efeito, há uma misericórdia no céu à qual se chega através da misericórdia na terra. Qual é a misericórdia humana? Aquela pela qual socorres a miséria dos pobres. E qual é a misericórdia divina? Sem dúvida, a que concede o perdão dos pecados.
Tudo o que a misericórdia humana dá durante o caminho, é devolvido pela misericórdia divina na Pátria definitiva.
Deus tem frio e fome em todos os pobres deste mundo, como Ele mesmo afirma: «todas as vezes que vós fizestes isto a um destes Meus irmãos mais pequenos, a Mim o fizestes» (Mt 25, 40).
(...) Não desprezes, pois, a miséria dos pobres, se queres ter a firme esperança de que os teus pecados serão perdoados; Cristo, em todos os pobres, digna-se ter fome e sede, e aquilo que recebe na terra devolvê-lo-á no Céu.
Pergunto-vos irmãos, o que procurais quando vindes à Igreja? Que poderia ser senão a misericórdia? Dai por tanto a terrena e recebereis a celestial. A ti pede-te o pobre, e tu pedes a Deus; o pobre pede-te um bocado, tu pedes a vida eterna.
(...) Por isso, dai esmola aos pobres de acordo com as vossas possibilidades.
(...) E há dois tipos de esmola: uma é boa e a outra melhor. Uma consiste em dar pão aos pobres; a outra, em perdoar imediatamente ao teu irmão que pecou contra ti. Com a ajuda do Senhor, apressemo-nos a praticar estes dois tipos de esmola, para podermos receber o perdão eterno e a verdadeira misericórdia de Cristo. Pois Ele mesmo disse: «se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas» (Mt 6,14ss). 
[…] Apressemo-nos, enquanto pudermos e enquanto vivermos, a praticar esses dois tipos de esmola e a distribuí-la aos outros. Assim, no dia do nosso julgamento, poderemos dizer com confiança: «Dá-nos, Senhor, porque nós demos».

S. Cesário de Arles (470-543), excertos do sermão nº 25.

Sínodo diocesano de Lisboa 2016

A assembleia sinodal reunir-se-á 30 de novembro a 4 de Dezembro. Estarão presentes 137 delegados de todos os pontos da diocese, que vão analisar propostas de mais de 20 mil pessoas, apresentadas ao longo de dois anos.
A esse propósito o Cardeal-Patriarca escreveu uma carta a todos os diocesanos, que aconselhamos ler, assim como a carta escrita no início do ano pastoral.


Pode encontrar estes textos na nossa página de facebook:
https://www.facebook.com/NSraPortaCeu/

300 anos do Patriarcado de Lisboa

A diocese de Lisboa está a comemorar os 300 anos da “qualificação patriarcal”, decretada em 1716 pelo Papa Clemente XI. Para assinalar o aniversário, o Patriarcado promove uma série de eventos culturais, congressos e publicações. Em novembro, destacamos um musical, intitulado “Partimos. Vamos. Somos”, que estará em cena no Teatro Tivoli BBVA entre os dias 18 e 20, e que reflete a história da cidade e das figuras que, a partir de Lisboa, saíram para evangelizar e levar a Fé até aos confins do mundo.

11 de outubro de 2016

Curso sobre a família e o amor humano

Com o desejo de apresentar uma primeira abordagem às catequeses de São João Paulo II, que são já uma referência obrigatória nos ensinamentos da Igreja, a Paróquia de Telheiras organiza dois cursos em simultâneo sobre essas catequeses, de outubro a junho.

Haverá um nas quintas-feiras das 13 às 13h45 orientado para senhoras e raparigas a partir dos 18 anos. A primeira sessão será dia 13 de Outubro.

Haverá outro curso nas sextas-feiras das 21h15 às 22h15, aberta a todas as pessoas. A primeira sessão será dia 14 de Outubro.

Mais informações no panfleto disponível aqui.

É necessário inscrever-se (na secretaria: 21 759 60 99 ou por mail: paroquia.telheiras@gmail.com), mesmo sendo totalmente gratuito, porque o auditório é limitado.


5 de outubro de 2016

Curso de Preparação para o Casamento

Terá lugar aos Sábados, 29 de Outubro e 5, de Novembro, das 10:00h às 19:30h, um Curso de Preparação para o Casamento na paróquia.

As sessões serão apresentadas pelos casais e pelo pároco, e será dado com base no Catecismo da Igreja Católica, na Teologia do Corpo de São João Paulo II e na Exortação Apostólica Amoris Laetitia do Papa Francisco.

Para mais informações, consultar o panfleto disponível.

Inscrições até 23 de Outubro de 2016

Telefone: 21 759 60 99; Email: paroquia.telheiras@gmail.com

2 de outubro de 2016

Do Pároco



Saborear as coisas do alto


Ao dirigir-me, pela primeira vez, a todos os paroquianos de Telheiras através deste meio iniciado pelo meu predecessor, vieram-me à cabeça umas bem conhecidas palavras de S. Paulo:
«Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde Cristo Se encontra, sentado à direita de Deus. Saboreai as coisas do alto» (Col 3, 1-2).
É missão de qualquer sacerdote ajudar a que todos assumam este programa proposto pelo grande Apóstolo aos cristãos: é preciso aprender a elevar constantemente o coração a Deus.
Pressupõe esta aspiração desatender os nossos trabalhos ou, pior ainda, converter-se numa espécie de génio espiritual despistado? De maneira nenhuma!
 «Um cristão sincero, coerente com a sua fé, não actua senão com os olhos em Deus, com visão sobrenatural; trabalha neste mundo, que ama apaixonadamente, metido nos afãs da terra, com o olhar no Céu» (S. Josemaria, Amigos de Deus, n.º 206).
Deus pede-nos que o que vemos e tocamos, os nossos trabalhos e a nossa vida familiar, enfim, tudo o que nos envolve, possa servir-nos para falar com Ele, na medida em que temos a certeza de que o Senhor do Universo está interessado no nosso dia-a-dia.
É Deus quem nos diz: «fala-me das tuas coisas!» E, quando o fazemos, aprendemos a saborear as «coisas do alto», a estar com Deus e a encontrá-Lo na nossa vida habitual.
Por isso, e parafraseando umas inesquecíveis palavras de S. João Paulo II, não tenhamos medo de abrir a Cristo as portas do nosso lar, do nosso trabalho, da nossa consciência. E não tenhamos medo de convidar outros a que as abram também.
Se, com a graça de Deus, que nunca nos falta, nós, cristãos, soubermos bater suavemente às muitas portas que ainda se encontram fechadas a Cristo, é muito provável que elas se abram e, então, muitas famílias experimentarão a alegria de saborear as coisas do alto.
Comprovarão então, como diariamente também nós comprovamos, que Cristo não vem para tirar nada, mas para encher a vida de luz e de paz, mesmo que nos peça mudanças em comportamentos que impedem ou, pelo menos, dificultam muito, olhar para cima, para as coisas de Deus.
Invoquemos para esta missão os Santos Anjos (cuja festa não se celebrará liturgicamente por ser domingo), recordando que Eles constituem, em palavras de S. João Paulo II, o «ambiente mais próximo do Criador» e, portanto, saboreiam plenamente as coisas do alto.

Catequese de crianças

Aulas: começam no dia 4 de outubro (terça-feira). Ainda estão abertas as inscrições.

Reunião de pais, do 1º ao 6º ano: sexta-feira dia 21 de outubro às 21.15h. Entrada pela rua Filipe Duarte.

Horários:
Rapazes: terça-feira (17.45h) ou sábados (11.00h);
Raparigas: quinta-Feira (17.45h) ou domingos (11.00h).