5 de agosto de 2015

Do Tesouro da Igreja

Assunção de Nossa Senhora aos Céus


Pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial (1).

Na economia da graça, perdura sem cessar o momento do assentimento que prestou fielmente na Anunciação e que manteve sem vacilar ao pé da Cruz, até à consumação perpétua de todos os eleitos. Já que, assunta ao Céu, não deixou esta missão salvadora, mas que com a sua múltipla intercessão, continua a obter para nós os dons da salvação eterna. (2)

Subiu ao Céu a nossa Advogada, para que, como Mãe, do Juiz e Mãe de Misericórdia, tratasse dos negócios da nossa salvação (3).

“Um precioso presente enviou ao Céu a nossa terra hoje (...) Subindo ao alto, a Virgem bem-aventurada outorgará copiosos bens aos homens. E como não dará? Nem lhe falta poder nem vontade. Rainha dos Céus é misericordiosa e é, por fim, Mãe do Unigénito de Deus “ (4).

“A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial e foi louvada pelo Senhor como Rainha universal com o fim de que se assemelhasse de forma mais plena a seu Filho, Senhor dos Senhores (Apoc 19, 16), vencedor do pecado e da morte...” (5)
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(1) Pio XII, Constituição Apostólica, Munificentissimus Deis, 1/11/1950)
(2) Conc. Vat. II, Lumen Gentium, 62
(3) S. Bernardo, Homilia na Assunção da Beata Virgem Maria, 1
(4) Ibidem
(5) Conc. Vat. II, Lumen Gentium, 59

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