15 de abril de 2015

Dar a quem precisa

Distribuír-se-ão no início deste mês os Folares da Páscoa, às famílias que se inscreveram. A generosidade dos paroquianos e também dos pais do Colégio Planalto levou a juntar uma boa quantidade. Terão também disponíveis as roupas e brinquedos que foram chegando.
Continuar-se-á, como até aqui, a distribuir regularmente alimentos e roupas às famílias carentes de auxílio.

Ausências de sacerdotes

P. Rui e P. Nuno: de dia 6 (2ª) a dia 12 (Dom.) - retiro.
P. Nuno e P. João: de dia 17 (6ª) a dia 19 (Dom.) – pregam retiros
P. João: de dia 24 (6ª) a dia 26 (Dom.) – prega retiro
P. Carlos: de dia 30 (5ª) a dia 3 (Dom.) – prega retiro

Agrupamento de Escuteiros nº 683

Neste mês, são de salientar as seguintes actividades:
Dias 17 – Reunião de Pais
Dia 19 – Participação dos pioneiros e caminheiros na XII Jornada Diocesana da Juventude, em Mafra. Presididos pelo o nosso Patriarca, D. Manuel Clemente, celebraremos aquilo que nos une – a nossa Fé em Jesus Cristo.
Dias 26 – As 4 secções do agrupamento participarão na Festa da Região, o São Jorge, acolhidos pelo Núcleo da Barra.

Do Pároco

Fazer obras de manutenção para bem de todos

1. Decerto que todos os paroquianos repararam que a torre da nossa igreja, bem como a sua fachada principal, se encontram rodeadas por andaimes, o que indicia o começo de obras de manutenção e restauro, que já há mais de dois anos se deviam ter feito. No entanto, nem sempre é fácil superar os obstáculos de carácter burocrático que estes empreendimentos exigem, com licenças muito variadas que é preciso pedir e, enfim, conseguir alcançar.

2. Mas demo-nos por satisfeitos por chegar finalmente a este ponto. Alguns paroquianos, com certa surpresa, comentaram que tinha havido obras de restauro ainda há pouco tempo – o que é totalmente verdade – , mas também um rápido desgaste de tudo o que se fez, em primeiro lugar no ano de 2006, quando a igreja foi restituída ao culto e, depois, em 2010, quando as empresas  que trabalharam nesse projecto retocaram a obra realizada, ainda dentro do período de garantia.

3. Após estas incidências, a paróquia tem de assumir a realização dos referidos trabalhos de manutenção e restauro, a partir do orçamento que se viu mais favorável. São precisos cerca de oito mil euros para ultimar o que já se vê começado e por isso uma contribuição extraordinária dos paroquianos, que são os utentes e beneficiados principais das melhorias que se pretendem realizar, a fim de que a igreja surja aos nossos olhos bem arranjada e aprimorada, como manifestação do nosso amor e do nosso respeito para com Deus.

4. Todos temos consciência de que a vida não está fácil para todos e cada um. Sente-se cada vez mais o peso do custo de vida e dos impostos. O que se recolhe nas celebrações ou provém do periódico contributo paroquial mal chega para o dia a dia. As pessoas que nos pedem ajuda para lhes valer em situações duras – que chegam até à falta do pão para a mesa – urgem o nosso préstimo e, sobretudo, pôr em prática uma das obras de misericórdia material, que é, exactamente, dar de comer a quem tem fome.

5. Nas contas de 2014, expostas num dos escaparates interiores da igreja depois de terem sido apreciadas pelo Conselho Económico da paróquia e aprovadas pelo Patriarcado de Lisboa, aparece um saldo positivo de algumas centenas de euros, que neste momento já não existe, pois todas as despesas paroquiais, incluindo o que já se teve de pagar para o início das obras, sumiram-no com avidez, colocando o orçamento paroquial com um deficit que é preciso superar. Contrair um empréstimo teria custos.

6. Toca-me assim alertar e acorrer aos paroquianos lembrando a necessidade premente de um contributo especial que permita rapidamente voltar a um equilíbrio de contas com que se iniciou o ano de 2015. E Deus recompensará com a sua habitual magnanimidade a sua contribuição.

Tweets do Papa Francisco

Tenhamos confiança na acção de Deus!
Com Ele, podemos fazer coisas grandes;
Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos.

* * *

Os sacramentos são a manifestação da ternura e do amor do Pai por cada um de nós.

* * *

Acreditar não significa estar livre de momentos difíceis, mas ter a força para os enfrentar sabendo que não estamos sozinhos..

* * *

Há urgente necessidade de um testemunho credível da verdade e dos valores do Evangelho.

Recoleções (na igreja)

Homens: 3ª F., dia 14 – 19.10h; 

Senhoras: 5ª F., dia 9 – 19.10h.

Catequese

CATEQUESE DE CRIANÇAS

Os Alunos do 1º Ano, na Missa das 10h do Domingo, dia 19, terão a celebração da FESTA DO PAI NOSSO. Depois da Missa, com o que os pais e os próprios alunos trouxerem de casa (salgados, doces, bebidas, etc.), far-se-á uma pequena confraternização no Salão da Igreja.

O reinício das aulas da catequese será na 3ª, dia 6. Não haverá aulas no Sáb., dia 25, por ser feriado.

CURSOS PARA ADULTOS

Preparação para o Crisma
(Orientação: P. Rui Rosas da Silva): 5ªs F., 19.15h: dias 16 e 23. 

Teologia para Todos
(Orientação: P. João Paulo de Campos): 5ªs F., 19.15h ou 21.30h. Próxima sessão: dia 16. Tema: Sacramento do Matrimonio.

No mês passado

No Domingo, dia 15, realizou-se a FESTA DA PALAVRA aos alunos do 3º Ano da Catequese.
Após a entrega dos diplomas, houve um agradável convívio com as famílias no Salão da Igreja, que como é habitual, contribuiram generosamente com muitas “iguarias”.
As que sobraram foram entregues à Comunidade das Irmãs do Bom Pastor, nossas paroquianas.


Retiros dirigidos por sacerdotes da Paróquia



Obs. As pessoas interessadas podem dirigir-se ao sacerdote pregador, que lhe indicará os passos a dar para concretizar a inscrição.

Do Tesouro da Igreja

Jesus ressuscitado visita a sua Mãe


“Os Evangelhos não nos falam de uma aparição de Jesus ressuscitado a Maria. De qualquer maneira, assim como Ela esteve de modo especial junto da Cruz do Filho, também deve ter tido a experiência privilegiada da sua Ressurreição” (1) 

Uma tradição antiquíssima da Igreja diz-nos que Jesus apareceu em primeiro lugar e a sós a  sua Mãe Maria Santíssima. Em primeiro lugar, porque ela era a primeira e principal corredentora do género humano, em perfeita união com o seu Filho. A sós, já que esta aparição tinha uma razão muito diferente da das demais aparições às mulheres e aos seus discípulos. A estes, o Senhor tinha que reconfortá-los e conquistá-los definitivamente para a fé. A Virgem, que já havia sido constituída Mãe do género humano reconciliado com Deus, não deixou em momento algum de estar em perfeita união com a Santíssima Trindade. Toda a esperança na Ressurreição de Jesus que restava sobre a terra tinha-se refugiado no seu coração.

Não sabemos de que maneira Jesus apareceu à sua Mãe. Maria – escreve Frei Luís de Granada  – “vê o Corpo de seu Filho ressuscitado e glorioso, livre já de todos os maus tratos passados, recuperada a graça daqueles olhos divinos, e ressuscitada e aumentada a sua primeira formosura. As feridas das chagas, que eram para a Mãe como espadas de dor, vê-as convertidas em fontes de amor; àquele que vira padecer entre ladrões, vê agora acompanhado de anjos e santos; ao que a confiara do alto da Cruz ao discípulo, vê-o agora estender-lhe os seus braços, vê-o ressuscitado diante dos seus olhos. Segura-o, não o larga; abraça-o e pede-lhe que não vá embora; junto da Cruz emudecida de dor, não soubera o que dizer; agora, emudecida de alegria, não consegue falar” (2) (*).
..............................................
(1) S. João Paulo II, Discurso no santuário de Nuestra  Señora de la Alborada, Guayaquil, 31-1-85;
(2) Frei Luís de Granada, Livro de oração e meditação, 26, 4, 16;
(*) Cf. Francisco Fernandez Carvajal, Falar com Deus, vol. 2, Quadrante, S. Paulo, Brasil, 1995.