12 de dezembro de 2014

Do Tesouro da Igreja

A dignidade de Nossa Senhora



“A bem-aventurada Virgem Maria, pelo facto de ser Mãe de Deus, tem uma espécie de dignidade infinita por causa do bem infinito que é Deus. E nessa linha, não pode imaginar-se uma dignidade maior, como não pode imaginar-se coisa maior que Deus.” S. Tomás, Suma Teológica, 1, q. 25, a. 6

“Como o oceano recebe todas as águas, assim Maria recebe todas as graças. Como todos os rios se precipitam no mar, assim as águas que tiveram os anjos, os patriarcas, os profetas, os apóstolos, os márires, os confessores e as virgens se reuniram em Maria.” S. Boaventura, Speculi, 2

“Tira este corpo solar que ilumina o mundo, como poderia haver dia? Tira Maria, esta estrela (...), do mar que ficará além de escuridão que tudo ofusca, sombra de morte e densíssimas trevas?” S. Bernardo, Hom. No nascimento da Virgem Maria, 6

“Deus deu o nome de mar à reunião das águas, e a reunião de todas as graças chama-se Maria.” S. Bernardo, Hom. Super Missus est

“Mulher, és tão grande e tanto vales, que quem quer uma graça e não recorre a ti, pretende voar sem asas.” Leão XIII, Enc. Augustissimae Virginis Mariae

“Dá-se a entender que a Mãe de Deus foi a sede de todas as graças divinas e que foi adornada com todos os carismas do Espírito Santo, ao ponto de nunca ter estado sob o poder do mal e de merecer ouvir - participando à uma com o seu Filho de uma bênção perpétua - aquelas palavras que Isabel pronunciou movida pelo Espírito Santo: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.” Beato Pio IX, Bula Ineffabilis Deus, 8/12/1854 

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