4 de outubro de 2014

Do Tesouro da Igreja

Frases do Beato Álvaro del Portillo


“Só com a lógica da Santa Cruz, em que a dor se converte em remédio e a morte se torna Vida nova, podemos vislumbrar a explicação e o sentido profundo do que permanece inexplicável para o olhar humano...”

“Em todas as ocupações honradas se pode encontrar o Senhor. E nós procuramo-Lo constantemente, para levar as almas a Deus e Deus às almas...”

“A juventude é a idade do anti-conformismo, da rebelião, dos desejos para tudo o que é belo, bom e elevado. Jovem de verdade é só quem mantém em si estes ideais, mesmo que o seu corpo se vá consumindo com o passar do tempo; em contrapartida envelhece – mesmo que a sua idade ainda não seja considerável – quem se deixa sujeitar pelos maus costumes do egoísmo, da velhice do pecado...”

“Temos que defender a liberdade das consciências e dar, se for preciso, a vida para que todos possam actuar segundo a sua consciência. É o que Deus quer, mas o que Ele não quer é que, se O amamos deveras, escondamos a nossa fé. Não quer que O neguemos ou O punhamos entre parêntesis por temor a ofender os outros”.

“Devemos meter-nos, com a contemplação do Evangelho, na vida do Senhor. Deste modo, apaixonar-nos-emos pela sua Humanidade Santíssima e entusiar-nos-emos com o seu Coração misericordioso, capaz de perdoar a todos”.

“(...) levantai o olhar sobre os cinco continentes .Uma multidão imensa clama –talvez sem sabê-lo – por receber a graça que nos conquistou Cristo no madeiro santo da Cruz. Parecem-me dirigidas especialmente a vós aquelas palavras que o Mestre disse aos Apóstolos, indicando as multidões fatigadas: date illis vos manducare (dai-lhes vós de comer).

“O Papa necessita de toda a nossa lealdade, toda a nossa dedicação, toda a nossa piedade e devoção, todo o nosso desejo de ser santos, embora sejamos uns pobres pecadores”.

“Pela bondade de Deus cumpro hoje oitenta anos. As maravilhas que pude contemplar no decurso deste período são inumeráveis. Recebi de Deus tantos presentes que não podem contar-se e muitíssimas carícias de Nossa Senhora, minha Mãe (...) Obrigado, Senhor! Perdoa a minha escassa correspondência e, a partir de hoje, ajuda-me ainda mais. Rezai para que eu saiba encher os vazios da minha vida e meter muito amor de Deus em tudo. Hoje, além de fomentar em mim uma contrição sincera e gozosa, proponho-me pronunciar com mais força aquele nunc coepi!, agora começo!”

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