7 de setembro de 2014

Baptismos no mês de Setembro

Dia 13, Sábado, 15.00h: Maria Teresa Cabral Brito, 15.00h


Dia 20, Sábado: 11.00h - Tiago Pereira; 12.00h - Joana Tiago de Oliveira; 15.30h - Sofia e Rodrigo Maurício Pereira

Dia 21, Domingo, 13.15h: Joana Lopes Martins

No mês passado

SOLENIDADE DA ASSUNÇÂO DE NOSSA SENHORA AOS CÉUS – DIA 15


   Sendo Agosto o mês de férias por excelência, notou-se a diminuição considerável do número de participantes das Missas dominicais e do dia 15, Assunção de Nossa Senhora.
No entanto, procurou celebrar-se com a maior devoção esta solenidade, convidando o Coro FIGO MADURO para actuar na Missa das 11.00h, a fim de que a nossa Mãe do Céu pudesse ouvir no seu Reino como a procuramos tratar bem e com a dignidade com que este grupo coral sabe entoar cânticos em honra de Deus e de Sua e nossa Mãe, Maria Santíssima. 

Ausência de sacerdotes no mês de Setembro

P. João Campos: de dia 4, 5ª Feira, a 6, Sábado: actividade pastoral

P. Rui Rosas: de dia 16, 3ª Feira a 22, 2ª Feira: actividade pastoral

Agrupamento de escuteiros nº 683 – actividades neste mês

Dias 13 e 14 - Actividade de formação e entrosamento para dirigentes e caminheiros.

Dia 19 - Reunião de Pais e Encarregados de Educação

Dia 20 - Abertura Oficial das Actividade e Cerimónia de Passagem de Secções e Bênção do Ano

Dias 27 e 28 - Acampamento das 4 secções

Do Pároco


Um engenheiro santo?


Não sei se a sorte do leitor destas linhas coincide com a minha, num aspecto que muito me emociona: conheci e convivi com um santo!

Este tem o nome de Álvaro del Portillo. Com ele privei de perto em Roma cerca de três anos. E tive ainda a sorte de ser ele o Bispo que me ordenou como diácono e presbítero no ano de 1993. Será beatificado em Madrid, sua cidade natal, em 27 de Setembro próximo.

Era difícil olhar para a sua pessoa e não reconhecer que nos encontrávamos diante de alguém cheio de presença de Deus, que não se traduzia em gestos ou atitudes estranhas, mas numa serenidade e simplicidade que cativava a todos. Por detrás dela, escondia-se uma intimidade muito grande com Cristo, uma fidelidade a tudo o que Ele lhe pedia no dia a dia, que só um conhecimento mais profundo da sua vida permitia deslindar.

Contudo, bastava conviver com ele, conversar com ele, ouvi-lo falar para se chegar à fácil conclusão de que D. Álvaro era um homem totalmente de Deus, cuja biografia se podia compendiar numa afirmação de S. Josemaria Escrivá: “Este lê a vida de Jesus Cristo!” (Caminho nº 3). Eu diria mais: “Este identificou-se com  Jesus Cristo!”

Às vezes, um santo parece-nos um homem muito bom, muito ameno no contacto com os outros, mas falho de exigência e de energia. O futuro beato Álvaro del Portillo era a antítese desta imagem, no que diz respeito ao seguimento do “mas” da frase anterior. A sua vida caracterizou-se por uma completa entrega a Deus em todos os momentos, que o fazia trabalhar intensamente e fazer trabalhar os que dele dependiam ou com ele dividiam uma tarefa. 

Incansável, exigia a todos uma correspondência ao que Deus solicitava. Certamente, cheio de compreensão e de simpatia. Mas o que era preciso fazer para seguir a vontade divina, fazia-se. Por isso, o Opus Dei, durante o período de quase 20 anos em que esteve à sua frente, deu os passos decisivos para encontra
S. João Paulo II e D. Álvaro del Portillo
na beatificação de S. Josemaria (17-05-92)
r na Igreja o lugar jurídico mais adequado de prelatura pessoal e ampliou a difusão da ideia da santificação do trabalho e da vida quotidiana. Uma das maiores alegrias de D. Álvaro del Portillo foi poder ver nos altares o fundador do Opus Dei, que S. João Paulo II beatificou em 1992. Já não estava entre nós quando, dez anos depois, foi canonizado.

D. Álvaro é um exemplo de eficácia e de humildade. Nada do que o Senhor lhe pediu foi por ele posto de lado ou ignorado. Muito ordenado, era engenheiro civil, culto e inteligente, colaborou em várias comissões do Concílio Vaticano II e em tudo aquilo que a Santa Sé lhe requisitou. Olhar para ele era o mesmo que ver um homem de paz e de concórdia. Sempre com um sorriso,  sem se lhe conhecer uma atitude destemperada mesmo perante alguém exaltado. Era frequente que ao ver como sabia responder nessas ocasiões brotasse o comentário: “Este homem é santo”.

Quando faleceu, S. João Paulo II enviou um telegrama em que afirmava: “recordo com agradecimento ao Senhor a vida cheia de zelo sacerdotal e episcopal do defunto, o exemplo de fortaleza e de confiança na Providência divina que ofereceu constantemente, assim como a sua fidelidade à Sede de Pedro e o generoso serviço eclesial como íntimo colaborador e benemérito sucessor". E quando no dia seguinte saía de rezar na capela ardente, ao ver que lhe agradeciam ter lá ido respondeu, em italiano, que o considerava um dever: "Si doveva, si doveva", foram as suas palavras.

Grande devoto de Nossa Senhora, incitava-nos  a metê-la “em tudo e para tudo”, a fim de melhor correspondermos aos desígnios de Deus Encomendemos-lhe todas as situações da vida, incluindo as mais contraditórias. Com o seu olhar calmo e sereno, lá do Céu, não deixará de nos atender.

Tweets do Papa Francisco

Papa Francisco acena da janela
depois do Ângelus, na Praça de S. Pedro
Na família se aprende a amar e a reconhecer a dignidade de cada pessoa, especialmente dos mais fracos.
* * *
Um apelo a todas as famílias: no momento da oração, lembrai-vos daqueles que são obrigados a abandonar as suas casas no Iraque.
* * *
Viver como verdadeiro filho de Deus significa amar o próximo e ir ter com quem vive sozinho e em apuros.
* * *
Não se vence a violência com mais violência. Senhor, dai-nos a paz em nossos dias.
* * *
Obrigado a todos os professores: educar é uma missão importante, que aproxima tantos jovens do bem, do belo e do verdadeiro.





Missas no mês de Setembro na paróquia

a) Semana:
Até dia 6, Sábado - de 2ª Feira a Sábado: 18.30h.
A partir de dia 8, 2ª Feira - de 2ª a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h.

b) Domingos: 10.00h, 12.00h e 19.00h.

Recolecções no mês de Setembro

Homens: 3ª Feira, dia 9, 19.10h; 

Senhoras: 5ª Feira, dia 11, 19.10h

Catequese

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)

1. Horários definitivos: Rapazes: 3ª Feiras, 17.45h e Sábados, 11.00h;
Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos, 11.00h

2. Começo das Aulas: Semana que principia na 2ª Feira, 6 de Outubro

3. Informação sobre as Festas da Catequese: A indicar no início das aulas



b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)

1. Catecúmenos (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h. As aulas começam a 7 de Outubro, 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 4 de Abril de 2015.

2. Preparação para o Crisma de Adultos (Orientação: P. Rui Rosas): Aulas: 4ªsFeiras, 19.15h com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 15 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: Dia 30 de Maio, Sábado, 10.00h

3. Teologia para Todos (Orientação: P. João Campos): Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam-se a 16 de Outubro, às 19.15h, repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
Obs. – Na primeira aula concretizam-se os horários e entregam-se os sumários.

Distribuição de géneros alimentícios e outros dons a pessoas carecidas

     Continuamos a distribuir mensalmente, com a mesma regularidade, a cerca de 40 famílias de paroquianos carecidas, géneros alimentícios. Também lhes prestamos assistência com remédios, roupas e outros tipos de ofertas. A colaboração generosa de paroquianos e de pessoas amigas têm permitido manter estas acções socio-caritativas. 

Do Tesouro da Igreja


A FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

1. O caminho da santidade passa pela Cruz: “Oiçam isto os que se envergonham da Paixão e da Cruz de Cristo. Porque se o Príncipe dos Apóstolos, mesmo antes  de entender claramente este mistério, foi chamado Satanás por se ter envergonhado dele, que perdão podem ter aqueles que, depois de tão manifestação, negam a economia da Cruz? Porque se o que assim foi proclamado bem-aventurado, se o que tão gloriosa confissão fez, tal palavra teve de ouvir, considerai o que hão de sofrer os que, depois de tudo isto, destroem e anulam o mistério da Cruz? (S. João Crisóstomo. Hom. sobre S. Mateus, 54).

2. A Cruz de cada dia: “A Cruz é o livro vivo, do qual aprendemos definitivamente quem somos e como devemos actuar. Este livro sempre está aberto diante de nós” (S. João Paulo II, Aloc.).

3. Todo o apostolado se fundamenta na Cruz: “De dois modos podemos levar a Cruz do Senhor, ou sacrificando o nosso corpo com a abstinência ou, por compaixão ao próximo, considerando como nossas as suas necessidades. O que se apieda das necessidades alheias, leva a Cruz no seu coração”. S. Gregório Magno, Hom. 37 sobre os Evangelhos”.

4. A Cruz na vida dos cristãos: “Que ninguém se envergonhe dos símbolos da nossa salvação (...); levemos antes a todas as partes, como uma coroa, a Cruz de Cristo. Tudo, efectivamente, entra em nós pela Cruz. Quando precisamos de nos regenerar, aí está presente a Cruz; quando nos alimentamos da mística comida; quando nos é consagrada por ministros do altar; quando se cumpre qualquer outro mistério, aí se encontra sempre este símbolo de vitória. Daí o fervor com que o inscrevemos e o desenhamos, nas nossas casas, sobre as paredes, sobre as janelas, sobre a nossa fronte e no coração. Porque este é o sinal da nossa salvação, o sinal da liberdade do género humano, o sinal da bondade de Deus para connosco”. (S. João Crisóstomo. Hom. sobre S. Mateus, 54).

5. Jesus Cristo ensina-nos o mistério salvador da Cruz: “Nota que Cristo chegou à glória através da sua paixão: Não era mister que o Cristo padecesse tudo isto, e entrasse assim na sua glória? (Lc24, 26). Desta maneira ensinava-nos o caminho da glória: É necessário que passemos por muitas tribulações para entrar no Reino dos Céus (Act 14,21) (S. Tomás de Aquino, Sobre o Credo, 5, 1. c., p. 76).
6. A alegria da Cruz: (...) não esqueçais que estar com Jesus é, seguramente, encontrar-se com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as difamações, as troças, por dentro e por fora: porque assim quer conformar-nos à sua imagem e semelhança, e tolera também que nos tomem por loucos ou por tolos.
É a hora de amar a mortificação passiva, que vem – oculta ou insolente – quando não a esperamos”. (S. Josemaria Escrivá, Amigos de Deus, 301).