18 de agosto de 2014

Do Tesouro da Igreja


A Assunção de Nossa Senhora aos Céus

“Pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” (Pio XII, Const. Apost. Munificentissimus Deus, 1-11-1950)

“Na economia da graça perdura sem cessar o momento do assentimento que prestou com fidelidade na Anunciação, e que manteve sem vacilar ao pé  da Cruz até à consumação perpétua de todos os eleitos. Deste modo, assunta aos céus, não deixou esta missão salvadora, pois continua com a sua múltipla intercessão a obter para nós os dons da salvação eterna” (Conc. Vat. II, Const. Lumen Gentium, 62)

“Subiu ao céu a nossa Advogada. A fim de que, como Mãe do Juiz e Mãe de Misericórdia, tratasse dos negócios da nossa salvação” (S. Bernardo, Homilia na Assunção da Beata Virgem Maria, 1).

“Um precioso presente enviou hoje ao céu a nossa terra (...). Subindo às alturas, a Virgem bem-aventurada oferecerá copiosos dons aos homens. Como não dará? Não lhe falta nem poder nem vontade. Rainha dos céus é, misericordiosa é; e  por fim, Mãe é do Unigénito de Deus” (Ibidem).

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