5 de junho de 2014

Baptismos neste mês

Sábado, dia 21, 16.00h: José Lacerda Ventura

No mês passado (Maio)

Maio, mês de Nossa Senhora, teve como ponto de referência principal na vida paroquial algumas Festas da Catequese. Assim:

Profissão de Fé, alunos do 6º Ano, no Domingo, dia 04, Missa das 10.00h.

Festa do Pai-Nosso, alunos do 1º Ano, no Domingo, dia 11, Missa das 10.00h.

Confirmação e Primeira Comunhão do primeiro grupo de crianças do 2º Ano, no Domingo, dia 25, Missa das 10.00h; e do segundo grupo no Sábado, dia 31, Missa às 10.00h.
Obs: As duas últimas celebrações foram presididas por Sua Excelência Reverendíssima, D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa. Todas foram precedidas de reuniões prévias com os pais e de um ensaio final para preparação das diversas partes da cerimónia.

Frases do Papa Francisco

Papa Francisco e Patriarca Bartolomeu


O nosso encontro fraterno de hoje é um passo novo e necessário no caminho para a unidade, à qual só o Espírito Santo nos pode levar.
(Da declaração conjunta do Papa Francisco e do Patriarca de Constantinopla Bartolomeu I, em Jerusalém, 25-5-2014).
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O Espírito Santo transforma e renova, cria harmonia e unidade, dá coragem e entusiasmo para a missão.
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O Espírito Santo faz-nos olhar para os outros de modo novo, vendo-os sempre, em Jesus, como irmãos e irmãs que temos de respeitar e amar.
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O Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e, através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos.
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Um dom precioso que o Espírito Santo traz aos nossos corações é a profunda confiança no amor e na misericórdia de Deus.
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Vinde, Espírito Santo! Ajudai-nos a superar o nosso egoísmo.
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Peçamos ao Espírito Santo a graça de realizarmos as opções concretas na nossa vida de acordo com a lógica de Jesus e do seu Evangelho.

Procissão de velas em honra de Nossa Senhora da Porta do Céu

Será na 5ª Feira, dia 5, com início às 21.30h.
Como habitualmente, o seu percuso compreende: Saída do Adro da Igreja, Estrada de Telheiras, R. Hermano Neves. R. Prof. Francisco Gentil, R. Prof. João Barreira, R. Prof. Henrique Viana, R. Prof. Mário Chicó, R. Prof. Francisco Gentil (de novo), rampa do metropolitano, Praça Central, Estrada de Telheiras, Igreja de Nossa Senhora da Porta do Céu.

Catequese em Junho

1. Administração do Sacramento da Confirmação ou Crisma a adultos e adolescentes: Sábado, dia 7, Missa das 10.00h (presidirá Sua Excelência Reverendíssima, D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa).

2. Festa do Pai Nosso (Alunos do 1º Ano que frequentam a catequese paroquial no Agrupamento de Escuteiros): Sábado, dia 7, Missa das 18.30h

3. Teologia para todos: (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h ou 21.30h. Dia 19, última sessão. Tema: A Imortalidade.
                                         
Final do ano catequético e inscrições
As aulas da catequese paroquial 2013/2014 terminaram na última semana de Maio. As inscrições para o próximo ano, 2014/2015, que se inicia na semana de 2ª Feira, dia 6 de  Outubro, abrem no dia 1 de Julho, 3ª Feira.

Recolecções no mês de Junho

Dia 10, 3ª Feira, 19.10h – Homens;     

Dia 12, 5ª Feira, 19.10h – Senhoras

AGRUPAMENTO nº 683 DE TELHEIRAS ACTIVIDADES NESTE MÊS

Dia 5 de Junho (5ª Feira): Participação do Agrupamento na Procissão de velas em honra de Nossa Senhora da Porta do Céu, Padroeira do Agrupamento. Início 21.30h.

Dia 20, 21.00h (6ª Feira): Todos os caminheiros e chefes se reunirão para a eleição do novo Chefe de Agrupamento para o triénio 2014/2017.

Dia 28, Sábado: Encerramento oficial do ano escutista com uma actividade para pais e filhos, que incluirá uim piquenique.

Do tesouro da Igreja

A propósito da Solenidade do Pentecostes (*)

O Senhor disse aos discípulos: Ide, ensinai todos os povos, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Com este mandato, o Senhor dava-lhes o poder de regenerar os homens em Deus.
(...) S. Lucas diz que este Espírito, depois da ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos no dia de Pentecostes, com o poder de dar a vida nova a todos os povos e de os fazer participar na Nova Aliança; por isso se uniram naquele dia todas as línguas no mesmo louvor de Deus, enquanto o Espírito congregava na unidade as tribos mais distantes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.
O Senhor tinha prometido enviar-nos o Paráclito, que nos havia de preparar para receber a Deus. Assim como a farinha seca, sem a água, não se pode amassar para fazer um só pão, também nós, que somos muitos, não podemos transformar-nos num só Corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do Céu. E assim como aterra árida não dá fruto se não for regada, também nós, que éramos antes como uma árvore ressequida, nunca daríamos frutos de vida sem a chuva da graça que desce do alto.
De facto, os nossos corpos receberam pela água do Baptismo aquela unidade que os leva à incorrupção, e as nossas almas receberam-na pelo Espírito.
O Espírito de Deus desceu sobre o Senhor como Espírito de sabedoria e de inteligência, Espírito de conselho e de fortaleza, Espírito de ciência e de piedade, Espírito de temor de Deus. E é este mesmo Espírito que o Senhor deu à Igreja, enviando lá do Céu o Paráclito sobre toda a terra, de onde também Satanás fora precipitado como um relâmpago, segundo a palavra do Senhor.
Por isso, temos necessidade deste orvalho de Deus, para que demos fruto e não sejamos lançados no fogo, e para que tenhamos também um Advogado onde temos um acusador.
Efectivamente, o Senhor encomenda ao Espírito Santo o cuidado da sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem Ele, cheio de compaixão, vendou as feridas, entregando dois denários reais, para que nós, recebendo pelo Espírito a imagem e a inscrição do Pai e do Filho, façamos frutificar este denário que nos foi confiado e o restituamos com bons rendimentos ao Senhor.

(*) St. Ireneu, Tratado contra as heresias (Lib. 3, 17, 1-3; SC 34, 302-306).


Do Pároco

Merecido Descanso


D. Joaquim Mendes crisma o David Chora.
O padrinho, Gonçalo Tavares, o ajudante Luís
Delgado e o P. Rui Rosas (25-05-2014)
O mês de Junho, para muitos de nós, representa uma espécie de patamar entre o ano laboral prestes a terminar ou mesmo encerrado para muitos que estudam, e o período de férias que todos anseiam para descansar e revigorar as suas forças, tendo em conta o ano próximo que se avizinha cheio de trabalho e de preocupações.

O ansiado momento de descanso e relaxamento não deve ser orientado por nós sem uma visão cristã do que é o verdadeiro descanso e da nossa relação com Deus, nosso Pai e nosso Criador.

O inventor do descanso foi o próprio Deus, que na Bíblia Sagrada nos ensina que, uma vez bem terminada uma tarefa, o repouso é uma realidade que devemos assumir e viver. Lembremos que, como se escreve no Génesis (1, 31; 2, 3), “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo era muito bom (...) e, no sétimo dia, Ele descansou de todo o seu trabalho. Deus então abençoou e santificou o sétimo  dia, porque foi nesse dia que Deus descansou de todo o seu trabalho como criador”. 

Tenhamos presente que o “descanso “ divino só aparece depois de verificar que tudo o que havia criado “era muito bom” e não fruto de uma acção desleixada ou imperfeita. Por isso, nós, que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, ou seja, somos parecidos com o próprio Deus, temos obrigação de acabar bem os nossos trabalhos para merecermos um descanso justo e proporcional ao esforço desenvolvido.

Não se põe em dúvida que quem trabalha merece férias, tempo de descanso... Mas quando para elas vai ou se prepara, não esqueça que as deve a Deus e que, por esta razão, não pode fazer desse espaço de descontracção e de renovação de energias uma espécie de terreno fechado, onde Ele não pode entrar nem tem possibilidade de, com a sua presença e os seus conselhos, orientar a nossa vida. E pela nossa parte, prestarmos-Lhe com mais calma e discernimento, o agradecimento que Lhe devemos
Pensemos que, a não ser por motivos de egoísmo e de indiferença, um amigo não abandona o seu amigo em quaisquer circunstâncias. Não é que Deus precise de nós em sentido objectivo, porque n’Ele, que é perfeito em absoluto, não existe nenhuma necessidade. O problema é diferente. Temos de o encarar pela qualidade do seu Amor para connosco. Em primeiro lugar, Deus manifestou-o ao querer que nós existíssemos. Não estamos aqui por acaso, mas por estrita vontade do Criador, que nos quer dar a felicidade celestial – o maior bem a que podemos aspirar. Depois, porque trata de nós com um desvelo incansável, oferecendo-nos todas as possibilidades para sermos já aqui felizes e, assim, aspirarmos à felicidade perfeita da eternidade junto de Si. 

A Redenção realizada por Cristo demonstra que Deus não desistiu de nos tornar verdadeiramente felizes, reconquistando para nós a possibilidade de entrarmos em plenitude no seu Reino, o Reino dos Céus, reconquistando para o homem, através de Cristo, a graça e a filiação divina. Se um amigo gosta de estar próximo dos seus amigos e à sua disposição, reparemos na presença real de Cristo na Eucaristia. Disponível 24h sobre 24h, podemos abeirar-nos d’Ele sem dificuldades, conversar com Ele, pedir-Lhe o que necessitamos, dar-Lhe graças pelos benefícios que nos concede e desafogar as nossas mágoas.

Por fim. Recordemos que o seu Amor se manifesta duma forma incontornável no perdão que nos concede. Quem mais perdoa do que Aquele que nos aconselha a saber desculpar os outros até “setenta vezes sete”? Evoquemos a parábola do “Filho pródigo” e entenderemos melhor a qualidade do perdão divino, fruto dum Amor incomensurável por quem O desprezou. como Pai.

Enfim, não partamos para férias sem Deus. Seria uma injustiça brutal. Peçamos a Nossa Senhora que nos ajude nesse espaço de tempo a sermos filhos agradecidos e fiéis de Quem tanto gosta de nós.