8 de maio de 2014

Contas da paróquia de 2013

    Num dos expositores da Igreja, estiveram afixadas, entre 27 de Fevereiro e 30 de Abril deste ano, as contas da Paróquia referentes ao ano de 2013, apresentadas previamente ao Conselho Económico Paroquial e aprovadas pelo Patriarcado de Lisboa. Se algum paroquiano desejar ainda consultá-las, poderá fazê-lo na Secretaria.

Frases do Papa Francisco

: Papa Francisco coloca um terço aos pés da imagem da Capelinha (Roma, 13-X-2013)


Acolhe com benevolência de Mãe o acto de entrega que hoje fazemos com confiança, diante desta tua imagem a nós tão querida. (...) Ensina-nos o teu mesmo amor de predilecção pelos pequeninos e pelos pobres, pelos excluídos e sofredores, pelos pecadores e os desorientados; reúne todos sob a tua protecção e recomenda todos ao teu dilecto Filho, nosso Senhor Jesus (no acto de entrega a Maria, em Roma, 13-X-2014)
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Maria é a mulher do «Sim». Maria, fazei-nos conhecer cada vez melhor a voz de Jesus e ajudai-nos a segui-la!
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Peçamos à Virgem Maria que nos ensine a viver a nossa fé nas ações de cada dia, e a dar mais espaço para o Senhor.
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Às vezes sabemos o que devemos fazer, mas falta-nos a coragem. Aprendamos de Maria a capacidade de decidir, fiando-nos de Deus.
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Maria, nossa Mãe, sustentai-nos nos momentos de escuridão, de dificuldade, de aparente derrota!
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Peçamos a Maria que nos ajude a ter os olhos bem fixos em Jesus, a segui-lo sempre, mesmo quando isso é exigente.
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Jovens, não o esqueçamos jamais: a Virgem Maria é a nossa Mãe, e é com a sua ajuda que podemos permanecer fiéis a Jesus

Do Pároco

                   DOIS PAPAS – DOIS SANTOS

S. João XXIII e S. João Paulo II
    
    No último domingo do mês passado, assistimos, certamente muito felizes, à canonização de dois papas que governaram a Igreja no passado século e primeiros anos do novo milénio. Referimo-nos, como é óbvio, a S. João XXIII e S. João Paulo II. Se os juntamos a S. Pio X, são três os papas do século XX, que subiram aos altares até agora. 

    Mais perto temporalmente de nós, S. João Paulo II cativou-nos com a sua presença forte e aprazível, que conquistou multidões e arrastou tantas almas a aproximar-se decididamente de Cristo, seguindo os caminhos que Ele lhes propunha. São incontáveis, por exemplo, o número de jovens que se sentiram atraídos para uma vida de entrega a Deus mais exigente, como o sacerdócio. Recordamos também com saudade e emoção os últimos dias da sua vida, vendo pela televisão a Praça de S. Pedro cheia de pessoas que aí acorriam para rezar pela saúde de João Paulo II, que, por lei desta vida, se ia aproximando inexoravelmente do fim.

    E lembramos também as suas visitas ao nosso país, que quase sempre tiveram como pano de fundo Fátima, porque a sua piedade mariana era contagiante e intensa, como sugeria abertamente o lema “Totus Tuus”, todo de Maria. Inesquecível era ainda a sua figura humana agradável e vigorosa, alegre e prazenteira, que tornava a figura do Papa mais próxima de nós, pois nela se descobria um amigo sincero e verdadeiro e, ao mesmo tempo, um homem que mantinha uma enorme intimidade com Deus, porque vivia em constante oração.

    De S. João XXIII, recordamos a enorme bonomia e simplicidade. A sua humildade escondia uma personalidade muito rica em virtudes humanas e sobrenaturais, e pode fazer esquecer que este filho do povo, ao longo de toda a sua vida, prestou constantes e memoráveis serviços à Igreja, quer na vida diplomática que o levou a tarefas complexas, quer como membro da hierarquia eclesiástica.

    Bem-humorado (é conhecida a sua resposta risonha à pergunta de quanta gente trabalhava no Vaticano: “Mais ou menos metade”, observou), ninguém diria que um homem já idoso à data da sua eleição para Sumo Pontífice e de aparência tão singela, fosse o promotor do acontecimento mais importante para a história da Igreja do século passado, ou seja, o Concílio Vaticano II, com todas as suas consequências sobre a vida eclesial e do mundo inteiro. Não pôde presidir ao seu encerramento, porque o Senhor o chamou entretanto para junto de Si.

   Dois Papas, dois santos do nosso tempo, eis uma razão muito consistente para darmos graças a Deus pela sua atenção para com as necessidades dos homens, a quem ama como filhos, proporcionando-lhes pastores fidelíssimos para os orientar de acordo com a sua vontade.

Catequese em Maio de 2014

a) De crianças:
1. FESTAS DA CATEQUESE:
1. Profissão de Fé (Alunos do 6º Ano): Domingo, dia 4, Missa das 10.00h
2. Pai Nosso (Alunos do 1º Ano): Domingo, dia 11, Missa das 10.00h
3. Primeiras Comunhões e Crisma (Alunos do 2º Ano): 
Raparigas – Domingo, dia 25: Missa das 10.00h
Rapazes e escuteiros – Sábado, dia 31: Missa às 10.00h
2. REUNIÕES DE PAIS (às 19.15h, no salão da igreja): 
1. Alunos do 6º Ano: 4ªFeira, dia 30/04
2. Alunos do 1º Ano: 3ª Feira, dia 06/05
3. Alunos do 2º Ano: 4ª Feira, dia 14/05
3. FINAL de todas as aulas da Catequese: na última semana de Maio.

b) De adultos:
1. Aulas de Preparação para o Crisma: (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h.  Aulas nos dias 07 e 21;
Celebração Penitencial preparatória: 4ª Feira, dia 28, às 19.15h na Igreja. (*)
2. Teologia para todos: (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feira, 19.15h ou 21.30h
Dia 15: Tema: A Igreja e o Estado.
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(*) A administração deste Sacramento está a cargo de Sua Exa. Revma, D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa, no dia 07/06, Sábado, Missa às 10.00h.

Recolecções na igreja no mês de Maio

5ª Feira, Dia 08: Senhoras; 19.10h; 

3ª Feira, Dia 12: Homens ; 19.10h;

Agrupamento nº 683 de Telheiras

Actividades durante este mês de Maio:
Dia 1 – Participação na grande festa dos escuteiros de Lisboa, Festa de S. Jorge, no Parque das Nações, presidida pelo Senhor Patriarca;

Dia 3 – Colaboração dos Caminheiros na melhoria das instalações do Agrupamento do Lumiar;

Dia 11 – Lobitos: Acampamento; Pioneiros – Participação na principal actividade do Núcleo: Raid TT;

Dia 18 – Participação nas Jornadas Diocesanas da Juventude, presidida pelo Senhor Patriarca, em Torres Vedras. Lema, escolhido pelo Papa Francisco: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus”.

Dia 31 – Colaboração dos nossos escuteiros com a campanha do Banco Alimentar. Actividade particularmente importante para a sensabilização dos nossos escuteiros para o problema da solidariedade social.

Dar a quem precisa

      Distribuímos no mês passado os FOLARES DA PÁSCOA, bem recheados de alimentos, às famílias que se inscreveram. Em primeiro lugar, é de toda a justiça salientar a generosidade dos paroquianos e também dos pais do Colégio Planalto que contribuíram com as suas dádivas. Também se ofereceu uma enorme quantidade de roupas e de brinquedos. As suas sobras foram enviados para uma instituição de caridade, as Irmãs do Bom Pastor, nossas paroquianas, que atendem com tanto carinho e mérito raparigas que precisam de um lar para viverem e serem educadas.
    Obrigado a todos. Continuaremos a distribuir alimentos e roupas às famílias carentes de auxílio, que são cada vez mais, a julgar pelos pedidos que têm aparecido nos últimos tempos. Deste modo, cremos que estamos a seguir o bom caminho que o Papa Francisco tanto tem encarecido.

Do Tesouro da Igreja

Maria, Mãe da Igreja e Advogada dos fiéis (*)

Julgamos ser de grande utilidade para as almas dos fiéis considerar duas verdades muito importantes para a renovação da vida cristã.
A primeira verdade é esta: Maria é Mãe da Igreja, não só ser Mãe de Jesus Cristo e sua íntima colaboradora na nova economia da graça, quando o Filho de Deus nela assumiu a natureza humana para libertar o homem do pecado mediante os mistérios da sua carne, mas também porque brilha à comunidade dos eleitos como admirável modelo de virtude.
(...) Ela continua agora no Céu a desempenhar a sua função materna de cooperadora no nascimento e desenvolvimento da vida divina em cada alma dos homens remidos.
Mas de que modo coopera Maria (...)? Antes de tudo, pela sua oração incessante, inspirada por uma ardentíssima caridade. A Virgem Santa, de facto, gozando embora da contemplação da Santíssima Trindade, não esquece os seus filhos que caminham, como ela outrora, na peregrinação da fé; pelo contrário, contemplando-os em Deus e conhecendo bem as suas necessidades, em comunhão com Jesus Cristo, que está sempre vivo para interceder por nós, deles se constitui Advogada, Auxiliadora, Amparo e Medianeira.
No entanto, a cooperação da Mãe da Igreja no desenvolvimento da vida divina nas almas não consiste apenas na sua intercessão junto do Filho. Ela exerce sobre os homens remidos outra influência importantíssima, a do exemplo, segundo a conhecida máxima: as palavras movem, o exemplo arrasta. Realmente, tal como os ensinamentos dos pais adquirem maior eficácia quando são acompanhados pelo exemplo duma vida conforme às normas da prudência humana e cristã, assim também a suavidade e o encanto das excelsas virtudes da Imaculada Mãe de Deus atraem irresistivelmente as almas para a imitação do divino modelo, Jesus Cristo, de que Ela foi a mais perfeita imagem.
(...) É, pois, dever de todos os cristãos imitar religiosamente o exemplo de bondade que lhes deixou a Mãe do Céu. É esta a segunda verdade sobre a qual nos agrada chamar a vossa atenção. É em Maria que os cristãos podem admirar o exemplo que lhes mostra com humildade e magnanimidade, a missão que Deus confiou a cada um neste mundo, em ordem à sua eterna salvação e à do próximo.
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(*) Exortação Apostólica Signum magnum do papa Paulo VI.- Dia 13 de Maio de 1967: AAS 56, 4-473, 475