4 de fevereiro de 2014

Horário de Missas na Paróquia de Telheiras

1) HORÁRIO DE MISSAS NA IGREJA PAROQUIAL DE TELHEIRAS (NOSSA SENHORA DA PORTA DO CÉU) ATÉ JUNH0 DE 2012

a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h

b) 2ª Feira a 6ªFeira – 12.15h e 18.30h; Sábados – 18.30h

2) HORÁRIO DE MISSAS NOUTROS LUGARES DE CULTO NO TERRITÓRIO DA PARÓQUIA DE TELHEIRAS

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J. (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel. 21725110): De 2ª Feira a Sábado – 17.30h; Domingos – 10.00h

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor (Tv. da Luz, 2, Tel. 217140086): De 2º Feira a Sábado – 7.30h; Domingos – 8.30h

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530): De 2ª Feira a 6ª Feira – 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, mas não nos períodos de férias e dias feriados. Obs. – É conveniente, se durante algum tempo não frequenta regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o seu horário.

Dar a quem precisa

  Continuamos a distribuir géneros alimentícios a várias dezenas de paroquianos necessitados todos os meses. 
De igual modo, temos oferecido gratuitamente remédios em geral comparticipados, segundo um acordo que estabelecemos com uma Farmácia da zona, a todas as pessoas que nos solicitam.
Agradece-se a generosidade dos paroquianos e pessoas amigas que permitem realizar este tipo de iniciativas. Convidamos –sobretudo as paroquianas – a comprarem, dentro das suas possibilidades, alguns géneros alimentícios quando forem ao supermercado e os deixem no sítio habitual: a porta de entrada do coro alto. 
Certamente, ficaremos muito gratos se nos proporcionarem alguma quantia em dinheiro. E o mesmo a quem trouxer roupa. 

Baptismos no mês de Fevereiro

Sábado, dia1, 12.00h –  Miguel Z. Gaspar

Do Pároco

            QUE NINGUÉM SE SINTA SÓ!

Papa Francisco
       Sempre surpreendeu quem não tem a nossa fé, o modo como os cristãos sabem amar. E não só entre si; o seu coração é universal, abre-se a todas as pessoas, sem distinção de raça, de nacionalidade ou de posição social.
“Deus é Amor”, diz S. João numa das suas epístolas. A caridade divina dirige-se a todos os homens, e não apenas a uma dimensão privilegiada. 
O exercício desta virtude não pode nem deve ficar em esquemas abstractos. Tem uma dimensão prática por excelência. Amar não é uma bela teoria; pelo contrário, é ter em conta costante quem precisa do nosso auxílio, do nosso amor, da nossa atenção desinteressada.
O cristão deve fazer um exame de consciência profundo e sincero, perguntando-se a si mesmo o que faz e o que está a fazer a quem precisa da sua ajuda.
Concretamente: entre os seus vizinhos, entre as pessoas com quem lida diariamente, procura realmente ajudar com o seu amor e a sua disponibilidade o próximo?
Tem consciência de que, neste momento, pode haver gente a seu lado que necessita de alimentação adequada à sua saúde, inacessível às suas dificuldades económicas e à sua capacidade de mobilidade, por não ter possibilidade de concretizar? 
Não poderá dispor um pouco do seu tempo livre para visitar alguém que não tem família, não tem amigos e se encontra mais ou menos à deriva em relação a direitos que tem, mas desconhece, ou não pode exigi-los por velhice, ou por impossibilidade de discernir o que deve ou pode fazer? 
E se alguém, por motivos económicos, não consegue dispor da comida suficiente para si mesmo e os seus – infelizmente não se trata de uma situação de imaginação doentia, mas de realidade social concreta – é capaz de dispor generosamente do que é seu e partilhá-lo com quem precisa?
Se nada mais pode fazer do que visitar pessoas nestas circunstâncias, que não adie para as calendas do comodismo esta acção. Pode aconselhá-las a visitar uma instituição que as ajude, interessar-se pelas suas relações com a Segurança Social, pô-las em contacto com algum parente que desconheça a sua situação, enfim, acalentar com a sua companhia essas almas sofredoras, dando-lhe um alento de esperança e o calor de alguém que não permanece indiferente perante os seus problemas. E se conhece um médico amigo e generoso que se prontifique a ir a essa casa...
Quanto bem não nasce de uma simples visita. E como quem a recebe se sente acarinhado e tratado como um ser humano, por um seu semelhante que o preza e se dispõe a ajudá-lo.
Pensemos nos outros. Todos são filhos de Deus e todos merecem que ninguém passe a seu lado com a indiferença das duas primeiras personagens da parábola de Bom Samaritano. Procuremos imitar este homem bom, cuidando do nosso próximo com o desvelo e a atenção que ele lhe dedicou. 
Deus, Pai comum a quem presta auxílio e a quem é socorrido, alegrar-se-á ao ver que o ensinamento do seu Filho: “Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei” é bem concretizado. Maria Santíssima, nossa Mãe desde a Cruz, rejubilará com a actuação do seu filho e falará bem dele, como todas as mães que se sentem orgulhosas com o procedimento louvável de quem educaram. 
E nós teremos a alegria imensa de tratar quem se encontra ao nosso lado com verdadeira caridade.

Coisas Oráticas: Recolecção e Retiro


A correria da vida arrasta e desgasta a nossa atenção. Falta recolhimento para um olhar profundo sobre o caminho que se está a seguir e as decisões a tomar. O risco de decidir sem ponderar é inutilizar possibilidades, empequenecer o que se podia fazer.

Recolecção ou "dia de retiro"
Mensalmente há na paróquia uma ajuda para "re-colher" o que escapou das mãos. Fizeram-se coisas, mas interessa parar e ver como foram feitas. Um trabalho, uma conversa, uma boa acção deve fazer-se "para agradar a Deus" sem permitir a influência de intensões menos rectas.
Um modo de actuar destemperado pode revelar uma inveja ou um ressentimento a superar, um capricho que nos dispersa os sentidos.
Nas recoleções mensais os temas sucedem-se entre meditações e leituras e percorrem sistematicamente pontos básicos do Amor de Deus.
São encontros de amor, momentos de oração diante do Santíssimo, na procura de uma identificação com Jesus: a santidade a que nos chamou.
Surgem então luzes para o caminhar, pontos a superar pelo esforço pessoal e a graça de Deus.

Retiros
Se em vez de um dia são vários passados num lugar sossegado, em silêncio com as outras pessoas e conversa ininterrupta com o Deus dos nossos amores, o resultado é sempre mais marcante. O esforço traz uma benção de graças, um efeito mais prolongado, uma fé mais esclarecida e uma caridade mais dinâmica.
O dia-a-dia familiar será o primeiro a beneficiar, mas também o trabalho professional, a convivência social e evangélica.
Nos retiros pregados por sacerdotes da paróquia é possível ouvir falar de temas que tivemos o gosto de ouvir expor em homilias dominicais.

Retiros dirigidos por sacerdotes que prestam serviço na Paróquia de Telheiras:

mês
Início
fim

local
pregador
Fevereiro
20, 5ª F.
23, Dom.
Senhoras
Fátima – Hotel 3 Pastorinhos
P. João Campos
Março
6, 5ª F.
9, Dom.
Homens
Bombarral
P. Nuno Romão

20, 5ª F.
23, Dom.
Senhoras
Fátima – Hotel 3 Pastorinhos
P. Carlos Santamaria

27, 5ª F.
30, Dom.
Homens
S. Pedro de Penaferrim – Sintra
P. Rui Rosas
Abril
24, 5ª F.
27, Dom.
Senhoras
Fátima – Hotel 3 Pastorinhos
P. Enrique Calvo
Maio
08, 5ª F.
11, Dom.
Homens
S. Pedro de Penaferrim– Sintra
Nuno Romão


Obs. Têm início sempre às 22.00h e terminam às 17.00h dos dias assinalados. As pessoas interessadas podem dirigir-se ao sacerdote pregador, que lhe indicará os passos a dar para concretizar a inscrição.
a) De crianças: 
1. Sábado, dia 15, 11.00h, na Igreja: Alunos do 4º Ano: sendo o ANO DA ENTREGA DO CREDO, haverá uma breve cerimónia onde os alunos receberão o Credo. Depois, com o que os pais e os próprios alunos trouxerem de casa (salgados, doces, bebidas, etc.), far-se-á uma pequena confraternização no Salão da Igreja.

2. Sábado, dia 22, 11.00h, na Igreja: Alunos do 7º Ano: sendo o ANO DA LIBERDADE CRISTÃ, haverá uma breve cerimónia onde os alunos receberão um Crucifixo. Depois, com o que os pais e os próprios alunos trouxerem de casa (salgados, doces, bebidas, etc.), far-se-á uma pequena confraternização no Salão da Igreja.
                     

b) De adultos:
    1. Preparação para o Crisma (Orientação: P. Rui Rosas) – Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h: 
Dia 6 – Os Sacramentos da Iniciação Cristã: O Baptismo
Dia 19 – Os Sacramentos da Iniciação Cristã: A Eucaristia

   2. Teologia para todos (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras
Dia 27, 5ª F., 19.15h ou 21.30h – Tema: O Mistério Pascal – Centro e origem de tudo.
   
            3. Catecúmenos (Orientação: P. Rui Rosas)
As aulas estão a decorrer com as adaptações de horários convenientes aos diversos catecúmenos. No Domingo, 2 de Fevereiro, haverá uma breve cerimónia na Missa das 19.00h.

Recolecções no mês de Fevereiro

3ª Feira, Dia 11: Homens – 19.10h; 

5ª Feira, Dia 13: Senhoras – 19.10h

Ausências de sacerdotes no mês de Fevereiro

P. João Campos: de dia 20, 5ª F. a dia 23, Dom. Actividade Pastoral

P. Rui Rosas e Carlos Santamaria: de dia 27, 5ª F. a dia 4/03, Retiro Anual

Agrupamento nº 683 - Actividades

Dia 21 - Vigília de Oração (oração de preparação para o compromisso da promessa), com o tema "A Caridade como Vida na Fé – VIDA DE SANTOS". 

Dia 22 - Celebração do compromisso das Promessas, onde serão investidos lobitos, exploradores, pioneiros, caminheiros e Dirigentes.   

Do tesouro da Igreja

APRESENTAÇÃO DO SENHOR. O exemplo de naturalidade de Nossa Senhora (1)
A Lei de Moisés, além da oferenda do primogénito, prescrevia a purificação da mãe. Esta lei não obrigava Maria, que é puríssima e concebeu o seu Filho milagrosamente. Mas Nossa Senhora nunca procurou ao longo da sua vida razões que a eximissem das normas comuns do seu tempo. “Pensas – pergunta S. Bernardo – que não podia queixar-se e dizer: Que necessidade tenho eu de purificação? Por que me impedem de entrar no templo se as minhas entranhas, não tendo conhecido varão, se converteram em templo do Espírito Santo? Por que não hei-de entrar no templo, se gerei o Senhor do templo? Não há nada de impuro, nada de ilícito, nada que deva submeter-se à purificação nesta concepção e neste parto; este Filho é fonte da pureza, pois veio purificar os pecados. De que irá purificar-me o rito, se o próprio parto imaculado me fez puríssima?” (2)
No entanto, como em tantas ocasiões, a Mãe de Deus comportou-se como qualquer outra mulher judia da sua época. Quis ser exemplo de obediência e de humildade: uma humildade que a leva a não querer sobressair pelas graças com que Deus a tinha adornado. Com os seus privilégios e a dignidade de Mãe de Deus, apresentou-se naquele dia, acompanhada de José, como mais uma entre as mulheres. Poderia ter feito uso das suas prerrogativas, considerar-se isenta da lei comum, mostrar-se como uma alma singular, privilegiada, eleita para uma missão extraordinária. Mas ensinou-nos a passar inadvertidos entre os nossos companheiros, embora o nosso coração arda em amor de Deus, sem procurar excepções, pelo facto de sermos cristãos: somos cidadãos comuns, com os mesmos deveres e direitos que os outros. “Maria Santíssima, Mãe de Deus, passa inadvertida, como mais uma, entre as mulheres do seu povo. – Aprende d’Ela a viver a naturalidade” (2).
Aprendamos a não buscar o espectáculo, o gesto clamoroso nas nossas atitudes religiosas, levados pela vaidade ou pelo pretexto de fazer o bem. A eficácia não está nos gestos insólitos e beatos, mas na exemplaridade diária no cumprimento do dever, de todos os deveres, que chama a atenção precisamente por não chamá-la.
....................................................................................
(1) In Francisco Fernandez Carvajal, Falar com Deus, Meditações para cada dia do ano, vol. VI.
(2) São Bernardo, Sermão sobre a purificação de Santa Maria, III, 2.
(3) S. Josemaria, Caminho, n. 499.