3 de dezembro de 2013

Catequese e cursos de formação para adultos na paróquia em Dezembro

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas da Silva). As aulas são marcadas com os participantes, de acordo com as suas possibilidades e também as do orientador. 

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA (Orientação: P. Rui Rosas da Silva): 4ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: dia 04 /12, Tema: Os meios de salvação propostos ao homem por Deus; 11 /1, Tema: Jesus Cristo, Deus Humanado, Redentor do homem – I; dia 18/12, Tema: Jesus Cristo, Deus Humanado, Redentor do homem – II

3. CURSO DE TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Paulo de Campos): 5ªs Feiras.  Próxima sessão: 5ªa Feira, dia 05, 19.15h ou 21.30h. Tema: DEUS TRINO. UM AMOR QUE SE DÁ

Recolecções mensais no mês de Dezembro

Homens: 3ª Feira, dia 09 – 19.10h; 

Senhoras: 5ª Feira, dia 12 – 19.10h.

Niovena da Imaculada Conceição

        Entre 30/11, 6ª Feira e 8/12, Domingo, na paróquia far-se-á a NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, como manifestação de respeito e amor filial à Padroeira de Portugal. Todas as homilias das Missas focarão um tema mariano. E à tarde, no dia da Solenidade (Domingo, 8/12), com início às 17.30h, far-se-á a Exposição Solene do Santíssimo Sacramento e a tradicional reza do Terço. 

Cabaz do Natal - Dar a quem necessita

    Continuando uma tradição que conta vários anos, na nossa e em muitas outras paróquias, vamos procurar alegrar várias dezenas de famílias, carecidas pelas difíceis circunstâncias económicas que se vivem no nosso país ou por motivos particulares, na quadra natalícia, fornecendo-lhes géneros alimentares duráveis, roupas e também brinquedos para os seus filhos mais novos.
    Para concretizar esta iniciativa, para além da colaboração que teremos do Colégio Planalto e do Colégio Alemão de Lisboa, vamos solicitar, uma vez mais, a contribuição generosa dos nossos paroquianos e de pessoas amigas. Esta pode concretizar-se na oferta de géneros alimentares duráveis, dinheiro ou roupas. Necessitamos mais das duas primeiras ajudas, mas agradecemos todas, porque sabemos que são dadas com boa vontade e o desejo de fazer bem a quem necessita, mau grado possa custar algum sacrifício. 
    Para a entrega das ofertas, que podem ser deixadas no fundo da Igreja, junto da porta que dá acesso ao Coro Alto, sugerimos as seguintes datas:
Dia 01/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.
Dia 07/12, Sábado: das 17.00h às19.30h; dia 08/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.
Dia 14/12, Sábado: das 17.00h às19.30h; dia 15/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.

Certamente que serão recebidas todas as ofertas que vierem noutros dias. Agradecemos, apenas, que se respeitem os horários de abertura da Igreja.

O CABAZ DO NATAL será distribuído: 
ROUPAS: dia 19/12, 5ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h; 
GÉNEROS ALIMENTARES: dia 20/12, 6ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h.
Deus pagará com a sua generosidade de Pai as vossas ofertas.

Confissões do Natal

Para facilitar aos paroquianos a recepção do Sacramento da Reconciliação na quadra natalícia, para além  dos horários habituais, haverá Confissões:

Dia 21, Sábado: 17.00h-20.00h
Dia 22, Domingo: 17.00h-20.00h
Dia 23, 2ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-16.30h; 17.30h-19.00h
Dia 24, 3ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-20.00h

Ausências de scaerdotes no mês de Dezembro

P. Carlos e P. João: de Dom., dia 15 a 6ª F., dia 20 - actividade pastoral

Coisas práticas: Celebrar o Natal

Ajoelhar e cantar perante Jesus
Durante o ano, ao rezar o Credo na Missa todos os fiéis inclinam a cabeça enquanto pronunciam as palavras "E encarnou pelo Espírito Santo, no seio de Virgem Maria, e Se fez homem". No dia de Natal todos se ajoelham. É o gesto de adoração agradecida que lembra como foi tratado o Messias na manjedoura. Assim aparecem pastores e magos nos presépios. E nos enfeites, a estrela que os guiou e os anjos que O anunciaram aos pastores e cantaram “Glória a Deus nas alturas e paz na terra ao homens de boa vontade”. Nos Domingos do Advento omite-se este hino para o retomar com júbilo no dia de Natal do Redentor.

O dia 25 de Dezembro
Pode perguntar alguém: Por que quis Deus encarnado nascer no solstício, no momento em que o Sol está mais alto? Parece adequado Àquele que “nos visita como sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte” (Lc 1,78-79), como tinha sido anunciado, e que dirá ser a “Luz do mundo”.
Em épocas passadas a data foi tomada por teólogos, biblistas e liturgistas como uma escolha meramente pastoral. Com base em estudos históricos recentes sobre os manuscritos de Qumran pode apontar-se como perfeitamente possível a concepção de João Baptista em fins de Setembro e, a seis meses, a de Jesus no dia 25 de Março, em que a celebramos. Ao fixar nove meses depois a festa do dia 25 de Dezembro a Igreja teria sancionado (no ano 354) um uso imemorial da devoção popular da Palestina, onde se mantinha fresca a recordação por ser onde tudo se passou. Dessas comunidades se espalharam pelo mundo outras grandes festas do Senhor e da Virgem Maria.
O Deus que no passado encaminhara para Si, como Criador, toda a adoração apartando os homens dos ídolos fabricados, teria escolhido agora para nascer o solstício, já celebrado por algum desses cultos, a fim de "orientar" esse momento de festa dum deus-sol para Si, verdadeiro Sol nascente, vencedor das trevas do erro.
De modo semelhante actuarão depois os cristãos erguendo igrejas em anteriores lugares de cultos. Para Ele “orientarão” a boa vontade dos antigos que, tentando adorar o Criador se tinham ficado por alguma das suas criaturas.

Do Pároco

O mês de Dezembro aponta-nos para três datas inesquecíveis.

Presépio
A primeira é o dia 8 de Dezembro, em que nós celebramos a Imaculada Conceição da nossa Mãe, Santa Maria. Percebemos como Deus, que tanto nos ama, quis que a sua Mãe fosse absolutamente isenta de qualquer falta, porque sendo Ele o mais perfeito de todos os seres, não convinha ter como primeira morada humana o seio de uma pecadora, ou de alguém que tivesse sido tocada pelo pecado dos nossos primeiros pais. Num mundo tão violentado pela sensualidade e pelo orgulho humano, Nossa Senhora ensina-nos como viver a perfeita virtude, certamente lutando por cumprir sempre a vontade de Deus sem titubeios. Quando é interpelada pelo Arcanjo São Gabriel, que lhe anuncia o desejo de que ela fosse a Mãe do Messias prometido, mostra-nos que a isenção do pecado é perfeitamente compatível com a dificuldade de entender perfeitamente a vontade de Deus, a fim de actuar de um modo em que faça só o que Deus quer e como Deus quer. A sua pergunta: “Como será isso se eu não conheço varão” não revela, por parte de Maria, qualquer hesitação em obedecer ao repto que lhe é lançado, mas a sincera determinação de obedecer rigorosamente ao que o nosso Pai Deus lhe sugere que faça.

A segunda é o dia 25, o dia de Natal. Nela compreendemos como Deus ama o ser humano, o considera uma criatura digna de compartilhar com Ele a sua missão redentora, pois é fazendo-Se homem que o Senhor realiza a obra da nossa salvação. Não lhe era necessário proceder de tal forma, porque a sua omnipotência e a sua bondade poderiam perfeitamente determinar um número indefinido e diferente de formas de salvação do homem. Como grande pedagogo, quis encarnar, para que pudéssemos entender através de uma lição tão humana, a beleza e a eficácia do amor divino, pois o vemos palpitar no Coração de Cristo, que nos convida a aprender a sua lição: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração”. A sua vinda à terra é também uma manifestação eloquente da dignidade que o Criador nos deu. Se o pecado tivesse corrompido a nossa natureza de tal modo que ela não fosse capaz senão de pecar, Cristo faria de certeza a nossa Redenção por outra via, já que Deus é incompatível com qualquer imperfeição, mormente de carácter moral. 

Mas não: quis ser uma criança inerme, totalmente entregue ao cuidado dos seus pais para sobreviver, porque foi um bebé recém-nascido como todos nós e necessitou da mãe para entrar na vida, crescer e aprender, também com S. José, seu pai adoptivo, tudo aquilo que uma criança necessita de aprender – falar, rezar, relacionar-se com os outros, ser perito num ofício profissional, etc. Encarnando nestas circunstâncias, Deus revelou-nos que ama a capacidade do homem – que Ele lhe deu como seu Criador – de realizar uma tarefa ímpar: a de gerar uma pessoa humana santa, obedecendo aos passos e ao ritmo de crescimento que a natureza nos impõe.

Por fim, o dia 31, último do ano, que nos faz pensar retrospectivamente nos dias que vivemos em 2013, com todos os seus momentos de alegria e de tristeza, de sucesso e de fracasso. A quem é que devemos apresentar os resultados deste exame de consciência? A Deus Nosso Senhor, para Lhe pedir com humildade que saibamos ser agradecidos por tudo o que Ele nos ofereceu – o tempo de vida, os triunfos na luta diária por sermos honestos e honrados, os amigos que nos estimam e alegram a existência, a sua presença na Eucaristia para estar bem perto de nós e dos nossos apelos em momentos mais difíceis, etc. E, como é óbvio, o perdão que é necessário apresentar-Lhe por todas as deficiências da nossa conduta, feitas de preguiça, de orgulho, de esquecimento das necessidades alheias, da crítica fácil, de sensualidade, etc. 

Maria Santíssima, no Céu, como boa Mãe e com a sua autoridade sobre nós e sobre o próprio Cristo, será, como sempre, a melhor intermediária para que os propósitos – poucos, concretos e realizáveis, embora audaciosos – que nós apresentemos com vontade de melhorar no ano que vai iniciar-se, sejam bem recebidos e aceites.

Do Tesouro da Igraja

Apontamentos sobre o Natal de alguns santos

S. Leão Magno: “Hoje nasceu o nosso Salvador. Não pode haver lugar para a tristeza, quando acaba de nascer a própria vida, a mesma que põe fim ao temor da mortalidade e nos infunde a alegria da eternidade prometida. Ninguém deve sentir-se incapaz de participar de tal felicidade, a todos é comum o motivo para o júbilo; pois Nosso Senhor, destrutor do pecado e da morte, como não encontrou ninguém livre de culpa, veio libertar-nos a todos. Alegre-se o santo, já que se aproxima a vitória, alegre-se o gentio, já que é chamado à vida. Pois o Filho, ao chegar a plenitude dos tempos (...) assumiu a natureza do género humano para reconciliá-la com o seu Criador” (1).

S. Bernardo: “Acabamos de ouvir uma mensagem transbordante de alegria e digna de todo o apreço: Cristo Jesus, o Filho de Deus, nasceu em Belém de Judá. A notícia faz-me estremecer, o meu espírito acende-se no meu interior e apressa-se, como sempre, a comunicar-vos esta alegria e este júbilo”. (2)

S. Josemaria Escrivá: “O Natal (...) está rodeado de uma simplicidade admirável: o Senhor vem sem aparato, desconhecido de todos. Na Terra, só Maria e José participam da divina aventura. Depois, os pastores, avisados pelos Anjos. E mais tarde os sábios do Oriente. Assim acontece o facto transcendente que une o Céu à Terra. Deus ao homem! Como é possível tanta dureza de coração, que cheguemos a acostumar-nos a estes episódios? 
Deus humilha-se para que nos possamos aproximar d’Ele, para que possamos corresponder ao seu amor com o nosso amor, para que a nossa liberdade se renda, não só perante o espectáculo do seu poder, como também perante a maravilha da sua humildade” (2)

Beato João Paulo II: “Pouco importa que nessa primeira noite, a noite do nascimento de Jesus, a alegria do acontecimento chegue somente a poucos corações. Pouco importa. Está destinado a todos os corações humanos. É a alegria do género humano, alegria sobre-humana! Por acaso pode haver alegria maior do que esta, pode haver Nova melhor do que esta? O homem foi aceite por Deus para converter-se em filho, por meio deste Filho de Deus que se fez homem. (...) 
Hoje, sabem-no milhões de homens em todo o mundo, e, apesar disso, a escuridão permanece; às vezes, parece até mais densa. (...) Os que acolheram o Senhor naquela noite experimentaram uma grande alegria, alegria que brota da luz. A escuridão do mundo foi dissipada pela luz do nascimento de Deus” (1).
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(1) S. Leão Magno: Sermão no Natal do Senhor, 1-3
(2) S. Bernardo: Sermão sobre o Anúncio do Natal, 1
(3) S. Josemaria Escrivá: Cristo que passa – Homilias, n. 14
(4) Beato João Paulo II: Homilia na Missa do Natal de 1980

Catequese de crianças no mês de Dezembro

Seguindo o ritmo da nossa Catequese paroquial o Ano-Lectivo oficial, recorda-se que as aulas serão interrompidas durante os dias das Férias do Natal

Missas durante o mês de Dezembro

Missas habituais
a) Domingo – 10.00h, 12.00h e 19.00h
b) Semana – 2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h

Missas durante a quadra natalícia:
Dia 24, 3ªFeira (Véspera do Natal): Missas – 12.15h; 18.30h (Vigília) e 23.00h (Missa do Galo)
Dia 25, 4ª Feira (Dia de Natal): 10.00h, 12.00h e 19.00h
Dia 1 de Janeiro de 2014, 4ª Feira (Dia Santo – Santa Maria, Mãe de Deus): Missas – 10.00h, 12.00h e 19.00h

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras: Iniciativas no mês de Dezembro

Dia 1 - No âmbito da comemoração do 31º aniversário da Filiação do Agrupamento, e por convite do Conselho Directivo do Sporting Club de Portugal, vamos assistir ao jogo Sporting vs. Paços de Ferreira. 

Dias 13, 14  e 15 - Acantonamento dos Pioneiros na Fonte da Telha. 

Dias 14 e 15 - Acantonamento dos Lobitos na Venda Seca; - Acantonamento dos Exploradores, local ainda por confirmar. - Actividade dos Caminheiros em Alicante/Espanha para recolha da Luz da Paz de Belém. 

Dia 21 - Cerimónia de Partilha da Luz da Paz de Belém. Será realizada na igreja do Alto do Lumiar às 19h30, logo após a Missa das 18h30. A cerimónia será aberta a todos quantos desejem levar a luz para as suas casas.

Baptismos e Casementos no mês de Dezembro

a) Baptismos: 
Sábado, dia 07: 11.00h – Eduardo Mesquita;
18.30h – Beatriz Pires Gomes da Silva e Nuno Henrique Ribeiro de Sousa
Sábado, dia 21: 1530h – Manuel Varela Romão

b) Casamento:
Sábado, dia 28: 11.30h – Andrea Cristina de Oliveira Pires e Sérgio Filipe da Costa dos Santos Estrela