6 de novembro de 2013

Catequese de 2013/14 na nossa Paróquia

a) De crianças

Começadas já as aulas, lembramos os seus horários

         Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos: 11.00h
         Rapazes:   3ªs Feiras, 17.45h; Sábados:    11.00h
                                   
b) De adultos

1. Preparação para o Crisma: Aulas às 4ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 6 e 27 de Novembro (Obs. Às três primeiras sessões estarão presentes também os catecúmenos que se estão a preparar na nossa paróquia).

2. Teologia para todos: Orientação: P. João Campos: 5ª Feira, dia: 21, 19.15h ou 21.30h. Tema: A atitude de Fé perante a Revelação.

Recolecções neste mês de Novembro (na igreja)

Homens:   3ª Feira, dia 12, 19.15h

Senhoras: 5ª Feira, dia 14, 19.15h

Ausências de sacerdotes no mês de Novembro

 P. Rui: de 2ª F., dia 4 a 5ª F., dia 7 - actividade pastoral

Dar a quem necessita

    Continuamos, na medida das nossas disponibilidades e, graças, exclusivamente, à generosidade dos paroquianos, a distribuir mensalmente géneros alimentícios duráveis a cerca de 50 famílias carecidas da nossa paróquia.

    Lembramos ainda que, com a mesma fonte de ajuda, temos pago bastantes receitas médicas de remédios comparticipados, bem como contas de água, de luz e de outras despesas caseiras. E ainda fizemos a distribuição de roupa e calçado, que nos ofereceram.

  Agradecendo o auxílio, pedimos que, durante este mês, se for possível, a vossa comparticipação aumente, porque também as solicitações são mais e mais dispendiosas. Que Deus vos pague!

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras - Acitivdades neste mês

Dia 2 – Primeira grande actividade do Ano. “Dia do Núcleo Oriental”, que compreende 17 Agrupamentos, entre os quais se encontra o nosso. Dia para encontrar e fazer novos e grandes amigos.

Dias 16 e 17 – Actividades para Caminheiros: IX Ao Leme e II ERAIV. A primeira visa a formação de Guias das tribos de Lisboa; a segunda procura dotar os animadores com mais ferramentas úteis para o desempenho da sua missão.

Do Pároco

     
Imagem: Todos os Santos
       Mês de Novembro, mês das almas. Por elas pedimos, de uma forma especial, durante este mês. No entanto, não nos esqueçamos que não é apenas das almas do Purgatório que nos devemos lembrar, para as encomendar à misericórdia de Deus, sufragando-as e pedindo ao Senhor que as leve para o Céu.

A Igreja que o Senhor fundou tem três dimensões, que vivem perfeitamente unidas em Cristo, sua Cabeça, e animadas pelo Espírito Santo. Assim, podemos falar da Igreja Militante, que são todos os discípulos de Jesus que vivem connosco a vida terrena e esperam que um dia, quando Ele quiser e melhor achar, as chame para a vida eterna; consideramos também a Igreja Triunfante, constituída por todas as almas que estão no Céu, gozando da bem-aventurança eterna, pela participação na felicidade perfeita do Deus Uno e Trino, Pai, Filho e Espírito Santo. E ainda a Igreja Purgante, formada por todas aquelas almas que esperam, com gozo, embora padecendo a sua purificação, o momento da sua chamada para o Céu.

À Igreja Triunfante, podemos pedir por nós, por todos os que connosco aqui vivem e labutam, pelas grandes intenções da Igreja, do mundo que nos rodeia, para que haja verdadeira paz e justiça, e, certamente, pelas almas do Purgatório. A sua intercessão é muito valiosa. Lembremos que junto delas e com elas está a nossa Mãe do Céu, Nossa Senhora, Medianeira de todas as graças, que acompanhará e reforçará, por assim dizer, todas as petições que essas almas santas fizerem por seu intermédio a Deus. 

Quantas delas, que agora gozam da companhia de Deus para sempre, não se recordarão das dificuldades, das lutas e das canseiras que enfrentaram na sua passagem pela terra e, se for o caso, da sua passagem pelo Purgatório. Quanto reconhecimento não terão para com todos aqueles que sufragaram as suas almas, que se sacrificaram aqui em baixo pelas suas pessoas, que lhes dedicaram verdadeiro e sincero amor, as ajudaram nas dificuldades, as consolaram nas suas tristezas e, enfim, compartilharam como amigos verdadeiros dos seus momentos de alegria. São almas reconhecidíssimas, que vivem intensamente a caridade e que, por isso mesmo, têm uma capacidade de intercessão muito forte. Falemos com elas, pedindo-lhes para nos ajudarem na conquista do que elas já alcançaram: o Céu.

S. Josemaría falava das “minhas boas amigas, as almas do Purgatório”. “Boas amigas”, isto é, pessoas que se purificam, sem revolta e sem ressentimento, porque viram na sentença de Cristo a prova, clara e objectiva, do que é capaz o amor e a misericórdia de Deus para salvar quem ama. Tudo o que pôde aproveitar como mérito do seu comportamento terreno, valorizou-o em extremo; e perdoou com o seu Coração “manso e humilde” o que não era recomendável. Mas de um modo tão decisivo e radical, que deixou absolutamente surpreendido quem foi julgado, levando-o a perceber com nitidez o sentido profundo da parábola do “Filho Pródigo”. Deus é o Pai que se alegra quando perdoa; não guarda qualquer ressentimento. Pelo contrário, regozija-Se e festeja com a maior satisfação o retorno de quem O tinha ofendido e desprezado, porque o ama e sempre o amou, aguardando o seu regresso com o desejo de reatar as boas relações que o pecador desprezou.

As almas do Purgatório são muitísssimo boas. Purificam-se e desejam atingir o momento de entrar no Reino dos Céus. Se nós, com os nossos sufrágios conseguimos apressar esse passo, elas podem pedir por nós, reconhecidas pela nossa amizade e pelas nossas orações e sacrifícios. Rezemos por elas e encomendemo-nos à sua intercessão, porque Deus as ouve com especial carinho.

Estando quase a terminar o Ano da Fé, que forma tão prática de viver com entusiasmo a Comunhão dos Santos, unindo-nos a Deus e a todas as almas que constituem a sua Igreja, na Terra, no Céu e no Purgatório. 

Coisas práticas: As indulgências

1. O que é a indulgência? Indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel, devidamente disposto, obtém em certas e determinadas condições por acção da Igreja, a qual, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. É preciso ter intenção de a receber e estar em graça, ao menos no final das obras prescritas.

2. Que espécies há de indulgências? Há duas espécies: a «parcial» e a «plenária».

3. Por que se chama parcial ou plenária? Por libertar em parte ou no todo da pena temporal devida pelos pecados. São sempre aplicáveis a si mesmo ou às almas dos defuntos, mas não a outras pessoas vivas.

4. O que é que se perdoa com a indulgência parcial? Ao fiel que, pelo menos com o coração contrito, realiza uma obra enriquecida com indulgência parcial, é-lhe concedida, por graça da Igreja, uma remissão de pena temporal igual à que ele recebe pela própria obra.

5. Quantas vezes por dia se pode obter a indulgência plenária? Só uma por dia, salvo o fiel «no momento da morte», que poderá lucrar a indulgência plenária por este motivo, ainda que no mesmo dia tenha obtido já outra indulgência plenária.

6. Que se requer para ganhar indulgência plenária? Requer-se: a) execução da obra enriquecida com a indulgência; b) confissão sacramental; c) comunhão eucarística, e d) oração pelas intenções do Santo Padre. Além disso, é necessário que não exista nenhum afecto a qualquer pecado, mesmo venial.

7. Quando se devem cumprir as condições de confissão, comunhão e oração pelo Papa? Ainda que possam cumprir-se alguns dias antes ou depois (cerca de 20) do acto indulgenciado, é conveniente que a comunhão e a oração pelo Papa se realizem no mesmo dia em que se faça a obra.
Com uma só confissão podem ganhar-se várias indulgências plenárias; pelo contrário, com uma só comunhão e uma só oração pelo Papa, somente se pode ganhar uma indulgência plenária.

 (cfr. Constituição Apostólica «Indulgentiarum Doctrina», de Paulo VI, de 1. 1. 1967 ; Catecismo da Igreja Católica nn. 1471- 1470 e CIC, cc. 992-997).)

Do Tesouro da Igreja

                     A respeito da APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA: “Acreditou na mensagem divina e concebeu pela sua fé” - St. Agostinho

Peço-vos que atendais ao que disse Cristo, o Senhor, estendendo a mão sobre os seus discípulos: São estes a minha mãe e os meus irmãos. O que cumpre a vontade de meu Pai, que me enviou; esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Porventura não cumpriu a vontade do Pai a Virgem Maria, ela que acreditou na mensagem divina, que concebeu pela sua fé, que foi eleita para que dela nascesse entre os homens o que havia de ser a nossa salvação, que foi criada por Cristo, antes de Cristo ser criado nela?
Certamente que Santa Maria cumpriu, com toda a perfeição, a vontade do Pai e, por isso, é mais importante a sua condição de discípula de Cristo do que a de mãe de Cristo, é mais ditosa por ser discípula de Cristo do que por ser mãe de Cristo. Deste modo, Maria foi bem-aventurada, porque, antes de dar à luz o seu mestre, trouxe-o no seu seio.
Repara se não é tal como eu digo. Passando o Senhor, seguido por multidões e realizando milagres, disse uma mulher: Ditoso o ventre que Te trouxe. E o Senhor, para nos ensinar que não se deve procurar a felicidade nas realidades de ordem material, o que é que respondeu? Felizes antes os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática. Por isso, Maria é ditosa também porque ouviu a palavra de Deus e a cumpriu. Trouxe no seu seio o corpo de Cristo, mas, melhor ainda, guardou na sua mente a verdade de Cristo. Cristo é a verdade, Cristo teve um corpo: na mente de Maria esteve Cristo, a verdade; no seu seio esteve Cristo feito carne, um corpo. E é mais importante o que está na mente do que o que se leva no seio.
Maria foi santa, Maria foi ditosa, mas mais importante é a Igreja do que a própria Virgem Maria. Em que sentido? Enquanto Maria é parte da Igreja, um membro santo, excelente, um membro supereminente, mas um membro da totalidade do corpo; ora, o corpo inteiro é mais do que um dos seus membros. A cabeça deste corpo é o 
Senhor, e o Cristo total constitui a cabeça e o corpo. Que mais diremos? Temos, no corpo da Igreja, uma cabeça divina, temos o próprio Deus por cabeça.
Portanto, amadíssimos irmãos, olhai para vós mesmos: também vós sois membros de Cristo, corpo de Cristo. Assim o afirma o Senhor, de maneira equivalente, quando diz: Estes são a minha mãe e os meus irmãos. Como sereis mãe de Cristo? O que escuta e cumpre a vontade do meu Pai, que está no Céu, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Podemos entender aqui o significado que nos dá Cristo de “irmãos” e “irmãs”: a herança celestial é única, e, portanto, Cristo, que sendo único não quis estar só, quis que fôssemos herdeiros do Pai e seus co-herdeiros.
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Dos Sermões de St. Agostinho, Bispo: Sermão 25, 25, 7-8; PL 486, 937-938

Horário de Missas noutros lugares de culto situados no território da paróquia de Telheiras

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel.: 217125110) – De 2º Feira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h.

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel.: 217140086) – De 2º Feira a Sábado:  7.30h, (excepção: 5ªs Feiras, 19.30h); Domingos: 8.30h.

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados.
Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequentar regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

Baptismos e Casamentos durante este mês na nossa Paróquia

Baptismos:
Sábado, dia 16, 11.30h: Rodrigo Sustelo
Sábado, dia 23, 12.00h: José Afonso C. Pires Correia

Casamentos:
Sábado, dia 16: 15.30h: Fernando Tomás L. de Mello e Sampayo e Catarina F. de Mello e Sampayo