5 de setembro de 2013

Missas no mês de Setembro na paróquia

a)Até 7 de Setembro, Sábado: de 2ª Feira a Sábado: 18.30h;
a partir de 9 de Setembro, 2ª Feira: de 2ª a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

b)Domingos: 10.00h, 12.00h e 19.00h.

Recolecções em Setembro

Homens:   3ª Feira, dia 10, 19.10h; 

Senhoras: 5ª Feira, dia 12, 19.10h

Catequese 2013/2014 na nossa paróquia

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)
                         
1. Horários definitivos: Rapazes: 3ª Feiras, 17.45h e Sábados, 11.00h;
                                         Raparigas 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos, 11.00h
                         
2. Começo das Aulas: Semana que principia na 2ª Feira, 7 de Outubro
 
3. Informação sobre as datas das Festas da Catequese do Ano Catequético de 2013/2014:
    03 de Setembro, 3ª Feira

4. Festas da Catequese: A indicar no início das aulas.

b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h. As aulas começam a 8 de Outubro, 3ª Feira, 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 19 de Abril de 2014.
2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªsFeiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 15 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: Dia 31 de Maio, Sábado, 10.00h
3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos): Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam-se a 17de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

AGRUPAMENTO DE ESCUTEIROS Nº 683 – ACTIVIDADES NESTE MÊS

   Dias 7 e 8: INDABA – Encontro de formação de animadores, na zona Oeste do país, em local a designar.

   Dia 14: Participação na Festa da Juventude, organizada pela Junta da Freguesia do Lumiar, em conjunto com o Agrupamento do Lumiar e a 4ª Companhia das Guias de Portugal.

   Dias 22 e 23 – Acampamento de Abertura das Actividades Escutistas, em local a designar; passagem de elementos de secção.

Ausências de sacerdotes a partir do mês de Setembro

P. João Campos: de dia 5, 5ª F. a dia 7, Sábado: Actividade pastoral

P. Carlos Santamaria: de dia 27, 6ª F. a dia 29, Domingo: Actividade pastoral

P. Enrique Calvo: de dia 9, 2ª F. a dia 23, 2ª F. : Actividade pastoral;

P. Rui Rosas: até dia 15, Domingo: Férias; de dia 24, 3ª F. a dia 29, Domingo: Actividade pastoral.

Coisas práticas: A Vera-Cruz

O sinal da Cruz
A Cruz é memorial da Paixão do Cristo, seu patíbulo e trono de vitória e o estandarte dos que o seguem.
Os primeiros cristãos pintaram e gravaram a Cruz nas paredes das catacumbas e em sarcófagos.
No séc. III o sinal do cristão é traçado com o polegar e o indicador da mão direita sobre a frente (depois até ao peito, no séc. V). No séc. X já está generalizada a forma ampla actual: da testa ao peito e de ombro a ombro. 
“Traçar sobre si mesmo o sinal da Cruz, significa pronunciar um sim visível e público Àquele que morreu por nós e que ressuscitou, ao Deus que na humildade e da debilidade do seu amor é o Omnipotente, mais forte que todo o poder e inteligência do mundo" (Bento XVI, 11-5-2005).

Adoração da Cruz
Santa Helena, mãe do imperador Constantino, procurou e encontrou o verdadeiro lenho onde Jesus morreu. Graças à cura de um doente que tocou no madeiro pôde saber-se qual era, entre os vários descobertos no local.
O testemunho da peregrina Etéria (séc. IV) narra a adoração da Cruz que presenciou numa manhã de Sexta-feira Santa, em Jerusalém. Durante muitas horas o povo desfilou em silêncio para a capela do Gólgota, donde o Bispo expunha à veneração a vera cruz; cada fiel beijava o santo lenho, depois de o ter tocado com a frente e com os olhos. O “lignum crucis” espalhou-se em muitos pedaços pequenos por todo o mundo e no séc. VII, já estava na liturgia de Roma, mas nas igrejas usava-se um crucifixo cujo véu quaresmal se retira para a adoração.

Festa da Exaltação da Santa Cruz
Celebra-se em Jerusalém na data da dedicação da basílica, a 14 de Setembro do ano 335. À festa uniu-se uma recordação dos começos do século VII. Tendo os persas saqueado Jerusalém e destruído muitas basílicas, apoderaram-se também das relíquias da Santa Cruz; pouco depois porém seriam recuperadas pelo imperador Heráclio em 628 (a 3 de Maio).
A festa do dia seguinte da Nossa Senhora das Dores convida a unirmos também as nossas às de Jesus.

No mês passado

Acampamento do Agrupamento no Parque Permanente do Bonito (28/07 a 2/08)
    O Acampamento, que decorreu da melhor maneira, tinha como imaginário, “Harry Potter e a Anilha Mágica”, tinha como objectivo viver a magia do escutismo.
As diversas secções realizaram diversas actividades, das quais se destacam:
- Pioneiros e Caminheiros: Raid nocturno, que os levou do Entroncamento a Constância;
- Exploradores, Pioneiros e Caminheiros: Campo didáctico de sobrevivência, com a colaboração da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos;
- Lobitos: visita ao Centro Integrado d Educação em Ciências e ao Museu Ferroviário do
Entroncamento;
- Todas as secções: prática de canoagem.
- Momento inesquecível do Acampamento: Fogo de Conselho.

Do Pároco

                 
Imagem: O bom samaritano
   Estamos a recomeçar um ano laboral, num país assolado pelo desemprego e por fortes dificuldades económicas, que trazem muitas famílias em situações de verdadeira perplexidade.

     Temos de confiar no futuro, que a Deus pertence, como diz o povo, mas que deve contar com o esforço de todos para que melhore substancialmente. Não se pode ficar indiferente perante as necessidades alheias. A “crise”, como lhe chamamos, não deve deixar a todos paralisados, a pensar nos seus haveres de uma forma egoísta e com um temor de os perder que assume, muitas vezes, autênticas proporções patológicas. 

    É óbvio que cada um tem de pensar como viver pagando mais impostos e com os preços a disparar e a atrofiar o orçamento familiar. Mas o que não é moralmente correcto é, por causa desta situação, esquecer-se dos outros e olhar a realidade como o avarento de Molliére, ou como aquele que, nos tempos em que fumar era mais liberal, escondia os seus cigarros com medo de “ser cravado” por algum colega a quem tinha acabado, pontualmente, a sua provisão de tabaco.

    Felizmente que há muita gente generosa entre nós, como aquela paroquiana que se referiu no mês passado: por se ter empregado e melhorado a sua situação económica, teve a seriedade de renunciar ao quinhão de auxílio alimentar que a paróquia lhe fornecia mensalmente, a favor de alguém mais necessitado. Se não fosse honesta e generosa, tomaria a mesma atitude do fumador: calar-se-ia e acumularia em sua casa o que conseguia com o seu salário, ajuntando o que a caridade dos outros lhe oferecia, supondo que necessitasse dela como de “pão para a boca”.

    Se, com medo da crise, nos esquecemos que todos são filhos de Deus e têm a estima do Senhor, tanto quanto nós, estamos a praticar uma espécie de racismo classista, querendo que Deus nos ajude e nos salve, e ignorando a sorte daqueles que são atormentados com a carência económica e vivem momentos de angústia e atropelo. Não são filhos de Deus como nós? Deus não os estima? A sua sorte terá a ver com uma espécie de desprezo divino para com os necessitados? Deus é Pai e padrasto no mau sentido ao mesmo tempo?

   Os desacertos económicos são habitualmente ocasionais e revercíveis. No entanto, não podemos deitar-nos na sesta do sofá do nosso egoísmo e deixar que os outros resolvam as coisas, como se eu não tivesse nada a ver com os problemas que me cercam. E atiramos tudo para os outros, nomeadamente para o estado, o poder político, ou ainda para as instituições da Igreja que se dedicam a obras sócio-caritativas. Aforro assim os meus haveres, trato-os como objecto de estimação e de cautela e os outros que cuidem de fazer o mesmo. Melhor dito: tem de haver outros que cuidem destes problemas, mas eu não, porque não são da minha especialidade e competência. 

   Não sejamos hipócritas. Quando aforro ou acautelo o que tenho, decerto que vivo a virtude da prudência. Devo precaver-me e defender as responsabilidades que contraí para comigo e para com quem é o meu próximo mais directo: família, amigos, etc. Mas não enveredemos por uma falsa prudência ou “prudência da carne”, que nada tem a ver com a justiça, porque transforma o que é virtuoso num círculo vicioso que começa em mim, à volta de mim gira e acaba em mim, como centro e referência única. Os outros ficam de fora, porque não dizem respeito ao mundo egocêntrico que eu fabriquei com a minha imaginação.

    Lembremo-nos da parábola do bom samaritano. Havia razões mal interpretadas para que os dois primeiros passantes não socorressem quem estava carente dum auxílio urgente. Só o samaritano tem compaixão.

    Há muita gente a precisar desse auxílio urgente neste momento. Os bens que Deus pôs à disposição dos homens são fartos, embora precisem de ser distribuídos por todos equitativamente. E, na medida das possibilidades que cada um tenha, mesmo mínimas, não as posso esquecer e, muito menos, desprezar, ou, duma forma superficial, ignorar. Em jogo sempre descobriremos o nosso egoísmo. Abramos o coração a horizontes de generosidade.

Do tesouro da Igreja

O Santo Cura de Ars e Nossa Senhora (*)

Maria, Nossa Corredentora
     “Há entre vós quem tenha reflectido na caridade da Santíssima Virgem pelos homens? Ela pôs-nos diante do seu Filho: entre sacrificá-Lo para salvar as almas, ou deixar o género humano para O poupar, preferiu entregá-Lo para nos salvar. É a 2 de Fevereiro (festa da Purificação) que ela O oferece a Deus, começando para ela o sacrifício do Calvário…” “Deus deu-lhe a conhecer de antemão todas as dores, todos os ultrajes e todos os tormentos que o seu divino Filho havia de sofrer antes de morrer…”
     Vianney imaginava, do púlpito, os sofrimentos de Maria, colocando na sua boca: “Ah! Seus pés e suas mãos, que ao longo de trinta e três anos se ocuparem em distribuir graças e bênçãos, serão um dia perfurados e espetados num madeiro infame, seus olhos a irradiar amor serão cobertos de escarros nojentos, seu rosto ficará todo pisado das bofetadas, todo o seu corpo será flagelado, a sua cabeça radiante de glória será penetrada por cruel coroa de espinhos…”
    Vianney imaginava ainda Jesus a percorrer as ruas de Jerusalém, nos seguintes e dolorosos termos: “Chegará um dia em que verei estes caminhos regados pelo seu precioso sangue, estendê-Lo-ão na árvore da cruz, ouvirei pregá-Lo, mas sem o poder socorrer. Oh que dor inexprimível!”
   Estes estratos do sermão da Natividade de Maria assinalam bem o papel corredentor de Maria.

Nossa mediadora
    Vianney recorre a uma imagem para explicar o poder mediador de Maria: “O homem foi criado para o Céu, mas o demónio quebrou a escada que levava até lá; mas Jesus Cristo, pela sua Paixão, alcançou-nos outra. Maria está no topo desta escada, segurando-a com ambas as mãos, ao mesmo tempo que nos diz: “Vinde! Vinde! Oh, que belo apêlo!...
Trabalhemos sem descanso, olhemos para o Céu aberto, chamemos Maria em nossa ajuda…, ela convida-nos.
   Quando se quer entrar numa casa, chama-se o porteiro para que nos abra a porta. A Santíssima Virgem é a porteira do Céu, não podemos lá entrar sem a sua ajuda…”
“Sempre que alguém pretende oferecer um presente a uma pessoa importante, fá-lo apresentar por alguém da sua preferência, para que o presente lhe seja agradável. Assim, as nossas orações. Se apresentadas pelas mãos da Santíssima Virgem, passam a ter outro mérito, pois ela é a única criatura que nunca ofendeu a Deus. Tudo o que o Filho pede ao Pai é-Lhe concedido, tudo o que a Mãe pede ao Filho é-lhe igualmente concedido…
    O Pai compraz-se a olhar para Maria como obra saída das suas mãos: e toda a gente gosta daquilo que faz, sobretudo quando bem feito. O mesmo acontece com o Filho, relativamente a sua Mãe muito amada, e com o Espírito Santo, como seu templo”.

O Coração de Maria
    O Coração de Maria – dizia Vianney – é tão sensível que, com ele comparado, os corações de todas as mães da terra não passam de um pedaço de gelo… Ele é todo amor e misericórdia. Basta volta-se para ela, para se ser atendido. Ela só quer a nossa felicidade…”
Maria, nossa Mãe
   “Jesus Cristo, depois de nos dar tudo o que podia dar, isto é, o mérito de todas as suas andanças, dos seus sofrimentos e da sua morte dolorosa, ah! que poderei dizer ainda, do seu corpo adorável e do seu sangue precioso para servirem de alimento às nossas almas, quer ainda oferecer tudo o que Ele tem de mais precioso, a sua Santa Mãe…”
    Parece-lhe ouvir Jesus dizer a Maria: “Ah, minha Mãe, já que tenho de regressar a meu Pai e aqui deixar os meus filhos, prevejo que o demónio vai fazer tudo o que puder para que eles se percam, mas o que me consola é que vós (Maria) tomais conta deles, que os defendeis e que os consolais no meio dos seus sofrimentos…” E Maria responder: “Não, meu Filho, nunca deixarei de cuidar deles, até que tenham chegado ao Reino que lhes conquistastes com os teus sofrimentos.”
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(*) Palavras do Cura de Ars, Françoise Bouchard, Editorial Quadrante, S. Paulo, 2009, pp. 53-56.

Casamentos e baptismos no mês de Setembro



Baptismos:

Sábado, dia 7: 11.00h – Carlota Santos Silva;

Sábado, dia 14: 12.00h – Vasco Maria Correia de Almeida; 16.00h – Henrique Morkos

Sábado, Dia 21: 11.00h – Afonso Maria Leitão Oliveira; 16.00h – Catarina Forte Marques

Casamentos:


Sábado, Dia 21: 11.00h – Nuno Miguel Duarte Oliveira e Ana Rita Barata Lopes Prazeres Leitão;

Sábado, Dia 28, 12.00h – Nuno Lucas e Ana Cascais