3 de dezembro de 2013

Catequese e cursos de formação para adultos na paróquia em Dezembro

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas da Silva). As aulas são marcadas com os participantes, de acordo com as suas possibilidades e também as do orientador. 

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA (Orientação: P. Rui Rosas da Silva): 4ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: dia 04 /12, Tema: Os meios de salvação propostos ao homem por Deus; 11 /1, Tema: Jesus Cristo, Deus Humanado, Redentor do homem – I; dia 18/12, Tema: Jesus Cristo, Deus Humanado, Redentor do homem – II

3. CURSO DE TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Paulo de Campos): 5ªs Feiras.  Próxima sessão: 5ªa Feira, dia 05, 19.15h ou 21.30h. Tema: DEUS TRINO. UM AMOR QUE SE DÁ

Recolecções mensais no mês de Dezembro

Homens: 3ª Feira, dia 09 – 19.10h; 

Senhoras: 5ª Feira, dia 12 – 19.10h.

Niovena da Imaculada Conceição

        Entre 30/11, 6ª Feira e 8/12, Domingo, na paróquia far-se-á a NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, como manifestação de respeito e amor filial à Padroeira de Portugal. Todas as homilias das Missas focarão um tema mariano. E à tarde, no dia da Solenidade (Domingo, 8/12), com início às 17.30h, far-se-á a Exposição Solene do Santíssimo Sacramento e a tradicional reza do Terço. 

Cabaz do Natal - Dar a quem necessita

    Continuando uma tradição que conta vários anos, na nossa e em muitas outras paróquias, vamos procurar alegrar várias dezenas de famílias, carecidas pelas difíceis circunstâncias económicas que se vivem no nosso país ou por motivos particulares, na quadra natalícia, fornecendo-lhes géneros alimentares duráveis, roupas e também brinquedos para os seus filhos mais novos.
    Para concretizar esta iniciativa, para além da colaboração que teremos do Colégio Planalto e do Colégio Alemão de Lisboa, vamos solicitar, uma vez mais, a contribuição generosa dos nossos paroquianos e de pessoas amigas. Esta pode concretizar-se na oferta de géneros alimentares duráveis, dinheiro ou roupas. Necessitamos mais das duas primeiras ajudas, mas agradecemos todas, porque sabemos que são dadas com boa vontade e o desejo de fazer bem a quem necessita, mau grado possa custar algum sacrifício. 
    Para a entrega das ofertas, que podem ser deixadas no fundo da Igreja, junto da porta que dá acesso ao Coro Alto, sugerimos as seguintes datas:
Dia 01/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.
Dia 07/12, Sábado: das 17.00h às19.30h; dia 08/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.
Dia 14/12, Sábado: das 17.00h às19.30h; dia 15/12, Domingo: das 9.30h às13.00h; das 17.00h às 20.00h.

Certamente que serão recebidas todas as ofertas que vierem noutros dias. Agradecemos, apenas, que se respeitem os horários de abertura da Igreja.

O CABAZ DO NATAL será distribuído: 
ROUPAS: dia 19/12, 5ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h; 
GÉNEROS ALIMENTARES: dia 20/12, 6ª Feira, entre as 10.00h e as 11.45h.
Deus pagará com a sua generosidade de Pai as vossas ofertas.

Confissões do Natal

Para facilitar aos paroquianos a recepção do Sacramento da Reconciliação na quadra natalícia, para além  dos horários habituais, haverá Confissões:

Dia 21, Sábado: 17.00h-20.00h
Dia 22, Domingo: 17.00h-20.00h
Dia 23, 2ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-16.30h; 17.30h-19.00h
Dia 24, 3ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-20.00h

Ausências de scaerdotes no mês de Dezembro

P. Carlos e P. João: de Dom., dia 15 a 6ª F., dia 20 - actividade pastoral

Coisas práticas: Celebrar o Natal

Ajoelhar e cantar perante Jesus
Durante o ano, ao rezar o Credo na Missa todos os fiéis inclinam a cabeça enquanto pronunciam as palavras "E encarnou pelo Espírito Santo, no seio de Virgem Maria, e Se fez homem". No dia de Natal todos se ajoelham. É o gesto de adoração agradecida que lembra como foi tratado o Messias na manjedoura. Assim aparecem pastores e magos nos presépios. E nos enfeites, a estrela que os guiou e os anjos que O anunciaram aos pastores e cantaram “Glória a Deus nas alturas e paz na terra ao homens de boa vontade”. Nos Domingos do Advento omite-se este hino para o retomar com júbilo no dia de Natal do Redentor.

O dia 25 de Dezembro
Pode perguntar alguém: Por que quis Deus encarnado nascer no solstício, no momento em que o Sol está mais alto? Parece adequado Àquele que “nos visita como sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte” (Lc 1,78-79), como tinha sido anunciado, e que dirá ser a “Luz do mundo”.
Em épocas passadas a data foi tomada por teólogos, biblistas e liturgistas como uma escolha meramente pastoral. Com base em estudos históricos recentes sobre os manuscritos de Qumran pode apontar-se como perfeitamente possível a concepção de João Baptista em fins de Setembro e, a seis meses, a de Jesus no dia 25 de Março, em que a celebramos. Ao fixar nove meses depois a festa do dia 25 de Dezembro a Igreja teria sancionado (no ano 354) um uso imemorial da devoção popular da Palestina, onde se mantinha fresca a recordação por ser onde tudo se passou. Dessas comunidades se espalharam pelo mundo outras grandes festas do Senhor e da Virgem Maria.
O Deus que no passado encaminhara para Si, como Criador, toda a adoração apartando os homens dos ídolos fabricados, teria escolhido agora para nascer o solstício, já celebrado por algum desses cultos, a fim de "orientar" esse momento de festa dum deus-sol para Si, verdadeiro Sol nascente, vencedor das trevas do erro.
De modo semelhante actuarão depois os cristãos erguendo igrejas em anteriores lugares de cultos. Para Ele “orientarão” a boa vontade dos antigos que, tentando adorar o Criador se tinham ficado por alguma das suas criaturas.

Do Pároco

O mês de Dezembro aponta-nos para três datas inesquecíveis.

Presépio
A primeira é o dia 8 de Dezembro, em que nós celebramos a Imaculada Conceição da nossa Mãe, Santa Maria. Percebemos como Deus, que tanto nos ama, quis que a sua Mãe fosse absolutamente isenta de qualquer falta, porque sendo Ele o mais perfeito de todos os seres, não convinha ter como primeira morada humana o seio de uma pecadora, ou de alguém que tivesse sido tocada pelo pecado dos nossos primeiros pais. Num mundo tão violentado pela sensualidade e pelo orgulho humano, Nossa Senhora ensina-nos como viver a perfeita virtude, certamente lutando por cumprir sempre a vontade de Deus sem titubeios. Quando é interpelada pelo Arcanjo São Gabriel, que lhe anuncia o desejo de que ela fosse a Mãe do Messias prometido, mostra-nos que a isenção do pecado é perfeitamente compatível com a dificuldade de entender perfeitamente a vontade de Deus, a fim de actuar de um modo em que faça só o que Deus quer e como Deus quer. A sua pergunta: “Como será isso se eu não conheço varão” não revela, por parte de Maria, qualquer hesitação em obedecer ao repto que lhe é lançado, mas a sincera determinação de obedecer rigorosamente ao que o nosso Pai Deus lhe sugere que faça.

A segunda é o dia 25, o dia de Natal. Nela compreendemos como Deus ama o ser humano, o considera uma criatura digna de compartilhar com Ele a sua missão redentora, pois é fazendo-Se homem que o Senhor realiza a obra da nossa salvação. Não lhe era necessário proceder de tal forma, porque a sua omnipotência e a sua bondade poderiam perfeitamente determinar um número indefinido e diferente de formas de salvação do homem. Como grande pedagogo, quis encarnar, para que pudéssemos entender através de uma lição tão humana, a beleza e a eficácia do amor divino, pois o vemos palpitar no Coração de Cristo, que nos convida a aprender a sua lição: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração”. A sua vinda à terra é também uma manifestação eloquente da dignidade que o Criador nos deu. Se o pecado tivesse corrompido a nossa natureza de tal modo que ela não fosse capaz senão de pecar, Cristo faria de certeza a nossa Redenção por outra via, já que Deus é incompatível com qualquer imperfeição, mormente de carácter moral. 

Mas não: quis ser uma criança inerme, totalmente entregue ao cuidado dos seus pais para sobreviver, porque foi um bebé recém-nascido como todos nós e necessitou da mãe para entrar na vida, crescer e aprender, também com S. José, seu pai adoptivo, tudo aquilo que uma criança necessita de aprender – falar, rezar, relacionar-se com os outros, ser perito num ofício profissional, etc. Encarnando nestas circunstâncias, Deus revelou-nos que ama a capacidade do homem – que Ele lhe deu como seu Criador – de realizar uma tarefa ímpar: a de gerar uma pessoa humana santa, obedecendo aos passos e ao ritmo de crescimento que a natureza nos impõe.

Por fim, o dia 31, último do ano, que nos faz pensar retrospectivamente nos dias que vivemos em 2013, com todos os seus momentos de alegria e de tristeza, de sucesso e de fracasso. A quem é que devemos apresentar os resultados deste exame de consciência? A Deus Nosso Senhor, para Lhe pedir com humildade que saibamos ser agradecidos por tudo o que Ele nos ofereceu – o tempo de vida, os triunfos na luta diária por sermos honestos e honrados, os amigos que nos estimam e alegram a existência, a sua presença na Eucaristia para estar bem perto de nós e dos nossos apelos em momentos mais difíceis, etc. E, como é óbvio, o perdão que é necessário apresentar-Lhe por todas as deficiências da nossa conduta, feitas de preguiça, de orgulho, de esquecimento das necessidades alheias, da crítica fácil, de sensualidade, etc. 

Maria Santíssima, no Céu, como boa Mãe e com a sua autoridade sobre nós e sobre o próprio Cristo, será, como sempre, a melhor intermediária para que os propósitos – poucos, concretos e realizáveis, embora audaciosos – que nós apresentemos com vontade de melhorar no ano que vai iniciar-se, sejam bem recebidos e aceites.

Do Tesouro da Igraja

Apontamentos sobre o Natal de alguns santos

S. Leão Magno: “Hoje nasceu o nosso Salvador. Não pode haver lugar para a tristeza, quando acaba de nascer a própria vida, a mesma que põe fim ao temor da mortalidade e nos infunde a alegria da eternidade prometida. Ninguém deve sentir-se incapaz de participar de tal felicidade, a todos é comum o motivo para o júbilo; pois Nosso Senhor, destrutor do pecado e da morte, como não encontrou ninguém livre de culpa, veio libertar-nos a todos. Alegre-se o santo, já que se aproxima a vitória, alegre-se o gentio, já que é chamado à vida. Pois o Filho, ao chegar a plenitude dos tempos (...) assumiu a natureza do género humano para reconciliá-la com o seu Criador” (1).

S. Bernardo: “Acabamos de ouvir uma mensagem transbordante de alegria e digna de todo o apreço: Cristo Jesus, o Filho de Deus, nasceu em Belém de Judá. A notícia faz-me estremecer, o meu espírito acende-se no meu interior e apressa-se, como sempre, a comunicar-vos esta alegria e este júbilo”. (2)

S. Josemaria Escrivá: “O Natal (...) está rodeado de uma simplicidade admirável: o Senhor vem sem aparato, desconhecido de todos. Na Terra, só Maria e José participam da divina aventura. Depois, os pastores, avisados pelos Anjos. E mais tarde os sábios do Oriente. Assim acontece o facto transcendente que une o Céu à Terra. Deus ao homem! Como é possível tanta dureza de coração, que cheguemos a acostumar-nos a estes episódios? 
Deus humilha-se para que nos possamos aproximar d’Ele, para que possamos corresponder ao seu amor com o nosso amor, para que a nossa liberdade se renda, não só perante o espectáculo do seu poder, como também perante a maravilha da sua humildade” (2)

Beato João Paulo II: “Pouco importa que nessa primeira noite, a noite do nascimento de Jesus, a alegria do acontecimento chegue somente a poucos corações. Pouco importa. Está destinado a todos os corações humanos. É a alegria do género humano, alegria sobre-humana! Por acaso pode haver alegria maior do que esta, pode haver Nova melhor do que esta? O homem foi aceite por Deus para converter-se em filho, por meio deste Filho de Deus que se fez homem. (...) 
Hoje, sabem-no milhões de homens em todo o mundo, e, apesar disso, a escuridão permanece; às vezes, parece até mais densa. (...) Os que acolheram o Senhor naquela noite experimentaram uma grande alegria, alegria que brota da luz. A escuridão do mundo foi dissipada pela luz do nascimento de Deus” (1).
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(1) S. Leão Magno: Sermão no Natal do Senhor, 1-3
(2) S. Bernardo: Sermão sobre o Anúncio do Natal, 1
(3) S. Josemaria Escrivá: Cristo que passa – Homilias, n. 14
(4) Beato João Paulo II: Homilia na Missa do Natal de 1980

Catequese de crianças no mês de Dezembro

Seguindo o ritmo da nossa Catequese paroquial o Ano-Lectivo oficial, recorda-se que as aulas serão interrompidas durante os dias das Férias do Natal

Missas durante o mês de Dezembro

Missas habituais
a) Domingo – 10.00h, 12.00h e 19.00h
b) Semana – 2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h

Missas durante a quadra natalícia:
Dia 24, 3ªFeira (Véspera do Natal): Missas – 12.15h; 18.30h (Vigília) e 23.00h (Missa do Galo)
Dia 25, 4ª Feira (Dia de Natal): 10.00h, 12.00h e 19.00h
Dia 1 de Janeiro de 2014, 4ª Feira (Dia Santo – Santa Maria, Mãe de Deus): Missas – 10.00h, 12.00h e 19.00h

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras: Iniciativas no mês de Dezembro

Dia 1 - No âmbito da comemoração do 31º aniversário da Filiação do Agrupamento, e por convite do Conselho Directivo do Sporting Club de Portugal, vamos assistir ao jogo Sporting vs. Paços de Ferreira. 

Dias 13, 14  e 15 - Acantonamento dos Pioneiros na Fonte da Telha. 

Dias 14 e 15 - Acantonamento dos Lobitos na Venda Seca; - Acantonamento dos Exploradores, local ainda por confirmar. - Actividade dos Caminheiros em Alicante/Espanha para recolha da Luz da Paz de Belém. 

Dia 21 - Cerimónia de Partilha da Luz da Paz de Belém. Será realizada na igreja do Alto do Lumiar às 19h30, logo após a Missa das 18h30. A cerimónia será aberta a todos quantos desejem levar a luz para as suas casas.

Baptismos e Casementos no mês de Dezembro

a) Baptismos: 
Sábado, dia 07: 11.00h – Eduardo Mesquita;
18.30h – Beatriz Pires Gomes da Silva e Nuno Henrique Ribeiro de Sousa
Sábado, dia 21: 1530h – Manuel Varela Romão

b) Casamento:
Sábado, dia 28: 11.30h – Andrea Cristina de Oliveira Pires e Sérgio Filipe da Costa dos Santos Estrela

6 de novembro de 2013

Catequese de 2013/14 na nossa Paróquia

a) De crianças

Começadas já as aulas, lembramos os seus horários

         Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos: 11.00h
         Rapazes:   3ªs Feiras, 17.45h; Sábados:    11.00h
                                   
b) De adultos

1. Preparação para o Crisma: Aulas às 4ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 6 e 27 de Novembro (Obs. Às três primeiras sessões estarão presentes também os catecúmenos que se estão a preparar na nossa paróquia).

2. Teologia para todos: Orientação: P. João Campos: 5ª Feira, dia: 21, 19.15h ou 21.30h. Tema: A atitude de Fé perante a Revelação.

Recolecções neste mês de Novembro (na igreja)

Homens:   3ª Feira, dia 12, 19.15h

Senhoras: 5ª Feira, dia 14, 19.15h

Ausências de sacerdotes no mês de Novembro

 P. Rui: de 2ª F., dia 4 a 5ª F., dia 7 - actividade pastoral

Dar a quem necessita

    Continuamos, na medida das nossas disponibilidades e, graças, exclusivamente, à generosidade dos paroquianos, a distribuir mensalmente géneros alimentícios duráveis a cerca de 50 famílias carecidas da nossa paróquia.

    Lembramos ainda que, com a mesma fonte de ajuda, temos pago bastantes receitas médicas de remédios comparticipados, bem como contas de água, de luz e de outras despesas caseiras. E ainda fizemos a distribuição de roupa e calçado, que nos ofereceram.

  Agradecendo o auxílio, pedimos que, durante este mês, se for possível, a vossa comparticipação aumente, porque também as solicitações são mais e mais dispendiosas. Que Deus vos pague!

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras - Acitivdades neste mês

Dia 2 – Primeira grande actividade do Ano. “Dia do Núcleo Oriental”, que compreende 17 Agrupamentos, entre os quais se encontra o nosso. Dia para encontrar e fazer novos e grandes amigos.

Dias 16 e 17 – Actividades para Caminheiros: IX Ao Leme e II ERAIV. A primeira visa a formação de Guias das tribos de Lisboa; a segunda procura dotar os animadores com mais ferramentas úteis para o desempenho da sua missão.

Do Pároco

     
Imagem: Todos os Santos
       Mês de Novembro, mês das almas. Por elas pedimos, de uma forma especial, durante este mês. No entanto, não nos esqueçamos que não é apenas das almas do Purgatório que nos devemos lembrar, para as encomendar à misericórdia de Deus, sufragando-as e pedindo ao Senhor que as leve para o Céu.

A Igreja que o Senhor fundou tem três dimensões, que vivem perfeitamente unidas em Cristo, sua Cabeça, e animadas pelo Espírito Santo. Assim, podemos falar da Igreja Militante, que são todos os discípulos de Jesus que vivem connosco a vida terrena e esperam que um dia, quando Ele quiser e melhor achar, as chame para a vida eterna; consideramos também a Igreja Triunfante, constituída por todas as almas que estão no Céu, gozando da bem-aventurança eterna, pela participação na felicidade perfeita do Deus Uno e Trino, Pai, Filho e Espírito Santo. E ainda a Igreja Purgante, formada por todas aquelas almas que esperam, com gozo, embora padecendo a sua purificação, o momento da sua chamada para o Céu.

À Igreja Triunfante, podemos pedir por nós, por todos os que connosco aqui vivem e labutam, pelas grandes intenções da Igreja, do mundo que nos rodeia, para que haja verdadeira paz e justiça, e, certamente, pelas almas do Purgatório. A sua intercessão é muito valiosa. Lembremos que junto delas e com elas está a nossa Mãe do Céu, Nossa Senhora, Medianeira de todas as graças, que acompanhará e reforçará, por assim dizer, todas as petições que essas almas santas fizerem por seu intermédio a Deus. 

Quantas delas, que agora gozam da companhia de Deus para sempre, não se recordarão das dificuldades, das lutas e das canseiras que enfrentaram na sua passagem pela terra e, se for o caso, da sua passagem pelo Purgatório. Quanto reconhecimento não terão para com todos aqueles que sufragaram as suas almas, que se sacrificaram aqui em baixo pelas suas pessoas, que lhes dedicaram verdadeiro e sincero amor, as ajudaram nas dificuldades, as consolaram nas suas tristezas e, enfim, compartilharam como amigos verdadeiros dos seus momentos de alegria. São almas reconhecidíssimas, que vivem intensamente a caridade e que, por isso mesmo, têm uma capacidade de intercessão muito forte. Falemos com elas, pedindo-lhes para nos ajudarem na conquista do que elas já alcançaram: o Céu.

S. Josemaría falava das “minhas boas amigas, as almas do Purgatório”. “Boas amigas”, isto é, pessoas que se purificam, sem revolta e sem ressentimento, porque viram na sentença de Cristo a prova, clara e objectiva, do que é capaz o amor e a misericórdia de Deus para salvar quem ama. Tudo o que pôde aproveitar como mérito do seu comportamento terreno, valorizou-o em extremo; e perdoou com o seu Coração “manso e humilde” o que não era recomendável. Mas de um modo tão decisivo e radical, que deixou absolutamente surpreendido quem foi julgado, levando-o a perceber com nitidez o sentido profundo da parábola do “Filho Pródigo”. Deus é o Pai que se alegra quando perdoa; não guarda qualquer ressentimento. Pelo contrário, regozija-Se e festeja com a maior satisfação o retorno de quem O tinha ofendido e desprezado, porque o ama e sempre o amou, aguardando o seu regresso com o desejo de reatar as boas relações que o pecador desprezou.

As almas do Purgatório são muitísssimo boas. Purificam-se e desejam atingir o momento de entrar no Reino dos Céus. Se nós, com os nossos sufrágios conseguimos apressar esse passo, elas podem pedir por nós, reconhecidas pela nossa amizade e pelas nossas orações e sacrifícios. Rezemos por elas e encomendemo-nos à sua intercessão, porque Deus as ouve com especial carinho.

Estando quase a terminar o Ano da Fé, que forma tão prática de viver com entusiasmo a Comunhão dos Santos, unindo-nos a Deus e a todas as almas que constituem a sua Igreja, na Terra, no Céu e no Purgatório. 

Coisas práticas: As indulgências

1. O que é a indulgência? Indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel, devidamente disposto, obtém em certas e determinadas condições por acção da Igreja, a qual, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. É preciso ter intenção de a receber e estar em graça, ao menos no final das obras prescritas.

2. Que espécies há de indulgências? Há duas espécies: a «parcial» e a «plenária».

3. Por que se chama parcial ou plenária? Por libertar em parte ou no todo da pena temporal devida pelos pecados. São sempre aplicáveis a si mesmo ou às almas dos defuntos, mas não a outras pessoas vivas.

4. O que é que se perdoa com a indulgência parcial? Ao fiel que, pelo menos com o coração contrito, realiza uma obra enriquecida com indulgência parcial, é-lhe concedida, por graça da Igreja, uma remissão de pena temporal igual à que ele recebe pela própria obra.

5. Quantas vezes por dia se pode obter a indulgência plenária? Só uma por dia, salvo o fiel «no momento da morte», que poderá lucrar a indulgência plenária por este motivo, ainda que no mesmo dia tenha obtido já outra indulgência plenária.

6. Que se requer para ganhar indulgência plenária? Requer-se: a) execução da obra enriquecida com a indulgência; b) confissão sacramental; c) comunhão eucarística, e d) oração pelas intenções do Santo Padre. Além disso, é necessário que não exista nenhum afecto a qualquer pecado, mesmo venial.

7. Quando se devem cumprir as condições de confissão, comunhão e oração pelo Papa? Ainda que possam cumprir-se alguns dias antes ou depois (cerca de 20) do acto indulgenciado, é conveniente que a comunhão e a oração pelo Papa se realizem no mesmo dia em que se faça a obra.
Com uma só confissão podem ganhar-se várias indulgências plenárias; pelo contrário, com uma só comunhão e uma só oração pelo Papa, somente se pode ganhar uma indulgência plenária.

 (cfr. Constituição Apostólica «Indulgentiarum Doctrina», de Paulo VI, de 1. 1. 1967 ; Catecismo da Igreja Católica nn. 1471- 1470 e CIC, cc. 992-997).)

Do Tesouro da Igreja

                     A respeito da APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA: “Acreditou na mensagem divina e concebeu pela sua fé” - St. Agostinho

Peço-vos que atendais ao que disse Cristo, o Senhor, estendendo a mão sobre os seus discípulos: São estes a minha mãe e os meus irmãos. O que cumpre a vontade de meu Pai, que me enviou; esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Porventura não cumpriu a vontade do Pai a Virgem Maria, ela que acreditou na mensagem divina, que concebeu pela sua fé, que foi eleita para que dela nascesse entre os homens o que havia de ser a nossa salvação, que foi criada por Cristo, antes de Cristo ser criado nela?
Certamente que Santa Maria cumpriu, com toda a perfeição, a vontade do Pai e, por isso, é mais importante a sua condição de discípula de Cristo do que a de mãe de Cristo, é mais ditosa por ser discípula de Cristo do que por ser mãe de Cristo. Deste modo, Maria foi bem-aventurada, porque, antes de dar à luz o seu mestre, trouxe-o no seu seio.
Repara se não é tal como eu digo. Passando o Senhor, seguido por multidões e realizando milagres, disse uma mulher: Ditoso o ventre que Te trouxe. E o Senhor, para nos ensinar que não se deve procurar a felicidade nas realidades de ordem material, o que é que respondeu? Felizes antes os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática. Por isso, Maria é ditosa também porque ouviu a palavra de Deus e a cumpriu. Trouxe no seu seio o corpo de Cristo, mas, melhor ainda, guardou na sua mente a verdade de Cristo. Cristo é a verdade, Cristo teve um corpo: na mente de Maria esteve Cristo, a verdade; no seu seio esteve Cristo feito carne, um corpo. E é mais importante o que está na mente do que o que se leva no seio.
Maria foi santa, Maria foi ditosa, mas mais importante é a Igreja do que a própria Virgem Maria. Em que sentido? Enquanto Maria é parte da Igreja, um membro santo, excelente, um membro supereminente, mas um membro da totalidade do corpo; ora, o corpo inteiro é mais do que um dos seus membros. A cabeça deste corpo é o 
Senhor, e o Cristo total constitui a cabeça e o corpo. Que mais diremos? Temos, no corpo da Igreja, uma cabeça divina, temos o próprio Deus por cabeça.
Portanto, amadíssimos irmãos, olhai para vós mesmos: também vós sois membros de Cristo, corpo de Cristo. Assim o afirma o Senhor, de maneira equivalente, quando diz: Estes são a minha mãe e os meus irmãos. Como sereis mãe de Cristo? O que escuta e cumpre a vontade do meu Pai, que está no Céu, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Podemos entender aqui o significado que nos dá Cristo de “irmãos” e “irmãs”: a herança celestial é única, e, portanto, Cristo, que sendo único não quis estar só, quis que fôssemos herdeiros do Pai e seus co-herdeiros.
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Dos Sermões de St. Agostinho, Bispo: Sermão 25, 25, 7-8; PL 486, 937-938

Horário de Missas noutros lugares de culto situados no território da paróquia de Telheiras

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel.: 217125110) – De 2º Feira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h.

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel.: 217140086) – De 2º Feira a Sábado:  7.30h, (excepção: 5ªs Feiras, 19.30h); Domingos: 8.30h.

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados.
Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequentar regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

Baptismos e Casamentos durante este mês na nossa Paróquia

Baptismos:
Sábado, dia 16, 11.30h: Rodrigo Sustelo
Sábado, dia 23, 12.00h: José Afonso C. Pires Correia

Casamentos:
Sábado, dia 16: 15.30h: Fernando Tomás L. de Mello e Sampayo e Catarina F. de Mello e Sampayo

1 de outubro de 2013

CATEQUESE DE 2012/2013 NA NOSSA PARÓQUIA

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)

1. COMEÇO DAS AULAS: Semana que principia na 2ª Feira, 7 de Outubro
HORÁRIO DE AULAS: Rapazes: 3ªs Feiras – 17.45h; Sábados – 11.00h
Raparigas: 5ªs Feiras – 17.45h; Domingos – 11.00h
FESTAS DA CATEQUESE:
Anunciaremos no próximo Boletim de Novembro os dias das diversas Festas da Catequese.

b) Catequese de adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 4ªs Feiras, 19.15h As Aulas  começam a 9 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, Sábado, 19 de Abril de 2014, 21.30h.

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 16 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.

3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam a 17 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h.

Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

Recolecções na igreja neste mês de Outubro

Homens: 3ª Feira, Dia 8 - 19.15h. 

Senhoras: 5ª Feira, Dia 10 - 19.15h.

Ausências de sacerdotes no mês de Outubro

P. Carlos Santamaria: de dia 24, 5a.F.a 26, Sáb.: Actividade Pastoral

P. Rui: Rosas da Silva: 21, 2ª F. a 25, 6ª F.: Actividade Pastoral

Dar a quem necessita

   Um agradecimento profundo a quem tem ajudado a paróquia a realizar a sua acção sócio-caritativa com famílias carenciadas: Tal possibilidade deve-se exclusivamente aos paroquianos ou a pessoas amigas, que têm contribuído para este fim com a sua generosidade. Cada vez é necessária uma ajuda maior e mais pronta, a fim de podermos satisfazer todas as famílias que recorrem ao auxílio paroquial.
  
 Gostaríamos de dar uma ideia do que se fez durante este ano. Assim:
a) Distribuição mensal de géneros alimentícios: a perto de 50 famílias;
b) Pagamento de remédios comparticipados;
c) Pagamento de facturas de luz, gás, água, etc. .
  
A estes dados, junta-se a distribuição de roupa, que se efectuou praticamente todas as semanas, sobretudo às 6ªs Feiras de manhã. 

HORÁRIO DE MISSAS NA IGREJA PAROQUIAL DE TELHEIRAS (NOSSA SENHORA DA PORTA DO CÉU) até ao final do próximo mês de Junho de 2013.



a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h

b) Durante a semana: de 2ª Feira a 6ª Feira, 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h 

Do Pároco

“A Virgem Imaculada intercede por nós no céu como uma boa Mãe que zela pelos seus filhos.(…) Cada vez que rezamos o Angelus, recordamos o acontecimento que modificou para sempre a história dos homens”. Isto dizia o Papa Francisco, há algum tempo, na recitação do “Angelus” na Praça de S. Pedro.

Prestes a terminar o Ano da Fé, tão oportunamente declarado pelo Papa Bento XVI, devemos perguntar-nos se crescemos durante este tempo nesta virtude teologal tão importante, que aparece como ponto de referência essencial para toda a nossa vida. Ela é uma espécie de luz que ilumina os nossos caminhos, dando-lhes o sentido que eles verdadeiramente têm, sejam quais forem as circunstâncias, boas ou más, duras ou aprazíveis. No centro sempre nos surge a figura e a Pessoa de Jesus Cristo, que, com a Redenção, voltou a dar à fé o verdadeiro caminho que nos orienta. 

É Ele que enche de verdade a nossa vida, querendo, no entanto, pelo seu grande amor por nós, que a sua Mãe, que tantas e tantas boas recordações de amor, de zelo, de sentido comum e de apoio, Lhe proporcionou na sua passagem pela terra, seja também para nós o grande recurso, quando a nossa conduta e a situação por que passamos nos leve, como pela mão, à necessidade de sentirmos um amor maternal a amparar-nos, a alentar-nos e a minorar as asperezas que todos sentimos e tanto nos dificulta em seguir para a frente com garbo e energia.

E, se pensarmos um pouco, devemos agradecer à Igreja, que, no nosso caso, o recomeço de um ano laboral, coincida também com o mês em que as nossas súplicas a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, se encaminhem através da recitação do terço (lembramos que Outubro é o mês do Rosário), oração que Nossa Senhora tanto recomendou aos pastorinhos de Fátima que rezassem, a fim de obterem para o mundo as graças divinas que ela, como generosa dispensadora, queria oferecer-nos.

Maria Santíssima, desde a Cruz, é Mãe de todos os homens, nomeadamente de todos os discípulos de Cristo. E isto, por vontade de Jesus, que, depois de desprender-Se do maior dom para a nossa salvação - a sua vida humana -, quis ainda, num arroubo de misericórdia, que a sua Mãe passasse a educar-nos e a tratar-nos, tal como o fez a Ele em Nazaré e em toda a sua existência terrena, derramando sobre cada um de nós o seu amor, o seu zelo, os seus cuidados maternais.  

Com a recitação do terço diário, se possível em família, púnhamos nas mãos de Maria com toda a confiança o que somos e o que gostaríamos de ser, cientes de que ela nos ajudará a conquistar aquelas virtudes que nos faltam e a controlar a nossa imaginação de todos os sonhos estéreis que, às vezes, como eternos adolescentes inseguros, gostamos de remoer.

Estamos no início de um ano laboral. Reencontramo-nos connosco mesmos, passadas as férias retemperantes, decerto com vontade de melhorar, mas, simultaneamente, com uma inércia que nos atrofia, porque arrastamos desde sempre os mesmos defeitos e as mesmas limitações, que funcionam como espécie de travão e de efeito paralisador da nossa fortaleza.

Recorramos a Maria Santíssima. Rezemos com fé o terço, a sua oração preferida. Não poderia ser outra, tendo em conta que Nossa Senhora é tanto mãe de um homem culto e muito inteligente como do mais simples dos cidadãos que compõem a nossa sociedade. Esta oração é acessível a todos pela sua simplicidade. Confiemos na sua intercessão e procuremos, neste recomeço, com a sua ajuda, conseguir objectivos que nos tornem melhores filhos seus e, consequentemente, melhores filhos de Deus.

Do Tesouro da Igreja

Na recitação do Santo Rosário – Papa Francisco, Basílica de Santa Maria Maior, 4/05/2013

   “(...) esta tarde encontramo-nos aqui diante de Maria. Rezámos sob a sua orientação maternal, para que nos aproxime do seu Filho Jesus; trouxemos-lhe as nossas alegrias e as nossas angústias, as nossas esperanças e dificuldades. Invocámo-la com a formosa invocação “Salus Populi Romani”,pedindo para todos nós, para Roma, para todo o mundo, que nos conceda a salvação. Sim, porque Maria dá-nos a salvação, é a nossa salvação.
    Jesus Cristo, com a sua Paixão, Morte e Ressurreição, trouxe-nos a salvação, deu-nos a graça e a satisfação de sermos filhos de Deus, de invocá-Lo verdadeiramente com o nome de Pai. Maria é Mãe, e uma mãe preocupa-se sobretudo com a salvação dos seus filhos, sempre a preserva com um amor grande e terno. Que quer dizer isto, que a Virgem Maria protege a nossa salvação. Penso sobretudo em três aspectos: ajuda-nos a crescer, ajuda-nos a enfrentar a vida, ajuda-nos a ser livres.
    1. Uma mãe ajuda os seus filhos a crescer e quer que cresçam bem. Por isso, educa-os no sentido de não se deixarem levar pela preguiça – às vezes fruto dum certo bem estar -, de não cederem perante uma vida cómoda, que se conforma apenas em ter coisas. A mãe preocupa-se de que os seus filhos continuem a crescer mais, cresçam fortes, capazes de assumir responsabilidades e compromissos na vida, de propor-se grandes ideais. O Evangelho de S. Lucas diz que, na família de Nazaré, Jesus “crescia e robustecia-Se, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com Ele” (Lc 2, 40). A Virgem Maria faz isto mesmo connosco, ajuda-nos a crescer humanamente e na fé, a ser fortes e não ceder à tentação de sermos superficiais, como homens e como cristãos, mas a viver com responsabilidade, a ir sempre mais além.
    2. Uma mãe, além disso, ocupa-se da salvação dos seus filhos, educando-os para que afrontem as dificuldades da vida. Não se educa, não se cuida da salvação, evitando os problemas, como se a vida fosse um caminho sem obstáculos. A mãe ajuda os seus filhos a ver com realismo os problemas da vida e a não desanimar, mas a enfrentá-los com valentia, a não ser fracos, a superá-los, conjugando adequadamente a segurança e o risco, que uma mãe sabe “intuir”. E isto uma mãe sabe fazê-lo. Não leva o filho só pelo caminho seguro, porque dessa maneira o filho não pode crescer, mas também não o abandona sempre no caminho perigoso, porque é arriscado. Uma mãe sabe pensar muito bem as coisas. Uma vida sem desafios não existe e um rapaz ou uma rapariga que não sabem enfrentá-los pondo em risco a sua própria vida, é um rapaz ou uma rapariga sem consistência. Recordemos a parábola do bom samaritano: Jesus não propõe como modelo de comportamento o do sacerdote  e do levita, que evitam socorrer quem tinha caído nas mãos dos ladrões, mas o do samaritano, que vê a situação daquele homem  e a enfrenta concretamente, assumindo os riscos. Maria passou por momentos não fáceis na sua vida, desde o nascimento de Jesus, quando “não havia lugar para eles na estalagem” (Lc 2, 7) até ao Calvário (cfr. Jo 19,25). Como uma boa mãe está ao nosso lado, para que nunca percamos a fortaleza perante as dificuldades da vida, a nossa debilidade e os nossos pecados: fortalece-nos, assinala-nos o caminho do seu Filho Jesus (...).
    3. Um último aspecto: uma boa mãe não só acompanha de perto o crescimento dos seus filhos, sem evitar os problemas, os reptos da vida; uma boa mãe ajuda também a tomar decisões definitivas com liberdade. Isto não é fácil, mas uma mãe sabe fazê-lo. Mas, que quer dizer liberdade? Não se trata certamente de fazer tudo o que se quer, deixar-se dominar pelas paixões, passar de uma coisa para outra sem discernimento, seguir a moda de momento; liberdade não significa prescindir sem mais do que a alguém não lhe agrada. Não! Isso não é liberdade!  A liberdade é um dom para que saibamos optar bem na vida! Maria, como boa mãe que é, ensina-nos a ser, como Ela, capazes de tomar decisões definitivas com aquela liberdade plena com que respondeu “sim” ao desígnio de Deus para a sua vida (cfr. Lc 1, 38).
Queridos irmãos e irmãs: que difícil é tomar decisões definitivas nos nossos dias! Seduz-nos o que é passageiro. Somos vítima de uma tendência quer nos conduz à provisionalidade... como se quiséssemos continuar a ser adolescentes.(...) Não tenhamos medo aos compromissos definitivos, aos compromissos que implicam e exigem toda a vida!  Assim a vida será fecunda! E isto é liberdade: ter a coragem de tomar estas decisões com magnanimidade.”

Coisas práticas: Os anjos

     Os pensadores antigos estavam certos de alguma existência superior, de que havia uns bons e outros maus, como refletem as mitologias. Nas descrições da Bíblia aparecem esses seres espirituais, imateriais, e portanto directamente indetectáveis pelos sentidos ou instrumentos científicos embora partilhemos o mesmo Universo. Nos Evangelhos e nos Actos dos Apóstolos aparecem pontualmente a intervir na História: um Anjo anuncia a Maria, outros cantam o “Glória a Deus” aos pastores, um consola Jesus no Horto, outros anunciam a Ressureição às mulheres, libertam da prisão primeiro os Apóstolos e depois Pedro, etc.
     Temos em comum com eles a inteligência, a capacidade de amar, a liberdade. Como seres livres, tiveram também de fazer a sua opção pelo amor. E “Anjos” são os que permaneceram fiéis a Deus. Na sua beleza imensa e elevada inteligência não quiseram usurpar o lugar de Deus. Decidiram-se por amar o ser criatura e de poder entrar num grande projecto de doação a Deus e serviço aos Homens. Vivem na feliz contemplação beatífica do insondável mistério da santidade de Deus.
     São mensageiros de Deus aos homens e deles intercessores e defensores. Conhecem destes o que está a descoberto mas apercebem-se do oculto ao acompanhar a sua vida. 
São amigos a quem recorremos muitas vezes. Na celebração da Eucaristia pedimos, logo ao início, que roguem por nós pecadores; no “Santo” juntamo-nos a cantar o “Hossana nas alturas” proclamando a glória de Deus. A piedade popular pede-lhes: “vinde em nossa companhia, ajudai-nos a louvar a divina Eucaristia”. E a esse príncipe do Céu que Deus destacou como nosso “Anjo da Guarda” faz-nos pedir: “sempre me rege, guarda, governe e ilumina”.
     São bons amigos e colaboradores nas nossas boas acções e defensores no “combate contra as maldades e ciladas do demónio”, que facilmente detectam e nos avisam. São companheiros de caminho, prontos para ajudar, com quem procuramos, desde a infância, manter a conversa íntima durante o dia. Sugerem-nos os melhores atalhos para estar mais em Deus, com maior eficácia se somos dóceis e humildes “como crianças”. Veem os nossos esforços por corresponder à Vontade divina e intercedem e incitam-nos à fidelidade-felicidade, a gastar a vida nisso.
    O Anjo protector a que os portugueses invocavam já desde, pelo menos, 1480 acabou por aparecer em Fátima confirmando a piedade: “Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal”.
    Procuremos não desprezar e agradecer estes auxiliadores tão poderosos e disponíveis da Bondade de Deus.

5 de setembro de 2013

Missas no mês de Setembro na paróquia

a)Até 7 de Setembro, Sábado: de 2ª Feira a Sábado: 18.30h;
a partir de 9 de Setembro, 2ª Feira: de 2ª a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

b)Domingos: 10.00h, 12.00h e 19.00h.

Recolecções em Setembro

Homens:   3ª Feira, dia 10, 19.10h; 

Senhoras: 5ª Feira, dia 12, 19.10h

Catequese 2013/2014 na nossa paróquia

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)
                         
1. Horários definitivos: Rapazes: 3ª Feiras, 17.45h e Sábados, 11.00h;
                                         Raparigas 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos, 11.00h
                         
2. Começo das Aulas: Semana que principia na 2ª Feira, 7 de Outubro
 
3. Informação sobre as datas das Festas da Catequese do Ano Catequético de 2013/2014:
    03 de Setembro, 3ª Feira

4. Festas da Catequese: A indicar no início das aulas.

b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h. As aulas começam a 8 de Outubro, 3ª Feira, 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 19 de Abril de 2014.
2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªsFeiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 15 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: Dia 31 de Maio, Sábado, 10.00h
3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos): Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam-se a 17de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

AGRUPAMENTO DE ESCUTEIROS Nº 683 – ACTIVIDADES NESTE MÊS

   Dias 7 e 8: INDABA – Encontro de formação de animadores, na zona Oeste do país, em local a designar.

   Dia 14: Participação na Festa da Juventude, organizada pela Junta da Freguesia do Lumiar, em conjunto com o Agrupamento do Lumiar e a 4ª Companhia das Guias de Portugal.

   Dias 22 e 23 – Acampamento de Abertura das Actividades Escutistas, em local a designar; passagem de elementos de secção.

Ausências de sacerdotes a partir do mês de Setembro

P. João Campos: de dia 5, 5ª F. a dia 7, Sábado: Actividade pastoral

P. Carlos Santamaria: de dia 27, 6ª F. a dia 29, Domingo: Actividade pastoral

P. Enrique Calvo: de dia 9, 2ª F. a dia 23, 2ª F. : Actividade pastoral;

P. Rui Rosas: até dia 15, Domingo: Férias; de dia 24, 3ª F. a dia 29, Domingo: Actividade pastoral.

Coisas práticas: A Vera-Cruz

O sinal da Cruz
A Cruz é memorial da Paixão do Cristo, seu patíbulo e trono de vitória e o estandarte dos que o seguem.
Os primeiros cristãos pintaram e gravaram a Cruz nas paredes das catacumbas e em sarcófagos.
No séc. III o sinal do cristão é traçado com o polegar e o indicador da mão direita sobre a frente (depois até ao peito, no séc. V). No séc. X já está generalizada a forma ampla actual: da testa ao peito e de ombro a ombro. 
“Traçar sobre si mesmo o sinal da Cruz, significa pronunciar um sim visível e público Àquele que morreu por nós e que ressuscitou, ao Deus que na humildade e da debilidade do seu amor é o Omnipotente, mais forte que todo o poder e inteligência do mundo" (Bento XVI, 11-5-2005).

Adoração da Cruz
Santa Helena, mãe do imperador Constantino, procurou e encontrou o verdadeiro lenho onde Jesus morreu. Graças à cura de um doente que tocou no madeiro pôde saber-se qual era, entre os vários descobertos no local.
O testemunho da peregrina Etéria (séc. IV) narra a adoração da Cruz que presenciou numa manhã de Sexta-feira Santa, em Jerusalém. Durante muitas horas o povo desfilou em silêncio para a capela do Gólgota, donde o Bispo expunha à veneração a vera cruz; cada fiel beijava o santo lenho, depois de o ter tocado com a frente e com os olhos. O “lignum crucis” espalhou-se em muitos pedaços pequenos por todo o mundo e no séc. VII, já estava na liturgia de Roma, mas nas igrejas usava-se um crucifixo cujo véu quaresmal se retira para a adoração.

Festa da Exaltação da Santa Cruz
Celebra-se em Jerusalém na data da dedicação da basílica, a 14 de Setembro do ano 335. À festa uniu-se uma recordação dos começos do século VII. Tendo os persas saqueado Jerusalém e destruído muitas basílicas, apoderaram-se também das relíquias da Santa Cruz; pouco depois porém seriam recuperadas pelo imperador Heráclio em 628 (a 3 de Maio).
A festa do dia seguinte da Nossa Senhora das Dores convida a unirmos também as nossas às de Jesus.

No mês passado

Acampamento do Agrupamento no Parque Permanente do Bonito (28/07 a 2/08)
    O Acampamento, que decorreu da melhor maneira, tinha como imaginário, “Harry Potter e a Anilha Mágica”, tinha como objectivo viver a magia do escutismo.
As diversas secções realizaram diversas actividades, das quais se destacam:
- Pioneiros e Caminheiros: Raid nocturno, que os levou do Entroncamento a Constância;
- Exploradores, Pioneiros e Caminheiros: Campo didáctico de sobrevivência, com a colaboração da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos;
- Lobitos: visita ao Centro Integrado d Educação em Ciências e ao Museu Ferroviário do
Entroncamento;
- Todas as secções: prática de canoagem.
- Momento inesquecível do Acampamento: Fogo de Conselho.

Do Pároco

                 
Imagem: O bom samaritano
   Estamos a recomeçar um ano laboral, num país assolado pelo desemprego e por fortes dificuldades económicas, que trazem muitas famílias em situações de verdadeira perplexidade.

     Temos de confiar no futuro, que a Deus pertence, como diz o povo, mas que deve contar com o esforço de todos para que melhore substancialmente. Não se pode ficar indiferente perante as necessidades alheias. A “crise”, como lhe chamamos, não deve deixar a todos paralisados, a pensar nos seus haveres de uma forma egoísta e com um temor de os perder que assume, muitas vezes, autênticas proporções patológicas. 

    É óbvio que cada um tem de pensar como viver pagando mais impostos e com os preços a disparar e a atrofiar o orçamento familiar. Mas o que não é moralmente correcto é, por causa desta situação, esquecer-se dos outros e olhar a realidade como o avarento de Molliére, ou como aquele que, nos tempos em que fumar era mais liberal, escondia os seus cigarros com medo de “ser cravado” por algum colega a quem tinha acabado, pontualmente, a sua provisão de tabaco.

    Felizmente que há muita gente generosa entre nós, como aquela paroquiana que se referiu no mês passado: por se ter empregado e melhorado a sua situação económica, teve a seriedade de renunciar ao quinhão de auxílio alimentar que a paróquia lhe fornecia mensalmente, a favor de alguém mais necessitado. Se não fosse honesta e generosa, tomaria a mesma atitude do fumador: calar-se-ia e acumularia em sua casa o que conseguia com o seu salário, ajuntando o que a caridade dos outros lhe oferecia, supondo que necessitasse dela como de “pão para a boca”.

    Se, com medo da crise, nos esquecemos que todos são filhos de Deus e têm a estima do Senhor, tanto quanto nós, estamos a praticar uma espécie de racismo classista, querendo que Deus nos ajude e nos salve, e ignorando a sorte daqueles que são atormentados com a carência económica e vivem momentos de angústia e atropelo. Não são filhos de Deus como nós? Deus não os estima? A sua sorte terá a ver com uma espécie de desprezo divino para com os necessitados? Deus é Pai e padrasto no mau sentido ao mesmo tempo?

   Os desacertos económicos são habitualmente ocasionais e revercíveis. No entanto, não podemos deitar-nos na sesta do sofá do nosso egoísmo e deixar que os outros resolvam as coisas, como se eu não tivesse nada a ver com os problemas que me cercam. E atiramos tudo para os outros, nomeadamente para o estado, o poder político, ou ainda para as instituições da Igreja que se dedicam a obras sócio-caritativas. Aforro assim os meus haveres, trato-os como objecto de estimação e de cautela e os outros que cuidem de fazer o mesmo. Melhor dito: tem de haver outros que cuidem destes problemas, mas eu não, porque não são da minha especialidade e competência. 

   Não sejamos hipócritas. Quando aforro ou acautelo o que tenho, decerto que vivo a virtude da prudência. Devo precaver-me e defender as responsabilidades que contraí para comigo e para com quem é o meu próximo mais directo: família, amigos, etc. Mas não enveredemos por uma falsa prudência ou “prudência da carne”, que nada tem a ver com a justiça, porque transforma o que é virtuoso num círculo vicioso que começa em mim, à volta de mim gira e acaba em mim, como centro e referência única. Os outros ficam de fora, porque não dizem respeito ao mundo egocêntrico que eu fabriquei com a minha imaginação.

    Lembremo-nos da parábola do bom samaritano. Havia razões mal interpretadas para que os dois primeiros passantes não socorressem quem estava carente dum auxílio urgente. Só o samaritano tem compaixão.

    Há muita gente a precisar desse auxílio urgente neste momento. Os bens que Deus pôs à disposição dos homens são fartos, embora precisem de ser distribuídos por todos equitativamente. E, na medida das possibilidades que cada um tenha, mesmo mínimas, não as posso esquecer e, muito menos, desprezar, ou, duma forma superficial, ignorar. Em jogo sempre descobriremos o nosso egoísmo. Abramos o coração a horizontes de generosidade.

Do tesouro da Igreja

O Santo Cura de Ars e Nossa Senhora (*)

Maria, Nossa Corredentora
     “Há entre vós quem tenha reflectido na caridade da Santíssima Virgem pelos homens? Ela pôs-nos diante do seu Filho: entre sacrificá-Lo para salvar as almas, ou deixar o género humano para O poupar, preferiu entregá-Lo para nos salvar. É a 2 de Fevereiro (festa da Purificação) que ela O oferece a Deus, começando para ela o sacrifício do Calvário…” “Deus deu-lhe a conhecer de antemão todas as dores, todos os ultrajes e todos os tormentos que o seu divino Filho havia de sofrer antes de morrer…”
     Vianney imaginava, do púlpito, os sofrimentos de Maria, colocando na sua boca: “Ah! Seus pés e suas mãos, que ao longo de trinta e três anos se ocuparem em distribuir graças e bênçãos, serão um dia perfurados e espetados num madeiro infame, seus olhos a irradiar amor serão cobertos de escarros nojentos, seu rosto ficará todo pisado das bofetadas, todo o seu corpo será flagelado, a sua cabeça radiante de glória será penetrada por cruel coroa de espinhos…”
    Vianney imaginava ainda Jesus a percorrer as ruas de Jerusalém, nos seguintes e dolorosos termos: “Chegará um dia em que verei estes caminhos regados pelo seu precioso sangue, estendê-Lo-ão na árvore da cruz, ouvirei pregá-Lo, mas sem o poder socorrer. Oh que dor inexprimível!”
   Estes estratos do sermão da Natividade de Maria assinalam bem o papel corredentor de Maria.

Nossa mediadora
    Vianney recorre a uma imagem para explicar o poder mediador de Maria: “O homem foi criado para o Céu, mas o demónio quebrou a escada que levava até lá; mas Jesus Cristo, pela sua Paixão, alcançou-nos outra. Maria está no topo desta escada, segurando-a com ambas as mãos, ao mesmo tempo que nos diz: “Vinde! Vinde! Oh, que belo apêlo!...
Trabalhemos sem descanso, olhemos para o Céu aberto, chamemos Maria em nossa ajuda…, ela convida-nos.
   Quando se quer entrar numa casa, chama-se o porteiro para que nos abra a porta. A Santíssima Virgem é a porteira do Céu, não podemos lá entrar sem a sua ajuda…”
“Sempre que alguém pretende oferecer um presente a uma pessoa importante, fá-lo apresentar por alguém da sua preferência, para que o presente lhe seja agradável. Assim, as nossas orações. Se apresentadas pelas mãos da Santíssima Virgem, passam a ter outro mérito, pois ela é a única criatura que nunca ofendeu a Deus. Tudo o que o Filho pede ao Pai é-Lhe concedido, tudo o que a Mãe pede ao Filho é-lhe igualmente concedido…
    O Pai compraz-se a olhar para Maria como obra saída das suas mãos: e toda a gente gosta daquilo que faz, sobretudo quando bem feito. O mesmo acontece com o Filho, relativamente a sua Mãe muito amada, e com o Espírito Santo, como seu templo”.

O Coração de Maria
    O Coração de Maria – dizia Vianney – é tão sensível que, com ele comparado, os corações de todas as mães da terra não passam de um pedaço de gelo… Ele é todo amor e misericórdia. Basta volta-se para ela, para se ser atendido. Ela só quer a nossa felicidade…”
Maria, nossa Mãe
   “Jesus Cristo, depois de nos dar tudo o que podia dar, isto é, o mérito de todas as suas andanças, dos seus sofrimentos e da sua morte dolorosa, ah! que poderei dizer ainda, do seu corpo adorável e do seu sangue precioso para servirem de alimento às nossas almas, quer ainda oferecer tudo o que Ele tem de mais precioso, a sua Santa Mãe…”
    Parece-lhe ouvir Jesus dizer a Maria: “Ah, minha Mãe, já que tenho de regressar a meu Pai e aqui deixar os meus filhos, prevejo que o demónio vai fazer tudo o que puder para que eles se percam, mas o que me consola é que vós (Maria) tomais conta deles, que os defendeis e que os consolais no meio dos seus sofrimentos…” E Maria responder: “Não, meu Filho, nunca deixarei de cuidar deles, até que tenham chegado ao Reino que lhes conquistastes com os teus sofrimentos.”
……………………………………………………………….
(*) Palavras do Cura de Ars, Françoise Bouchard, Editorial Quadrante, S. Paulo, 2009, pp. 53-56.

Casamentos e baptismos no mês de Setembro



Baptismos:

Sábado, dia 7: 11.00h – Carlota Santos Silva;

Sábado, dia 14: 12.00h – Vasco Maria Correia de Almeida; 16.00h – Henrique Morkos

Sábado, Dia 21: 11.00h – Afonso Maria Leitão Oliveira; 16.00h – Catarina Forte Marques

Casamentos:


Sábado, Dia 21: 11.00h – Nuno Miguel Duarte Oliveira e Ana Rita Barata Lopes Prazeres Leitão;

Sábado, Dia 28, 12.00h – Nuno Lucas e Ana Cascais