3 de dezembro de 2012

Novena da Imaculada Conceição

    Entre 30/11, 6ª Feira e 8/12, Sábado, na paróquia far-se-á a NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, como manifestação de respeito e amor filial à Padroeira de Portugal. Todas as homilias das Missas focarão um tema mariano, decerto unido à vivência do ANO DA FÉ. E à tarde, no dia da festa, com início às 17.50h, far-se-á a Exposição Solene do Santíssimo Sacramento e a tradicional reza do Terço.

Recolecções no mês de Dezembro

Senhoras: 5ª Feira, Dia 13 - 19.15h; 

Homens: 3ª Feira, Dia 11 - 19.15h

Cabaz do Natal - Dar a quem necessita

     Neste mês, além da distribuição de comida, na 1ª e 2ª 6ª Feira (respectivamente, dias 7 e 14), distribuiremos o CABAZ DE NATAL a cerca de 65 famílias, nas datas que a seguir se indicam: 4ª Feira, dia 19, distribuição de roupa, entre as 10.00h e as 11.30h; 5ª feira, dia 20, entre as 10.00h e as 11.30h, no Salão da Igreja: distribuição de géneros alimentícios. As famílias que recebem o CABAZ DO NATAL serão previamente determinadas e avisadas.
     Tendo em conta os avultados gastos que se despendem com estas iniciativas, agradecemos, como sempre, aos nossos paroquianos que sejam generosos, oferecendo aquilo que puderem para que tudo decorra da maneira mais adequada. Ficaremos muito gratos se as ofertas forem entregues, se possível, até ao Domingo, dia 9 deste mês. Certamente que não se recusarão outras que surjam em dias posteriores. As ofertas podem ser de géneros alimentícios duráveis, dinheiro ou roupas. Neste momento, são mais necessários os dois primeiros tipos de ofertas.

Confissões do Natal

Para facilitar aos paroquianos a recepção do Sacramento da Reconciliação na quadra natalícia, para além dos horários habituais, haverá Confissões:

Dia 13, 5ª Feira, 11.00h-23.00h. Dia inteiro reservado à administração do Sacramento da Penitência – Confissões “non stop”. A igreja encontra-se aberta durante todo este tempo.

Dia 22, Sábado: 17.00h-20.00h

Dia 23, Domingo: 17.00h-20.00h

Dia 24, 2ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-20.00h

Missas na paróquia durante a quadra natalícia

Dia 24, 2ª Feira (Véspera do Natal): Missas – 18.30h (Vigília) e 23.00h (Missa do “Galo”)

Dia 25, 3ª Feira (Dia de Natal): 10.00h, 12.00h e 19.00h

Dia 1 de Janeiro de 2013, 3ª Feira (Dia Santo – Santa Maria, Mãe de Deus ): Missas - 10.00h, 12.00h e 19.00h

Catequese e cursos de formação para adultos na nossa paróquia no decurso deste mês

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas da Silva). As aulas são marcadas com os participantes, de acordo com as suas possibilidades e também as do orientador. 

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA (Orientação: P. Rui Rosas da Silva): 3ªs Feiras, 19.15h.  Neste mês: Dia 4/12, 19.15h – Tema: Jesus Cristo, Deus e Homem, Redentor da humanidade; 18/12: A Santíssima Trindade.

3. CURSO DE TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Paulo de Campos): 5ªs Feiras.  Próxima sessão: 5ªa Feira, dia 20, 19.15h ou 21.30h. Tema: A Ordem dos Amores

Agrupamento do CNE Nº 683 de Telheiras: Iniciativas

Dia 1: Participação do Agrupamento na campanha do Banco Alimentar; 
Dia 8 e 9: Venda de Natal no salão da igreja; 
Dia 8, 21.00h: Colégio Planalto. Exibição do filme de animação: UM CONTO DE NATAL; 
De dia 14 a 16: Acantonamento das quatro Secções no Agrupamento da Amoreira (Óbidos); 
Dia 18, 21.00h: Salão da Igreja - “Quero ver-Te-”: A Luz de Belém chega à nossa Paróquia. E uma iniciativa dos escuteiros e guias da Áustria, que conta com a colaboração de agrupamentos de vários países da Europa e de outros Continentes. A Luz de Belém, depois de acesa, é distribuída inicialmente por uma criança austríaca no local onde Jesus nasceu, passando depois a todos os países participantes. Espera-se que a Luz chegue a todos os que aderiram a esta iniciativa com a sua mensagem de Paz, Amor e Esperança. Todos os escuteiros, familiares e amigos estão convidados a marcar a sua presença.

Do Pároco

Imagem: Lotto Lonrezo. Natal
Com a crise económica que grande parte do mundo está a viver – e nós, portugueses, conhecemos bem os contornos dessa realidade tão dura – é possível que entre no nosso coração uma espécie de depressão contagiante, que retire o optimismo, a segurança, a paz, o gosto por viver e a confiança no futuro.

    Sentimos uma espécie de necessidade incontornável de gemer lamentações, que, se não tivermos cuidado, pode transformar-se numa forma sub-reptícia de egoísmo pessoal. “Não há nada a fazer”, “isto vai de mal a pior”, “a injustiça é inevitável”, “sei lá se vou dar esmola a um aldrabão” etc., etc., etc...

    O pessimismo não é cristão. Manifesta uma falta de confiança na justiça divina, um esquecimento imperdoável de que a verdadeira felicidade não pertence a este mundo, e oculta que a nossa atitude não leva a alegria a ninguém. É cómodo lamentar-se, mas nada resolve e como que “perdoa” que vivamos encafuados em nós mesmos, com esquecimento de que nos devemos “amar uns aos outros” como Jesus nos amou. Pensamos em nós, procuramos o menor número de compromissos generosos possíveis e vivemos como se fôssemos um falso Noé, que se embaúca numa arca, a fim de nos safarmos – a nós, sem pensar nos outros – do dilúvio de desgraças em que se transformou o mundo em que vivemos.

    No próximo dia 25, comemoramos o dia de aniversário da Pessoa que menos conformista se manifestou com as maldades do homem e as suas crises, com o seu egoísmo, o seu desejo de poder tirânico, a insensibilidade dos que só pensam em si e no seu lugar na humanidade, os escandalizadiços com quem faz o bem, os críticos de tudo e de todos com excepção de si mesmos e, bem assim, com os pobres que não têm que comer, os que estão doentes, etc.

    A todos eles tratou, com todos eles se enfrentou, não de modo violento, mas procurando convencer que é possível viver em concórdia e em paz, observando, no entanto, que não devemos andar atrás dos tesouros que a traça pode corroer, ou seja, os bens deste mundo como objectivo fundamental, pois são caducos por natureza. A nossa perspectiva de felicidade tem de se fundamentar naqueles tesouros que nos levam à vida eterna. Estes, como Jesus observava, não são corroídos pelas traças tão destruidoras desta terra onde vivemos de momento.

    Reparemos que o Senhor não quis aparecer na sua Encarnação como um ET esquisito, vindo duma região etérea e misteriosa, ou um personagem real a quem todos prestassem homenagem pelo mero facto de ter nascido. Foi uma criança inerme e pobre, um bebé recém-nascido, que teve nos seus pais terrenos os principais educadores: alimentaram-nO enquanto foi necessário à sua sobrevivência, ensinaram-nO a falar, a rezar a Iavé, a lidar com os outros, a portar-Se socialmente de acordo com as normas de boa educação do seu tempo e dos seus coetâneos e, com o crescer da idade, a trabalhar como artesão para os ajudar a ganhar a vida simples na aldeia de Nazaré. Por maternidade, conheceu um curral de animais, pois Maria e José, naqueles momentos críticos e prévios ao seu nascimento, não foram admitidos na estalagem, certamente muito concorrida na altura, porque eram uma espécie de “Zés Ninguém”, forasteiros simplórios e humildes, que não mereciam a atenção de qualquer atitude excepcional.

    Jesus não precisou das riquezas nem dos pelouros sociais deste mundo para fazer valer a sua doutrina, o seu exemplo, a sua Pessoa, a nossa Redenção. Pelo contrário, a insignificância inicial com que surge na Palestina e a sua pobreza optativa são um exemplo e um acicate para todos nós pensarmos seriamente que, do mesmo modo que Jesus Se entregou à salvação de todos os homens de todos os tempos, também nós não podemos ignorar os outros, sobretudo nestes momentos os mais necessitados economicamente, que mereceram tanto o seu Sangue redentor na Cruz como as mais importantes figuras da humanidade. Decerto que Jesus nos recomenda que evangelizemos para tornarmos acessível o Reino dos Céus a todos e não nos deixemos prender pelas riquezas terrenas. Mas jamais esqueçamos que a condição de carência material com que vivem vizinhos nossos pode ser uma forma de, nesta quadra natalícia, vivermos a caridade, socorrendo-os no que mais precisarem. Quando o Senhor Se deparou com uma multidão faminta fez a multiplicação dos pães, sinal taxativo de que o seu bem estar material, naquela situação, mereceu o seu poder de realizar um milagre.

    Que bela ocasião para olharmos para a pobreza de Jesus no seu presépio e pensarmos nos que sofrem carências económicas tão grandes actualmente. Não poderemos acudir-lhes com a generosidade do nosso contributo? Se o fizermos, como é nossa obrigação, sentiremos pena e até vergonha das vezes em que, com um pessimismo doentio e inoperante, nos transformamos num simulacro do “Muro das Lamentações”, atribuindo ao Estado as falhas sociais, aos outros a incapacidade de serem generosos e a nós a impossibilidade de fazermos o que quer que seja, porque os “tempos actuais são muito maus”.

    Um Santo Natal para todos, incluindo para aqueles que, por negligência eventual nossa, não puderem festejar condignamente, também com um conforto material mínimo, os anos de Jesus!

Do Tesouro da Igreja

O QUE SE CELEBRA NO TEMPO DO NATAL (*)

    O Tempo do Natal celebra e comemora acontecimentos que revelam dois aspectos do mesmo mistério: a encarnação do Senhor e a sua manifestação aos homens. Deus vem no silêncio da noite dos tempos à procura do homem no caminho do pecado. E o bom Pastor deixa as noventa e nove ovelhas fiéis no aprisco e vai à procura da que se tresmalhou (cfr Lc 15, 4).
    O Natal fala-nos da humanização de Deus –“o Verbo fez-Se Homem” (Jo 1, 14); na divinização do homem – “e habitou entre nós” (Jo 1, 14); e da renovação da ordem criada – “Eu renovo todas as coisas” (Apoc 21, 5).
    Não devemos, portanto, ficar apenas numa evocação sentimental duma série de acontecimentos históricos, com o olhar obstinadamente preso no passado, como se estivesse em causa exclusivamente avivar uma piedosa e exemplar recordação do nascimento da infância do Senhor. É necessário celebrar um mistério presente e penetrar no mistério total de Cristo Salvador.
    Jesus continua a nascer nos corações dos homens, quer no daqueles que recebem o Baptismo, ou, já baptizados, passam do pecado à vida da graça, quer ainda no daqueles que se decidem a dar um passo em frente no caminho da santidade.
    O Natal é um apelo veemente do Senhor à nossa entrega: perante um Menino que estende os Seus braços divinos para nós, só é possível a resposta de uma entrega incondicional.
    Muitos dos contemporâneos do nascimento histórico de Jesus em Belém estariam, possivelmente, à espera duma victória espectacular do Messias. Mas o plano de Deus é pedir a entrega de cada coração para depois, por meio deles, actuar no mundo. O mal que encontramos na terra não se deve à falta de generosidade de Deus, mas à mesquinhez do homem que imita, tantas vezes na vida, o gesto desgraçado dos habitantes de Belém: não havia lugar para Jesus, Maria e José na hospedaria” (cfr Lc 2, 7).
    “Não tenhais medo!”, repetirá Jesus na sua vida pública.”Não tenhais medo!”, repete   nos o Beato João Paulo II. Abramos, pois, de par em par, o nosso coração ao Redentor que nos vem salvar.
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(*) In Missal Quotidiano, p. 108; Edições Theologica, Braga, 1989.

Horário habitual de Missas na igreja paroquial de Telheiras até Junho de 2013

a) Domingo - 10.00h, 12.00h e 19.00h
b) Semana - 2ª Feira a 6ªFeira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h

Baptismos neste mês de Dezembro

Dia 01, Sábado, 11.00h – Francisco e Santiago Morão
Dia 09, Domingo, 16.00h – Santiago e Xavier Espírito Santo
Dia 26, 4ª Feira, 12.15h – Catarina Baptista

Coisas Práticas: Santa Missa (XII)


RITO DA COMUNHÃO
   Unidos na grande Família de Deus, como filhos e irmãos uns dos outros, ousamos dizer o Pai nosso. Nele pedimos a santidade pessoal, a expansão de um reino de paz segundo a sua Vontade; «o pão nosso de cada dia», ou seja, tudo o que necessitarmos; que saibamos perdoar como Ele e compreender. “Esforça-te, se é preciso, por perdoar sempre aos que te ofenderem, desde o primeiro instante, já que, por maior que seja o prejuízo ou a ofensa que te façam, mais te tem perdoado Deus a ti.” (S. Josemaria, Caminho, 452). E «não nos deixeis cair em tentação»: “naquilo que nos afaste de Ti e nos faz tender de forma desordenada para as criaturas” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Principia, pág. 109).E «livrai-nos do mal», do Maligno “que quer destruir o desígnio de Deus e a obra da salvação por Ele realizada em Cristo” (B. João Paulo II, Mensagem, 23-5-1999).
   Dai ao mundo a paz em nossos dias, que brote da unidade e da paz que Cristo concede à sua Igreja. Aquela paz “que o mundo não pode dar” (cf. Jo 14, 27) e que acompanha a fidelidade à «fé da vossa Igreja». Quem a queira promover tem de começar pelo empenho em “extirpar da própria vida o que dificulta a Vida de Cristo em nós: o apego ao comodismo, a tentação do egoísmo, a tendência para brilhar” (Viver a Missa, pág. 111). Num esforço que não perde o ânimo pelo facto de a vitória de Deus estar garantida, pois «vosso é o reino e o poder e a glória para sempre». 
    No momento de manifestar a paz, “é bom lembrar que nada tira ao alto valor do gesto a sobriedade necessária para manter um clima apropriado à celebração limitando, por exemplo, a saudação da paz a quem está mais próximo” (cf. Bento XVI, Sacramentum Caritatis, 49).
    O gesto de Jesus da fracção do pão para o distribuir é acompanhado do canto do «Cordeiro de Deus», lembrando que por nós morreu e ressuscitou.
    Com o «Senhor, eu não sou digno» exprimimos o cuidado que pomos em sermos o mais dignos possível e em ter a melhor das disposições (usando a confissão frequente, o jejum) e pedimos: «dizei uma palavra e serei salvo». É também esse o teor da oração em voz baixa do celebrante: «a comunhão do vosso Corpo e Sangue, Senhor Jesus Cristo, não seja para meu julgamento e condenação, mas, pela vossa misericórdia, me sirva de protecção e remédio para a alma e para o corpo»; «O corpo de Cristo me guarde para a vida eterna».
    O Amen da Comunhão é um acto de fé, pois crê que é o Corpo de Cristo. Depois brota a acção de graças: «O que em nossa boca recebemos, Senhor, seja por nós acolhido em coração puro, e estes dons da vida temporal se tornem remédio de vida eterna». E os minutos escassos de acção de graças devem prolongar-se depois da celebração por algum silêncio na igreja ou, pelo menos, no coração.
Por fim, depois da bênção, com o «Ide em paz» cada um é enviado a ser testemunha, levando a paz de Cristo aos ambientes habituais onde se move.

Funcionamento da paróquia de Setembro de 2012 a Junho de 2012

a) Abertura da Igreja:
1) Durante a semana :
De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
                        1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
                        2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria: 3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d) Confissões: Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.
Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes estão disponíveis para consulta aqui.

OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.

e) Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu
Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076   1601-801 LISBOA
Telefone e Faxe: 21 759 60 99
Telemóveis:  Pároco (P. Rui) – 963 072 248;
                        P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005
Site da Paróquia: www.portadoceu.org