5 de novembro de 2012

Recolecções mensais em Novembro (na igreja)

Senhoras: 5ª Feira, Dia 8 - 19.15h. 

Homens: 3ª Feira, Dia 13 - 19.15h

Catequese de 2012/2013 na nossa paróquia

a) De crianças

Começadas já as aulas, lembramos os seus horários

Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos: 11.00h
Rapazes: 3ªs Feiras, 17.45h; Sábados: 11.00h

b) De adultos

1. Catecúmenos: Aulas às 6as Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 9 e 16

2. Preparação para o Crisma: Aulas às 3ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 13 e 27

3. Teologia para todos (Orientação: P. João Campos): Aulas às 5ªs Feiras, 19.15h ou 21.30h. Neste mês: Dia 15 - "Moral e Liberdade"

4. Grupos de Estudo do Catecismo da Igreja Católica – Iniciam-se na semana que começa na 2ª Feira, dia 12, deste mês. Em fase de inscrições.

Grupos de estudo do Catecismo da Igreja Católica

    Vão começar a funcionar na semana que tem como 2ª Feira, 12 deste mês. As pessoas que queiram inscrever-se, além de preencherem o seu nome na Folha de Inscrições que se encontra na mesa do costume, devem dirigir-se à Secretaria, nas horas normais de serviço, para saberem o dia e a hora mais convenientes do seu Grupo.

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras

    Dia 6, Terça-feira - Comemora-se a nível Nacional o dia S. Nuno de Santa Maria padroeiro do C.N.E.
    Dia 10, Sábado - Dia de Núcleo: A Festa do Núcleo Oriental, que reúne todos os Agrupamentos da Zona Oriental de Lisboa será vivida este ano nos agrupamentos de N. S. Rosário de Fátima e do Pio XII. Serão cerca de 900 Escuteiros em celebração.
    Dia 30, Sexta-feira - Inicio Oficial das comemorações dos 35 anos do escutismo em Telheiras e 30 anos do Agrupamento 683 Telheiras

Ausências de sacerdotes no mês de Novembro

P. Rui: 1, 5ª F. a 6, 3ª F. de manhã: retiro espiritual; 
20, 3ª F. a 25, Dom. de manhã: actividade pastoral

P. Enrique: 19, 2ª F. a 25, Dom.: Actividade pastoral

Dar a quem necessita

    Com o agravamento das condições das economias familiares, tivemos de começar a deixar pessoas em lista de espera, por não nos ser possível atender a todos os pedidos. São também, cada vez em maior número, os chamados casos de “pobreza envergonhada”. Pedimos aos paroquianos e pessoas amigas que nos facultem mais as dádivas de que mais necessitamos, que são: géneros alimentícios duráveis e dinheiro. Obrigado a todos.

Do Pároco

    O texto que este mês escolhemos na Secção O TESOURO DA IGREJA, recorda-nos que no dia 2 de Novembro – Dia dos Fiéis Defuntos – intercedemos de uma forma especial por todas as almas das pessoas que já faleceram e se encontram no Purgatório, isto é, naquele estado em que os que morrem na graça e amizade de Deus, mas não de todo purificados, embora seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de atingirem a santidade necessária para entrar na alegria do Céu. A Igreja chama Purgatório a esta purificação dos eleitos (1). 

    No Ano da Fé, iniciado no mês passado, convém recordar estas verdades fundamentais, porque nos falam da misericórdia de Deus e nos alentam a ser mais fiéis ao que Ele nos pede.

    Quando alguém morre, encontra-se imediatamente com Cristo, que lhe indica o seu lugar na eternidade. Uma perspectiva, esta transitória, será a de se ter de purificar das faltas que não conseguiu remir aqui na terra, passando pelo Purgatório.

    Neste juízo, a alma compreenderá, em primeiro lugar, o Amor que Deus nos tem, porque se apercebe da dimensão do seu perdão. Ficará surpreendida como no Coração de Cristo não existe o mínimo resquício de fel ou de ressentimento. Pelo contrário, compreenderá que ao indicar a S. Pedro que deveria perdoar até 70x7 a quem o ofendesse, manifestava a magnanimidade incomensurável da sua capacidade de perdoar, desde que haja arrependimento por parte de quem O ofendeu. 

    Surpreender-se-á também com a forma como Cristo aproveita os seus méritos, mesmo os mais comezinhos, para que o fiel da balança penda para o lado da salvação. A sua misericórdia comovê-la-á e ficará com pena de não ter sido, na vida terrena, mais generosa na sua relação com Deus, a Quem deve amar sobre todas as coisas, com o próximo, a quem poderia ter feito tanto bem se não a contraísse o egoísmo, a preguiça, o desleixo, alguma má vontade com alguém que a não tratou da melhor forma, etc. Compreenderá, por fim, que a sua situação não poderá ser a entrada imediata no Reino dos Céus, pois sentirá uma necessidade indiscutível de adquirir um grau mais elevado de santidade e de apagar, por meio duma purgação, aquilo que na terra não quis fazer.

    Por isso, as almas do Purgatório não são seres revoltados contra Deus, mas, ao invés, almas que compreenderam a grandeza da misericórdia divina e que, por isso mesmo, embora sofrendo, lhes estão absolutamente reconhecidas pela forma como as julgou, as perdoou e soube aproveitar os seus poucos méritos. Só Alguém que lhes tem um Amor inimaginável e perfeito pôde considerá-las dignas de alcançar o Reino dos Céus, que é sempre um dom da graça divina.

    Estas almas são poderosas intercessoras, porque desejam com veemência que aqueles que ainda se encontram nesta vida amem mais a Deus, amem mais o seu próximo, para que sejam mais felizes já na terra e, depois, ao serem julgadas por Cristo, possam apresentar nas suas mãos méritos superiores ao que elas conseguiram, a fim de que a misericórdia divina as encaminhe imediatamente para o Céu. 

    São, ao fim e ao cabo, almas santas, que vivem a caridade na purgação duma forma bem mais superior à que praticaram na terra. O que também as torna almas profundamente agradecidas e, neste sentido, que sabem pedir a Deus por aqueles que se lembram delas aqui na terra, com os seus sufrágios, com os seus sacrifícios, pelo modo como sabem tratar os outros, nomeadamente os mais próximos. O seu desejo mais profundo é, ao fim e ao cabo, que na nossa vida sejamos capazes de concretizar o que Jesus nos deixou como lema fundamental do cristão: «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei»

    Peçamos a Nossa Senhora por todos os seus filhos que no Purgatório esperam o momento de ascenderem ao Céu. E, dum modo especial, invoquemo-la como Senhora da Boa Morte, com o intuito de que quem vai partir deste mundo esteja convenientemente preparado para se encontrar com Cristo. Ou seja, como um bom filho de Deus e de Sua Mãe, que tanto intercede por eles junto da Santíssima Trindade.
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(1) Catecismo da Igreja Católica nn. 1030 e 1031.

Do Tesouro da Igreja

Comemoração de todos os fiéis defuntos – 2 de Novembro (1) 

    Depois de ter cantado a glória e a felicidade dos Santos que gozam em Deus da vida imortal, a Liturgia, desde o início do século XI, consagra este dia à memória dos Fiéis defuntos. 

    É uma continuação lógica da Festa de Todos os Santos, celebrada no dia 1 de Novembro. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita. Quer os fiéis que vivem na glória, quer os fiéis que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo (2). Continuam todos unidos a nós. A igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da Glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório. É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar, sacramentalmente, presente o Mistério Pascal, lembra “aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz” (Prece da Eucaristia I). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva. 

    O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia da mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança, porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia. Se a unirmos ao Sacrifício da reconciliação, a Missa. 

    No sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos, que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino. 
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(1) Texto extraído de: Missal Quotidiano - Edições Theologica, Braga, 1989, p. 2003

Horários de Missas noutros lugares de culto situados no território da paróquia de Telheiras

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel.: 217125110) – De 2º Feira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h. 

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel.: 217140086) – De 2º Feira a Sábado: 7.30h, (excepção: 5ªs Feiras, 19.30h); Domingos: 8.30h. 

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados. Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequentar regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

Ano da Fé

    Entre as várias iniciativas que a Paróquia está a levar a cabo para viver o ANO DA FÉ proposto pelo Santo Padre, o Papa, Bento XVI - iniciado no dia 11 do mês passado, em Telheiras, com uma Hora de Adoração ao Santíssimo Sacramento - em todas as homilias dominicais será abordado um aspecto da nossa Fé. Em cartaz apropriado, apresentaram-se os temas a tratar até ao próximo Natal.

BAPTISMOS DURANTE ESTE MÊS DE NOVEMBRO NA NOSSA PARÓQUIA

Dia 3, Sábado, 11.00h, Vitória de Barros Jardim A. dos Santos
Dia 24, Sábado, 11.00h, Marta Sofia dos Santos Costa

Coisas práticas: Santa Missa (XI)

COMUNHÃO DOS SANTOS 

    Os textos das Orações Eucarísticas pretendem que todos vivam em uníssono o diálogo de entrega de Cristo ao Pai pela nossa salvação: que todos rezem a Missa. O sacerdote – em virtude do Sacramento da Ordem – é quem representa a Igreja, mas «a liturgia eucarística é essencialmente actio Dei (acção de Deus) que nos une a Jesus por meio do Espírito» (Bento XVI, Sacramentum caritatis, n. 37). 

    Pelo Baptismo Jesus Cristo uniu-nos ao seu Corpo místico e, na Santa Missa, todos – sacerdotes e fiéis, cada um segundo a sua condição – unimo-nos a Ele para nos apresentarmos ao Pai com a força do Espírito. Por isso, nas orações que dirige ao Pai, o celebrante associa – tantas vez usando a primeira pessoa do plural – a Igreja unida em volta do altar: todos estamos no que Jesus chamava a sua hora, a hora da redenção do mundo, e estamos a rezar como Ele. 

    O nosso esforço deve ser o de levar as palavras à oração, ajustar o pensamento às frases, e deixar-se guiar e transformar por elas, pedindo ao Paráclito que “faça de nós uma oferenda viva” (OE III), e nos envolva cada vez mais na única oração do Filho com o Pai. 

    E entramos em comunhão, não só com o Senhor, mas também com os anjos e com os homens de todos os lugares e tempos: «a Virgem Maria, Mãe de Deus, os bem-aventurados Apóstolos e todos os Santos que desde o princípio do mundo viveram na vossa amizade» (OE II). 

    Considerar tudo isto leva a perceber cada vez melhor que o dever de assistir à Missa "não é um dever imposto do exterior, um peso sobre os nossos ombros. Pelo contrário, participar na celebração dominical, alimentar-se do Pão eucarístico e experimentar a comunhão com os irmãos e irmãs em Cristo é uma necessidade para o cristão, é uma alegria, e assim pode encontrar a energia necessária para o caminho que deve percorrer todas as semanas” (Bento XVI, Homilia, 29-5-2005; citado em Javier Echevarría, Viver a Missa, pág.91). 

    A Comunhão dos Santos que se manifesta na Missa, constrói a unidade da Igreja. Este é um dom repetidamente pedido para que "alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito” (OE III). 

    A Missa aproxima-nos especialmente dos mais necessitados, leva-nos "a não nos sentirmos distantes de nenhuma pessoa, porque o Sacrifício da Cruz fez de nós filhos de Deus em Cristo e, consequentemente, muito irmãos de todos os homens" (cf. Viver a Missa, pág. 90). 

    E “pela nossa voz, a criação inteira” (OE IV), aclama o Senhor com alegria podendo cada um de nós dizer com S. Josemaria: “Sinto junto de mim todos os católicos, todos os crentes e também os que não crêem. Estão presentes todas as criaturas de Deus – a terra, o céu, o mar, e os animais e as plantas –, dando glória ao Senhor da Criação inteira” (Homilia, Sacerdote para a Eternidade, em Amar a Igreja, pág. 78). 

DOXOLOGIA 

    Por fim, o celebrante eleva o Corpo e Sangue do Senhor à vista dos fiéis e recita: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória agora e para sempre." E o povo, mostrando pela sintonia, responde o "Amen" mais importante de toda a Missa, "expressão do sacerdócio real de Cristo, recebido no Baptismo" (cf. Viver a Missa, pág. 98). 

    Já no século II São Justino referia este louvor à Santíssima Trindade no final da oração eucarística: “Tendo concluído as orações e a acção de graça, todo o povo presente aclama dizendo «Amen», que significa «assim seja» em hebraico” (Apologia). 

    "Nesta proclamação, que deve ressoar com firmeza nos lábios de todos, está resumido o sentido de toda a nossa vida, unida a Cristo no Sacrifício eucarístico. Compreende-se então com grande felicidade – e não é um exagero repeti-lo – que «todas as obras dos homens se realizam como num altar, e cada um de vós, nessa união de almas contemplativas que é o vosso dia, diz de certa maneira ‘a sua Missa’, que dura vinte e quatro horas, na expectativa da Missa seguinte, que durará outras vinte e quatro horas, e assim até ao final da vossa vida" (São Josemaria, em 19-3-1968; citado em Viver a Missa, pág. 98).

Funcionamento da paróquia de Setembro de 2012 a Junho de 2012

a) Abertura da Igreja:
1) Durante a semana :
De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
                        1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
                        2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria: 3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d) Confissões: Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.
Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes estão disponíveis para consulta aqui.

OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.

e) Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu
Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076   1601-801 LISBOA
Telefone e Faxe: 21 759 60 99
Telemóveis:  Pároco (P. Rui) – 963 072 248;
                        P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005
Site da Paróquia: www.portadoceu.org