1 de outubro de 2012

Recolecções

Homens: 3ª Feira, Dia 9 - 19.15h. 

Senhoras: 5ª Feira, Dia 11 - 19.15h.

Catequese

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)


1. COMEÇO DAS AULAS: Semana que principia na 2ª Feira, 8 de Outubro

HORÁRIO DE AULAS: 
Rapazes : 3ªs Feiras – 17.45h; Sábados – 11.00h

Raparigas: 5ªs Feiras – 17.45h; Domingos – 11.00h

FESTAS DA CATEQUESE:

1. PAI NOSSO – Domingo, 12 de Maio, Missa das 10,00h

2. FESTA DA ALEGRIA – 2º ANO (Primeiras Confissões): Domingo, 17 de Março

3. PROFISSÃO DE FÉ: Domingo, 19 de Maio, Missa das 10.00h;

4. PRIMEIRA COMUNHÃO: (em dois turnos): 25 de Maio, Sábado, 16.00h e 26 de Maio, Domingo, 10.00h

5. CRISMA OU CONFIRMAÇÃO: 11 de Maio, Sábado, 16h.

6. OUTRAS: A anunciar no princípio do Ano Catequético

b) Catequese de adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h As Aulas começam a 9 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 30 de Março.

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 17 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.

3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam a 18 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
 
Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

Do Pároco

            Inicia-se neste mês o ANO DA FÉ, assim determinado pelo Romano Pontífice, no sentido de renovar a força desta virtude em todos os membros do Povo de Deus. Já no mês passado aqui se chamava a atenção para o facto de a fé – tal como a esperança e caridade – começar por ser um dom de Deus (1).

            No seu plano salvífico, Deus tem consciência da importância desta virtude para o homem, pelo que não o deixa entregue a uma busca esforçada só da sua vontade e do seu entendimento para a encontrar e dela poder viver. Oferece-a previamente, infundindo-a, principalmente no momento em que o sacramento do baptismo começa a actuar em quem o recebe.

            Todo o cristão deve estar sumamente agradecido ao Senhor por este seu desvelo. Ele conhece, melhor do que ninguém, e com a eficiência de quem é perfeito em Si mesmo e em tudo o  que deseja para o homem, as nossas necessidades e não quer privar-nos de nenhum meio que nos conduza à salvação. Pelo contrário, coloca-os à nossa disposição, sempre com um grau de generosidade que supera a virtude da justiça, através da sua misericórdia.

            Efectivamente, se nos lembramos do que a razão humana é capaz de descobrir sobre Deus e aquilo que a fé nos ensina, a distância é abissal. Grandes cabeças, como Platão, Aristóteles, Descartes, o próprio Kant e até santos da igreja como Agostinho, Anselmo, Tomás de Aquino e outros esforçaram-se com mérito indiscutível em demonstrar-nos a existência de Deus dum modo filosófico.

            No entanto, aquilo que nos conseguem ensinar, sendo lógico, plausível e louvável, não pode comparar-se com o que a  fé nos diz de Deus: Criador e Pai, perdoador até 70x7, que morre por nós para nos voltar a dar a possibilidade da felicidade eterna, que nos ensina a amar e a respeitar os outros como seus filhos dilectos, que, na hora próxima da sua morte na Cruz, se desprende da sua Mãe e no-la  oferece para cuidar de nós com o mesmo amor maternal que deu a Jesus Cristo, etc. É um Deus que tem um coração manso e humilde, que foi criança em Belém de Judá, que trabalhou como artesão em Nazaré, que fundou a Igreja para ser o instrumento de salvação, entre os tempos da sua ascensão ao Céu e o final do mundo, que curou doentes, ressuscitou mortos, que converteu pecadores e deles fez santos, etc.

            Voltando aos filósofos, apresentam-nos Deus como primeiro motor, causa eficiente, causa final, a ideia acima da qual não posso conceber outra mais perfeita, etc. Com certeza que isto é valioso e não lhe queremos roubar qualquer mérito. No entanto, e apesar de a compreensão sobre Deus sair robustecida desta maneira, a fé diz-nos quem é Deus com palavras e modos que Ele mesmo quis revelar-nos para O conhecermos melhor e amá-Lo sobre todas as coisas.

            A razão humana, empregando toda a sua robustez e manifestando simultaneamente todas as suas limitações, encontra aquilo que pode entender de Deus. A fé, enquanto dom,  é o fruto do que Deus nos quis dizer sobre Ele. Por isso, as suas verdades –  ao serem reveladas – têm a autoridade do próprio Deus, que não Se engana nem quer enganar-nos.

            Perante esta bondade divina, convém que estudemos com todo o garbo as palavras que Deus nos quis deixar da sua autoria e com a sua autoridade. Os grupos de estudo do Catecismo, que vão vigorar este ano na nossa paróquia têm essa finalidade..

            Rezemos pelos seus frutos e por todo o esforço da Igreja em reavivar a nossa fé.
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(1) Catecismo da Igreja Católica, n. 153: “A  fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. Para prestar esta adesão da fé (ou seja, para aceitarmos a fé e as suas consequências), são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, O Qual move e converte o coração, para Deus, abre os olhos do entendimento, e dá a todos “a suavidade em aceitar e crer a verdade” (DV 5)

AGRUPAMENTO Nº 683- Mês de Outubro

Neste mês de Outubro, salienta-se: 

Dia 13, Sábado – Início das aulas de Catequese no Agrupamento 

Dias 20/21, Sábado/Domingo – Participação do Agrupamento, com estação própria, na grande actividade mundial do JAMBOREE DO AR, que desde há muitos anos é uma constante nas iniciativas tradicionais do movimento escutista internacional.

Dar a quem necessita

    Um agradecimento profundo a quem tem ajudado a paróquia a realizar a sua acção sócio-caritativa com famílias carenciadas: Tal possibilidade deve-se exclusivamente aos paroquianos ou pessoas amigas que têm contribuído para este fim com a sua generosidade. 

    Gostaríamos de dar uma ideia do que se fez no mês passado, tendo em conta que não foi dos mais activos, pelo facto de haver pessoas ausentes e só começar a situação a normalizar-se na 3ª Semana. 

Assim: 

a) Distribuição de géneros alimentícios: a perto de 40 famílias; 

b) Pagamento de remédios comparticipados; 

c) Pagamento de facturas de luz, gás, água. 

A estes dados, junta-se a distribuição de roupa, que se efectuou todas as semanas, sobretudo às 6ªs Feiras de manhã, excepto na última, entre as 11.00h e as 12.00h.

Do Tesouro da Igreja

Outubro, mês do Rosário: O Rosário na voz de vários papas 


   Com o Rosário, “ (...) pretendemos prestar homenagem a Maria Santíssima, em conformidade com a excelência do seu ser e da sua missão; homenagem singular, homenagem superior, homenagem que lamenta nunca poder igualar-se à que o Senhor lhe prestou e que o plano divino, que também assenta sobre ela, mereceria; homenagem que ela própria pressagiou, ao profetizar que todas as gerações a chamariam bem-aventurada”. (1) 

   “Não deixeis de inculcar com todo o cuidado a prática do Rosário, a oração tão querida da Virgem, (...) por meio da qual os fiéis podem cumprir da maneira mais suave e eficaz, o preceito do Divino Mestre: «Pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e abrir-se-vos-á» (Mt 7, 7). 

   O vosso Rosário é uma escola, e vós a subis em comum, degrau a degrau, indo ao encontro da Senhora, que quer dizer ao encontro de Cristo. Porque esta é uma das características do Rosário, a mais importante e a mais bela de todas: uma devoção que, através da Virgem, nos leva a Cristo. Cristo é o final desta longa e repetida invocação a Maria. Fala-se a Maria para chegar a Cristo. Foi Ela que o trouxe ao mundo: é a Mãe do Senhor. E é Ela que nos leva até Ele, se formos seus devotos”. (2) 

   “Segundo a etimologia da palavra, (o Rosário) é uma coroa de rosas, costume encantador que em todos os povos representa uma oferenda de amor e um símbolo de alegria” (3) “É o modo mais excelente de oração meditada, constituída à maneira de coroa mística em que a saudação angélica (Ave Maria), a oração dominical (Pai Nosso) e a doxologia à Augusta Trindade (Glória) se entrelaçam com a consideração dos mistérios da nossa fé; nele, por meio de muitas cenas, a mente contempla o drama da Encarnação e da Redenção” (4). 

   “Este modo de rezar exige uma atenção especialíssima por parte do homem, pois requer não somente que procure dirigir o seu espírito a Deus, mas também que se abisme na meditação do que contempla, de forma que dela tire normas de viver e alimento para a sua piedade. (5). 

   “Que orações mais aptas e mais divinas poderemos encontrar? A primeira é aquela prece que brotou dos lábios do próprio Redentor quando os seus discípulos lhe pediram: «Ensina-nos a orar»; é a súplica que contém tudo o que se refere à glória de Deus e que resolve todas as nossas necessidades corporais e espirituais. Como é possível que o Pai Eterno não nos socorra e atenda, se usamos as mesmas palavras que o seu Filho nos ensinou? (...) A outra oração é a saudação angélica, que começa com o elogio do Arcanjo Gabriel e de Santa Isabel à Santíssima Virgem, e termina com uma súplica piedosa pela qual imploramos à Santíssima Senhora que não nos abandone, nem agora nem na hora da nossa morte”. (6) 

   “Como andam longe do caminho da verdade aqueles que desprezam esta prece, achando-a enfadonha pela constante repetição das mesmas orações! (...) A esses cumpre fazer-lhes notar, antes de mais nada, que a piedade – assim como o amor – não se cansa de repetir com frequência as mesmas palavras, porque o fogo da caridade que as inflama faz com que contenham sempre algo de novo”. (7) 

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(1) Paulo VI, Aloc, 11/10/1963; (2) Paulo VI, Aloc. 10/05/1964; (3) Pio XII, Aloc, 16/10/1940; (4) Beato João XXIII, Litt. Enc. Gratia recordatio, 26/09/59; (5) Leão XIII, Litt. Enc. Iucunda semper, 8/10/1894; (6) Pio XI, Litt. Enc. Ingravescentibus malis, 29/09/1937; (7) IBIDEM.

COISAS PRÁTICAS: SANTA MISSA (X): ACOMPANHAR JESUS NO SEU SACRIFÍCIO

«Fazei isto em memória de Mim» 

    “O memorial recebe um sentido novo no Novo Testamento. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, faz memória da Páscoa de Cristo, e esta torna-se presente: o sacrifício que Cristo ofereceu na cruz uma vez por todas, continua sempre actual: «Todas as vezes que no altar se celebra o sacrifício da cruz, no qual ‘Cristo, nossa Páscoa, foi imolado’, realiza-se a obra da nossa redenção»” (CIC 1364). 


   Trazer à memória os bens recebidos - anamnesis - aumenta a gratidão que se manifesta, entre outras coisas, gastando o necessário em vasos e paramentos para a beleza e dignidade do culto. Devemos ser generosos, como Jesus ensinou. “Aquela mulher que, em casa de Simão o leproso, em Betânia, unge com rico perfume a cabeça do Mestre, recorda-nos o dever de sermos magnânimos no culto de Deus. / – Todo o luxo, majestade e beleza me parecem pouco. / – E contra os que atacam a riqueza dos vasos sagrados, paramentos e retábulos, ouve-se o louvor de Jesus: «Opus enim bonum operata est in me» – uma boa obra fez para comigo.” (S. Josemaria, Caminho, nº 527). 

   A Elevação lembra as suas palavras: “Quando Eu for levantado sobre a terra atrairei todos a Mim”. Alguma jaculatória (“Meu Senhor e meu Deus”) pode exprimir o propósito de fazer que Cristo esteja realmente presente como Senhor no cume de todas as realidades humanas. “Para isso temos de negar-nos a nós mesmos, de nos sacrificar voluntariamente, em união com Cristo, pela salvação das almas, num sacrifício que se torna agradável quando realmente abraçamos a Cruz de Jesus” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia, pág. 81). 

   “Mistério da fé!” é o grito que proclama que o divino sacrifício se tornou presente sacramentalmente. A resposta é a confissão da fé comum – “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição.” – e o compromisso de a difundir preparando a vinda de Jesus – “Vinde, Senhor Jesus!” – com disponibilidade para servir a todos, especialmente os que nos rodeiam 

   «Celebrando… o memorial…, nós Vos oferecemos… e Vos damos graças porque nos admitistes à vossa presença para Vos servir nestes santos mistérios.» (OE II) 

   “Deus Pai aceitou o sacrifício do seu Filho e entregou-no-Lo de novo, sob o véu das espécies eucarísticas; e acolheu também o nosso pobre e pequeno sacrifício que Jesus integrou no seu.” “Em Cristo, a mais pequena fracção de tempo, de esforço, de trabalho, de mortificação, adquire uma transcendência de eternidade e de eficácia apostólica na Terra” (cf. Viver a Missa, pág. 86-87). 

   “Fazei”, manda Jesus. Quer a celebração da Eucaristia, a fim de que, com Ele, edificarmos a Igreja pelo sacerdócio real recebido no Baptismo e na Confirmação. “Com essa alma sacerdotal, que peço ao Senhor para todos vós, tendes de procurar que no meio das ocupações vulgares, toda a vossa vida se converta num contínuo louvor a Deus: oração e reparação constantes, súplica e sacrifício por todos os homens. E tudo isto em íntima e assídua união com Cristo Jesus, no Santo Sacrifício do Altar” (S. Josemaria, Carta de 28-3-1955, nº4, citado em Viver a Missa, pág.83). 

   A escola de Maria é onde a alma eucarística aprende a fazer companhia a “Jesus escondido”, na sua entrega presente no Altar e no Sacrário. De facto, junto à Cruz, a Mãe “manteve uma total atenção a todos os gestos e todas as palavras do seu Filho, sem perder nenhum pormenor do seu olhar cheio de paz e transbordante de tristeza, da sua respiração fatigada mas entregue, do seu desejo de sofrer como só pode sofrer Quem é Deus e Homem, da sua sede de almas. E essa atitude deve inspirar o nosso comportamento durante a celebração eucarística, e não só no momento da Consagração, pois todos os momentos da Missa remetem para o Sacrifício do Calvário. Peçamos a Maria, «Mulher eucarística», que faça de nós mulheres e homens cheios de amor pelo Santo Sacrifício do altar” (cf. Viver a Missa, pág. 86).

Horário de Missas


a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h

b) Durante a semana: de 2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

Funcionamento da Paróquia



Abertura da Igreja:

1) Durante a semana :

De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:

1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição

e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria:

3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d) Confissões:

Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.

Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes são os seguintes:

2ª F
3ª F
4ª F
5ª F
6ª F
Sábado
11h às 12.15h



P. Enrique


11.30h às 12.00h

P. Rui

P. Rui
P. Rui

16.00h às 16.30h
P. João

P. João

P. João

16.30h às 18.00h





P. Carlos
17.30h às 19.30h

P. Carlos

P. Carlos


18.00h às 19.30h
P. Carlos





OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.