8 de setembro de 2012

Horários de Missas na igreja paroquial de Telheiras durante o mês de Setembro de 2012

a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h
b) Até dia 08, Sábado – de 2ª Feira a Sábado: 18.30h; 
c) A partir de dia 10, 2ª Feira: de 2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h 

Obs. – Os Horários de Missas expostos em a) e c) manter-se-ão em vigor até 30 de Junho de 2013, Domingo, salvo alguma indicação pontual em contrário.

Curso para noivos e jovens casais

     Organizado pela nossa paróquia, de colaboração com CENOFA, realiza-se no fim-de-semana de Sábado, 29 e Domingo, 30 deste mês, um Curso para Noivos. Inscrições e informações na Secretaria Paroquial.

Recolecções mensais (na igreja)

Homens: 3ª Feira, Dia 11 – 19.15h; 

Senhoras: 5ª Feira, Dia 13 – 19.15h

Catequese de 2012/2012 na nossa paróquia

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)
                        1. Afixação de horários: 06 de Setembro, 5ª Feira
                        2. Começo das Aulas: Semana que principia na 2ª Feira, 8 de Outubro
                         3. FESTAS DA CATEQUESE:


   1. PAI NOSSO – Domingo, 12 de Maio, Missa das 10,00h
    2. FESTA DA ALEGRIA – 2º ANO (Primeiras Confissões): Domingo, 17 de Março
   3. PROFISSÃO DE FÉ: Domingo, 19 de Maio, Missa das 10.00h;
    4. PRIMEIRA COMUNHÃO: (em dois turnos): 25 de Maio, Sábado, 16.00h e 26 de        
     Maio, Domingo, 10.00h
    5. CRISMA OU CONFIRMAÇÃO: 11 de Maio, Sábado, 16h.
    6. OUTRAS: A anunciar no princípio do Ano Catequético

    b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)

       1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h As Aulas  começam a 9 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 30 de Março.
         2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 17 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.
          3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras,    19.15h e 21.30h. As sessões iniciam a 18 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h

Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras

     É este mês de Setembro o do recomeço das actividades habituais do Agrupamento, com um Acampamento no dia 22. Antes, haverá  uma reunião preparatória dos responsáveis pelo Agrupamento para planear e orientar as actividades e as ocupações das diversas Secções. No mês passado, o Acampamento Nacional polarizou todos os nossos participantes em dias inesquecíveis.

Dar a quem necessita

      Como não manifestar aqui o agradecimento da paróquia a todos os que têm contribuído com generosidade para atenuar um pouco as dificuldades que muitas famílias estão a passar. Todos eles merecem um obrigado profundo, nomeadamente os que, duma forma anónima, têm deixado géneros alimentícios e dinheiro, além de roupa, para esse fim. Também convém salientar o grupo de paroquianos que aproveita as sobras de pão e de bolos de padarias de Telheiras para depois as distribuir, à porta de igreja, às 21.00h. 
      Fica também aqui um apelo para todas as pessoas que puderem participar nestas iniciativas para darem o seu nome na Secretaria paroquial, pois são cada vez mais os que recorrem aos nossos serviços sócio-caritativos.

Do Pároco

O Ano da Fé

Quis Sua Santidade, o Papa Bento XVI, que toda a Igreja vivesse intensamente, entre Outubro 2012 e Novembro 2013, uma das três virtudes teologais – a Fé –, aprofundando no seu significado, procurando fundamentar os motivos da sua existência e, decerto, entendendo todo o papel que ela desempenha na nossa vida cristã. Com isto, não se quer minimizar a importância das outras virtudes teologais – a esperança e a caridade –, mas apenas dar relevo à fé, para que ela se firme na consciência dos fiéis e oriente a nossa conduta de acordo com os seus ditames e as possibilidades que ela mesma nos confere.

A Fé começa por ser um dom de Deus

Quando abrimos o Catecismo da Igreja Católica, no ponto nº 153, podemos ler: “A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele”. Esta afirmação ensina-nos que nós não temos fé, porque a conquistamos apenas com os nossos esforços pessoais, tal como acontece com as virtudes humanas, que se conseguem à custa de repetirmos os actos que lhes são próprios. Por outras palavras, a virtude humana da ordem, por exemplo, não é fruto da nossa espontaneidade. Não se é ordenado, porque nascemos assim. A ordem surge como uma consequência de, em muitas circunstâncias, às vezes difíceis, fazermos o que é deveras importante e necessário nessas ocasiões, não cedendo à tentação de realizarmos o que é mais fácil ou que dá menos trabalho. 
Com a fé, porém, na sua origem, não há somente uma dimensão humana como sua autora. Antes de o homem a possuir, «é um dom de Deus». Ou seja, sem essa intervenção divina, a fé não existe, porque se trata de (...) “uma virtude sobrenatural infundida por Ele”. Por esta razão, no mesmo ponto pode ainda ler-se: “Para prestar esta adesão da fé (ou seja, para aceitarmos a fé e as suas consequências), são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, O Qual move e converte o coração, para Deus, abre os olhos do entendimento, e dá a todos “a suavidade em aceitar e crer a verdade” (DV 5) ”. 
Estas observações elucidam-nos de uma forma clara que Deus quer que a nossa fé comece por ser um dom seu, isto é, uma dádiva que nos oferece para podermos saber com certeza em que acreditamos, já que a autoridade das verdades reveladas tem o próprio Deus como autor, que é perfeito em tudo o que faz e anuncia.

A Fé é também um acto humano

Na sequência do que nos indicou no nº 153, o Catecismo ensina-nos, no número seguinte que, se «o acto de fé só é possível pela graça e pelos auxílios do Espírito Santo» ele corresponde também a um acto profundamente humano. Na verdade, a maior parte dos conhecimentos que temos são fruto do que ouvimos dizer a outras pessoas. E a nossa adesão é tanto mais forte quanto mais sérias e competentes são relativamente ao tipo de conhecimentos ou verdades que nos transmitem. Seria para qualquer um de nós muito mais preocupante que um médico oncologista, numa conversa acidental sobre um problema de saúde que eu sentisse, me dissesse para ter cuidado e me quisesse examinar no seu consultório, do que a opinião dum engenheiro civil sobre o mesmo assunto, ainda que esta fosse mais veemente, efusiva e categórica.
Por isso, «não é contrário nem à liberdade nem à inteligência do homem confiar em Deus e aderir às verdades por Ele reveladas” (Catecismo da Igreja Católica, nº 154). Deus é a autoridade máxima em matéria de verdade e de conhecimento, porque é omnisciente, ou seja, conhecedor de tudo com a máxima perfeição, que não engana, não é ilusória, nem pretende enganar. 
Como devemos saber agradecer a Deus o dom da fé. E com que propósitos de melhoria vamos encarar o Ano da Fé decretado pelo Santo Padre, Bento XVI.

Do tesouro da Igreja


A Mãe de Cristo estava junto à cruz (*)

    O martírio da Virgem é recordado tanto na profecia de Simeão como na história da paixão do Senhor. Diz o santo ancião acerca do Menino Jesus: Este foi predestinado para ser sinal de contradição; e referindo-se a Maria, acrescenta: E uma espada trespassará a tua própria alma.

    Na verdade, santa Mãe, uma espada trespassou a vossa alma. Porque nunca ela podia atingir a carne do Filho sem atravessar a alma da Mãe. Depois que aquele Jesus – que é de todos, mas especialmente vosso – expirou, a cruel lança que lhe abriu o lado, sem respeitar sequer um morto aquém já não podia causar dor alguma, não feriu a sua alma mas atravessou a vossa. A alma de Jesus já não estava ali, mas a vossa não podia ser arrancada daquele lugar. Por isso a violência da dor trespassou a vossa alma, e assim, com razão Vos proclamamos mais que mártir, porque os vossos sentimentos de compaixão superaram os sofrimentos corporais do martírio.

    Não foi, porventura, para Vós mais que uma espada aquela palavra que verdadeiramente trespassa a alma e penetra até à divisão da alma e do espírito: Mulher, eis o teu Filho? Oh que permuta! Entregam-Vos João em vez do Mestre, o filho de Zebedeu em vez do Filho de Deus, um simples homem em vez do verdadeiro Deus. Como não havia de ser trespassada a vossa afectuosíssima alma ao ouvirdes estas palavras, quando a sua lembrança despedaça o nosso coração, apesar de ser tão duro como a pedra e o ferro?

    Não vos admireis, irmãos, de que Maria seja chamada mártir na sua alma. Admire-se quem não se recorda de ter ouvido Paulo mencionar entre as maiores culpas dos pagãos o facto de não terem afecto. Como isso estava longe do coração de Maria!
    Mas talvez alguém possa dizer: “Porventura não sabia Ela que Jesus havia de morrer?” Sem dúvida. “Não esperava Ela que Jesus havia de ressuscitar?” Com toda a certeza. “E apesar disso sofreu tanto ao vê-Lo crucificado?” Sim, com terrível veemência. Afinal, que espécie de homem és tu, irmão, e que estranha sabedoria é a tua, se te surpreende mais a compaixão de Maria do que a paixão do Filho de Maria? Ele pôde morrer corporalmente e Ela não pôde morrer com Ele em seu coração? A morte de Jesus foi por amor, aquele amor que nenhum homem pode superar; o martírio de Maria teve a sua origem também no amornado qual depois do de Cristo, nenhum outro amor se pode comparar.  
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(*) Dos sermões de S. Bernardo, abade (Século XII). (Sermo in dom. infra Assumptionis, 14-15.)

Coisas práticas: Santa Missa (IX)

A CONSAGRAÇÃO, O MOMENTO CULMINANTE DA MISSA

Na narração da instituição da Eucaristia, “a força das palavras e da açcão de Cristo e o poder do Espírito Santo tornam sacramentalmente presentes, sob as espécies do pão e do vinho, o Corpo e o Sangue de Cristo, seu sacrifício oferecido na cruz uma vez por todas” (CIC 1353).
Servindo-se da voz, da vontade e da pessoa do sacerdote, Jesus profere as mesmas palavras nascidas do seu imenso amor na Última Ceia. Ali antecipou sacramentalmente a acção salvadora que estava prestes a realizar cruentamente (com dor) na Cruz; agora Ele torna-a presente incruentamente em cada Missa, “onde a Trindade Beatíssima recebe a adoração, a acção de graças, a impetração e a expiação de toda a humanidade, graças a Jesus Cristo, que é «perfectus Deus, perfectus Homo» (Símbolo Quicumque), perfeito Deus e perfeito Homem” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia, pág. 76).

Isto é o meu Corpo. Isto é o cálice do meu Sangue.
O celebrante é um instrumento do Senhor e, por isso, pronuncia estas palavras na primeira pessoa. “Não é um homem que se dirige a Deus-Pai em representação dos restantes fiéis, mas é o próprio Sumo e Eterno Sacerdote quem o faz. «Não é o homem que converte as coisas oferecidas no Corpo e Sangue de Cristo, mas o próprio Cristo que por nós foi crucificado. O sacerdote, figura de Cristo, profere aquelas palavras, mas a sua virtude e a sua graça são de Deus» (S. João Crisóstomo)” (Idem, pág. 78). 
“Unamo-nos com a maior piedade possível, a estas palavras de Cristo, que se tornam actuais em cada Missa; são palavras que Ele dirige a todos nós, que dirige a cada uma, a cada um de nós”. “São palavras que nos enchem de segurança, que reforçam a nossa fé, asseguram a nossa esperança e enriquecem a nossa caridade. Sim: Cristo vive, é o mesmo que era há 2000 anos, e viverá para sempre, intervindo no nosso peregrinar.Volta a acercar-se de nós, caminhando connosco como caminhou com os discípulos de Emaús, para nos sustentar e apoiar-nos em todas as nossas actividades” (Ibidem).
A presença real de Jesus leva-nos a uma atitude de adoração perante a omnipotência e amor de Deus: “é por isso que nos ajoelhamos quando chega este instante sublime que constitui o núcleo da celebração eucarística” (Idem, pág. 77). Procuremos crescer na piedade e delicadeza com que vivemos este momento, no agradecimento “por tão admirável visita de Deus às criaturas. Não nos habituemos a assistir a este milagre, que é o maior de todos quantos ocorrem diariamente em todo o mundo!” (Idem, pág. 78).

Tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos e, levantando os olhos ao céu, para Vós, Deus, seu Pai todo-poderoso, dando graças, abençoou-o (OR I)

As palavras e as rubricas da celebração convidam o sacerdote a repetir os gestos que Cristo fez na Última Ceia: “a Igreja orante fixa os olhar nas mãos e nos olhos do Senhor. Quer de certo modo observá-l’O, quer perceber o gesto do seu rezar e agir naquela hora singular, encontrar a figura de Jesus, por assim dizer, também através dos sentidos» (cf. Bento XVI, homilia 9-4-2009)
Costumava levantar os olhos ao céu quando se recolhia em oração, qual sinal exterior da sua união com Deus-Pai e assim o terá feito na Última Ceia.
As mãos, que tinham abençoado tanta gente, seguram o pão e o vinho, símbolos das dádivas recebidas pelos homens. Jesus agradece-os a Deus e restitui-os para os receber de novo abençoados e transformados, transubstanciados. “O agradecer torna-se abençoar. Os dons apresentados tornam-se no Corpo e Sangue” (Ibidem).

Funcionamento da paróquia em Setembro de 2012

a) Abertura da Igreja:
      1) Durante a semana até Sábado, dia 08 –  De 2ª Feira a Sábado: 16.00h-19.30h
   A partir de 2ª Feira, dia 10 - De 2ª Feira a Sábado: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
     1) Durante a semana, até Sábado, dia 08 – De 2ª Feira a Sábado: 18.30h
  A partir de 2ª Feira, dia 10 - De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
   2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h
Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição 
e Bênção com o Santíssimo Sacramento. 
c) Atendimento de Secretaria:
3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d)   Confissões:
Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença. No próximo mês, forneceremos os horários de confissões dos diversos sacerdotes.