9 de agosto de 2012

Missas durante o mês de Agosto na Paróquia:

a)    Durante a semana: De 2ª Feira a Sábado: 18.30h;
b)     Domingos: 11.00h e 19.00h.

AUSÊNCIAS DE SACERDOTES A PARTIR DO MÊS DE AGOSTO

P. João Campos: de 11, 6ª Feira a 17, Sábado – actividade pastoral
P. Carlos Santamaria: até 17, Sábado: férias; de 19, Domingo a 25, Sábado – actividade pastoral;
P. Enrique Calvo: até 10/09, 2ª Feira – férias e actividades pastorais
P. Rui Rosas: de 20/08, 2ª Feira a 09/09, Domingo – férias

Catequese em 2012/2013 na nossa paróquia


a)    Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)

                        1. Afixação de horários: 06 de Setembro, 5ª Feira
                        2. Começo das Aulas: Semana que principia na 2ª Feira, 8 de Outubro
 3. FESTAS DA CATEQUESE:
 1. PAI NOSSO – Domingo, 12 de Maio, Missa das 10,00h
 2. FESTA DA ALEGRIA – 2º ANO (Primeiras Confissões): Domingo, 17 de Março
 3. PROFISSÃO DE FÉ: Domingo, 19 de Maio, Missa das 10.00h;
 4. PRIMEIRA COMUNHÃO: (em dois turnos): 25 de Maio, Sábado, 16.00h e 26 de       
     Maio, Domingo, 10.00h
   5. CRISMA OU CONFIRMAÇÃO: 11 de Maio, Sábado, 16h.
      6. OUTRAS: A anunciar no princípio do Ano Catequético

    b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h As Aulas  começam a 9 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 30 de Março.
2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 17 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.
3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras,    19.15h e 21.30h. As sessões iniciam a 18 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

Agrupamento de escuteiros

   De 4 a 10 deste mês, o Centro Nacional de Actividades Escutistas de Idanha-a-Nova acolhe o XXII Acampamento Nacional. O nosso Agrupamento estará presente, tendo em campo: 12 lobitos, 14 exploradores, 16 pioneiros, 5 caminheiros e 11 animadores. É uma festa que todo o Agrupamento procurará potenciar ao máximo. Presentes 17.000 escuteiros, de várias associações, entre portugueses e de outros países. 

   Em 22 de Setembro próximo recomeçará o novo ano escutista do Agrupamento em regime de acampamento.

No mês passado (Julho)


   Começou nos finais de Julho, por iniciativa de um grupo de paroquianos, a distribuição de comida, que procuram nos restaurantes e padarias da zona da nossa paróquia, destinada a favorecer famílias e pessoas carecidas. Esta iniciativa, num período tão crítico para tanta e tanta gente, merece certamente o nosso apoio e o nosso aplauso. Embora estejamos numa época do ano em que há muitos paroquianos ausentes no seu período de férias, aqueles que quiserem participar nesta actividade, poderão fazê-lo, dando o seu nome e contactos na Secretaria Paroquial. 

   E convidamos todos a “pressionar” Nossa Senhora da Porta do Céu, mãe de todos nós, para que, com a sua intercessão, ajude a alcançar o maior êxito este empreendimento.

Do tesouro da Igreja


Santidade, esplendor e glória do corpo da Virgem Maria (*) 


   Os santos Padres e os grandes Doutores da Igreja, nas homílias e sermões dirigidos ao povo na solenidade da assunção da Mãe de Deus, falaram deste facto como conhecido e aceite pelos fiéis; expressaram-no com mais clareza e explicaram mais profundamente o sentido e importância desta festa, procurando especialmente esclarecer que o objecto da festa não era apenas a incorrupção do corpo da bem-aventurada Virgem Maria, mas também o seu triunfo sobre a morte e a sua glorificação celeste à semelhança de Jesus Cristo, seu Filho Unigénito. 

   Assim S. João Damasceno, que entre todos se distinguiu como testemunha exímia desta tradição, considerando a assunção corporal da Santa Mãe de Deus à luz dos outros privilégios, exclama com vigorosa eloquência: “Era necessário que Aquela que no parto tinha conservado ilesa a sua virgindade conservasse também sem nenhuma corrupção o seu corpo depois da morte. Era necessário que Aquela que trouxera no seu seio o Criador feito menino fosse habita nos divinos tabernáculos. Era necessário que a Esposa que o Pai desposara fosse morar como Esposo celeste. Era necessário que Aquela que tinha visto o seu Filho na cruz e recebera no coração a espada de dor de que tinha sido preservada ao dá-Lo à luz, O contemplasse à direita do Pai. Era necessário que a Mãe de Deus possuísse o que pertence ao Filho e que todas as criaturas a honrassem como Mãe e Serva de Deus”. 

   S. Germano de Constantinopla afirmava que a incorrupção e a assunção do corpo da Virgem Mãe de Deus condiziam não só com a sua maternidade divina, mas também com a peculiar santidade desse corpo virginal: “Vós, como está escrito, apareceis em beleza; e o vosso corpo virginal todo ele é santo, todo ele é casto todo ele morada de Deus, de modo que, até por este motivo, ficou isento de ser reduzido ao pó da terra; foi, sem, transformado, enquanto era humano, para a vida excelsa da incorruptibilidade; mas é o mesmo, vivo e gloriosíssimo, incólume e participante da vida perfeita”. 

   Outro escritor antiquíssimo afirma, por sua vez: “Como Mãe gloriosíssima de Cristo, nosso Deus e Salvador, dispensador da vida e da imortalidade, é por Ele vivificada, revestida de um corpo semelhante na eterna incorruptibilidade, já que Ele a ressuscitou do sepulcro e a levou para Si, pelo modo que só Ele conhece”. 

   Todos estes argumentos e considerações dos Santos Padres têm como último fundamento a sagrada Escritura que nos apresenta a santa Mãe de Deus estreitamente unida ao seu divino Filho e sempre participante da sua sorte. 

   (...) Assim a augusta Mãe de Deus, unida de modo misterioso a Jesus Cristo desde todas a eternidade pelo mesmo e único decreto de predestinação, imaculada desde a sua conceição, sempre virgem na sua divina maternidade, generosa companheira do divino Redentor, que triunfou plenamente sobre o pecado e suas consequências, como suprema coroa dos seus privilégios foi, por fim, preservada da corrupção do sepulcro e, tendo vencido a morte como seu Filho, foi elevada em corpo e alma à glória do Céu, onde resplandece como Rainha à direita do seu Filho, Rei imortal dos séculos. 

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(*) Da Constituição Apostólica Magnificentissimus Deus, do Papa Pio XII. (AAS 42 [1950] 760-762.767.769

Do pároco


   Cristo veio à terra para tornar o homem capaz de, novamente, poder cumprir o fim para que Deus o criou: ser feliz, para sempre, participando da felicidade perfeita das três Pessoas da Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Para o efeito, tornou todos os homens filhos de Deus, herdeiros do Céu. 

   Mas quis mais: facilitar a todos nós caminhos que nos ajudam a ir para a sua companhia, na vida eterna. Fundou a Igreja, que é a dispensadora das mesmas acções de salvação que Cristo, na sua passagem pela terra, podia facultar com a sua autoridade divina. O perdão dos pecados, a doação do seu Corpo, Alma e Divindade como alimento espiritual no Sacramento da Eucaristia, o Baptismo que nos torna filhos de Deus, perdoa as consequências gravosas do pecado original na nossa alma e nos faz beneficiar de toda a graça que Ele nos pode dar através do Espírito Santo, etc. 

   O cristão, por todo o Amor que Deus manifesta por ele, deve ter uma atitude optimista e constructiva perante a realidade, mesmo quando esta se apresenta difícil de aceitar ou de suportar. Que pode temer um filho de Deus, se tem o seu Pai a acariciá-lo com tantas manifestações de amor e de carinho, quer com a sua providência ordinária, quer com outras actuações inesperadas, onde o Senhor mostra que não nos esquece e tem em conta as nossas necessidades? Lembremo-nos da multiplicação dos pães que Jesus realizou e tantos outros milagres que fez e continua a fazer, sempre que é absolutamente necessária uma intervenção extraordinária. 

   À atitude optimista e constructiva que se referiu deve corresponder, da parte do cristão, em primeiro lugar, a um sentido de agradecimento profundo pelas possibilidades que nos concedem as nossas potencialidades humanas para resolver os problemas, mesmo à custa de esforço e persistência. Com a nossa inteligência, a nossa vontade, a nossa afectividade e as forças que o nosso corpo nos dá, tantas coisas que se podem realizar! Decerto que o cristão deve pôr toda a sua confiança na ajuda divina, que a graça nos confere, para empreender sempre o que é necessário com rectidão de intenção, isto é, nada fazendo sem que Deus permita e queira. A intenção principal de toda a nossa actuação deve ser corresponder à vontade de Deus, porque só esta é perfeita em si mesma e nada tem de inadequado ou de inconveniente. Recordemos que Jesus ensinou que quem quiser ser seu discípulo tem de pegar na sua cruz de todos os dias. E Ele mesmo, no Jardim das Oliveiras, se enfrentou respeitosamente com o Pai, perguntando-Lhe se era absolutamente necessário sofrer o que previa da sua Paixão e Morte na Cruz. E o que dizer da grande quantidade de mártires que a história da Igreja nos mostra, ao longo dos últimos dois milénios, incluindo o século passado, tão fértil nesta forma de dar a vida por Cristo, sobretudo com as vítimas das perseguições do comunismo e do nazismo? 

   Perante situações tão dolorosas como esta que estamos a viver com a consabida “crise económica”, a nossa atitude não deve, nem por um momento, deixar-se levar pelo pessimismo e a apatia, que habitualmente se casam e são fruto do egoísmo e do comodismo. É tão fácil lamentar-se e criticar, atirando para os outros, sobretudo para os políticos, as culpas de tudo e de todos. Talvez com alguma razão. Mas tem algum sentido cruzar os braços e nada fazer? Deus estará, lá em cima, no Céu, como um Pai desnaturado, indiferente ao sofrimento dos seus filhos, apenas a gozar da sua felicidade perfeita e eterna? 

   Não sejamos injustos com o nosso Pai. Ele indicará os caminhos que devemos trilhar para solucionar, ou, pelo menos, atenuar, as consequências desta situação que deixa tantos pais, que até há pouco punham a mesa do seu lar com o necessário para os filhos comerem, mas que agora, ou não o conseguem fazer, ou, pelo menos, têm de ser muito mais modestos naquilo que podem oferecer. 

   Há problemas? Não nos lamentemos inutilmente. Rezemos para que as situações melhorem. E, tanto quanto estiver ao nosso alcance, púnhamos algo de lado, mesmo com dificuldade, para que os outros gozem duma melhor sorte. Auxiliemos as instituições de solidariedade social – e há tantas e tão boas que a caridade dos membros da Igreja organiza! –, inscrevamo-nos nas acções de solidariedade e de voluntariado, dando o nosso tempo e o nosso contributo para as tornar mais eficazes. 

   Não estejamos insensíveis, como estátuas impotentes. Sejamos verdadeiramente humanos com os outros, vivendo as exigências de caridade que o facto de todos sermos filhos de Deus nos exigem. E recorramos à protecção e auxílio de Nossa Senhora que sabe bem como dói a Cruz, porque esteve, como boa Mãe, a ajudar o seu Filho a suportá-la e a levar até ao fim a incumbência que o seu Pai Lhe pediu. Não esqueçamos: foi no Calvário, junto da Cruz, que Maria se tornou nossa Mãe! Quanta dor sofreu e como entende que a dor é redentora! Está, por isso, atenta às necessidades dos seus filhos, nomeadamente dos que a sofrem agora de um modo que, até há pouco tempo, nos parecia superado, de forma definitiva, pela sociedade humana!

Recolecções

Não se realizam neste mês. Recomeçam em Setembro próximo.

Baptismos neste mês de Agosto

              Dia 11, Sábado,12.00h: Bruna Alexandre e Angélica
                                    16.00h: Mathilde de Aragão e Pina Neto

Dia 12, Domingo, 12.15h: Catarina Dinis
Dia 25, Sábado, 11.00h: Maria Rita Silva

Coisas Práticas: Santa Missa (VIII)



SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO (OU “EPICLESE”) 


   Por Providência divina o Espírito Santo está sempre presente nas circunstâncias mais normais da vida profissional, familiar e social, pronto para nos apoiar, se o queremos, com as suas moções e a sua graça. Mas de um modo especialíssimo actua no Sacrifício da Missa. 

   “Na Eucaristia, revela-se o desígnio de amor que guia toda a história da salvação (Ef 1, 9-10; 3, 8-11). Nela, o Deus-Trindade (Deus Trinitas), que em Si mesmo é amor (1 Jo 4, 7-8), envolve-Se plenamente com a nossa condição humana. (…) Mas é em Cristo, morto e ressuscitado, e na efusão do Espírito Santo, que nos é dado sem medida (Jo 3, 34), que nos tornamos participantes da intimidade divina. (…) Trata-se de um dom absolutamente gratuito (…). A Igreja acolhe, celebra e adora este dom, com fiel obediência. O ‘mistério da fé’ é mistério de amor trinitário, no qual, pela graça, somos chamados a participar. Por isso, também nós devemos exclamar com Santo Agostinho: “Se vês a caridade, vês a Trindade”(cf. Bento XVI, Sacramentum Caritatis, 8). 

   Uma “corrente trinitária de amor” derrama-se constantemente sobre o mundo. “Toda a Trindade está presente no santo sacrifício do altar. Por Vontade do Pai, cooperando o Espírito Santo, o Filho oferece-Se em oblação redentora” (cf. S. Josemaria, Cristo que Passa, 86). 

   Unida ao momento central da consagração está a epiclese em que a Igreja “pede ao Pai que envie seu Espírito Santo (…) sobre o pão e o vinho, para que se tornem, por seu poder, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo (cf. CIC 1353). O gesto de imposição de mãos sobre as oferendas une-se às palavas: “Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo” (OR I). 

   Para melhor nos unirmos, devemos fazer crescer diariamente a nossa devoção ao Espírito Santo com pequenas orações: “Vinde Espírito Santo, renovai a face da terra”, santificai-me e aos outros. E maravilhemo-nos agradecidos, pois “a Santa Missa situa-nos diante dos mistérios primordiais da fé, porque é a própria doação da Trindade à Igreja” (S. Josemaria, Cristo que Passa, 87): é desígnio de um Deus que quer estar connosco. 

   E “aprendamos a conhecer e a relacionar-nos com a Santíssima Trindade, Deus Uno e Trino, três pessoas divinas na unidade da sua substância, do seu amor e da sua acção eficaz e santificadora.” (S. Josemaria, Cristo que Passa, 86). “O Sacrifício do altar é uma escola maravilhosa do relacionamento com a Santíssima Trindade, um relacionamento que temos de nos esforçar por intensificar diariamente.” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia, pág. 73). 

   E a deixar-se guiar pelo Paráclito que nos faz chegar os seus conselhos e nos assiste dando relevo sobrenatural ao que fazemos. Apesar das nossas limitações Ele “é capaz de iluminar a nossa inteligência e inflamar a nossa vontade, de nos alargar o coração, de dispor a nossa alma e o nosso corpo para receberem, de forma digna e fecunda, Jesus na Eucaristia” (cf. Idem, pág. 93). “E não esqueçamos que, pelo facto de se nos entregar o Santificador, todos os dias podem ter para nós as características de um novo Pentecostes, no qual podemos conferir autêntico relevo sobrenatural, e também autêntico relevo humano, ao passar das horas” (cf. Idem, pág. 94). O Espírito Santo em cada Missa impele-nos a continuar a missão apostólica dos primeiros: “fortalecidos (…) e cheios do seu Espírito, formemos em Cristo um só corpo e um só espírito” (OR III).

da Paróquia durante o mês de Agosto de 2012

a)     Abertura da Igreja:
De 2ª Feira a Sábado: 16.00h - 19.45h
Domingos: 9.30h-13.15h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
De 2ª F a Sábado: 18.30h;
Domingos e Dias Santos de Preceito: 11.00h e 19.00h
Obs. – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira
Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.
c)     Atendimento de Secretaria:
3ª Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d)   Confissões:
Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. Se não estiver no confessionário algum sacerdote, peça a sua presença na Secretaria. Por estarmos em tempo de férias e ausências prolongadas dos sacerdotes em actividades pastorais, não expomos o habitual horário de confissões.
Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu
Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076   1601-801 LISBOA
Telefone: 21 759 60 99; Telemóveis:               Pároco (P. Rui) – 922 286 630;
                                                Vigário Paroquial (P. João) – 960 070 454; 
E-mail: paroquia.telheiras@gmail.com
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005:; Site da Paróquia: www.portadoceu.org