2 de julho de 2012

Recolecções mensais no mês de Julho

3ª Feira, dia 10: Homens:   19.15h;            

5ª Feira, dia 12: Senhoras: 19.15h

Missas durante os meses de Julho, Agosto e Setembro na Paróquia

DURANTE A SEMANA
AOS DOMINGOS
Depois de 3 de Julho (2ª F.)
18.30h, de 2ª Feira a Sábado
10h, 12h e 19h


11h e 19h em Agosto
Depois de 10 de Setembro (2ª F.)
12.15h e 18.30h, de 2ª Feira a 6ª Feira; Sábado, 18.30h;
10h, 12h e 19h

    (Obs: Abertura da Igreja: de 2ª Feira a Sábado - (só de tarde) 16.00 - 19.45h)

Ausências de sacerdotes a partir do mês de Julho

P. João Campos: até 23/07, 2ª Feira - actividades pastorais e férias;

P. Carlos Santamaria: de 27/07, 6ª Feira a 24/08, 6ª Feira – actividades pastorais e férias;

P. Enrique Calvo: até 07/07, Sábado – actividades pastorais; de 27/07, 6ª Feira 10/09, 2ª Feira – actividades pastorais e férias.

AGRUPAMENTO Nº 683 DO CNE DE TELHEIRAS

   Encerradas as suas actividades habituais, no mês passado, Sábado, 16 de Junho, com as Festas da Catequese realizada no Agrupamento durante este ano, vão efectuar o seu acampamento no fim-de-semana de 30/06 e 1/07 (Sáb e Dom) Não haverá actividades em Julho e Agosto.

CATEQUESE DE 2012/2013 DA PARÓQUIA


a) Catequese (Inscrições: a partir de 3 de Julho, 4ª Feira, na Secretaria).
Afixação de horários: 06 de Setembro, 5ª Feira

Início das Aulas: Semana que se inicia na 2ª Feira, 8 de Outubro

FESTAS DA CATEQUESE:

1. PAI NOSSO – Domingo, 12 de Maio, Missa das 10,00h

2. FESTA DA ALEGRIA – 2º ANO (Primeiras Confissões): Domingo, 17 de Março

2. PROFISSÃO DE FÉ: Domingo, 19 de Maio, Missa das 10.00h;

3. PRIMEIRA COMUNHÃO: (em dois turnos): 25 de Maio, Sábado, 16.00h e 26 de Maio, Domingo, 10.00h.

OUTRAS FESTAS DA CATEQUESE:

1. CRISMA OU CONFIRMAÇÃO: 11 de Maio, Sábado, 16h.

2. OUTRAS: A anunciar no princípio do Ano Catequético



b) Cursos para adultos (Inscrições na Secretaria)


1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h

As Aulas começam a 9 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 30 de Março.

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 17 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.

3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h

As sessões iniciam a 18 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h

Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

DO TESOURO DA IGREJA


   Sobre Nossa Senhora do Carmo e a Ordem Carmelita (16 de Julho): As Sagradas Escrituras celebram a beleza do Monte Carmelo, onde o profeta Elias defendeu a pureza da fé de Israel no Deus vivo. No século XII, alguns eremitas foram viver para aquele monte, e mais tarde constituíram uma ordem dedicada à vida contemplativa sob o patrocínio da Virgem Maria, Mãe de Deus. O seu estabelecimento na Europa ocorre entre os anos de 1226 e 1229. 

   Maria concebeu em seu espírito, antes de conceber em seu corpo (1): 

   Foi escolhida uma virgem da descendência real de David, que, destinada a receber em seu seio o gérmen sagrado, antes de conceber corporalmente o seu Filho, Deus e homem, concebeu-O em seu espírito. E para evitar que, desconhecendo o desígnio de Deus, Ela se perturbasse perante efeitos tão inesperados, foi informada, no colóquio com o Anjo, sobre o que se ia operar por virtude do Espírito Santo. E acreditou que, estando para ser em breve Mãe de Deus, não sofreria dano a sua pureza. Como podia duvidar deste género de concepção tão original, Aquela a quem é prometida a eficácia do poder do Altíssimo? A sua fé e confiança são confirmadas com o testemunho de um milagre precedente, a fecundidade de Isabel, e esta revelação do Anjo é um sinal do poder divino: quem deu poder a uma estéril de conceber pode concedê-lo também a uma virgem. 

   Por conseguinte, o Verbo de Deus, que é Deus, o Filho de Deus, que no princípio estava junto de Deus, por quem todas as coisas foram feitas e sem o qual nada foi feito, a fim de libertar o homem da morte eterna, fez-Se homem; desceu para assumir a nossa humildade sem diminuição da sua majestade, de modo que, permanecendo o que era e assumindo o que não era, uniu a verdadeira condição de servo à condição segundo a qual Ele é igual a Deus Pai, e realizou entre as duas naturezas uma aliança tão admirável, que nem a inferior foi assumida por esta glorificação nem a superior foi diminuída por esta assunção. 

   E assim, conservando-se a perfeita propriedade de uma e outra natureza, que subsistem numa só pessoa, a humildade é assumida pela majestade, a fraqueza pela força, a mortalidade pela eternidade; e para pagar a dívida contraída pela nossa condição pecadora, a natureza invulnerável une-se à natureza passível, e a condição de verdadeiro Deus e verdadeiro homem associa-se na pessoa única do Senhor, e deste modo, o único mediador entre Deus e os homens, pôde, como exigia a nossa salvação, morrer segundo uma natureza e ressuscitar segundo a outra. Com razão, portanto, o nascimento do Salvador havia de conservar intacta a integridade virginal de sua Mãe, que salvaguardou a pureza, dando à luz a Verdade. 

   Tal era, caríssimos, o nascimento que convinha a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus, nascimento pelo qual Ele é semelhante a nós pela sua humanidade e superior a nós pela sua divindade. Na verdade, se não fosse Deus verdadeiro, não nos traria o remédio; se não fosse verdadeiro homem, não nos serviria de exemplo. 

   Por isso, quando nasceu o Senhor, os Anjos cantaram cheios de alegria Glória a Deus nas alturas e anunciaram paz na terra aos homens de boa vontade. Eles vêem, de facto, a celeste Jerusalém a ser construída por todos os povos do mundo. E se tanto rejubilam os coros sublimes dos Anjos, qual não deve ser a alegria da nossa condição humana perante tão inefável prodígio da bondade divina? 

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(1) Texto de S. Leão Magno , papa (Séc. V). (Sermão I, no Natal do Senhor, 2.3:PL 54, 191-192)

Do pároco

   Já no mês passado se chamava aqui a atenção de que as nossas férias não podem ser “férias” de Deus, no sentido de O deixarmos esquecido da nossa vida, como, nesta altura, fazemos à roupa de inverno. Deus, a Quem devemos “amar sobre todas as coisas”, não pode estar um momento separado e nós. Somos suas criaturas e a Ele tudo devemos do que somos, do que podemos vir a ser e do que temos.

   A única realidade má que nos pode afastar da sua companhia e da sua presença orientadora de todas as nossas acções e atitudes é o pecado. E que pecado tão forte e tão injusto o irmos de férias sem que Deus nos acompanhe, como se Ele fosse apenas útil quando precisamos d’Ele, mas importuno nesse tempo de descanso, onde eu só quero pensar no meu conforto, na minha sesta e no meu bem-estar. Descanso sem Deus é um falso descanso.

   Também no número anterior deste Boletim se afirmava que podíamos preencher o nosso tempo de férias, decerto acompanhado por outras actividades próprias destes dias, de um maior aprofundamento da nossa formação cristã, sugerindo a leitura atenta do Catecismo da Igreja Católica, ou do seu resumo, o Compêndio da Doutrina Católica, tendo em vista que se vai iniciar o Ano da Fé.

   Ora, uma ideia que devemos ter bem assimilada na nossa mente é que a Fé não é apenas uma conquista nossa, resultado do esforço que empreendemos para conhecer, através dela, melhor a Deus e a toda a doutrina da Igreja por Cristo fundada. Se é óbvio que para vivermos com desenvoltura esta virtude necessitamos de procurar conhecer bem os seus conteúdos, a verdade, como se diz no próprio Catecismo, no ponto nº 153, é que ela começa por ser «(...) um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele». E acrescenta: «Para prestar esta adesão da fé, são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, o qual move e converte o coração, para Deus, abre os olhos do entendimento, e dá “a todos a suavidade em aceitar e crer a verdade”» (Dei Verbum 5).

   Como vemos, Deus não se deixa vencer em generosidade, como dizia S. Josemaria. Em matérias complexas e difíceis para o nosso entendimento, provê-nos com o dom sobrenatural da fé, a fim de que possamos conhecê-Lo melhor e compreender o seu Amor incomensurável para com o homem, apesar de tantos desfeiteamentos que este Lhe deu, ao longo da sua história.

   A vida dos santos fala-nos duma correspondência coerente ao dom da fé, mas a vida de outros homens manifesta a sua tibieza crónica de querer ser ele o condutor da sua vida, reservando para Deus, seu criador e razão de ser fundamental, o papel de um acidente ou de alguém a Quem se recorre quando se quer d’Ele um favor ou um benefício para melhorar a nossa vida.

   Sigamos o exemplo dos santos, que são quem entendeu que Deus tem de ser o ponto recorrente de todas as nossas ideias e de todas as atitudes que tomamos. E, nas nossas férias, aproveitemos para O conhecer melhor a fim de O amar mais. E rezando também para que o Ano da Fé, que se aproxima, seja bem vivido por todos os cristãos, colocando Deus no centro da sua existência, isto é, situando-O onde deve estar e permanecer. Que esta intenção acompanhe os nossos dias de férias, robustecendo a nossa fé com uma vivência adequado da prática religiosa e o aprofundamento das suas verdades fundamentais.

Baptimos e Casamentos neste mês de Julho

a)     Baptismos:
 Dia 14, Sábado:  11.00h – Miguel Barrocas; 12.00h – Teresa Bessa Monteiro
          Dia, 28, Sábado: 11.00h  – Inês Cunha
b)     Casamentos:
Dia 07, Sábado, 15.30h – Pedro Andrade Ribeiro e Raquel Marques Rodrigues de Castro Lopes

No mês passado


PROCISSÃO DE VELAS EM HONRA NOSSA SENHORA DA PORTA DOI CÉU: Dia 5 de Junho, 3ª Feira, 21.30h

   Como no ano passado, o tempo favoreceu a saída da Procissão de Velas em honra da Padroeira de Telheiras, Nossa Senhora da Porta do Céu, que realizou o seu percurso habitual: Adro da Igreja, Estrada de Telheiras, R. Hermano Neves, R. Prof. João Barreira, R. Prof. Henrique Vilhena, R .Prof. Mário Chicó, R. Prof. Francisco Gentil, Rampa do Metro, Praça Central e, por fim, Igreja de Nossa Senhora da Porta do Céu. Pelo caminho, como sempre se fez, rezou-se o Terço e entoaram-se cânticos em honra de Nossa Senhora. Já dentro da Igreja, rezou-se pelo Santo Padre e pelo nosso Bispo. Depois, pelos nossos paroquianos doentes e falecidos, entoando também outros cânticos marianos. Por fim, as paroquianas foram convidadas a levar para casa as flores do andor de Nossa Senhora da Porta do Céu. 


FESTAS DA CATEQUESE 

   Ocorreram no princípio de Junho, exactamente a 09, Sábado (Missa às 16.00h) e 10,Domingo (Missa às 9.30h), as Festas da Primeira Comunhão e da administração da Confirmação às nossas crianças da Catequese. Presidiu D. Joaquim da Silva Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa. 

   No Sábado, dia 16, Missa das 18.30h, foi a vez dos escuteiros realizarem também, enquadrada na Festa de Encerramento de actividades, as Festas da Catequese dos alunos que frequentaram as aulas respectivas no Agrupamento. Assim, houve distribuição de diplomas a todos aos que competia pela Festa do Pai Nosso, Festa da Primeira Comunhão e, finalmente, Festa da Profissão de Fé. Nesta ocasião e no sábado anterior (Missa das 18.30h), foram administrados os sacramentos de Iniciação Cristã a três lobitos.

COISAS PRATICAS: SANTA MISSA (VII) - INTERCESSÕES



   As diversas orações eucarísticas (OE) complementam-se entre si explicitando aspectos que nas outras estão só insinuados. Variar a sua utilização contribui para que se compreenda melhor as insondáveis riquezas do Mistério eucarístico.

   Começam por incitar ao maior abandono nas mãos do Pai, mediante o sacrifício que se oferece por meio de Jesus, nossa Cabeça: “Pai de infinita misericórdia humildemente Vos suplicamos por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, que Vos digneis aceitar e abençoar estes dons, esta oblação pura e santa” (OE I).

   Convida-nos:- À acção de graças, pois “dais a vida e santificais todas as coisas, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, com o poder do Espírito Santo; e não cessais de reunir para Vós um povo que de um extremo ao outro da terra Vos ofereça uma oblação pura” (OE II.)

   - À unidade, já que apesar de se repetirem as celebrações é o único sacrifício: pois “quando se celebra sobre um pequeno altar de uma igreja no campo, a Eucaristia celebra-se, em certo sentido, sobre o altar do mundo. Une o céu e a terra. Abarca e impregna toda a criação” (cf. João Paulo II, Igreja na Eucaristia, 8). “Nenhum cristão está excluído dos frutos de cada celebração. A Santa Missa traz-nos a máxima manifestação do amor de Deus pelos homens e do amor dos homens por Deus e entre si: mostra-nos a realização perfeita da Comunhão dos santos, que nos assegura que nunca estamos sós” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia). Procuremos em nós o desejo de viver para Ele, aumentando a consciência da união de todos em Cristo.

   - E fazem brotar uma súplica pela Igreja una: “Lembrai-Vos, Senhor, da vossa Igreja, dispersa por toda a terra, e tornai-a perfeita na caridade em comunhão com o Papa N., o nosso Bispo N. e todos aqueles que estão ao serviço do vosso povo” (OE II). “Dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra” (OE I).

   Pedimos que Jesus, Bom Pastor, a guie a caminho do Céu, a proteja e livre dos inimigos “não só externos: mas também dos mais perigosos, que são os que podem ocultar-se no seu interior, semeando erros, cismas e divisões” (cf. Javier Echevarría, idem), e os que separam da unidade com os Pastores que na terra O representam.

   E por todas questões da humanidade, grandes e mais localizadas, que muito nos importam, pois são nossas e tudo entra na nossa oração.

   A petição por vivos e defuntos, pede-nos uma grande abertura de coração: os nossos “irmãos” pelo Baptismo, talvez em lugares onde são perseguidos; os que não conhecem a Cristo e seguem a sua consciência: “aqueles que na vossa misericórdia partiram deste mundo” (OE II), “aqueles que Vos procuram de coração sincero”, “cuja fé só Vós conhecestes” (OE IV); e quem nos maltrate ou odeie, como Jesus nos ensinou.

   Particularmente beneficiam dos frutos da celebração os presentes como momento central de crescer em santidade. E aprendemos a pedir especialmente pelos mais necessitados, mesmo sem conhecer quem sejam. E, em geral, pedimos um abundante fruto apostólico da acção da Igreja.

   Para que seja bem acolhida a petição, solicitamos a intercessão poderosa da Mãe de Jesus, a de S. José e a de todos os Santos, porque sempre estão juntos de nós: “a Igreja é um recanto do Céu que se abre sobre a terra, um raio de glória da Jerusalém celeste que entra nas nuvens da nossa história e projecta luz sobre o nosso caminho” (cf. Igreja na Eucaristia, 19). Os santos iluminam o caminho com o seu exemplo e ajudam com a sua oração e com os méritos da sua vida. E estão bem presentes os familiares e amigos, irmãos e irmãs, que aqui muito nos ajudaram e amaram, e mais o farão do Céu.

   O Coração de Jesus a todos quer arrastar no seu sacrifício, e a Igreja une-se ao seu desejo de que todos participem da felicidade desta união.

Funcionamento da Paróquia entre 1 de Julho e 31 de Agosto de 2012

a)     Abertura da Igreja:
De 2ª Feira a Sábado: 16.00 - 19.45h
Domingos: 9.30h-13.15h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:
De 2ª F a Sábado: 18.30h;
Domingos e Dias Santos de Preceito

Mês de Julho: 10.00h, 12.00h e 19.00h 

Mês de Agosto: 11.00h e 19.00h

Obs. – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira
Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c)     Atendimento de Secretaria:
3ª Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d)   Confissões:
Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. Se não estiver no confessionário algum sacerdote, peça a sua presença na Secretaria. Por estarmos em tempo de férias e ausências prolongadas dos sacerdotes em actividades pastorais, não expomos o habitual horário de confissões.