31 de maio de 2012

PROCISSÃO DE VELA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA PORTA DO CÉU

  Dia 5, 3ª Feira, 21.30h

   De novo a Paróquia se vai unir e rezar em redor do andor de Nossa Senhora da Porta do Céu, pelas ruas de Telheiras. 

   O percurso será o seguinte: Começaremos no Adro da Igreja. Depois: Estrada de Telheiras até Biblioteca Orlando Ribeiro, R. Hermano Neves. Cruzaremos a R. Prof. Francisco Gentil, R. Prof. João Barreira, R. Prof. Henrique Vilhena, R. Prof. Mário Chicó, R. Prof. Francisco Gentil (novamente), desceremos até junto da Estação do Metro, Praça Central e, finalmente, entraremos na Igreja. Enquanto a imagem é reposta no seu camarim habitual, haverá um momento de oração e cânticos marianos. No final, as paroquianas poderão levar consigo uma das flores que serviram para ornamentar o andor. Pedimos a todos os paroquianos que participem nesta procissão. Agradecemos também que os que vivam no percurso assinalado, ponham colchas e outras manifestações festivas nas janelas e avisem as pessoas que o possam querer fazer.

Festas da Catequese em Junho


Festas da Primeira Comunhão: 
    Dia 09, Sábado (Missa das 10,00h): Rapazes

    
Dia 10, Domingo (Missa às 09.30h): Raparigas 

Festas da Catequese do Agrupamento de Telheiras: 
   
    Sábado, Dia 16, Missa das 18.30h. Coincidem com o Encerramento de Actividades de 2011/2012

OBS. – O fotógrafo oficial das diversas festas de Catequese já realizadas ou a realizar é: INFANCOR, R. Prof. Fernando da Fonseca, 21A, Telefone: 969092823. Podem por este número encomendar as fotografias que desejarem.

Recoleccções em Junho

3ª Feira, dia 12: Homens: 19.15h; 5ª Feira, dia 14: Senhoras: 19.15h

BAPTISMOS E SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ NESTE MÊS DE JUNHO

            Sábado,   dia 02, 12.00h: Maria Isabel Núncio
            Domingo, dia 03, Missa das 10.00h: Pedro Miguel dos Santos Neves
                                                     13.15h: Leonor e Matilde Delfim de Carvalho
            Sábado, dia 16, Missa das 18.30h: Duarte Amorim e Tomás Ferreira
            Sábado, dia 23, 16.00h: Violeta Príncipe Ceia Rodrigues
            Sábado, dia 30, 11.00h: Rodrigo Diogo; 12.00h – Rodrigo Peres

Horário de Missas até Junho de 2012


HORÁRIO DE MISSAS NA IGREJA PAROQUIAL DE TELHEIRAS (NOSSA SENHORA DA PORTA DO CÉU) ATÉ  30 DE JUNHO DE 2012
                 a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h
                    b) Semana  –  2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h

OBS. – HORÁRIO DE VERÃO: Entre 2 de Julho (2ª Feira) e 8 de Setembro (Sábado), de 2ª Feira a Sábado, apenas se celebrará na paróquia missa às 18.30h. Em Agosto, aos Domingos, haverá duas missas: 11.00h e 19.00h.

Catequese 2012/2013

 Obs. – As aulas da Catequese recomeçam no próximo mês de Outubro, na semana de 2ª Feira, dia 8. As inscrições podem ser feitas na Secretaria da Paróquia a partir de 19  deste mês, 3ª Feira

No mês passado (Maio)

D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa, no passado dia 19 de Maio, Sábado, administrou o Sacramento da Confirmação a 44 crismandos, entre os quais 17 escuteiros do nosso Agrupamento. A igreja encheu-se completamente, participando também na Eucaristia então celebrada, muitos familiares e pessoas amigas dos que receberam este Sacramento.
Colaboraram nesta cerimónia o Agrupamento de Escuteiros, na ordem e distribuição dos crismandos e seus padrinhos pelos lugares que lhes estavam reservados, e o coro da Paróquia que actua, habitualmente, na missa dominical das 12.00h. Pela sua boa contribuição, a paróquia está-lhes muito agradecida.

Do tesouro da Igreja


      Não devemos perder de vista a tradição, a doutrina e a fé da Igreja católica, tal como o Senhor nos ensinou, tal como a pregaram os Apóstolos e a transmitiram os Santos Padres. De facto, a tradição constitui o alicerce da Igreja, e todo aquele que a abandona deixa de ser cristão e já não merece usar esse nome.

     Ora a nossa Fé é esta: acreditamos na Trindade santa e perfeita, que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo; não há n’Ela mistura de nenhum elemento estranho; não Se compõe de Criador e criatura; mas toda Ela é criadora e eficaz; uma só é a sua natureza, uma só é a sua eficiência e acção. O Pai cria todas as coisas por meio do Verbo, no Espírito Santo, e deste modo se afirma a unidade da Santíssima Trindade. Por isso se proclama na Igreja um só Deus, que está acima de tudo e em tudo. Está acima de tudo como Pai, princípio e origem; actua em tudo por meio do Verbo; e está em tudo no Espírito Santo.

     O apóstolo S. Paulo, escrevendo aos Coríntios acerca dos dons espirituais, tudo refere a Deus Pai como princípio de todas as coisas, dizendo: há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; e há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos.

    Os dons que o Espírito distribui a cada um vêm do Pai, por meio do Verbo. De facto, tudo o que é do Pai é do Filho; e, portanto, as graças concedidas pelo Filho, no Espírito Santo, são dons do Pai. De igual modo, quando o Espírito está em nós, também em nós estão o Verbo, de Quem recebemos o Espírito; e, com o Verbo, está também o Pai. Assim se realiza o que diz a Escritura: O Pai e Eu viremos a ele, e faremos nele a nossa morada. Porque onde está a luz, aí está também o esplendor da luz; e onde está o esplendor, aí está também a sua graça eficiente e esplendorosa.

    Isso mesmo no-lo ensina S. Paulo na Segunda Epístola aos Coríntios com estas palavras: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. Efectivamente, toda a graça que nos é dada em nome da Santíssima Trindade, vem do Pai, pelo Filho, no Espírito Santo. Assim como toda a graça nos vem do Pai por meio do Filho, assim também não podemos receber nenhuma graça senão no Espírito Santo, por cuja participação temos o amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do mesmo Espírito.

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(*) Ep. I ad Serapionem, 28-30 PG 26, 504-595.

Do pároco

  Com o mês de Junho, começam as férias escolares e, com elas, as férias dos profissionais que aproveitam o sol de verão para descansar. No entanto, é bom não esquecer que nunca poderemos fazer férias dos nossos compromissos cristãos. Por exemplo: não poderemos fazer férias do cumprimento do preceito dominical, nem sequer de deixarmos de rezar diariamente a Quem adoramos e a Quem devemos “amar sobre todas as coisas”, como dizemos no 1º Mandamento da Lei de Deus. Se eu amo a Deus como devo, não é possível encerrá-Lo na gaveta do esquecimento durante as minhas férias. Seria uma negação absoluta daquilo que acabámos de enunciar.
Mas as férias podem e devem ser também tempo de aprofundamento da nossa Fé. Às vezes, tratamos esta virtude como se fosse uma conquista nossa resultante exclusivamente dos esforços pessoais por estudá-la melhor e aprofundar naqueles pontos que são mais difíceis de entender.
   Deus não nos dispensa desta tarefa, mas, como sempre, manifesta a sua generosidade e amor por nós com a magnanimidade de Quem é Todo-poderoso, concedendo-nos a Fé como um dom. Efectivamente, quando fomos baptizados, recebemos as três virtudes teologais – Fé, Esperança e Caridade –, além dos dons do Espírito Santo, entre outros benefícios que nos concede o Senhor, gratuitamente, na recepção deste Sacramento.
A Fé, como se disse, começa por ser um dom. Cabe, depois, reforçá-la, em primeiro lugar com a nossa conduta cristã, que não é isenta de exigências morais que custam, como a Cristo custou a sua entrega por nós, dando a sua vida para a redenção de todos os homens de todos os tempos. Nosso Senhor advertiu-nos claramente que um seu discípulo não é mais do que o Mestre e que deve pegar na sua Cruz todos os dias e levá-la onde Deus lhe pedir.
   A Fé necessita, portanto, de ser estudada e aprofundada com as possibilidades da nossa inteligência e vontade, tal como os conhecimentos que cada um foi adquirindo, quando era criança e dava os seus primeiros passos. Não seria justo da nossa parte que, em matéria de cultura religiosa, nos satisfizéssemos com aquilo que nos informaram na catequese, ou mesmo com o que, provavelmente, nos ensinaram carinhosamente os nossos pais.
   Muitas vezes, neste último caso, o que nós recordamos com mais gratidão são todas as manifestações de Fé cristã que deles aprendemos em família, duma forma espontânea e muito natural, e o seu exemplo abnegado de paciência para connosco, de amor verdadeiro, que acudia com os seus desvelos a todas as nossas inquietações. Além disso, ficaram gravadas na nossa memória e no nosso coração, tantas manifestações de piedade cristã que aí aprendemos, como o terço familiar, o mês de Maria ou as orações da infância que bebemos dos lábios da mãe ou do pai. Tudo isso são pontos de referência inesquecíveis que nos acompanharam pela vida fora e estiveram presentes nos momentos de tomarmos decisões fortes e difíceis, ou mesmo fundamentais para o futuro das nossas opções mais relevantes
   Aprendemos depois na Catequese belas lições sobre as verdades da nossa Fé... Mas, em muitos casos, a nossa informação sobre esse tema por aí ficou. E, se estudámos, fomos frequentemente confrontados com opiniões, teorias, preconceitos, críticas e más vontades, que podem ter posto a nossa Fé em risco, porque, com o evoluir da idade e do conhecimento, aquilo que nos era agora apresentado, já não tinha o carácter de um rudimento, de uma explicação adaptada à capacidade de entendimento da infância ou do início da adolescência, mas uma informação aparentemente mais fundamentada, mais trabalhada e mais sólida, quer como argumentação, quer ainda como alicerce de uma opção fundamental da nossa vida.
   Eis por que é necessário solidificar com constância e determinação os fundamentos da nossa Fé.
   Decerto que não temos todos de ser teólogos ou pensadores consumados. É bom começar pelos aspectos fundamentais. Para isso, há tantas obras boas que a Igreja põe à nossa consideração. É uma questão de querermos vencer a inércia cómoda de irmos adiando esta tarefa tão necessária para um dia brumoso... que nunca mais chega.
   Vamos para férias. Por que não procuramos levar algumas dessas obras? Por exemplo, o CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, ou o seu resumo, o COMPÊNDIO DA IGREJA CATÓLICA. São livros base e acessíveis. Com um pouco de dedicação diária à sua leitura e ao seu  estudo, tantas e tantas verdades da nossa Fé que poderemos reaprender e fundamentar. E assim, no descanso estival, ganharmos uma maior intimidade com Deus, porque passamos a conhecê-Lo com mais profundidade e a compreender melhor os seus desígnios de misericórdia e de amor para connosco.

AGRUPAMENTO nº 683 DE TELHEIRAS

Cfr. Notícia sobre as Festas da Catequese. As suas actividades habituais de 2011/2012 encerram oficialmente a 16/06, Sábado.

Coisas Práticas: SANTA MISSA (VI)


PREFÁCIO: ACÇÃO DE GRAÇAS

Deus não cessa de convocar um povo que de um extremo ao outro da terra ofereça uma oblação pura: o sacrifício do Calvário, tornado presente na Eucaristia, em gratidão “ao Pai, por Cristo, no Espírito Santo, por todas as suas obras, pela criação, redenção e santificação”. (cf. CIC, 1352).

“Em Jesus, no seu sacrifício, no seu sim incondicionado à Vontade do Pai, está o sim, o obrigado, o amém de toda a humanidade. A Igreja está chamada a recordar aos homens esta grande verdade.” (cf. João Paulo II, Fica connosco, Senhor, 26).

A variedade dos prefácios permitem à liturgia evocar diferentes aspectos concretos de agradecimento e de louvor, segundo a festa ou mistério que celebra.

É um bom momento “para que cada um, com espontaneidade e confiança de filho, acrescente em silêncio os seus motivos pessoais de gratidão, que nunca faltam.” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia). Mesmo aquelas coisas mais custosas que o Senhor permite – “para mal dos nossos pecados”, como diz o povo – se devem agradecer, confiando que a cruz com que nos abençoa trará os seus bens se os sabemos aceitar juntamente com os sofrimentos de Jesus, oferecendo-os com os d’Ele, pelas mesmas intenções. Ela poderá santificar-nos, fazer-nos crescer em graça e em virtudes, ajudando a manter sempre a alegria e a paz.

O Prefácio termina com o Santo (“Sanctus”). Em uníssono com o louvor dos Anjos, que nos rodeiam na celebração, e com todos os Santos do Céu, recorda-se primeiro as maravilhas de toda a Criação, visível e invisível, “os céus e terra”.

O uso da antiga palavra hebraica – “Hossana nas alturas” –, recorda que somos continuadores dos que primeiro abraçaram a fé. “Somos parte de uma grande sinfonia que eleva a Deus a comunidade cristã espalhada por toda a terra e por todos os tempos” (Bento XVI, audiência de 23-V-12).

Com as palavras “Bendito O que vem em nome do Senhor” do Salmo 118, que era usado para acolher os peregrinos que chegavam a Jerusalém, lembra-se a Redenção. Assim aclamaram o Messias quando lá entrou solenemente para vir a culminar a sua entrega na Cruz.

A recordação do modo como depois foi abandonado e atraiçoado pode fazer surgir dentro de nós um desejo de fidelidade, de uma rectidão de vida que nunca destoe na acção de graças global de que fazemos parte. Todas as criaturas cantam o vosso louvor.



Obs. Muitas destas sugestões encontram-se num livro recém traduzido: Viver a Missa, Javier Echevarría, Ed. Princípia.

Funcionamento da Paróquia de Setembro de 2011 a Junho de 2012

a)   Abertura da Igreja:
      1) Durante a semana:
   De 2ª Feira a 6ª Feira: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b)   Horário de Missas:
     1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h
Obs. – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição
e Bênção com o Santíssimo Sacramento

c)     Atendimento de Secretaria:
3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d)     Confissões:
Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença. Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes são os seguintes:


2ª F
3ª F
4ª F
5ª F
6ª F
Sábado
11.00h às 12.00h

P. Rui
P. Enrique
P. Enrique
P. Rui

16.00h às 16.30h
P. João

P. João

P. João

17.00h às 18.00h





P. Carlos
17.00h às 19.15h
P. Carlos
P. Carlos
P. Enrique
P. Carlos


OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.
e)     Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu; Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076 1601-801 LISBOA; Telefone e Fax: 21 759 60 99
        Telemóveis: Pároco (P. Rui) – 963 072 248; P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005; Site da Paróquia: www.portadoceu.org

14 de maio de 2012

Correcção dos horários das reuniões de pais (2)

Reuniões de Pais:

Dia 03, 5ª Feira, 18.30h: Pais das alunas das 5ªs Feiras e Domingos, que não vão, neste ano, fazer a Primeira Comunhão.

Dia 15, 3ªFeira, 19:15h: Pais dos alunos das 3ªs e Sábados que vão fazer a Primeira Comunhão no próximo mês de Junho;

Dia 16, 4ªFeira, 19:15h: Pais das alunas das 5ªs e Domingos que vão fazer a Primeira Comunhão no próximo mês de Junho;

7 de maio de 2012

Do Pároco

Nossa Senhora de Fátima
e os três pastorinhos



   Todos os anos, quando vemos aproximar-se o mês de Maio, enche-se de alegria a nossa alma cristã. E o motivo é simples: vamos viver, uma vez mais, trinta e um dias dedicados à nossa Mãe e Mãe de Deus, Maria Santíssima.

   Não sei se somos bons filhos. Mas quem é o filho que não gosta de presentear a sua Mãe, de a tratar bem, sobretudo quando sente por ela um orgulho benéfico, fundamentado no amor que lhe tem e no amor que – sabe com certeza absoluta – a sua mãe sempre lhe dedica?

   Com os cristãos assim sucede com Nossa Senhora. Não pensam que é um exagero dedicar um mês completo à sua devoção, porque conhecem os desvelos e os carinhos maternais que ela lhes dispensa. Quantas vezes não teve Maria de advogar a nossa causa diante do seu Filho, ou quantas vezes, com o seu jeito maternal, não foi obrigada a pedir a Jesus paciência connosco, tal como a nossa mãe terrena o fazia, sempre que nós excedíamos os limites do razoável com o nosso comportamento demasiadamente empertigado ou insolente? Como alguém observava, a Santíssima Virgem, ao assumir a nossa maternidade na Cruz, ganhou o bom “vício” de todas as mães: ser capaz de dizer bem dos seus filhos em todas as circunstâncias, mesmo quando elas não auguram qualquer elogio.

   A bondade de Jesus, ao dar-nos a sua Mãe como nossa Mãe, para além do que essa generosidade supõe de desprendimento e de amor verdadeiro por nós, evidencia toda a confiança que Ele tem pela sua Mãe como educadora, recordando, no plano humano, tudo o que recebeu de Maria durante a sua vida oculta, em Nazaré, enquanto criança, adolescente e já ser adulto. Assim Se tornou o homem mais perfeito que alguma vez surgiu na face da terra. “Por que não confiar à minha Mãe tão santa – tentemos adivinhar o raciocínio de Jesus –, da qual só guardo gratas recordações, a tarefa de educar os meus discípulos e os encarreirar para o meu Reino?”

   Quis que Maria, sobre cada um de nós, exercesse os mesmos cuidados educativos que teve para com Ele, a fim de que a nossa salvação se tornasse mais certa e os caminhos que a ela conduzem mais amáveis.
  
   Certamente que Cristo contou com a boa vontade da sua Mãe, que aceitou essa incumbência da mesma maneira que O aceitou a Si, quando ficou a saber que Deus a tinha escolhido para ser a Mãe do nosso Salvador na Anunciação. Maria nunca discutiu a vontade de Deus. Viver para a cumprir com contínuos actos de amor e de sujeição ao querer divino foi a sua vida e continua a sê-lo, já que esta tarefa por ela assumida junto da cruz é praticamente interminável e só ganhará verdadeiro sentido para si, quando conseguir, com o seu zelo, o seu carinho de Mãe, a sua entrega incondicional e a sua poderosa intercessão junto de Deus, introduzir no Reino dos Céus o último dos filhos que Cristo lhe deu pouco antes de morrer no Calvário.

   A Igreja proporciona-nos um mês inteiro para aumentarmos o nosso amor a Maria e tratá-la com mais sentido de filiação, no âmbito pessoal e no âmbito familiar. Sejamos, assim, bons filhos de Maria, rodeando-a de manifestações que um bom filho sempre deseja manter com a sua mãe, reconhecido por tudo o que ela fez por si ao longo da vida, nas horas fáceis e nos momentos duros da caminhada. Nestes, provavelmente, sentimos a mão maternal e alentadora de Nossa Senhora a tirar-nos do desalento, a redobrar as nossas forças, a fomentar o nosso optimismo, a incitar-nos a confiar na providência de Deus e também a exigir-nos, como boa mestra e sempre Mãe, que nos socorramos de todos os meios humanos ao nosso alcance, para superar as agruras duma situação difícil.

   Oremos com mais fé a Maria durante o mês de Maio, tentando que as nossas orações sejam bem rezadas. Lembremo-nos de que a nossa mãe terrena, quando falávamos com ela, se nos atendia com todo o amor, exigia que lhe falássemos educadamente e não com modos bruscos, vagos  ou impróprios. Nossa Senhora, recordemos a propósito, “ralhou” aos pastorinhos de Fátima, porque rezavam o Terço atabalhoadamente e a despachar... Muito amiga, muito Mãe, mas uma amiga e uma Mãe exigente, como devem ser todas as mães que se prezam.

Do Tesouro da Igreja

A VINDA DO ESPÍRITO SANTO (Domingo de Pentecostes) (*)

   O Senhor disse aos discípulos: Ide, ensinai todos os povos, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.Com este mandato, o Senhor dava-lhes o poder de regenerar os homens em Deus.

   Pelos Profetas tinha Deus prometido que nos últimos tempos derramaria o seu Espírito sobre os seus servos e servas para que recebessem o dom da profecia. Por isso desceu o Espírito Santo sobre o Filho de Deus, que Se fez Filho do homem, habituando-Se com Ele a morar entre o género humano, a repousar sobre os homens e a habitar na criatura de Deus. Assim renovava os homens segundo a vontade do Pai, fazendo-os passar da sua antiga condição a vida nova de Cristo.

   S. Lucas diz que este Espírito, depois da Ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos no dia do Pentecostes, com o poder de dar a vida nova a todos os povos e de os fazer participar na Nova Aliança; por isso se uniram naquele dia todas as línguas no mesmo louvor de Deus, enquanto o Espírito congregava na unidade as tribos mais distantes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.

   O Senhor tinha-nos prometido enviar-nos o Paráclito, que nos havia de preparar para receber a Deus. Assim como a farinha seca, sem a água, não se pode amassar para fazer um só pão, também nós, que somos muitos, não podíamos transformar-nos num só Corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do Céu. E assim como a terra árida não dá fruto se não for regada, também nós, que éramos antes como uma árvore ressequida, nunca daríamos frutos de vida sem a Chuva da graça que vem do alto.

   De facto, os nossos corpos receberam pela água do Baptismo aquela unidade que os leva à incorrupção, e as nossas almas receberam-na pelo Espírito.

   O Espírito de Deus desceu sobre o Senhor como Espírito de Sabedoria e de inteligência, Espírito de conselho e de fortaleza, Espírito de ciência e de piedade. E é este mesmo Espírito que o Senhor por sua vez deu à Igreja, enviando lá do céu o Paráclito sobre toda a terra, do Céu, de onde o também Satanás fora precipitado como um relâmpago, segundo a palavra do Senhor.

   Por isso temos necessidade deste orvalho de Deus para que demos fruto e não sejamos lançados ao fogo, e para que tenhamos também um Advogado onde temos um acusador. Efectivamente, o Senhor recomenda ao Espírito Santo o cuidado da sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem Ele, cheio de compaixão, vendou as feridas, entregando dois denários reais, para que nós, recebendo pelo Espírito a imagem e a inscrição do Pai e do Filho, façamos frutificar esse denário que nos foi confiado e o restituamos com bons rendimentos ao Senhor.

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(*) Do Tratado de St. Irineu, bispo, “Contra as heresias” – Séc. II; (Lib. 3.17; SC 34, 302-306).

CONTAS DA PARÓQUIA REFERENTES A 2011

Obs. Aprovadas pelo Patriarcado de Lisboa  e entregues aos membros do Conselho Económico.


1. RECEITAS DA PARÓQUIA - 2011

 Ofertórios das Missas                    29.773,29           
 Contributo Paroquial (a)                 1.930,00              
 Actos Paroquiais                            4.406,00              
 Caixas de Ofertas                           0,00      
 Rendas e Explorações (c)              0,00      
 Juros                                             0,00      
 Receitas Diversas                           2.491,06              
             
SOMA do RENDIMENTO TRIBUTÁVEL                 40.600,35                                                           

Receita Extraordinária / Correcção do Saldo Anterior    15.730,65           
Empréstimos                                                                 0,00      

SOMA DA RECEITA DESTE ANO                           56.331,00                                                        Saldo do Ano Anterior                                                  5.054,03              
TOTAL                                                                        61.385,03           

2. DESPESAS  DA  PARÓQUIA - 2011       

20           Culto Divino                                                          6.837,07
21           Despesas com Pessoal                                          29.730,41
                 21.1      Remunerações                              26.079,56
                 21.2     Segurança Social                           2.131,41
                 21.3     Seguros                                         0,00
                 21.4     Outros                                           0,00
22           Formação                                                             7.948,05
23           Cartório                                                                701,49
24           Manutenção Ordinária                                           6.701,07
                24.1       Seguros                                        0,00
25           Equipamento                                                         0,00
26           Obras                                                                   402,98
27           Taxas e Tributos                                                   1.104,53
28           Amortizações                                                        0,00
29           Despesas Diversas                                                6.644,46
30           Encargos Bancários ( Juros e Imposto de Selo )    0,00
                               
SOMA da DESPESA DESTE ANO                                  60.070,06
Saldo para o ano seguinte                                                    1.314,97
TOTAL                                                                              61.385,03

FESTAS DA CATEQUESE E REUNIÕES DE PAIS DURANTE O MÊS DE MAIO

Confirmação: Sábado, 19 de Maio, 16.00h (Missa): Preside e administra o Sacramento: D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa

Festa do Pai-nosso: Domingo, 20 Missa das 10.00h

Profissão de Fé: Domingo, 27, Missa das 10.00h

Obs. – As aulas de Catequese terminam na última semana de Maio para todos os alunos, excepto para os da Primeira Comunhão, cujas festas se realizam em Junho próximo. Para aqueles que participam nas diversas festas que se assinalam neste mês, no próprio dia em que elas se realizam.

Reuniões de Pais:

Dia 03, 5ª Feira, 18.30h: Pais das alunas das 5ªs Feiras e Domingos, que não vão, neste ano, fazer a Primeira Comunhão.

Dia 15, Sábado, 11.00h: Pais dos alunos das 3ªs e Sábados que vão fazer a Primeira Comunhão no próximo mês de Junho;

Dia 16, Domingo, 11.00h: Pais das alunas das 5ªs e Domingos que vão fazer a Primeira Comunhão no próximo mês de Junho;

CURSOS QUE PODE FREQUENTAR NA NOSSA PARÓQUIA NO MÊS DE MAIO

Curso de Teologia para Todos – Próxima sessão: Dia 17, 5ª Feira, 19.15h: ou 21.50h.
Orientação: P. João Campos. Tema: Matrimónio II
               
Curso de Preparação para o Crisma:
Dia 02, 5ª Feira, 19.15h: O Ritual do Sacramento da Confirmação e o seu significado
Dia 16, 4ª F., 21.30h: Celebração Penitencial na Igreja. Orientação: P. Rui Rosas da Silva
Curso Conhecer a Bíblia: Dia 09, 4ª Feira, 21.30h: A Sagrada Escritura e a Vida da Igreja

Recolecções no mês de Maio

3ª Feira, dia 08: Homens: 19.15h – Igreja

5ª Feira, dia 10: Senhoras; 19.15h – Igreja

Baptismos no mês de Maio

Sábado, dia 5, 12.30h: Lourenço Lopes da Silva

AGRUPAMENTO Nº 683 DO CNE – ACTIVIDADES EM MAIO

Dias 12 e 13: Raid da Comunidade 33. Uma caminhada que fará a ligação do concelho de Sintra ao de Mafra, com a temática: “SIM, Confiante”;

Dia 19: Recepção do sacramento do Crisma de vários elementos do Agrupamento;

Dia 26: Participação activa do Agrupamento em mais uma campanha de recolha de bens alimentícios para o Banco Alimentar contra a Fome.

Coisas Práticas

A SANTA MISSA (Catecismo da Igreja Católica)

1322. A sagrada Eucaristia completa a iniciação cristã. Aqueles que foram elevados à dignidade do sacerdócio real pelo Baptismo e configurados mais profundamente com Cristo pela Confirmação, esses, por meio da Eucaristia, participam, com toda a comunidade, no próprio sacrifício do Senhor.
1323. «O nosso Salvador instituiu na última ceia, na noite em que foi entregue, o sacrifício eucarístico do seu corpo e sangue, para perpetuar pelo decorrer dos séculos, até voltar, o sacrifício da cruz, confiando à Igreja, sua esposa amada, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da glória futura».

I.                   A Eucaristia – fonte e cume da vida eclesial
1324. A Eucaristia é «fonte e cume de toda a vida cristã». «Os restantes sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e obras de apostolado, estão vinculados com a sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Com efeito, na santíssima Eucaristia está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, nossa Páscoa».
1325. «A comunhão de vida com Deus e a unidade do povo de Deus, pelas quais a Igreja é o que é, são significados e realizados pela Eucaristia. Nela se encontra o cume, ao mesmo tempo, da acção pela qual Deus, em Cristo, santifica o mundo, e do culto que no Espírito Santo os homens prestam a Cristo e, por Ele, ao Pai».
1326. Enfim, pela celebração eucarística, unimo-nos desde já à Liturgia do céu e antecipamos a vida eterna, quando «Deus for tudo em todos» (1 Cor 15, 18 ).
1327. Em síntese, a Eucaristia é o resumo e a súmula da nossa fé: «A nossa maneira de pensar está de acordo com a Eucaristia: e, por sua vez, a Eucaristia confirma a nossa maneira de pensar».

II.                Como se chama este sacramento?

1328. A riqueza inesgotável deste sacramento exprime-se nos diferentes nomes que lhe são dados. Cada um destes nomes evoca alguns dos seus aspectos. Chama-se:
Eucaristia, porque é acção de graças a Deus. As palavras« eucharistein» (Lc 22, 19; 1 Cor 11, 24) e «eulogein» (Mt 26, 26; Mc 14, 22) lembram as bênçãos judaicas que proclamam – sobretudo durante a refeição – as obras de Deus: a criação, a redenção e a santificação.
1329. Ceia do Senhor , porque se trata da ceia que o Senhor comeu com os discípulos na véspera da sua paixão e da antecipação do banquete nupcial do Cordeiro (151) na Jerusalém celeste.
Fracção do Pão, porque este rito, próprio da refeição dos judeus, foi utilizado por Jesus quando abençoava e distribuía o pão como chefe de família, sobretudo aquando da última ceia. É por este gesto que os discípulos O reconhecerão depois da sua ressurreição e é com esta expressão que os primeiros cristãos designarão as suas assembleias eucarísticas. Querem com isso significar que todos os que comem do único pão partido, Cristo, entram em comunhão com Ele e formam um só corpo n'Ele (156).
Assembleia eucarística («sýnaxis»), porque a Eucaristia é celebrada em assembleia de fiéis, expressão visível da Igreja.

Funcionamento da Igreja no mês de Maio



a) Abertura da Igreja:

1) Durante a semana :

De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:

1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs. – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição

e Bênção com o Santíssimo Sacramento

c) Atendimento de Secretaria:

3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d) Confissões:

Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença. Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes estão disponíveis em portadoceu.com.sapo.pt/Confissoes.htm :


e) Dados úteis:

Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu; Estrada de Telheiras

Correspondência: Apartado 42076 1601-801 LISBOA; Telefone e Fax: 21 759 60 99

Telemóveis: Pároco (P. Rui) – 963 072 248; P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;

E-mail: paroquia.telheiras@gmail.pt

NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);

NIB: 003300004527778678005; Site da Paróquia: www.portadoceu.org