13 de fevereiro de 2012

Aviso

A recolecção para homens este mês será amanhã, terça-feira, dia 14 às 19:15 e não dia 13, como erradamente está anunciado no blogue do boletim.

11 de fevereiro de 2012

Do Pároco

Vivemos frequentemente com o nosso olhar fixo nas coisas materiais, como se elas fossem as únicas que Deus deixou para nós. Decerto que não podemos descurá-las. São dádivas que o Senhor pôs à nossa disposição para nos servirmos e vivermos. No entanto, não são as únicas e nem sequer as mais importantes.

considerava S. Paulo que, aqui, neste mundo, não temos morada permanente, salientando que o nosso fim não é terreno, porque nos espera o Céu, onde Deus, a Trindade Santíssima, nos quer e para ele nos criou.

Para que a nossa existência não seja um contínuo dobrar os joelhos perante o mundo material, precisamos de ter em conta uma virtude muito apreciada, alicerçando na a sua vivência concreta. Fala-se da virtude do desprendimento, que tem uma relação muito íntima com a pobreza. Não a pobreza resultante das desigualdades sociais, da distribuição das riquezas, da falta de emprego, das injustiças, das guerras, ou das chagas humanas do alcoolismo, da droga, da ignorância, etc. Mas daquela que é assumida voluntariamente, a fim de que não nos deixemos subjugar pelo que os bens materiais nos podem oferecer e têm de atractivo.

As coisas, como atrás referíamos, são uma dádiva divina que devemos usar, sempre contando que elas são boas em si mesmas, se o seu uso nos conduz ao céu; e más se nos atrasam essa meta ou no-la fazem esquecer, não desejar, ou mesmo não lhe dar a mínima importância.

Lembremos que o homem é capaz de “perder a cabeça” por um prato de lentilhas, como Esaú, irmão do Patriarca Jacob, segundo nos conta a Escritura. E evoco a consabida observação de um velho advogado, experiente nos conflitos humanos que nascem da forma mais inesperada, quando, um dia, um seu cliente lhe dizia que, felizmente, os membros da sua família eram muito unidos, pelo que nunca havia problemas entre si. Perguntou: “E já fizeram as partilhas?”

Vive-se o desprendimento, sempre que se trata a realidade material com aquela distância que nos permite servir-nos dela sem ficarmos seus escravos. É um meio de subsistência para a nossa salvação. Não a levamos para o outro mundo e acaba quando o nosso corpo deixar de ser animado pela alma.

A pessoa que se agarra de forma desmedida ao que é terreno, acaba por viver centrado em si, preocupado demasiadamente com o que tem e o que não tem, e esquecendo facilmente quem o rodeia e as suas necessidades. Vive como se Deus não fosse providente, incapaz de prestar atenção às necessidades dos seus filhos, e tudo o que consegue para aumentar os seus bens materiais dificilmente partilha com os outros, indiferente à sua sorte. Recordo, a este propósito, uma anedota ilustrada numa revista de humor, onde se via, por detrás de uma grande e rica janela, dois ou três homens fumando charutos, com grandes anéis nos dedos e alfinetes de gravata cheios de brilhantes. Fora, numa espécie de largo ou pequena praça, uma grande multidão com um aspecto esfaimado, gritava: “Haja justiça! Temos fome!” E um dos ricaços, olhando o seu relógio de oiro, observava para os seus colegas: “Têm razão. É uma hora da tarde. Vamos almoçar!”

Esta frieza caricatural é, naturalmente, condenável e ninguém gostaria de a ver nas atitudes que toma. No entanto, é bom que eu faça exame de consciência sobre as minhas disposições para com os outros e, bem assim, se me preocupo, nestes tempos de dificuldades, com quem sofre apertos económicos ou com quem não consegue, desde há algum tempo, fazer com tranquilidade aquilo que era uma regra habitual do seu dia a dia: ter dinheiro para dar de comer a toda a sua família.

Lembremo-nos dos desempregados, nomeadamente daquelas situações em que pai e mãe ficaram sem trabalho aos quarenta anos. Tanta gente que anda à procura de emprego, nessa faixa etária, e não o consegue. Não tenhamos a veleidade, como às vezes se ouve dizer por , de pensar que quem está desempregado é porque não quer trabalhar. Pura e simplesmente, não é verdade e não tem nada a ver com a realidade social dos nossos dias.

Amar o próximo como a nós mesmos” é mesmo um mandamento para tomar a sério. Não o posso pôr de lado, como se Deus estivesse a brincar com a realidade humana. E o mesmo se diga da obra de misericórdia material: “Dar de comer a quem tem fome”. Um cristão deve estar atento ao que se passa à sua volta. Não se pratica a caridade cruzando os braços e atribuindo ao estado ou às entidades que se dedicam à solidariedade social a resolução destes problemas.

Um cristão não pode nem deve ser insensível aos apuros dos outros. Se dificuldades, derramará a sua oração, a sua dedicação e, se lhe é possível e fugindo a todo o comodismo e egoísmo, a sua contribuição económica para ajudar a saldar alguma situação dolorosa.

Do Tesouro da Igreja


FAZEI PENITÊNCIA (*)


   Fixemos atentamente o nosso olhar no Sangue de Cristo e compreenderemos como é precioso aos olhos de Deus, seu Pai, esse sangue que, derramado para nossa salvação, ofereceu ao mundo inteiro a graça da penitência.

   Percorramos todas as idades do mundo e veremos que em todas as gerações o Senhor concedeu o tempo favorável da penitência a todos os que a Ele se quiseram converter. Noé proclamou a penitência, e todos os que o escutaram foram salvos. Jonas anunciou aos ninivitas a destruição iminente, mas eles, fazendo penitência pelos seus pecados, aplacaram a ira de Deus com as suas orações e obtiveram a salvação, apesar de não pertencerem ao povo de Deus.

   Nunca faltaram ministros da graça divina que, inspirados pelo Espírito Santo, pregaram a penitência. O próprio Senhor de todas as coisas falou da penitência, empenhando as suas palavras com juramento: Pela minha vida, diz o Senhor, não quero a morte do pecador, mas o seu arrependimento; e acrescentou aquela admirável sentença: Deixa de praticar o mal, á casa de Israel. Diz aos filhos do meu povo: Ainda que os vossos pecados cheguem da terra ao céu, ainda que sejam mais vermelhos do que o escarlate e mais negros que o cilício, se vos converterdes a Mim de todo o coração e disserdes: ‘Pai’, Eu vos tratarei como um povo santo e ouvirei as vossas súplicas.

   E querendo levar à penitência todos aqueles a quem amava, confirmou esta sentença com a sua vontade omnipotente.

   Obedeçamos, portanto, á sua excelsa e gloriosa vontade e, implorando humildemente a sua misericórdia e benignidade, refugiemo-nos na sua clemência e convertamo-nos sinceramente, abandonando as obras más, as contendas e invejas que conduzem à morte.

   Sejamos humildes de coração, irmãos caríssimos, evitemos toda a espécie de soberba, vaidade, insensatez e cólera, e punhamos em prática o que está escrito. Diz o Espírito Santo: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força, nem o rico na sua riqueza; mas quem se gloria, glorie-se no Senhor, procurando-O a Ele e praticando o direito e a justiça.

   Recordemos, sobretudo, as palavras do Senhor Jesus, quando nos recomendava a benevolência e a longanimidade: Sede misericordiosos e alcançareis a misericórdia; perdoai e sereis perdoados; dai e dar-se-vos-á; não julgueis e não sereis julgados; sede benévolos, e obtereis benevolência: com a medida com que medirdes, vos será medido.

   Observemos fielmente estes mandamentos e preceitos do Senhor; vivamos sempre, com toda a humildade, fiéis às suas santas palavras; e lembremo-nos do texto sagrado: Para quem voltarei o meu olhar senão para o humilde e manso de coração, para aquele que teme as minhas palavras?

   Deste modo, imitando as obras grandiosas dos nossos ilustres antepassados, corramos de novo para a meta que nos foi proposta desde o princípio, que é a paz. Contemplemos atentamente o Pai e Criador do universo, e coloquemos toda a nossa esperança na magnificência e generosidade do dom da paz que nos oferece.

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((*) Da Carta de S. Clemente I, Papa aos Coríntios (Séc. I) (Cap. 7.4; – 8,3; 8,5 – 9,1: 13, 1 – 4; 19, 2: Funk 1, 71– 73, 77–78, 87)

Missas na paróquia de Telheiras



1) HORÁRIO DE MISSAS NA IGREJA PAROQUIAL DE TELHEIRAS (NOSSA SENHORA DA PORTA DO CÉU) ATÉ JUNH0 DE 2012

a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h

b) Semana: 2ª Feira a 6ªFeira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h


2) HORÁRIO DE MISSAS NOUTROS LUGARES DE CULTO NO TERRITÓRIO DA PARÓQUIA DE TELHEIRAS

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel. 21725110) – De 2ª Feira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h.

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel. 217140086) – De 2º Feira a Sábado: 7.30h; Domingos: 8.30h.

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, mas não nos períodos de férias e dias feriados. Obs. – É conveniente, se durante algum tempo não frequenta regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o seu horário.

Catequese

Encontrando-se as aulas em pleno curso, haverá reuniões de pais:
Pais dos alunos que vão fazer a Primeira Comunhão: 5ª Feira, dia 2, 19.15h;
Pais dos alunos dos outros anos: das 3ªs F. e Sáb.:Sáb., dia 4, 11.00h; das 5ªs F. e Dom., dia 5, 11.00h.

Ausências de sacerdotes



P. João Campos: de dia 2, 5ª F. a dia 5, Dom. . pregação de um retiro para senhoras;

de dia 16, 5ª F. a 22, 4ª F.: retiro espiritual

P. Carlos Santamaria: de 16, 5ª F. a 22, 4ª F., pregação de um retiro espiritual

P. Enrique Calvo: de dia 3, 6ª F. a 5, Domingo; 11, Sáb. e 12, Dom. ; 17, Sáb. e 18, Dom. : diversas actividades pastorais

Recolecções

 3ª Feira, dia 14: Homens; 19.15h;

5
ª Feira, dia 09: Senhoras; 19.15h

CURSOS A DECORRER DURANTE O MÊS DE FEVEREIRO



De Preparação para o Crisma: (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h:

Dia 1: Os Sacramentos da Iniciação Cristã: Eucaristia e Confirmação – Iª parte;

Dia 15: Os Sacramentos da Iniciação Cristã: Confirmação – II parte

Teologia para todos: (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras

Dia 16, 19.15h ou 21.30h: A Penitência

Conhecer a Bíblia: Aulas: 4ªs Feiras

Dia 8, 4ª Feira: 21.30h: Cânone da Sagrada Escritura (Orientação: P. E. Calvo)

Catecúmenos: (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h

Dia 07: Meios de Salvação conquistados por Cristo

21: Os Sacramentos – Iniciação geral

28: Os Sacramentos da Iniciação Cristã - 1

Casamentos neste mês

   Dia 11, Sábado: José Manuel Agostinho Neves e Henriqueta Maria Carolino Parra

No mês passado: Promessas dos escuteiros



Como momento mais significativo da vida paroquial, assinala-se as PROMESSAS DOS ESCUTEIROS do nosso Agrupamento.

Efectuaram-se nos dias 20, 6ª Feira: Vigília de Oração; e 21, Sábado, Missa das 18.30h, realização das Promessas. Dá gosto ver como jovens se comprometem a ter uma vida cristã exigente, através do ideal escutista, que se caracteriza por um espírito de serviço a tudo o que a vida nos faz enfrentar. Desde o dia 21, o nosso Agrupamento pode contar com novos Lobitos, novos Exploradores, novos Pioneiros e novos Caminheiros, o que não acontecia, neste último caso, há já alguns anos e é um motivo de satisfação, já que, se todas as Promessas são importantes, por maioria de razão a dos Caminheiros, pois se encontram numa idade em que as opções que se tomam são muito mais decisivas. O Agrupamento está, por isso, de parabéns.

Confissões Non Stop

     Por sugestão da Vigararia a que pertence Telheiras, durante a Quaresma, em todas as 6ªs Feiras, haverá três paróquias abertas durante o dia inteiro. Nelas se encontrará, pelo menos, um confessor disponível para administrar o Sacramento da Penitência. A nós, correspondeu, juntamente com Arroios e S. João de Brito, 6ª Feira, 16 de Março. Daremos mais pormenores no próximo Boletim Paroquial de Março sobre esta iniciativa tão adequada a esses tempos litúrgicos.

AGRUPAMENTO nº 683 TELHEIRAS

Actividades planeadas para este mês: Dias 24/25/26 – Acampamento da Comunidade (Pioneiros) no PNEC; Dia 25/26 – Acampamento da Expedição (Exploradores), no Seixal; Dia 25 – Actividade exterior da Alcateia (Lobitos) e do Clã (Caminheiros).

Coisas práticas: A Santa Missa (III)



Convocados pelo celebrante com um “Oremos”, cada um ora em petição a Deus, em silêncio. O texto dito então em voz alta na Oração Colecta recolherá o que cada um pediu. Trata-se de apresentarmos a Deus Pai as petições da Igreja, por meio de Jesus Cristo único Mediador, na comunhão do Espírito Santo – que une as nossas súplicas às de Cristo, Cabeça da Igreja.

LITURGIA DA PALAVRA

“A Missa contém duas partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, tão estreitamente unidas entre si que constituem um único acto de culto” (IGMR, 28).

A Igreja oferece o Pão da Vida em duas mesas: a da Palavra de Deus e a do Corpo de Cristo. O que a Igreja lê e proclama conduz à Eucaristia como seu fim co-natural (cf. Bento XVI, Sacramento da Caridade, 44).

O Céu quis falar noutros tempos com os textos que usamos. O diálogo de Deus com os homens vem desde que os criou para participarem da Vida divina e culmina em Jesus: “nunca ninguém falou assim” (cf. Jo 7, 46). S. Jerónimo diz que “quem não conhece as Escrituras desconhece o poder e a sabedoria de Deus. Ignorar as Escrituras significa ignorar a Cristo”.

As leituras na Missa vêm dos primeiros cristãos. S. Justino, no século II, é testemunha da estrutura semelhante da sua reunião: “No dia que chamam Dia do Sol [o domingo] celebra-se uma reunião de todos os que habitam a cidade ou o campo. Lêem-se as recordações dos Apóstolos [os evangelhos] ou os escritos dos profetas, tanto quanto o tempo o permite. Quando o leitor termina, quem presida exorta-nos a imitar aqueles exemplos. Depois levantamo-nos todos em uníssono, e elevamos as nossas orações” (Apologia, I, 67). E eles seguiam Jesus, que na sinagoga, aos sábados, lia os textos e explicava como eles se cumpriam em Si mesmo.

É Deus quem nos fala – Palavra de Deus; Palavra da Salvação – e agradecemos – Graças a Deus; Glória a Vós, Senhor.

João Paulo II explicava que a luz prévia da Palavra é que permite que “através dos sinais litúrgicos, o mistério se abra de alguma maneira aos olhos dos crentes” (Fica connosco, Senhor, 11).

Na primeira leitura fala Deus. Mas, apesar de os textos serem antigos, “Cristo não fala no passado mas no nosso presente, pois Ele mesmo está presente na acção litúrgica” (Bento XVI, Sacramento da Caridade, 45). Os textos adquirem nova actualidade transcendendo as coordenadas do tempo e espaço em que foram pronunciadas: “o Pai, que está nos céus, sai amorosamente ao encontro dos seus filhos para conversar com eles” (C. Vaticano II, Dei Verbum, 21).

Fixar na memória alguma frase mais significativa pode ajudar a manter presença de Deus ao longo do dia.

No Salmo surge a resposta do homem orante a Deus, usando palavras por Ele inspiradas aos antigos, que em Cristo encontraram a sua plenitude.

Santo Agostinho afirmava: “o Evangelho é a boca de Cristo: está sentado no Céu mas não deixa de falar na terra” (Sermão 85, 1). E os sinais litúrgicos manifestam-no:

1- Todos se põem de pé, em sinal de respeito. 2 - O celebrante inclina-se diante do altar e súplica: “Deus todo-poderoso, purificai o meu coração e os meus lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho”. 3 - No louvor do Aleluia brilha a fé na presença de Cristo. 4 - Com o sinal da cruz pedimos que se abram os nossos sentidos para ouvir e mais nos identificarmos com Cristo. 5 - Com a proclamação e o beijo no livro, uma súplica final: “Por este santo Evangelho, perdoai-nos, Senhor”.

O silêncio que se segue é para ajudar a interiorizar a Palavra de Deus proclamada, deixando actuar o Paráclito. A homilia quer ser uma explicação, bem enraizada nos textos litúrgicos, de algum aspecto do caminhar cristão.

Relembrados assim da grandeza da condição baptismal professamos os artigos do Credo. E depois, em fraternidade manifesta, todos abrimos o nosso coração sacerdotal, na Oração de Fiéis, às necessidades da Igreja e de todo o mundo.

Funcionamento da Paróquia



a) Abertura da Igreja:

1) Durante a semana :

De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:

1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs. – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, às 5ªs Feiras com Exposição

do Santíssimo Sacramento. Nas 6ª Feiras da Quaresma faz-se Via Sacra nessa altura.


Atendimento de Secretaria:

3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h


Confissões:

Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença. O horário habitual de atendimento dos diversos sacerdotes pode ser consultado em  http://portadoceu.com.sapo.pt/Confissoes.htm

e) Dados úteis:

Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu; Estrada de Telheiras

Correspondência: Apartado 42076 1601-801 LISBOA; Telefone e Fax: 21 759 60 99

Telemóveis: Pároco (P. Rui) – 963 072 248; P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;