3 de dezembro de 2012

Novena da Imaculada Conceição

    Entre 30/11, 6ª Feira e 8/12, Sábado, na paróquia far-se-á a NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, como manifestação de respeito e amor filial à Padroeira de Portugal. Todas as homilias das Missas focarão um tema mariano, decerto unido à vivência do ANO DA FÉ. E à tarde, no dia da festa, com início às 17.50h, far-se-á a Exposição Solene do Santíssimo Sacramento e a tradicional reza do Terço.

Recolecções no mês de Dezembro

Senhoras: 5ª Feira, Dia 13 - 19.15h; 

Homens: 3ª Feira, Dia 11 - 19.15h

Cabaz do Natal - Dar a quem necessita

     Neste mês, além da distribuição de comida, na 1ª e 2ª 6ª Feira (respectivamente, dias 7 e 14), distribuiremos o CABAZ DE NATAL a cerca de 65 famílias, nas datas que a seguir se indicam: 4ª Feira, dia 19, distribuição de roupa, entre as 10.00h e as 11.30h; 5ª feira, dia 20, entre as 10.00h e as 11.30h, no Salão da Igreja: distribuição de géneros alimentícios. As famílias que recebem o CABAZ DO NATAL serão previamente determinadas e avisadas.
     Tendo em conta os avultados gastos que se despendem com estas iniciativas, agradecemos, como sempre, aos nossos paroquianos que sejam generosos, oferecendo aquilo que puderem para que tudo decorra da maneira mais adequada. Ficaremos muito gratos se as ofertas forem entregues, se possível, até ao Domingo, dia 9 deste mês. Certamente que não se recusarão outras que surjam em dias posteriores. As ofertas podem ser de géneros alimentícios duráveis, dinheiro ou roupas. Neste momento, são mais necessários os dois primeiros tipos de ofertas.

Confissões do Natal

Para facilitar aos paroquianos a recepção do Sacramento da Reconciliação na quadra natalícia, para além dos horários habituais, haverá Confissões:

Dia 13, 5ª Feira, 11.00h-23.00h. Dia inteiro reservado à administração do Sacramento da Penitência – Confissões “non stop”. A igreja encontra-se aberta durante todo este tempo.

Dia 22, Sábado: 17.00h-20.00h

Dia 23, Domingo: 17.00h-20.00h

Dia 24, 2ª Feira: 11.00h-12.00h; 16.00h-20.00h

Missas na paróquia durante a quadra natalícia

Dia 24, 2ª Feira (Véspera do Natal): Missas – 18.30h (Vigília) e 23.00h (Missa do “Galo”)

Dia 25, 3ª Feira (Dia de Natal): 10.00h, 12.00h e 19.00h

Dia 1 de Janeiro de 2013, 3ª Feira (Dia Santo – Santa Maria, Mãe de Deus ): Missas - 10.00h, 12.00h e 19.00h

Catequese e cursos de formação para adultos na nossa paróquia no decurso deste mês

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas da Silva). As aulas são marcadas com os participantes, de acordo com as suas possibilidades e também as do orientador. 

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA (Orientação: P. Rui Rosas da Silva): 3ªs Feiras, 19.15h.  Neste mês: Dia 4/12, 19.15h – Tema: Jesus Cristo, Deus e Homem, Redentor da humanidade; 18/12: A Santíssima Trindade.

3. CURSO DE TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Paulo de Campos): 5ªs Feiras.  Próxima sessão: 5ªa Feira, dia 20, 19.15h ou 21.30h. Tema: A Ordem dos Amores

Agrupamento do CNE Nº 683 de Telheiras: Iniciativas

Dia 1: Participação do Agrupamento na campanha do Banco Alimentar; 
Dia 8 e 9: Venda de Natal no salão da igreja; 
Dia 8, 21.00h: Colégio Planalto. Exibição do filme de animação: UM CONTO DE NATAL; 
De dia 14 a 16: Acantonamento das quatro Secções no Agrupamento da Amoreira (Óbidos); 
Dia 18, 21.00h: Salão da Igreja - “Quero ver-Te-”: A Luz de Belém chega à nossa Paróquia. E uma iniciativa dos escuteiros e guias da Áustria, que conta com a colaboração de agrupamentos de vários países da Europa e de outros Continentes. A Luz de Belém, depois de acesa, é distribuída inicialmente por uma criança austríaca no local onde Jesus nasceu, passando depois a todos os países participantes. Espera-se que a Luz chegue a todos os que aderiram a esta iniciativa com a sua mensagem de Paz, Amor e Esperança. Todos os escuteiros, familiares e amigos estão convidados a marcar a sua presença.

Do Pároco

Imagem: Lotto Lonrezo. Natal
Com a crise económica que grande parte do mundo está a viver – e nós, portugueses, conhecemos bem os contornos dessa realidade tão dura – é possível que entre no nosso coração uma espécie de depressão contagiante, que retire o optimismo, a segurança, a paz, o gosto por viver e a confiança no futuro.

    Sentimos uma espécie de necessidade incontornável de gemer lamentações, que, se não tivermos cuidado, pode transformar-se numa forma sub-reptícia de egoísmo pessoal. “Não há nada a fazer”, “isto vai de mal a pior”, “a injustiça é inevitável”, “sei lá se vou dar esmola a um aldrabão” etc., etc., etc...

    O pessimismo não é cristão. Manifesta uma falta de confiança na justiça divina, um esquecimento imperdoável de que a verdadeira felicidade não pertence a este mundo, e oculta que a nossa atitude não leva a alegria a ninguém. É cómodo lamentar-se, mas nada resolve e como que “perdoa” que vivamos encafuados em nós mesmos, com esquecimento de que nos devemos “amar uns aos outros” como Jesus nos amou. Pensamos em nós, procuramos o menor número de compromissos generosos possíveis e vivemos como se fôssemos um falso Noé, que se embaúca numa arca, a fim de nos safarmos – a nós, sem pensar nos outros – do dilúvio de desgraças em que se transformou o mundo em que vivemos.

    No próximo dia 25, comemoramos o dia de aniversário da Pessoa que menos conformista se manifestou com as maldades do homem e as suas crises, com o seu egoísmo, o seu desejo de poder tirânico, a insensibilidade dos que só pensam em si e no seu lugar na humanidade, os escandalizadiços com quem faz o bem, os críticos de tudo e de todos com excepção de si mesmos e, bem assim, com os pobres que não têm que comer, os que estão doentes, etc.

    A todos eles tratou, com todos eles se enfrentou, não de modo violento, mas procurando convencer que é possível viver em concórdia e em paz, observando, no entanto, que não devemos andar atrás dos tesouros que a traça pode corroer, ou seja, os bens deste mundo como objectivo fundamental, pois são caducos por natureza. A nossa perspectiva de felicidade tem de se fundamentar naqueles tesouros que nos levam à vida eterna. Estes, como Jesus observava, não são corroídos pelas traças tão destruidoras desta terra onde vivemos de momento.

    Reparemos que o Senhor não quis aparecer na sua Encarnação como um ET esquisito, vindo duma região etérea e misteriosa, ou um personagem real a quem todos prestassem homenagem pelo mero facto de ter nascido. Foi uma criança inerme e pobre, um bebé recém-nascido, que teve nos seus pais terrenos os principais educadores: alimentaram-nO enquanto foi necessário à sua sobrevivência, ensinaram-nO a falar, a rezar a Iavé, a lidar com os outros, a portar-Se socialmente de acordo com as normas de boa educação do seu tempo e dos seus coetâneos e, com o crescer da idade, a trabalhar como artesão para os ajudar a ganhar a vida simples na aldeia de Nazaré. Por maternidade, conheceu um curral de animais, pois Maria e José, naqueles momentos críticos e prévios ao seu nascimento, não foram admitidos na estalagem, certamente muito concorrida na altura, porque eram uma espécie de “Zés Ninguém”, forasteiros simplórios e humildes, que não mereciam a atenção de qualquer atitude excepcional.

    Jesus não precisou das riquezas nem dos pelouros sociais deste mundo para fazer valer a sua doutrina, o seu exemplo, a sua Pessoa, a nossa Redenção. Pelo contrário, a insignificância inicial com que surge na Palestina e a sua pobreza optativa são um exemplo e um acicate para todos nós pensarmos seriamente que, do mesmo modo que Jesus Se entregou à salvação de todos os homens de todos os tempos, também nós não podemos ignorar os outros, sobretudo nestes momentos os mais necessitados economicamente, que mereceram tanto o seu Sangue redentor na Cruz como as mais importantes figuras da humanidade. Decerto que Jesus nos recomenda que evangelizemos para tornarmos acessível o Reino dos Céus a todos e não nos deixemos prender pelas riquezas terrenas. Mas jamais esqueçamos que a condição de carência material com que vivem vizinhos nossos pode ser uma forma de, nesta quadra natalícia, vivermos a caridade, socorrendo-os no que mais precisarem. Quando o Senhor Se deparou com uma multidão faminta fez a multiplicação dos pães, sinal taxativo de que o seu bem estar material, naquela situação, mereceu o seu poder de realizar um milagre.

    Que bela ocasião para olharmos para a pobreza de Jesus no seu presépio e pensarmos nos que sofrem carências económicas tão grandes actualmente. Não poderemos acudir-lhes com a generosidade do nosso contributo? Se o fizermos, como é nossa obrigação, sentiremos pena e até vergonha das vezes em que, com um pessimismo doentio e inoperante, nos transformamos num simulacro do “Muro das Lamentações”, atribuindo ao Estado as falhas sociais, aos outros a incapacidade de serem generosos e a nós a impossibilidade de fazermos o que quer que seja, porque os “tempos actuais são muito maus”.

    Um Santo Natal para todos, incluindo para aqueles que, por negligência eventual nossa, não puderem festejar condignamente, também com um conforto material mínimo, os anos de Jesus!

Do Tesouro da Igreja

O QUE SE CELEBRA NO TEMPO DO NATAL (*)

    O Tempo do Natal celebra e comemora acontecimentos que revelam dois aspectos do mesmo mistério: a encarnação do Senhor e a sua manifestação aos homens. Deus vem no silêncio da noite dos tempos à procura do homem no caminho do pecado. E o bom Pastor deixa as noventa e nove ovelhas fiéis no aprisco e vai à procura da que se tresmalhou (cfr Lc 15, 4).
    O Natal fala-nos da humanização de Deus –“o Verbo fez-Se Homem” (Jo 1, 14); na divinização do homem – “e habitou entre nós” (Jo 1, 14); e da renovação da ordem criada – “Eu renovo todas as coisas” (Apoc 21, 5).
    Não devemos, portanto, ficar apenas numa evocação sentimental duma série de acontecimentos históricos, com o olhar obstinadamente preso no passado, como se estivesse em causa exclusivamente avivar uma piedosa e exemplar recordação do nascimento da infância do Senhor. É necessário celebrar um mistério presente e penetrar no mistério total de Cristo Salvador.
    Jesus continua a nascer nos corações dos homens, quer no daqueles que recebem o Baptismo, ou, já baptizados, passam do pecado à vida da graça, quer ainda no daqueles que se decidem a dar um passo em frente no caminho da santidade.
    O Natal é um apelo veemente do Senhor à nossa entrega: perante um Menino que estende os Seus braços divinos para nós, só é possível a resposta de uma entrega incondicional.
    Muitos dos contemporâneos do nascimento histórico de Jesus em Belém estariam, possivelmente, à espera duma victória espectacular do Messias. Mas o plano de Deus é pedir a entrega de cada coração para depois, por meio deles, actuar no mundo. O mal que encontramos na terra não se deve à falta de generosidade de Deus, mas à mesquinhez do homem que imita, tantas vezes na vida, o gesto desgraçado dos habitantes de Belém: não havia lugar para Jesus, Maria e José na hospedaria” (cfr Lc 2, 7).
    “Não tenhais medo!”, repetirá Jesus na sua vida pública.”Não tenhais medo!”, repete   nos o Beato João Paulo II. Abramos, pois, de par em par, o nosso coração ao Redentor que nos vem salvar.
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(*) In Missal Quotidiano, p. 108; Edições Theologica, Braga, 1989.

Horário habitual de Missas na igreja paroquial de Telheiras até Junho de 2013

a) Domingo - 10.00h, 12.00h e 19.00h
b) Semana - 2ª Feira a 6ªFeira: 12.15h e 18.30h; Sábados, 18.30h

Baptismos neste mês de Dezembro

Dia 01, Sábado, 11.00h – Francisco e Santiago Morão
Dia 09, Domingo, 16.00h – Santiago e Xavier Espírito Santo
Dia 26, 4ª Feira, 12.15h – Catarina Baptista

Coisas Práticas: Santa Missa (XII)


RITO DA COMUNHÃO
   Unidos na grande Família de Deus, como filhos e irmãos uns dos outros, ousamos dizer o Pai nosso. Nele pedimos a santidade pessoal, a expansão de um reino de paz segundo a sua Vontade; «o pão nosso de cada dia», ou seja, tudo o que necessitarmos; que saibamos perdoar como Ele e compreender. “Esforça-te, se é preciso, por perdoar sempre aos que te ofenderem, desde o primeiro instante, já que, por maior que seja o prejuízo ou a ofensa que te façam, mais te tem perdoado Deus a ti.” (S. Josemaria, Caminho, 452). E «não nos deixeis cair em tentação»: “naquilo que nos afaste de Ti e nos faz tender de forma desordenada para as criaturas” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Principia, pág. 109).E «livrai-nos do mal», do Maligno “que quer destruir o desígnio de Deus e a obra da salvação por Ele realizada em Cristo” (B. João Paulo II, Mensagem, 23-5-1999).
   Dai ao mundo a paz em nossos dias, que brote da unidade e da paz que Cristo concede à sua Igreja. Aquela paz “que o mundo não pode dar” (cf. Jo 14, 27) e que acompanha a fidelidade à «fé da vossa Igreja». Quem a queira promover tem de começar pelo empenho em “extirpar da própria vida o que dificulta a Vida de Cristo em nós: o apego ao comodismo, a tentação do egoísmo, a tendência para brilhar” (Viver a Missa, pág. 111). Num esforço que não perde o ânimo pelo facto de a vitória de Deus estar garantida, pois «vosso é o reino e o poder e a glória para sempre». 
    No momento de manifestar a paz, “é bom lembrar que nada tira ao alto valor do gesto a sobriedade necessária para manter um clima apropriado à celebração limitando, por exemplo, a saudação da paz a quem está mais próximo” (cf. Bento XVI, Sacramentum Caritatis, 49).
    O gesto de Jesus da fracção do pão para o distribuir é acompanhado do canto do «Cordeiro de Deus», lembrando que por nós morreu e ressuscitou.
    Com o «Senhor, eu não sou digno» exprimimos o cuidado que pomos em sermos o mais dignos possível e em ter a melhor das disposições (usando a confissão frequente, o jejum) e pedimos: «dizei uma palavra e serei salvo». É também esse o teor da oração em voz baixa do celebrante: «a comunhão do vosso Corpo e Sangue, Senhor Jesus Cristo, não seja para meu julgamento e condenação, mas, pela vossa misericórdia, me sirva de protecção e remédio para a alma e para o corpo»; «O corpo de Cristo me guarde para a vida eterna».
    O Amen da Comunhão é um acto de fé, pois crê que é o Corpo de Cristo. Depois brota a acção de graças: «O que em nossa boca recebemos, Senhor, seja por nós acolhido em coração puro, e estes dons da vida temporal se tornem remédio de vida eterna». E os minutos escassos de acção de graças devem prolongar-se depois da celebração por algum silêncio na igreja ou, pelo menos, no coração.
Por fim, depois da bênção, com o «Ide em paz» cada um é enviado a ser testemunha, levando a paz de Cristo aos ambientes habituais onde se move.

Funcionamento da paróquia de Setembro de 2012 a Junho de 2012

a) Abertura da Igreja:
1) Durante a semana :
De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
                        1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
                        2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria: 3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d) Confissões: Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.
Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes estão disponíveis para consulta aqui.

OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.

e) Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu
Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076   1601-801 LISBOA
Telefone e Faxe: 21 759 60 99
Telemóveis:  Pároco (P. Rui) – 963 072 248;
                        P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005
Site da Paróquia: www.portadoceu.org

5 de novembro de 2012

Recolecções mensais em Novembro (na igreja)

Senhoras: 5ª Feira, Dia 8 - 19.15h. 

Homens: 3ª Feira, Dia 13 - 19.15h

Catequese de 2012/2013 na nossa paróquia

a) De crianças

Começadas já as aulas, lembramos os seus horários

Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos: 11.00h
Rapazes: 3ªs Feiras, 17.45h; Sábados: 11.00h

b) De adultos

1. Catecúmenos: Aulas às 6as Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 9 e 16

2. Preparação para o Crisma: Aulas às 3ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 13 e 27

3. Teologia para todos (Orientação: P. João Campos): Aulas às 5ªs Feiras, 19.15h ou 21.30h. Neste mês: Dia 15 - "Moral e Liberdade"

4. Grupos de Estudo do Catecismo da Igreja Católica – Iniciam-se na semana que começa na 2ª Feira, dia 12, deste mês. Em fase de inscrições.

Grupos de estudo do Catecismo da Igreja Católica

    Vão começar a funcionar na semana que tem como 2ª Feira, 12 deste mês. As pessoas que queiram inscrever-se, além de preencherem o seu nome na Folha de Inscrições que se encontra na mesa do costume, devem dirigir-se à Secretaria, nas horas normais de serviço, para saberem o dia e a hora mais convenientes do seu Grupo.

Agrupamento do CNE nº 683 de Telheiras

    Dia 6, Terça-feira - Comemora-se a nível Nacional o dia S. Nuno de Santa Maria padroeiro do C.N.E.
    Dia 10, Sábado - Dia de Núcleo: A Festa do Núcleo Oriental, que reúne todos os Agrupamentos da Zona Oriental de Lisboa será vivida este ano nos agrupamentos de N. S. Rosário de Fátima e do Pio XII. Serão cerca de 900 Escuteiros em celebração.
    Dia 30, Sexta-feira - Inicio Oficial das comemorações dos 35 anos do escutismo em Telheiras e 30 anos do Agrupamento 683 Telheiras

Ausências de sacerdotes no mês de Novembro

P. Rui: 1, 5ª F. a 6, 3ª F. de manhã: retiro espiritual; 
20, 3ª F. a 25, Dom. de manhã: actividade pastoral

P. Enrique: 19, 2ª F. a 25, Dom.: Actividade pastoral

Dar a quem necessita

    Com o agravamento das condições das economias familiares, tivemos de começar a deixar pessoas em lista de espera, por não nos ser possível atender a todos os pedidos. São também, cada vez em maior número, os chamados casos de “pobreza envergonhada”. Pedimos aos paroquianos e pessoas amigas que nos facultem mais as dádivas de que mais necessitamos, que são: géneros alimentícios duráveis e dinheiro. Obrigado a todos.

Do Pároco

    O texto que este mês escolhemos na Secção O TESOURO DA IGREJA, recorda-nos que no dia 2 de Novembro – Dia dos Fiéis Defuntos – intercedemos de uma forma especial por todas as almas das pessoas que já faleceram e se encontram no Purgatório, isto é, naquele estado em que os que morrem na graça e amizade de Deus, mas não de todo purificados, embora seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de atingirem a santidade necessária para entrar na alegria do Céu. A Igreja chama Purgatório a esta purificação dos eleitos (1). 

    No Ano da Fé, iniciado no mês passado, convém recordar estas verdades fundamentais, porque nos falam da misericórdia de Deus e nos alentam a ser mais fiéis ao que Ele nos pede.

    Quando alguém morre, encontra-se imediatamente com Cristo, que lhe indica o seu lugar na eternidade. Uma perspectiva, esta transitória, será a de se ter de purificar das faltas que não conseguiu remir aqui na terra, passando pelo Purgatório.

    Neste juízo, a alma compreenderá, em primeiro lugar, o Amor que Deus nos tem, porque se apercebe da dimensão do seu perdão. Ficará surpreendida como no Coração de Cristo não existe o mínimo resquício de fel ou de ressentimento. Pelo contrário, compreenderá que ao indicar a S. Pedro que deveria perdoar até 70x7 a quem o ofendesse, manifestava a magnanimidade incomensurável da sua capacidade de perdoar, desde que haja arrependimento por parte de quem O ofendeu. 

    Surpreender-se-á também com a forma como Cristo aproveita os seus méritos, mesmo os mais comezinhos, para que o fiel da balança penda para o lado da salvação. A sua misericórdia comovê-la-á e ficará com pena de não ter sido, na vida terrena, mais generosa na sua relação com Deus, a Quem deve amar sobre todas as coisas, com o próximo, a quem poderia ter feito tanto bem se não a contraísse o egoísmo, a preguiça, o desleixo, alguma má vontade com alguém que a não tratou da melhor forma, etc. Compreenderá, por fim, que a sua situação não poderá ser a entrada imediata no Reino dos Céus, pois sentirá uma necessidade indiscutível de adquirir um grau mais elevado de santidade e de apagar, por meio duma purgação, aquilo que na terra não quis fazer.

    Por isso, as almas do Purgatório não são seres revoltados contra Deus, mas, ao invés, almas que compreenderam a grandeza da misericórdia divina e que, por isso mesmo, embora sofrendo, lhes estão absolutamente reconhecidas pela forma como as julgou, as perdoou e soube aproveitar os seus poucos méritos. Só Alguém que lhes tem um Amor inimaginável e perfeito pôde considerá-las dignas de alcançar o Reino dos Céus, que é sempre um dom da graça divina.

    Estas almas são poderosas intercessoras, porque desejam com veemência que aqueles que ainda se encontram nesta vida amem mais a Deus, amem mais o seu próximo, para que sejam mais felizes já na terra e, depois, ao serem julgadas por Cristo, possam apresentar nas suas mãos méritos superiores ao que elas conseguiram, a fim de que a misericórdia divina as encaminhe imediatamente para o Céu. 

    São, ao fim e ao cabo, almas santas, que vivem a caridade na purgação duma forma bem mais superior à que praticaram na terra. O que também as torna almas profundamente agradecidas e, neste sentido, que sabem pedir a Deus por aqueles que se lembram delas aqui na terra, com os seus sufrágios, com os seus sacrifícios, pelo modo como sabem tratar os outros, nomeadamente os mais próximos. O seu desejo mais profundo é, ao fim e ao cabo, que na nossa vida sejamos capazes de concretizar o que Jesus nos deixou como lema fundamental do cristão: «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei»

    Peçamos a Nossa Senhora por todos os seus filhos que no Purgatório esperam o momento de ascenderem ao Céu. E, dum modo especial, invoquemo-la como Senhora da Boa Morte, com o intuito de que quem vai partir deste mundo esteja convenientemente preparado para se encontrar com Cristo. Ou seja, como um bom filho de Deus e de Sua Mãe, que tanto intercede por eles junto da Santíssima Trindade.
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(1) Catecismo da Igreja Católica nn. 1030 e 1031.

Do Tesouro da Igreja

Comemoração de todos os fiéis defuntos – 2 de Novembro (1) 

    Depois de ter cantado a glória e a felicidade dos Santos que gozam em Deus da vida imortal, a Liturgia, desde o início do século XI, consagra este dia à memória dos Fiéis defuntos. 

    É uma continuação lógica da Festa de Todos os Santos, celebrada no dia 1 de Novembro. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita. Quer os fiéis que vivem na glória, quer os fiéis que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo (2). Continuam todos unidos a nós. A igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da Glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório. É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar, sacramentalmente, presente o Mistério Pascal, lembra “aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz” (Prece da Eucaristia I). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva. 

    O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia da mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança, porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia. Se a unirmos ao Sacrifício da reconciliação, a Missa. 

    No sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos, que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino. 
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(1) Texto extraído de: Missal Quotidiano - Edições Theologica, Braga, 1989, p. 2003

Horários de Missas noutros lugares de culto situados no território da paróquia de Telheiras

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel.: 217125110) – De 2º Feira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h. 

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel.: 217140086) – De 2º Feira a Sábado: 7.30h, (excepção: 5ªs Feiras, 19.30h); Domingos: 8.30h. 

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados. Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequentar regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

Ano da Fé

    Entre as várias iniciativas que a Paróquia está a levar a cabo para viver o ANO DA FÉ proposto pelo Santo Padre, o Papa, Bento XVI - iniciado no dia 11 do mês passado, em Telheiras, com uma Hora de Adoração ao Santíssimo Sacramento - em todas as homilias dominicais será abordado um aspecto da nossa Fé. Em cartaz apropriado, apresentaram-se os temas a tratar até ao próximo Natal.

BAPTISMOS DURANTE ESTE MÊS DE NOVEMBRO NA NOSSA PARÓQUIA

Dia 3, Sábado, 11.00h, Vitória de Barros Jardim A. dos Santos
Dia 24, Sábado, 11.00h, Marta Sofia dos Santos Costa

Coisas práticas: Santa Missa (XI)

COMUNHÃO DOS SANTOS 

    Os textos das Orações Eucarísticas pretendem que todos vivam em uníssono o diálogo de entrega de Cristo ao Pai pela nossa salvação: que todos rezem a Missa. O sacerdote – em virtude do Sacramento da Ordem – é quem representa a Igreja, mas «a liturgia eucarística é essencialmente actio Dei (acção de Deus) que nos une a Jesus por meio do Espírito» (Bento XVI, Sacramentum caritatis, n. 37). 

    Pelo Baptismo Jesus Cristo uniu-nos ao seu Corpo místico e, na Santa Missa, todos – sacerdotes e fiéis, cada um segundo a sua condição – unimo-nos a Ele para nos apresentarmos ao Pai com a força do Espírito. Por isso, nas orações que dirige ao Pai, o celebrante associa – tantas vez usando a primeira pessoa do plural – a Igreja unida em volta do altar: todos estamos no que Jesus chamava a sua hora, a hora da redenção do mundo, e estamos a rezar como Ele. 

    O nosso esforço deve ser o de levar as palavras à oração, ajustar o pensamento às frases, e deixar-se guiar e transformar por elas, pedindo ao Paráclito que “faça de nós uma oferenda viva” (OE III), e nos envolva cada vez mais na única oração do Filho com o Pai. 

    E entramos em comunhão, não só com o Senhor, mas também com os anjos e com os homens de todos os lugares e tempos: «a Virgem Maria, Mãe de Deus, os bem-aventurados Apóstolos e todos os Santos que desde o princípio do mundo viveram na vossa amizade» (OE II). 

    Considerar tudo isto leva a perceber cada vez melhor que o dever de assistir à Missa "não é um dever imposto do exterior, um peso sobre os nossos ombros. Pelo contrário, participar na celebração dominical, alimentar-se do Pão eucarístico e experimentar a comunhão com os irmãos e irmãs em Cristo é uma necessidade para o cristão, é uma alegria, e assim pode encontrar a energia necessária para o caminho que deve percorrer todas as semanas” (Bento XVI, Homilia, 29-5-2005; citado em Javier Echevarría, Viver a Missa, pág.91). 

    A Comunhão dos Santos que se manifesta na Missa, constrói a unidade da Igreja. Este é um dom repetidamente pedido para que "alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito” (OE III). 

    A Missa aproxima-nos especialmente dos mais necessitados, leva-nos "a não nos sentirmos distantes de nenhuma pessoa, porque o Sacrifício da Cruz fez de nós filhos de Deus em Cristo e, consequentemente, muito irmãos de todos os homens" (cf. Viver a Missa, pág. 90). 

    E “pela nossa voz, a criação inteira” (OE IV), aclama o Senhor com alegria podendo cada um de nós dizer com S. Josemaria: “Sinto junto de mim todos os católicos, todos os crentes e também os que não crêem. Estão presentes todas as criaturas de Deus – a terra, o céu, o mar, e os animais e as plantas –, dando glória ao Senhor da Criação inteira” (Homilia, Sacerdote para a Eternidade, em Amar a Igreja, pág. 78). 

DOXOLOGIA 

    Por fim, o celebrante eleva o Corpo e Sangue do Senhor à vista dos fiéis e recita: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória agora e para sempre." E o povo, mostrando pela sintonia, responde o "Amen" mais importante de toda a Missa, "expressão do sacerdócio real de Cristo, recebido no Baptismo" (cf. Viver a Missa, pág. 98). 

    Já no século II São Justino referia este louvor à Santíssima Trindade no final da oração eucarística: “Tendo concluído as orações e a acção de graça, todo o povo presente aclama dizendo «Amen», que significa «assim seja» em hebraico” (Apologia). 

    "Nesta proclamação, que deve ressoar com firmeza nos lábios de todos, está resumido o sentido de toda a nossa vida, unida a Cristo no Sacrifício eucarístico. Compreende-se então com grande felicidade – e não é um exagero repeti-lo – que «todas as obras dos homens se realizam como num altar, e cada um de vós, nessa união de almas contemplativas que é o vosso dia, diz de certa maneira ‘a sua Missa’, que dura vinte e quatro horas, na expectativa da Missa seguinte, que durará outras vinte e quatro horas, e assim até ao final da vossa vida" (São Josemaria, em 19-3-1968; citado em Viver a Missa, pág. 98).

Funcionamento da paróquia de Setembro de 2012 a Junho de 2012

a) Abertura da Igreja:
1) Durante a semana :
De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h
b) Horário de Missas:
                        1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h
                        2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria: 3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h
d) Confissões: Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.
Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes estão disponíveis para consulta aqui.

OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.

e) Dados úteis:
Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu
Estrada de Telheiras
Correspondência: Apartado 42076   1601-801 LISBOA
Telefone e Faxe: 21 759 60 99
Telemóveis:  Pároco (P. Rui) – 963 072 248;
                        P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu);
NIB: 003300004527778678005
Site da Paróquia: www.portadoceu.org

1 de outubro de 2012

Recolecções

Homens: 3ª Feira, Dia 9 - 19.15h. 

Senhoras: 5ª Feira, Dia 11 - 19.15h.

Catequese

a) Catequese de crianças (Estão abertas as inscrições)


1. COMEÇO DAS AULAS: Semana que principia na 2ª Feira, 8 de Outubro

HORÁRIO DE AULAS: 
Rapazes : 3ªs Feiras – 17.45h; Sábados – 11.00h

Raparigas: 5ªs Feiras – 17.45h; Domingos – 11.00h

FESTAS DA CATEQUESE:

1. PAI NOSSO – Domingo, 12 de Maio, Missa das 10,00h

2. FESTA DA ALEGRIA – 2º ANO (Primeiras Confissões): Domingo, 17 de Março

3. PROFISSÃO DE FÉ: Domingo, 19 de Maio, Missa das 10.00h;

4. PRIMEIRA COMUNHÃO: (em dois turnos): 25 de Maio, Sábado, 16.00h e 26 de Maio, Domingo, 10.00h

5. CRISMA OU CONFIRMAÇÃO: 11 de Maio, Sábado, 16h.

6. OUTRAS: A anunciar no princípio do Ano Catequético

b) Catequese de adultos (Inscrições na Secretaria)

1. CATECÚMENOS (Orientação: P. Rui Rosas): 3ªs Feiras, 19.15h As Aulas começam a 9 de Outubro, 3ª Feira – 19.15h; Celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã: na Vigília Pascal, 21.30h, Sábado, 30 de Março.

2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA DE ADULTOS (Orientação: P. Rui Rosas) Aulas: 4ªs Feiras, 19.15h (com outros grupos a funcionar a outras horas). As Aulas começam a 17 de Outubro, 4ª Feira – 19.15h. Administração do Sacramento do Crisma: 11 de Maio, Sábado, 16h.

3. TEOLOGIA PARA TODOS (Orientação: P. João Campos) Aulas: 5ªs Feiras, 19.15h e 21.30h. As sessões iniciam a 18 de Outubro, 5ª Feira, às 19.15h repetindo-se no mesmo dia às 21.30h
 
Obs. – Na primeira aula destes cursos serão especificados os horários e entregues os sumários das diversas lições.

Do Pároco

            Inicia-se neste mês o ANO DA FÉ, assim determinado pelo Romano Pontífice, no sentido de renovar a força desta virtude em todos os membros do Povo de Deus. Já no mês passado aqui se chamava a atenção para o facto de a fé – tal como a esperança e caridade – começar por ser um dom de Deus (1).

            No seu plano salvífico, Deus tem consciência da importância desta virtude para o homem, pelo que não o deixa entregue a uma busca esforçada só da sua vontade e do seu entendimento para a encontrar e dela poder viver. Oferece-a previamente, infundindo-a, principalmente no momento em que o sacramento do baptismo começa a actuar em quem o recebe.

            Todo o cristão deve estar sumamente agradecido ao Senhor por este seu desvelo. Ele conhece, melhor do que ninguém, e com a eficiência de quem é perfeito em Si mesmo e em tudo o  que deseja para o homem, as nossas necessidades e não quer privar-nos de nenhum meio que nos conduza à salvação. Pelo contrário, coloca-os à nossa disposição, sempre com um grau de generosidade que supera a virtude da justiça, através da sua misericórdia.

            Efectivamente, se nos lembramos do que a razão humana é capaz de descobrir sobre Deus e aquilo que a fé nos ensina, a distância é abissal. Grandes cabeças, como Platão, Aristóteles, Descartes, o próprio Kant e até santos da igreja como Agostinho, Anselmo, Tomás de Aquino e outros esforçaram-se com mérito indiscutível em demonstrar-nos a existência de Deus dum modo filosófico.

            No entanto, aquilo que nos conseguem ensinar, sendo lógico, plausível e louvável, não pode comparar-se com o que a  fé nos diz de Deus: Criador e Pai, perdoador até 70x7, que morre por nós para nos voltar a dar a possibilidade da felicidade eterna, que nos ensina a amar e a respeitar os outros como seus filhos dilectos, que, na hora próxima da sua morte na Cruz, se desprende da sua Mãe e no-la  oferece para cuidar de nós com o mesmo amor maternal que deu a Jesus Cristo, etc. É um Deus que tem um coração manso e humilde, que foi criança em Belém de Judá, que trabalhou como artesão em Nazaré, que fundou a Igreja para ser o instrumento de salvação, entre os tempos da sua ascensão ao Céu e o final do mundo, que curou doentes, ressuscitou mortos, que converteu pecadores e deles fez santos, etc.

            Voltando aos filósofos, apresentam-nos Deus como primeiro motor, causa eficiente, causa final, a ideia acima da qual não posso conceber outra mais perfeita, etc. Com certeza que isto é valioso e não lhe queremos roubar qualquer mérito. No entanto, e apesar de a compreensão sobre Deus sair robustecida desta maneira, a fé diz-nos quem é Deus com palavras e modos que Ele mesmo quis revelar-nos para O conhecermos melhor e amá-Lo sobre todas as coisas.

            A razão humana, empregando toda a sua robustez e manifestando simultaneamente todas as suas limitações, encontra aquilo que pode entender de Deus. A fé, enquanto dom,  é o fruto do que Deus nos quis dizer sobre Ele. Por isso, as suas verdades –  ao serem reveladas – têm a autoridade do próprio Deus, que não Se engana nem quer enganar-nos.

            Perante esta bondade divina, convém que estudemos com todo o garbo as palavras que Deus nos quis deixar da sua autoria e com a sua autoridade. Os grupos de estudo do Catecismo, que vão vigorar este ano na nossa paróquia têm essa finalidade..

            Rezemos pelos seus frutos e por todo o esforço da Igreja em reavivar a nossa fé.
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(1) Catecismo da Igreja Católica, n. 153: “A  fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. Para prestar esta adesão da fé (ou seja, para aceitarmos a fé e as suas consequências), são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, O Qual move e converte o coração, para Deus, abre os olhos do entendimento, e dá a todos “a suavidade em aceitar e crer a verdade” (DV 5)

AGRUPAMENTO Nº 683- Mês de Outubro

Neste mês de Outubro, salienta-se: 

Dia 13, Sábado – Início das aulas de Catequese no Agrupamento 

Dias 20/21, Sábado/Domingo – Participação do Agrupamento, com estação própria, na grande actividade mundial do JAMBOREE DO AR, que desde há muitos anos é uma constante nas iniciativas tradicionais do movimento escutista internacional.

Dar a quem necessita

    Um agradecimento profundo a quem tem ajudado a paróquia a realizar a sua acção sócio-caritativa com famílias carenciadas: Tal possibilidade deve-se exclusivamente aos paroquianos ou pessoas amigas que têm contribuído para este fim com a sua generosidade. 

    Gostaríamos de dar uma ideia do que se fez no mês passado, tendo em conta que não foi dos mais activos, pelo facto de haver pessoas ausentes e só começar a situação a normalizar-se na 3ª Semana. 

Assim: 

a) Distribuição de géneros alimentícios: a perto de 40 famílias; 

b) Pagamento de remédios comparticipados; 

c) Pagamento de facturas de luz, gás, água. 

A estes dados, junta-se a distribuição de roupa, que se efectuou todas as semanas, sobretudo às 6ªs Feiras de manhã, excepto na última, entre as 11.00h e as 12.00h.

Do Tesouro da Igreja

Outubro, mês do Rosário: O Rosário na voz de vários papas 


   Com o Rosário, “ (...) pretendemos prestar homenagem a Maria Santíssima, em conformidade com a excelência do seu ser e da sua missão; homenagem singular, homenagem superior, homenagem que lamenta nunca poder igualar-se à que o Senhor lhe prestou e que o plano divino, que também assenta sobre ela, mereceria; homenagem que ela própria pressagiou, ao profetizar que todas as gerações a chamariam bem-aventurada”. (1) 

   “Não deixeis de inculcar com todo o cuidado a prática do Rosário, a oração tão querida da Virgem, (...) por meio da qual os fiéis podem cumprir da maneira mais suave e eficaz, o preceito do Divino Mestre: «Pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e abrir-se-vos-á» (Mt 7, 7). 

   O vosso Rosário é uma escola, e vós a subis em comum, degrau a degrau, indo ao encontro da Senhora, que quer dizer ao encontro de Cristo. Porque esta é uma das características do Rosário, a mais importante e a mais bela de todas: uma devoção que, através da Virgem, nos leva a Cristo. Cristo é o final desta longa e repetida invocação a Maria. Fala-se a Maria para chegar a Cristo. Foi Ela que o trouxe ao mundo: é a Mãe do Senhor. E é Ela que nos leva até Ele, se formos seus devotos”. (2) 

   “Segundo a etimologia da palavra, (o Rosário) é uma coroa de rosas, costume encantador que em todos os povos representa uma oferenda de amor e um símbolo de alegria” (3) “É o modo mais excelente de oração meditada, constituída à maneira de coroa mística em que a saudação angélica (Ave Maria), a oração dominical (Pai Nosso) e a doxologia à Augusta Trindade (Glória) se entrelaçam com a consideração dos mistérios da nossa fé; nele, por meio de muitas cenas, a mente contempla o drama da Encarnação e da Redenção” (4). 

   “Este modo de rezar exige uma atenção especialíssima por parte do homem, pois requer não somente que procure dirigir o seu espírito a Deus, mas também que se abisme na meditação do que contempla, de forma que dela tire normas de viver e alimento para a sua piedade. (5). 

   “Que orações mais aptas e mais divinas poderemos encontrar? A primeira é aquela prece que brotou dos lábios do próprio Redentor quando os seus discípulos lhe pediram: «Ensina-nos a orar»; é a súplica que contém tudo o que se refere à glória de Deus e que resolve todas as nossas necessidades corporais e espirituais. Como é possível que o Pai Eterno não nos socorra e atenda, se usamos as mesmas palavras que o seu Filho nos ensinou? (...) A outra oração é a saudação angélica, que começa com o elogio do Arcanjo Gabriel e de Santa Isabel à Santíssima Virgem, e termina com uma súplica piedosa pela qual imploramos à Santíssima Senhora que não nos abandone, nem agora nem na hora da nossa morte”. (6) 

   “Como andam longe do caminho da verdade aqueles que desprezam esta prece, achando-a enfadonha pela constante repetição das mesmas orações! (...) A esses cumpre fazer-lhes notar, antes de mais nada, que a piedade – assim como o amor – não se cansa de repetir com frequência as mesmas palavras, porque o fogo da caridade que as inflama faz com que contenham sempre algo de novo”. (7) 

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(1) Paulo VI, Aloc, 11/10/1963; (2) Paulo VI, Aloc. 10/05/1964; (3) Pio XII, Aloc, 16/10/1940; (4) Beato João XXIII, Litt. Enc. Gratia recordatio, 26/09/59; (5) Leão XIII, Litt. Enc. Iucunda semper, 8/10/1894; (6) Pio XI, Litt. Enc. Ingravescentibus malis, 29/09/1937; (7) IBIDEM.

COISAS PRÁTICAS: SANTA MISSA (X): ACOMPANHAR JESUS NO SEU SACRIFÍCIO

«Fazei isto em memória de Mim» 

    “O memorial recebe um sentido novo no Novo Testamento. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, faz memória da Páscoa de Cristo, e esta torna-se presente: o sacrifício que Cristo ofereceu na cruz uma vez por todas, continua sempre actual: «Todas as vezes que no altar se celebra o sacrifício da cruz, no qual ‘Cristo, nossa Páscoa, foi imolado’, realiza-se a obra da nossa redenção»” (CIC 1364). 


   Trazer à memória os bens recebidos - anamnesis - aumenta a gratidão que se manifesta, entre outras coisas, gastando o necessário em vasos e paramentos para a beleza e dignidade do culto. Devemos ser generosos, como Jesus ensinou. “Aquela mulher que, em casa de Simão o leproso, em Betânia, unge com rico perfume a cabeça do Mestre, recorda-nos o dever de sermos magnânimos no culto de Deus. / – Todo o luxo, majestade e beleza me parecem pouco. / – E contra os que atacam a riqueza dos vasos sagrados, paramentos e retábulos, ouve-se o louvor de Jesus: «Opus enim bonum operata est in me» – uma boa obra fez para comigo.” (S. Josemaria, Caminho, nº 527). 

   A Elevação lembra as suas palavras: “Quando Eu for levantado sobre a terra atrairei todos a Mim”. Alguma jaculatória (“Meu Senhor e meu Deus”) pode exprimir o propósito de fazer que Cristo esteja realmente presente como Senhor no cume de todas as realidades humanas. “Para isso temos de negar-nos a nós mesmos, de nos sacrificar voluntariamente, em união com Cristo, pela salvação das almas, num sacrifício que se torna agradável quando realmente abraçamos a Cruz de Jesus” (cf. Javier Echevarría, Viver a Missa, Ed. Princípia, pág. 81). 

   “Mistério da fé!” é o grito que proclama que o divino sacrifício se tornou presente sacramentalmente. A resposta é a confissão da fé comum – “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição.” – e o compromisso de a difundir preparando a vinda de Jesus – “Vinde, Senhor Jesus!” – com disponibilidade para servir a todos, especialmente os que nos rodeiam 

   «Celebrando… o memorial…, nós Vos oferecemos… e Vos damos graças porque nos admitistes à vossa presença para Vos servir nestes santos mistérios.» (OE II) 

   “Deus Pai aceitou o sacrifício do seu Filho e entregou-no-Lo de novo, sob o véu das espécies eucarísticas; e acolheu também o nosso pobre e pequeno sacrifício que Jesus integrou no seu.” “Em Cristo, a mais pequena fracção de tempo, de esforço, de trabalho, de mortificação, adquire uma transcendência de eternidade e de eficácia apostólica na Terra” (cf. Viver a Missa, pág. 86-87). 

   “Fazei”, manda Jesus. Quer a celebração da Eucaristia, a fim de que, com Ele, edificarmos a Igreja pelo sacerdócio real recebido no Baptismo e na Confirmação. “Com essa alma sacerdotal, que peço ao Senhor para todos vós, tendes de procurar que no meio das ocupações vulgares, toda a vossa vida se converta num contínuo louvor a Deus: oração e reparação constantes, súplica e sacrifício por todos os homens. E tudo isto em íntima e assídua união com Cristo Jesus, no Santo Sacrifício do Altar” (S. Josemaria, Carta de 28-3-1955, nº4, citado em Viver a Missa, pág.83). 

   A escola de Maria é onde a alma eucarística aprende a fazer companhia a “Jesus escondido”, na sua entrega presente no Altar e no Sacrário. De facto, junto à Cruz, a Mãe “manteve uma total atenção a todos os gestos e todas as palavras do seu Filho, sem perder nenhum pormenor do seu olhar cheio de paz e transbordante de tristeza, da sua respiração fatigada mas entregue, do seu desejo de sofrer como só pode sofrer Quem é Deus e Homem, da sua sede de almas. E essa atitude deve inspirar o nosso comportamento durante a celebração eucarística, e não só no momento da Consagração, pois todos os momentos da Missa remetem para o Sacrifício do Calvário. Peçamos a Maria, «Mulher eucarística», que faça de nós mulheres e homens cheios de amor pelo Santo Sacrifício do altar” (cf. Viver a Missa, pág. 86).

Horário de Missas


a) Domingos – 10.00h, 12.00h e 19.00h

b) Durante a semana: de 2ª Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

Funcionamento da Paróquia



Abertura da Igreja:

1) Durante a semana :

De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:

1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h; Sábados: 18.30h

2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h

Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição

e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria:

3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d) Confissões:

Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença.

Os horários habituais de atendimento dos diversos sacerdotes são os seguintes:

2ª F
3ª F
4ª F
5ª F
6ª F
Sábado
11h às 12.15h



P. Enrique


11.30h às 12.00h

P. Rui

P. Rui
P. Rui

16.00h às 16.30h
P. João

P. João

P. João

16.30h às 18.00h





P. Carlos
17.30h às 19.30h

P. Carlos

P. Carlos


18.00h às 19.30h
P. Carlos





OBS: O confessor, geralmente disponível antes e durante as Missas dominicais ou dos Dias Santos de preceito, irá variando.