7 de novembro de 2011

Novidades

Neste mês de Novembro, há um novo curso doutrinal em destaque: o curso "Conhecer a Bíblia - curso de introdução à Sagrada Escritura".

Começará dia 9 de Novembro pelas 21:30 com uma sessão sobre "Revelação e livros da Bíblia" e terá uma sessão a cada mês, sempre às quartas-feiras, às 21:30, no salão da igreja. Será orientado pelos Pe.'s Carlos Santamaria, Enrique Calvo, João Paulo de Campos, e Rui Rosas da Silva. As inscrições são, como habitual, feitas nas folhas à disposição na mesa habitual.

No texto do pároco Pe. Rui Rosas da Silva, podemos ler um pouco sobre o significado litúrgico do mês de Novembro: Não é, verdadeiramente, o mês de Novembro o “mês dos mortos”, se por “mortos” entendermos aqueles que já deixaram esta vida e com os quais já não podemos conviver.
Em primeiro lugar,” mortos” não significa os que já não têm vida em sentido absoluto. Sabemos bem que a passagem deste mundo para o outro não é o fim da nossa existência. Como diria S. Josemaria, morrer significa mudar de casa e, pela misericórdia de Deus, estrear uma casa muito melhor do que a que tivemos na terra.(ler mais)





Do Pároco

Imagem – Dia de Todos os Santos

Não é, verdadeiramente, o mês de Novembro o “mês dos mortos”, se por “mortos” entendermos aqueles que já deixaram esta vida e com os quais já não podemos conviver.

Em primeiro lugar,” mortos” não significa os que já não têm vida em sentido absoluto. Sabemos bem que a passagem deste mundo para o outro não é o fim da nossa existência. Como diria S. Josemaria, morrer significa mudar de casa e, pela misericórdia de Deus, estrear uma casa muito melhor do que a que tivemos na terra.

A nossa alma imortal, quando se separa do corpo, comparece na presença de Cristo, que lhe indica a situação imediata e eterna que a espera. Jesus, o nosso melhor amigo, certamente que terá em conta todos os nossos esforços por correspondermos à graça que Ele nos conquistou na Cruz.

Por isso, ainda que haja uma despedida da vida terrena, a verdade é que a pessoa continua a viver, agora entregue aos cuidados da justiça divina, sempre unida à sua infinita misericórdia. A condição imortal da sua alma faz com que ela continue a sua existência na eternidade e seja receptiva a um convívio fraternal connosco, nomeadamente se connosco teve relações de amizade, de parentesco ou de conhecimento recíproco.

Neste convívio fraternal é possível estabelecer uma troca mútua de favores. Nesta ordem de ideias, eu posso rezar pela alma da pessoa que faleceu, pedindo ao Senhor, no caso de ela se encontrar ainda em período de purificação antes de entrar definitivamente no Céu, que abrevie essa etapa e, pelos seus méritos infinitos, a faça entrar na felicidade celeste o mais rapidamente possível. A oração que o Anjo de Fátima ensinou aos três pastorinhos exprime bem, na sua segunda parte, as possibilidades desta petição: “ (...) e livrai as almas do purgatório, principalmente as mais abandonadas”. Com estas palavras, Deus ensina-nos que devemos pedir por todas as almas do Purgatório. Isto é, que os méritos da nossa oração e dos nossos sacrifícios se aplicam a todos as almas que os necessitam.

A este movimento de “cá para lá”, pode dar-se um outro de reciprocidade. Se as almas das pessoas que nos deixaram estão vivas, conseguem obter de Deus muitos benefícios para os que ainda aqui labutamos na vida terrena, esperando o momento da chamada que Jesus nos fará, quando morrermos. As almas do Purgatório e, por maioria de razão, as que já se encontram no Céu, são intercessoras. São próximas de Deus, pelo que a sua caridade as leva a interessar-se pelos nossos destinos, pedindo ao Senhor constantemente pela nossa salvação.

E se, eventualmente, as nossas orações – por exemplo, uma Missa de sufrágio por uma alma –, a encontrar já no Céu, sem necessidade de que por ela se peça? É inútil? Perdemos o tempo? De maneira alguma! Os méritos dessa Missa vão directamente para as mãos de Cristo, que são as mãos da caridade por excelência. Ele os aumenta e os aplica pelas intenções que a sua sabedoria divina achar mais adequadas. Nada se perde; pelo contrário, damos oportunidade ao Senhor para realizar o bem e, ao mesmo tempo, sentimos o são “orgulho” de saber que Jesus não desaproveita a ocasião que Lhe oferecemos para exercitar a sua infinita bondade. E como nos ficará agradecido pelo que fizemos em prol dos que tanto beneficiaram com essa nossa iniciativa!

Aproveitemos, pois, este mês para pensarmos na eternidade, na nossa vida além-túmulo. Sem medo e corajosamente, sabendo que o que Deus tem reservado para nós, se formos fiéis, supera tudo aquilo que nós possamos imaginar de melhor. E, simultaneamente, rezemos por todos os fiéis defuntos do Purgatório, já que ainda precisam das nossas orações, associando aos nossos desígnios todas as almas que já se encontram no Céu, porque são intercessoras poderosas e cheias de generosidade. Maria Santíssima, nossa Mãe e Mãe de Deus, agradecerá todos esses nossos sufrágios, porque uma mãe – e que boa Mãe é ela! -, nunca se esquece de alguém que faz bem aos seus filhos.


Calendário litúrgico para o mês de Novembro de 2011

Dia do Mês Dia Sem Celebração,
01 3ª F. Todos os Santos – S – Dia Santo de Preceito (1)
02 4ª F.. Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos
04 6ª F. S. Carlos Borromeu, Bispo - MO
06 Dom XXXII Domingo do Tempo Comum (2)
09 4ª F. Dedicação da Basílica de Latrão - Festa .
10 5ª F. S. Leão Magno, Papa e Doutor da Igreja - MO
11 6ª F. S. Martinho de Tours, Bispo - MO
13 Dom. XXXIII Domingo do Tempo Comum (3)
18 6ª . Dedicação das Basílicas de S. Pedro e de S. Paulo, Apóstolos - MF
20 Dom. XXXIV Domingo do Tempo Comum Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo - Solenidade
21 2ª F. Apresentação de Nossa Senhora - MO
22 3ª F. S. Cecília, Virgem e Mártir -MO
27 Dom. I Domingo do Advento (4)
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(1) Significado das abreviaturas: F= Festa; MO = Memória Obrigatória; MF= Memória Facultativa;
S = Solenidade
(2) Começa a Semana dos Seminários
(3) Ofertório para os Seminários Diocesanos
(4) O Tempo do Advento tem dupla característica: é tempo de preparação para a solenidade do Natal, em que se comemora a primeira vinda do Filho de Deus aos homens; simultaneamente é tempo em que, comemorando esta primeira vinda, o nosso espírito se dirige para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por estes dois motivos, o Advento apresenta-se-nos como um tempo de alegre expectativa (CR 39: EDREL 669). Neste tempo litúrgico, o uso de instrumentos musicais e de flores deve ser muito moderado

Do tesouro da Igreja

Dia 1 de Novembro: Dia dos irmãos que nos esperam no Céu (S. Bernardo de Claraval) (*)

Que aproveitam aos Santos o nosso louvor, a nossa glorificação e até esta mesma solenidade? Para que tributar honras terrenas a quem o Pai celeste glorifica, segundo a promessa verdadeira do Filho? De que nos servem os nossos panegíricos? Os Santos não precisam das nossas honras e nada podemos oferecer-lhes com a nossa devoção. Realmente, venerar a sua memória interessa-nos a nós e não a eles.
Por mim, confesso, com esta evocação sinto-me inflamado por um anelo veemente.
O primeiro desejo que a recordação dos Santos excita ou aumenta em nós é o de gozar da sua amável companhia, de merecermos ser concidadãos e comensais dos espíritos bem-aventurados, de sermos integrados na assembleia doa Patriarcas, na falange dos Profetas, no senado dos Apóstolos, no inumerável exército dos Mártires, na comunidade dos Confessores, nos coros das Virgens, enfim, de nos reunirmos e nos alegrarmos na comunhão de todos os Santos.
Aguarda-nos aquela Igreja dos primogénitos e nós ficamos insensíveis; desejam os Santos a nossa companhia e nós pouco nos importamos; esperam-nos os justos e nós parecemos indiferentes.
Despertemos, finalmente, irmãos. Ressuscitemos com Cristo, procuremos as coisas do alto, saboreemos as coisas do alto. Desejemos os que nos desejam, corramos para os que nos aguardam, preparemo-nos com as aspirações da nossa alma para entrar na presença daqueles que nos esperam. Não devemos apenas desejar a companhia dos Santos, mas também a sua felicidade, ambicionando com fervorosa diligência a glória daqueles por cuja presença suspiramos. Na verdade, esta ambição não é má, nem o desejo de tal glória é, de modo algum, perigoso.
Ao comemorarmos os Santos, um segundo desejo se inflama em nós: que, tal como eles, Cristo, nossa vida, Se nos manifeste também e que nos manifestemos também nós com Ele revestidos de glória. É que de momento a nossa Cabeça revela-Se-nos não como é, mas como incarnou por nós, não coroada de glória, mas rodeada dos espinhos dos nossos pecados. Envergonhemo-nos de sermos membros tão requintados sob uma Cabeça coroada de espinhos, à qual por agora a púrpura não proporciona honras mas afronta. Chegará o momento da vinda de Cristo; e já não se anunciará a sua morte, para sabermos que também nós estamos mortos e que a nossa vida está escondida com Ele. Aparecerá a Cabeça gloriosa e com ela resplandecerão os membros glorificados, quando Ele transformar o nosso corpo mortal e o tornar semelhante ao corpo glorioso da Cabeça que é Ele mesmo.
Desejemos, pois, esta glória com total e seguira ambição. Mas para podermos esperar tal glória e aspirar a tamanha felicidade, devemos desejar também ardentemente a intercessão dos Santos, a fim de nos ser concedido pelo seu patrocínio o que as nossas possibilidades não alcançam.
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(*) Dos Sermões de S. Bernardo, abade. Sermo 2: Opera omnia, Ed. Cisterc, 5(1968) 364-368 (Séc. XII)

CATEQUESE DE 2011/2012 NA NOSSA PARÓQUIA

a) De crianças

Começadas já as aulas, lembramos os seus horários

Raparigas: 5ªs Feiras, 17.45h; Domingos: 11.00h
Rapazes: 3ªs Feiras, 17.45h; Sábados: 11.00h

b) De adultos

1. Catecúmenos: Aulas às 3as Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 15 e 22.; Temas: O homem como criatura de Deus; A elevação do homem à ordem sobrenatural
2. Teologia para todos: Orientação: P. João Campos.: 5ª Feira, dia 17: 19.15h ou 21.30h; Tema: Baptismo e Confirmação
3. Preparação para o Crisma: Aulas às 4ªs Feiras, 19.15h. Neste mês: Dias 9 e 23.Temas: História da Salvação – I; História da Salvação - II

AGRUPAMENTO DO CNE Nº 683 DE TELHEIRAS

Dia 05, Sábado: Todo o Agrupamento participa no Dia do Núcleo;

Dia 12, Sábado: Magusto; o Clã participa na actividade “48h”, em conjunto com a Fundação Aragão Pinto, de Telheiras;

Dia 26, Sábado: Participação na recolha de alimentos para o Banco Alimentar no Pingo Doce de Telheiras

HORÁRIO DE MISSAS NOUTROS LUGARES DE CULTO SITUADOS NO TERRITÓRIO DA PARÓQUIA DE TELHEIRAS:

a) Clínica Psiquiátrica de S. José – Irmãs Hospitaleiras do S.C.J: (Azinhaga da Torre do Fato, n. 8, Tel.: 217125110) – De 2ºFeira a Sábado: 17.30h; Domingos: 10.00h.

b) Lar Maria Droste – Irmãs do Bom Pastor: (Tv. da Luz, 2, Tel.: 217140086) – De 2º Feira a Sábado: 7.30h, (excepção: 5ªs Feiras, 19.30h); Domingos: 8.30h.

c) Colégio Planalto (R. Armindo Rodrigues, n. 11 – Alto da Faia, Tel. 217541530) – De 2ª Feira a 6ª Feira: 7.50h. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados. Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequentar regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

Recolecções neste mês

Senhoras: 5ª Feira, Dia 10- 19.15h, Igreja;

Homens: 3ª Feira, Dia 8 - 19.15h, Igreja

BAPTISMOS E CASAMENTOS DURANTE ESTE MÊS NA NOSSA PARÓQUIA

Baptismos:
5, Sábado, 12.00h – Marta Nunes
Casamento
26, Sábado, 17.00h – Pedro de Sousa e Maria do Rosário P. de Carvalho Manilha

Ausências de sacerdotes

P. Rui – Sábado, 19: Actividade Pastoral

No mês passado

Com o arranque da nossa Catequese, organizou-se uma reunião de pais no passado dia 27 de Outubro, que se teve lugar para os pais dos alunos das 5ªs Feiras e Domingos, às 19.15h e para os dos alunos das 3ªs Feiras e Sábados às 21,30h, onde se explicou o calendário catequético de 2011/2012 e também questões relacionadas com a preparação e a administração dos Sacramentos da Iniciação Cristã, colaboração familiar, etc. Felizmente, no presente ano, o número de alunos cresceu em relação a 2010/2011.

Dar a quem necessita

Com muito louvor e agradecimento s Deus e a Nossa Senhora da Porta do Céu, recebemos, no mês passado, dádivas extremamente generosas para as famílias que nos procuram, neste tempo difícil por que passamos.
Com elas poderemos satisfazer melhor as suas necessidades mais prementes, quer de comida, quer ainda de resolução de algumas contas – luz, água, gás, receitas médicas, livros escolares, roupas, etc..
É bom ter gente tão solícita e atenta aos problemas dos outros na paróquia. Certamente que Deus inspirará a mesma atitude aos paroquianos e pessoas amigas que têm possibilidades de deitar a mão a situações tão difíceis dos seus irmãos.
Mais uma vez, muito e muito obrigado

Coisas Práticas

COMO FAZER EXAME DE CONSCIÊNCIA

É frequente, entre os fiéis cristãos, ter uma ideia menos profunda, ou até mesmo superficial, sobre uma norma de piedade, o Exame de Consciência, que tanto tem sido recomendada pelos santos e pela Igreja ao longo dos séculos.
Convém, em primeiro lugar, conhecer bem o que ela é e da sua importância para a vida do cristão.
Não é o exame de consciência uma espécie de introspecção laica, ou seja, um deitar contas à vida para saber se estou a fazer o que devo, se há aspectos da minha vida que precisam de melhorar, se as minhas relações com os outros correm bem, etc. Estes temas serão abordados decerto no exame, mas com uma perspectiva diferente.
O exame de consciência cristão consiste, antes de mais, em pôr-se na presença de Deus, e, à luz do que a vontade de Deus me pede para eu fazer ou evitar, reflectir, ponderar, tirar conclusões, rectificar o que for necessário na minha conduta, saber pedir perdão se há motivo para tanto - e, recordemos, a propósito, Nosso Senhor, citando o “Livro dos Provérbios”, observa que “o justo peca sete vezes por dia” (Prov. 24,16) -, saber dar graças a Deus pela ajuda que ela nos prestou quando procedemos bem e, enfim, tirar algum propósito que vise sanar determinada imperfeição, a fim de melhora uma virtude ou combater um defeito.
No exame de consciência cristão o mentor principal da nossa “pesquisa” deve ser o Espírito Santo, para que, por Ele iluminados, vejamos com os olhos de Deus o que está bem ou está mal na nossa vida.
Esta tarefa deve ser diária e realizada a uma hora propícia para que a nossa razão, a nossa vontade e a nossa afectividade se encontrem em condições de exercitar as suas funções próprias. Por exemplo, tentar fazer este exame quando estamos toldados pelo sono e o cansaço do dia, pode ser uma tarefa muito difícil, apesar do nosso empenho. Reservá-lo para um momento mais calmo e mais consciente facilita a sua boa resolução. É uma questão de senso comum e também de respeito para com Deus, que quer que no exame nós sejamos um elemento activo e predisposto a ouvir e a pôr em prática tudo o que a sua luz nos mostrar.
Por outro lado, efectuá-lo a desoras ou em tempo impróprio para os efeitos que dele queremos tirar, é possível que manifeste, da nossa parte, uma vontade tíbia de conhecer-me bem com os olhos de Deus. E, facilmente, o acabamos de um modo defeituoso ou o abandonamos, porque ficamos sem perceber a sua eficácia.
Como fazer exame de consciência? Já se disse, a primeira condição é pôr-se na presença de Deus. Depois, pedir-Lhe com coragem que não tenhamos receio de descobrir as nossas dificuldades, as manifestações de egoísmo, de sensualidade, de preguiça, de orgulho, de desordem não combatida, enfim de tudo aquilo que me possa afastar d’Ele e do cumprimento do que Ele nos vai pedindo.
Como medida prática, podemos rever o que fizemos durante esse dia. Se nos dispomos a ser humildes, verificaremos com facilidade que numa ocasião fui egoísta, noutra fiz um juízo temerário sobre uma pessoa ou uma situação, que não fui generoso quando podia ter ajudado mais uma pessoa que me pedia qualquer favor, que tive respeitos humanos ao não dar uma opinião sobre um tema moral mal tratado por um colega, etc. Por vezes, para que o exame seja proveitoso, basta lançar sobre o nosso dia algumas perguntas, como: Fiz tudo bem, hoje? Podia ter feito melhor alguma coisa? O que ficou por fazer e podia ter feito? O que fiz e não devia ter feito? Etc.
Deixemo-nos penetrar por Deus. Que seja Ele de facto a conduzir o nosso exame, aceitando a luz que Ele nos der. E, por fim, façamos um propósito concreto – um ou mais, mas não muitos –, com o intuito de rever a nossa conduta. Façamo-lo, pedindo ao Senhor a sua ajuda para o cumprir. Que ele não parta apenas da nossa vontade, pois pode querer, num gesto de orgulho e auto-suficiência, conseguir atingir um objectivo sem a ajuda da graça de Deus. E aceitemos o amparo da nossa Mãe, Nossa Senhora, que nos ajudará a ser mais fiéis ao que o seu Filho nos pede.

Funcionamento da Paróquia de Setembro de 2010 a Junho de 20011

a) Abertura da Igreja:
1) Durante a semana :
De 2ª Feira a 6ª Feira:: 11.00h-13.00h;16.00h-19.30h; Sábados: 17.00h-19.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 9.30h13.00h; 17.00h-20.00h

b) Horário de Missas:
1) Durante a semana: De 2ª a Feira a 6ª Feira: 12.15h e 18.30h;
Sábados: 18.30h
2) Domingos e Dias Santos de Preceito: 10.00h, 12.00h e 19.00h
Obs – Meia hora antes das Missas da tarde, reza-se o Terço, havendo à 5ª Feira Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

c) Atendimento de Secretaria: 3º Feira a 6ª Feira: 16.30h-18.00h

d) Confissões:
Sempre que a Igreja se encontre aberta e alguém o solicitar. No caso de não se encontrar nenhum sacerdote no confessionário, dirija-se à Secretaria e solicite a sua presença. No próximo mês, forneceremos os horários de confissões dos diversos sacerdotes.

e) Dados úteis: Paróquia de Telheiras – Nossa Senhora da Porta do Céu; Estrada de Telheiras Correspondência: Apartado 42076 1601-801 LISBOA;
Telefone e Fax: 21 759 60 99
Telemóveis: Pároco (P. Rui) – 963 072 248; P. João (Vigário Paroquial) – 960070454;
E-mail: paroquia.telheiras@gmail.pt
NIF: 507115570 (Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu); NIB: 003300004527778678005; Site da Paróquia: www.portadoceu.org