1 de dezembro de 2010

Missa gregoriana na véspera de Natal


Dia 24, 6ªf, às 18h30, contaremos com a presença da Capella Gregoriana Incarnationis que irá acompanhar a missa vespertina do Natal com o repertório próprio dessa festa litúrgica. Deixa-se aqui as partituras gregorianas em latim e suas respectivas traduções:

Proprium cum ordinario ad Missam in Vigilia Nativitatis Domini Iesu Christi

Evento publicado na rede social Facebook.

Post scriptum - Gravações da actuosa participatio (24-XII-2010):

Do Pároco

Estamos em pleno período do Advento. Nele devemos preparar-nos da melhor maneira para receber o Messias prometido, o Cristo Jesus.

Vamos encontrá-Lo, no dia do seu aniversário, não como triunfador impetuoso de toda a humanidade, mas apenas como uma simples criança acabada de nascer, dependente em tudo de seus pais. Tratam d’Ele com a delicadeza do amor que sabem dar duas criaturas muito simples e nada opulentas. Ele é um artesão, ela uma jovem judia, natural da Galileia, que será a mais excelente das mães que a história conheceu e conhecerá. Chama-se Maria. Juntamente com o seu marido, José, não necessitará de grandes teorias pedagógicas ou didácticas para educar o recém-nascido. Basta-lhe o amor que derrama o seu coração e também o do santo varão com quem se desposou.

A cena com que deparamos não poderia ser mais surpreendente. Jesus, o filho de Maria, nasceu num presépio, não num palácio, ou, ao menos, num casebre humano. Todo o interior desse espaço pouco atraente nos recorda que aí habitam ou passam, habitualmente, animais, como as ovelhas dos rebanhos, os bois e as vacas que ajudam o homem com o seu trabalho e com o que oferecem tão generosamente: a sua carne e o seu leite. Como berço primário, uma manjedoira. Uma luz ténue, na noite já crescida, ilumina o casal e o seu rebento, que dorme, regalado, entre as palhinhas, a sua cama improvisada.

Sabemos que José e Maria, pressurosamente, procuraram um lugar mais digno para o nascimento de Jesus. Mas tudo lhes foi recusado. Nem em casas particulares – talvez de alguns parentes do artesão, cuja família era oriunda de Belém, a terra de David, seu antepassado –, até à estalagem a que foram bater, certamente a abarrotar de israelitas que tinham chegado até aí para cumprirem o incómodo recenseamento que o longínquo imperador de Roma havia ordenado. Não foi, pois, por incúria ou pouco esforço dos seus pais que Jesus nasceu no presépio. As circunstâncias mostraram-se o mais adversas possível. Dir-se-ia que a indiferença e o egoísmo humano foram os grandes motores da recusa sistemática ao bom acolhimento desses jovens viandantes, apesar das súplicas e razões apresentadas por José. Como que houve um cruzar de braços universal, acompanhado por expressões “tenham paciência”, “não posso tratar agora do vosso problema”, “arranjem-se como puderem”, “como se atrevem a importunar gente de bem a esta hora?”, etc.

Com grande dor de alma, sobretudo por parte de José, apareceu, como recurso último, o presépio. Com que vergonha e pena não veria a situação de Maria agravar-se de momento a momento, sem conseguir encontrar um final minimamente adequado. A futura mãe de Jesus acalmá-lo-ia, dava-lhe ânimo e tentava despreocupá-lo. É provável que José não tenha deixado entrar Maria naquele tugúrio, sem que primeiro o tenha asseado minimamente.

Depois, conhecemos bem a história. Nasceu aí Jesus, criador do universo, que não quis ser um ser humano esquisito, mas uma criança imberbe e inerme como todos nós fomos, para ser educada e aprender a ser homem com o exemplo dos seus pais. Daqui a pouco, se aí nos mantivermos, veremos chegar mais gente simples e humilde. São os pastores que, animados pelos anjos que cruzaram o espaço celeste, lhes anunciaram a nascida do Salvador. Seria possível que outro tipo de pessoas entendesse a mensagem angélica? Todo o presépio é um convite à humildade e à simplicidade. Aprendamos a sua lição, festejando com os seus visitantes como é bela a cena que descobriram.

E ao notarmos que eles oferecem os seus presentes com a naturalidade das suas posses, entreguemos aí o nosso orgulho e a nossa auto-suficiência, depondo-os nas mãos de Jesus, Maria e José, os membros da família mais unida e carinhosa de que nos fala a história dos homens.

Imagem: Presépio de Machado de Castro.

Tradições da Quadra do Natal

O Natal não é mera recordação de um acontecimento que sucedeu na história: é um mistério, cujo centro é a morte e ressurreição de Jesus Cristo, sempre presente e operante em toda celebração litúrgica.

Ao redor da liturgia de Natal formou-se, no decurso dos séculos, uma série de costumes que contribuíram para criar um ambiente festivo nos templos, na intimidade das famílias e nas ruas das aldeias e cidades.

A DATA DE 25 DEZEMBRO

Não se sabe ao certo quando foi a data exacta do nascimento de Jesus, mas já no ano 336 se celebrava neste dia. Alguns afirmam poder ter sido fixada no sentido de encaminhar para o verdadeiro Deus a “adoração ao Sol” das religiões naturais celebrada no solstício de Inverno. Outros dizem provir de se pensar que o dia da morte de Jesus tinha sido a 25 de Março. Crenças dessas épocas continham a exigência de que, dada a sua perfeição, devia ter sido concebido no mesmo dia; o que levaria o nascimento para o dia 25 de Dezembro, nove meses depois.

Artigo de Vittorio Messori no Corriere della Sera (2003): «Jesus Nasceu Mesmo Num Dia 25 De Dezembro»

CÂNTICOS DE NATAL

Os mais antigos que se conhecem surgem no século V com a finalidade de levar a Boa Nova aos aldeãos e camponeses que não sabiam ler. As suas letras falavam em linguagem popular do mistério da Encarnação. Chamava-se "villanus" ao aldeão, pelo que, por exemplo, na língua castelhana, estes cânticos sejam conhecidos como “villancicos”. Num tom simples e engenhoso, descrevem os sentimentos da Virgem Maria e dos pastores perante o Nascimento de Jesus. No século XIII estendem-se por todo o mundo juntamente com os presépios.

PRESÉPIOS

No ano 1223 São Francisco de Assis deu origem aos presépios que actualmente conhecemos, popularizando num costume o que até aí era celebrado só na liturgia.

Não se tem por certo a presença do burro e do boi (ou vaca), que provém de uma interpretação forçada do texto bíblico (Isaías 1, 3 e Habacuc 3, 2), apesar de aparecerem na representação do séc. IV, descoberta nas catacumbas de São Sebastião, em 1877. O nome de “presépio” que lhe damos em Portugal deriva do latim "praesepium", que significa "manjedoura" e aparece no texto evangélico. Onde há manjedoura pode haver animais.

ÁRVORE DE NATAL

Os antigos germânicos relacionavam uma grande árvore com "Odim", deus a quem rendiam culto no solstício de inverno, quando se supunha que a vida se renovava. Enfeitavam então um pinheiro com tochas e em torno da árvore dançavam e cantavam.

Conta-se que S. Bonifácio, evangelizador da Alemanha, teria derrubado uma árvore dessas, plantando no mesmo lugar uma outra. Queria assim lembrar que a vitória de Cristo na “árvore” da Cruz se sobrepôs às consequências do pecado original, este associado à “árvore” do Paraíso. Ornamentou-o depois com maçãs (lembrando o pecado original) e velas (recordando Cristo, a "Luz do mundo"). Era o início do costume que se difundiu por toda a Europa, na Idade Média.

A estrela no pinheiro, lembra a que guiou os Magos e a luz da fé e do amor que guia as nossas vidas. Todas as luzes desta época aliás nos lembram a alegria do dar à luz a "Luz do mundo".

PRESENTES DE NATAL

A prática de trocar presentes felicitando-se mutuamente pode ter sido sugerida pela que existia em Roma no primeiro dia do ano, chamado “estreia”, que acontecia no início de Janeiro desde 46 a.C., data em que foi mudada de Março para essa altura. É um gesto que evoca o dos Reis Magos e lembra que Jesus afirmou que considerava como feito a Si mesmo qualquer acto de caridade para com outra pessoa.

CARTÕES DE NATAL

O costume de enviar mensagens de Natal pode ter surgido nas escolas inglesas, onde se pedia aos estudantes que redigissem algum texto sobre a temporada das próximas férias e o enviassem pelo correio aos pais. Em 1843, surgiram os primeiros cartões de Natal impressos, com a intenção de pôr ao alcance do povo inglês as obras de arte que representavam o Nascimento. Em 1860, Thomas Nast organizou a primeira grande venda de cartões de Natal em que aparecia impressa a frase "Feliz Natal".

PAI NATAL

Parece ter tido origem na personalidade bondosa do Bispo São Nicolau, nascido na Turquia no ano 280. Na Alemanha terá sido associado ao Natal e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhará o nome de Santa Claus, e em Portugal o de Pai Natal.

Até o final do século XIX, era representado com roupa de inverno de cor castanha ou verde escura. Em 1886, o cartoonista alemão Thomas Nast criou-lhe uma nova roupa de cores vermelha e branca com cinto preto, que foi apresentada na revista Harper’s Weeklys no mesmo ano. Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola divulgou-a com esse mesmo figurino por serem também as cores da bebida.

Apesar de todas as histórias inventadas posteriormente à volta do personagem, a figura ainda mantém, em relação à possível origem, um exemplo de generosidade, de dar a quem não tem, indo ao encontro das necessidades dos outros, que são virtudes bem cristãs e do Natal.

Missas na Quadra Natalícia

  • Dia 24, 6ª Feira (Véspera do Natal) : Missas
  • Dia 25, Sábado, Dia de Natal - Dia Santo: 10.00h, 12.00h e 19.00h
  • Dia 1 de Janeiro de 2011, Sábado, Dia Santo : Missas - 10.00h, 12.00h e 19.00h

Confissões do Natal

Para facilitar aos paroquianos a recepção do Sacramento da Reconciliação, para além dos horários habituais, haverá Confissões:

  • Dia 19, Domingo: 17.00h-20.00h
  • Dia 21, 3ª Feira: 16.00h-20.00h
  • Dia 22, 4ª Feira: 16.00h-20.00h
  • Dia 23, 5ª Feira: 16.00h-20.00h

HORÁRIO DE MISSAS NOUTROS LUGARES DE CULTO NO TERRITÓRIO DA PARÓQUIA DE TELHEIRAS

  • Clínica Psiquiátrica de São José - Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus: Azinhaga da Torre do Fato, nº 8, Tel.: 217125110 - de 2ªf. a sáb.: 17h30; Domingos: 10h
  • Lar Maria Droste - Irmãs do Bom Pastor: Travessa da Luz, 2, Tel.:217140086. 2ªf.-sáb.: 7h30; Domingos: 8h30.
  • Colégio Planalto: R. Armindo Rodrigues, n. 11 - Alto da Faia, Tel. 217541530. 2ª-6ªf.: 7h50. Esta Missa só é celebrada durante o ano escolar, com excepção dos períodos de férias e dias feriados.
  • Obs – É conveniente, se durante algum tempo não frequenta regularmente uma destas Missas, telefonar antes a confirmar o horário.

RECOLECÇÕES MENSAIS NESTE MÊS NA PARÓQUIA

CATEQUESE E CURSOS DE FORMAÇÃO PARA ADULTOS NA NOSSA PARÓQUIA NO DECURSO DESTE MÊS

  1. CATECÚMENOS: Orientação: P. Rui Rosas da Silva; 3ªs Feiras, 19.15h. Dia 07 – Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro; Dia 14– A Igreja Católica: sua fundação e segunda vinda de Jesus Cristo;
  2. PREPARAÇÃO PARA O CRISMA: Orientação - P. Rui Rosas da Silva; 4ªs Feiras, 19.15h. Dia 15: Os Sacramentos – Noção e eficácia na vida do cristão; dia 22: Os Sacramentos da Iniciação Cristã: Baptismo, Confirmação e Eucaristia.

AGRUPAMENTO DO CNE Nº 683 DE TELHEIRAS

  • Dia 03, 6ª F. – Realização da Vigília de Oração, tempo de aprofundamento e de oração.
  • Dia 04, Sáb – Celebração da Promessa, perante o altar, diante dos irmãos escuteiros e na presença da Comunidade Cristã. Fazem a sua Promessa dois dirigentes do nosso Agrupamento.
  • Dia 10, 6ª F. – Organização do Ora Anima, espaço de oração mensal para os animadores de todos os Agrupamentos do Núcleo Oriental de Lisboa.
  • Dia 11, Sáb – Duas apresentações do Presépio Vivo: uma de manhã e outra à tarde. À noite: Jantar de Natal no Colégio Planalto.

Mais informações

BAPTISMOS NESTE MÊS

Sábado, Dia 11, 12.00h: Madalena R. Nogueira de Sousa

Não esquecer a Bênção dos Bebés e Crianças, 8/12/2010 16h30.

VIGÍLIA DE 24 HORAS PELAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS E PELAS BODAS DE OIRO SACERDOTAIS DO SENHOR CARDEAL PATRIARCA: DIAS 14-15 (3ª e 4ª Feira), IGREJA DA PO

Tendo em atenção a necessidade de vocações sacerdotais na nossa diocese e por ocasião das Bodas de Oiro Sacerdotais do Senhor Cardeal Patriarca, as diversas Vigarias do Patriarcado promovem, mensalmente, uma Vigília de Oração de 24 horas diante do Santíssimo Sacramento. À nossa Vigararia – a II – cabe-lhe realizar esta iniciativa nos dias que se indicam acima. Cada Paróquia tem uma ou mais horas de adoração. À nossa Paróquia coube-lhe o período de tempo entre as 0 horas (Meia noite) e a 1 hora do dia 15, 4ª Feira. Certamente, uma hora penitente, mas propícia a rezar bem pelas duas intenções desta Vigília. Pede-se aos paroquianos que tenham carro e se decidam a ir, no caso de ser possível, ofereçam alguma boleia a quem o necessitar, comunicando previamente na Secretaria. Partida para a Portela às 23.30h e regresso à Igreja às 1.20h.

NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Iniciada no dia 30 de Novembro, esta devoção própria do tempo litúrgico em curso, destina-se a honrar a nossa Padroeira, a Imaculada Conceição. Assim, entre a data referida e o dia 8 de Dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, em todas as homilias, abordar-se-á um tema mariano, assim orientados:

  • Dia 30/11, 3ª F.: Anunciação. Maria nos planos de Deus: A vocação cristã;
  • dia 1/12, 4ª F.: A Visitação de Nossa Senhora: Generosidade e serviço;
  • dia 2, 5ª F.: Ida a Belém de Maria e José – nascimento de Jesus: Vida interior. Intimidade com Jesus;
  • dia 3, 6ª F.: A perda e o encontro do Menino Jesus no templo: Pecado e Confissão;
  • dia 4, Sáb.: Maria em Nazaré e nas Bodas de Caná: Santificação da vida quotidiana; dia 5, Dom.: Maria Junto da Cruz: A Cruz na vida do cristão;
  • dia 6, 2ª F.: Pentecostes. Maria na vida da Igreja. Apostolado;
  • dia 7, 3ª F.: Assunção e Coroação de Nossa Senhora: Maria na vida do cristão. Piedade mariana;
  • dia 8, 4ª F.: Solenidade da Imaculada Conceição – O dogma e a Festa; esperança de ser santos com a intercessão de Nossa Senhora.

PEREGRINAÇÃO ANUAL A FÁTIMA: 4ª FEIRA, DIA 1, FERIADO NACIONAL

Como é tradicional realiza-se neste primeiro dia de Dezembro, Feriado Nacional, a Peregrinação da nossa Paróquia a Fátima. Neste ano, o seu programa é o seguinte:

  • 08.45h-09.20h – Chegada das pessoas que se inscreveram no autocarro. Este estará junto ao cruzamento da Estrada de Telheiras com a R. Prof. Francisco Gentil
  • 09.30h – Partida do autocarro para Fátima
  • 11.30h – Chegada a Fátima (Aljustrel-Valinhos)
  • 11.45h–Recitação do Terço (Valinhos)
  • 12.30h – Visita em Aljustrel às casas dos Pastorinhos
  • 13.15h – Partida do autocarro para a zona do santuário
  • 13.30h – Almoço numa das Casas de Retiros do Santuário para quem se inscrever
  • 14.45h – Via-Sacra (Arcadas do Santuário)
  • 15.30h – Santa Missa – Capelinha das Aparições
  • 17.00h – Regresso a Lisboa – Telheiras
  • 18.30h –19.00h – Chegada do autocarro a Telheiras, ao mesmo local da partida

Obs. – Far-se-á uma paragem de 15min numa estação de serviço da auto-estrada, nas viagens de ida e volta.

VIGÍLIA PELA VIDA NASCENTE E OUTRAS CELEBRAÇÕES QUE A COMPLETAM

Realizou-se no passado dia 27 de Novembro, às 21.30h, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, a “Vigília pela Vida Nascente”, iniciativa do início do Advento do Santo Padre, o Papa Bento XVI, que pediu a todos os Bispos das diversas dioceses que o acompanhassem nesta iniciativa tão oportuna e actual.

Como seu complemento, haverá outras celebrações. Assim:

  • A nível local, paroquial: Dia 8, 4ª Feira: Bênção dos Bebés e crianças até aos 5 anos. Na Igreja paroquial de Nossa Senhora da Porta do Céu: 16.30h. O programa será exposto num cartaz explicativo.
  • Dia 19, Domingo, na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, com início às 16.00h: Bênção das imagens do Menino Jesus, a venerar nos Presépios Familiares.

CABAZ DO NATAL

Todos os anos, a nossa Paróquia costuma fornecer a famílias desfavorecidas o CABAZ DO NATAL. Consta de um conjunto de géneros alimentícios e roupa. É fornecida pelas dádivas que nos vão oferecendo. Os géneros alimentícios são o resultado do que nos proporcionam os paroquianos, sobretudo nas duas primeiras semanas de Dezembro e, num auxílio substancial, os pais do Colégio Planato. Neste ano, prevemos que as famílias beneficiadas sejam à roda de setenta. Também pretendemos, sempre de colaboração com o Colégio Planato e os nossos paroquianos, oferecer uma refeição natalícia àqueles que receberem o Cabaz do Natal: ao todo 120 pessoas.

Nesta conformidade, indicamos que os dias e as horas desta iniciativa serão: Salão da Igreja (à R. Filipe Duarte) - 3ª Feira, dia 21 (10.30h-12.00h) : Distribuição de roupa; 4ª Feira, dia 22 (10.30h-12.00h): distribuição dos géneros alimentícios; Colégio Planalto - 5ª Feira, dia 23, 12.30h: Almoço natalício.

Como atrás dissemos, nas duas primeiras semanas de Dezembro, recolheremos os géneros alimentícios, as roupas e as doações monetárias para financiar essa nossa iniciativa. Estamos certos de que os nossos paroquianos, numa época de crise económica tão acentuada, serão ainda mais generosos do que nos anos anteriores. Desde já, que Deus lhes pague.