2 de outubro de 2010

CONSIDERAÇÕES DOS ROMANOS PONTÍFICES SOBRE O TERÇO

  1. (O Terço é) muito eficaz para pedir os dons celestiais (...), pois não só serve para repelir os males e afastar as calamidades – como se prova abertamente pela história da Igreja – mas porque fomenta abundantemente a vida da Igreja” (Paulo VI, Enc. Christi Matri Rosarii).
  2. “Ao crescerem os males é necessário que cresça a piedade do povo de Deus. Por isso, ardentemente desejamos, veneráveis irmãos, que indo à frente de vós, exortando e impulsionando, se rogue com mais instância durante o mês de Outubro (...) com a recitação piedosa do Terço de Maria, clementíssima Mãe. É muito adequada essa forma de oração ao sentir do povo de Deus, e muito eficaz para pedir os dons celestiais.” IBIDEM
  3. “A ele (o Terço) dedicaram os nossos predecessores vigilante atenção e grande solicitude, recomendando com frequência a sua reza frequente, favorecendo a sua difusão, explicando a sua natureza, reconhecendo a sua aptidão para desenvolver uma oração contemplativa, de louvor e de súplica ao mesmo tempo, e recordando a sua conatural eficácia para promover a vida cristã e o empenho apostólico. Também nós, desde a nossa primeira audiência geral do nosso pontificado (...) manifestámos o nosso interesse pela piedosa prática do Terço, e posteriormente sublinhámos o seu valor em múltiplas circunstâncias, normais umas, graves outras.” IBIDEM
  4. “(...) conservai zelosamente esse terno e confiado amor à Virgem Santíssima (...). Não o deixeis nunca esfriar. Que não seja um amor abstracto, mas encarnado. Sede fiéis aos exercícios de piedade mariana tradicionais na Igreja: a oração do Angelus, o mês de Maria e, de modo muito especial, o Terço. Oxalá ressurgisse o formoso costume de rezar o Terço em família.” (João Paulo II, Homilia. 12/10/80)
  5. “O Terço é a minha oração predilecta (..) Com a sequência das Ave-Marias passam diante dos olhos da alma os episódios principais da vida de Jesus Cristo. O Terço, no seu conjunto, consta dos mistérios gozosos, doloroso e gloriosos (*), e põem-nos em comunicação vital com Jesus Cristo através - pode assim dizer-se - do Coração da sua Mãe. Ao mesmo tempo, o nosso coração pode incluir nestas dezenas do Terço todos os factos que intervêm na vida do indivíduo, a família, a nação, a Igreja, a humanidade. Experiências pessoais ou do próximo, sobretudo de pessoas mais próximas, ou que enchem mais o coração. Deste modo, a simples oração do Terço sintoniza com o ritmo da vida humana”, (João Paulo II, Aloc. 29/10/78).

(*) Este texto é anterior à sugestão feita por João Paulo II para incluir também os Mistérios Luminosos.

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