13 de junho de 2007

São Josemaria Escrivá (1902-1975)

De entre a abundância de escritos seleccionámos estas passagens de um artigo com o título La Virgen del Pilar, publicada no Libro de Aragón em 1976 (a tradução do original castelhano é da nossa responsabilidade):
"Para mim, a primeira devoção mariana - gosto de o ver assim - é a Santa Missa (...). Cada dia, quando Cristo desce às mãos do sacerdote, renova-se a sua presença real entre nós, com o seu Corpo, com o seu Sangue, com a sua Alma e com a sua Divindade: o mesmo Corpo e o mesmo Sangue que tomou das entranhas de Maria. No sacrifício do altar, a participação de Nossa Senhora evoca-nos o silencioso recato com que acompanhou a vida do seu Filho, quando andava pelas terras da Palestina. A Santa Missa é uma acção da Trindade: por vontade do Pai, cooperando o Espírito Santo, o Filho oferece-Se em oblação redentora. Nesse insondável mistério, adverte-se, como que entre véus, o rosto puríssimo de Maria: Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito Santo" (...)
"O trato com Jesus no sacrifício do altar implica necessariamente lidar com Maria, a sua Mãe. Quem encontra Jesus encontra também a Virgem sem mancha, como aconteceu com aquelas santas personalidades - os Reis Magos - que foram adorar Cristo: entrando na casa, encontraram o Menino com Maria, a sua Mãe (Mt 2,11). Mas a vida sobrenatural é rica, variada: noutras ocasiões chegaremos a Jesus se passamos antes por Maria. A nossa oração à Santíssima Virgem converte-se assim num itinerário que, pouco a pouco, nos vai aproximando do Coração amabilíssimo de Jesus"

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